Chá Verde: para que serve, benefícios, como fazer, emagrece?

2

A versatilidade do chá é um dos fatores que mais contribuem para que ele seja amplamente consumido — senão o maior fator.

Segundo pesquisas de mercado realizadas pela Euromonitor International, o chá é a bebida mais consumida no mundo se considerarmos apenas a compra de água em varejos e comércios alimentares.

Em 2016, cerca de 331 bilhões de litros de chá quente e 41 bilhões de chá gelado foram ingeridos. De acordo com o relatório, se forem consideradas as bebidas quentes e geladas, em 2016 esse número foi maior do que a compra e consumo de água engarrafada.

Essa adesão por parte da população se dá pela variedade do produto. Eles podem ser mais doces ou mais amargos, quentes ou gelados, cítricos, frutais ou uma mistura. E não é apenas a opção de sabores que faz o produto ser querido entre os consumidores.

Mais do que o sabor, o que possivelmente está incentivando o crescimento do consumo do líquido é a busca por saúde e benefícios através de produtos naturais, pois além de ser saboroso e ajudar a hidratar, ele tem propriedades funcionais.

Entre os chás mais consumidos no mundo está o chá verde. A bebida, que já participa da tradição oriental há séculos, recentemente ganhou mais visibilidade e popularidade em todo mundo, sobretudo por suas propriedades e suas ações no organismo.

Os benefícios do chá verde que ganharam destaque são, sobretudo, as funções diuréticas, emagrecedoras, relaxantes, estimulantes e estéticas.

Índice – neste artigo você vai encontrar as seguintes informações:

  1. O que é chá verde?
  2. Tipos
  3. A Camellia sinensis
  4. A história do chá
  5. Quais os componentes?
  6. Benefícios do chá verde
  7. Efeitos adversos
  8. Quem não deve tomar chá verde?
  9. Chá verde e a interação com medicamentos
  10. O jeito certo de preparar o chá verde
  11. Quanto consumir?
  12. A cafeína no chá verde
  13. Quanto custa e onde encontrar chá verde?
  14. Dieta do chá verde
  15. Chá verde e estética
  16. Tratamentos caseiros com chá verde
  17. Perguntas frequentes

O que é chá verde?

Ao deixar uma porção de Camellia sinensis em infusão, você vai obter um líquido relativamente amargo e com coloração esverdeada. O sabor, que pode ser levemente desagradável para a maioria das pessoas, é compensado pelos benefícios que a bebida oferece ao organismo.

PUBLICIDADE

Provavelmente você já ouviu falar do chá verde e de suas propriedades estimulantes e diuréticas. A bebida ganhou espaço mundial, sobretudo entre as pessoas que buscam reduzir medidas.

Mas engana-se quem acha que o produto tem apenas essa função, já que a planta também tem propriedades estimulantes, antioxidante, anti-inflamatórias, anti-hipertensivas, antidiabéticas e antimutagênicas.

O chá verde é feito a partir da planta da Camellia sinensis, assim como o chá preto e o chá branco. Mas se são feitos da mesma planta, qual a diferença?

Enquanto o chá branco é feito com os brotos e folhas novas, colhidas antes das flores se abrirem (a colheita rápida faz com que a planta não sofra um processo chamado de fermentação), o chá verde é elaborado com plantas um pouco mais maduras que sofrem uma leve fermentação (mas ainda preserva altas concentrações funcionais).

O chá preto é o que mais sofre fermentação pois as folhas demoram mais para ser colhidas, por isso é o que apresenta menor quantidade de propriedades e nutrientes.

Você pode encontrar o produto a granel (folhas soltas), em cápsulas, em saquinho, em pó ou em produtos industrializados (por exemplo, balas ou sucos com extrato de chá verde).

As propriedades da planta tendem a ser as mesmas em todos os casos, no entanto as concentrações vão variar bastante. Além disso, dependendo da finalidade, o consumo de cada produto é mais ou menos indicado — se o objetivo é apenas beber algo mais natural, o chá industrializado é ideal, mas se você quer emagrecer, a planta a granel é a melhor opção.

Diversos estudos vinculam o consumo diário do chá verde a benefícios ao organismo e à saúde, confirmando que o corpo pode ser beneficiado com a inclusão da bebida na rotina.

Tipos

Existe uma variedade de apresentações do chá verde. Em geral, as mais conhecidas e mais comercializadas são as versões em pó, em saquinho, em cápsulas e ervas (vendidas a granel ou empacotadas).

Mas, além dessas, o chá tem outras apresentações de acordo com o processamento das folhas. Saiba mais sobre cada tipo:

Erva

Geralmente adquirida em casas de produtos naturais ou farmácias, as ervas são processadas de formas diferentes, que conferem características particulares a cada tipo. No Brasil, geralmente, as mais comuns são o Sencha, o Matchá e o Banchá, mas sobretudo no Japão a bebida possui uma vasta apresentação e são classificadas da seguinte maneira:

Chá verde sencha

As folhas são picadas até adquirirem uma espessura bastante fina, quase como uma agulha. O sencha é o mais consumido no Japão e considerado por muitos o mais saboroso, com amargor moderado e um toque levemente adocicado.

Chá verde gyokuro

O tipo é bastante fino também, mas a coloração da erva seca é um pouco mais clara e viva do que o sancha (que possui uma verde-escuro com brilho preto). O sabor é menos amargo, com mais presença dos toque adocicados da planta.

Chá verde matcha

O chá verde matcha é processado em pó e sua coloração é verde-vivo e intensa. Para prepará-lo basta adicionar água quente, não sendo necessário fazer a infusão. É mais fácil de misturá-lo em receitas, pastas e cosméticos pois se homogeniza rapidamente.

É encontrado com facilidade nas lojas de produtos naturais e apresenta folhas mais espessas e maiores. O sabor tende a ser consideravelmente mais amargo.

O matchá ganhou espaço entre os consumidores pois, se comparado ao bancha (ervas que precisam de infusão), ele oferece concentrações bem maiores de suas propriedades. Por exemplo, a versão em pó tem até 137 vezes mais antioxidantes, além de ter valores maiores de vitamina E, B2, B6 e fibras.

Chá verde bancha

O banchá demora um pouco mais para ser colhido, por isso o processo de oxidação minimiza seu sabor amargo. As propriedades também são reduzidas, mas ainda assim estão presentes.

Chá verde hojicha

O tipo hojicha mistura as folhas do banchá ou sencha com caules. A erva passa por um processo em que são torradas para atribuir aroma ao produto. Entre as variedades do chá verde, é a que possui menor quantidade de cafeína. No Japão, é o tipo mais consumido pelas crianças ou pessoas com alguma doença.

Chá verde genmaicha

O chá do tipo banchá ou sencha é misturado ao arroz torrado. No Japão, a bebida é consumida geralmente entre as refeições devido ao sabor leve e equilibrado.

Em saquinho

A planta é a mesma, a Camellia sinensis, mas o processo até chegar à sua xícara é outro, bem diferente dos chás a granel. Isso porque a erva em saquinho sofre um processo grande de industrialização.

É uma das versões mais práticas de ser preparada, mas ao comparar com o produto a granel, tem as propriedades consideravelmente diminuídas.

A procedência e o material utilizados no saquinho também podem interferir no resultado da bebida, inclusive deixando o sabor mais amargo. Vale lembrar que a marca do chá diz muito sobre a procedência da planta, pois há empresas que misturam outras ervas ao produto.

Solúvel

O chá verde solúvel é encontrado em farmácias e lojas de produtos naturais. É bastante prático de preparar pois não necessita de infusão, bastando adicionar água fria.

O produto solúvel tende a ter sabor mais agradável (bem docinho mesmo), feito para beber durante o dia e até como substituto de sucos.

Em cápsulas

O chá verde em cápsulas tende a concentrar os nutrientes e as propriedades termogênicas. Ou seja, é mais indicado para quem quer aliar o produto à dieta e à saúde, mas sente dificuldade em ingerir a bebida diariamente.

Outras apresentações

Em produtos industrializados, como chás prontos, balas e shakes, o chá verde tende a ter as propriedades funcionais menos concentradas, mas ainda presentes.

Em geral, são as funções digestivas e energéticas que estão mais acentuadas nesses produtos e alimentos.

Já nos cosméticos, o chá verde pode ser aliado à formulação para conferir ações revitalizantes e antioxidativas à pele e ao cabelo.

A Camellia sinensis

A planta pertence à família Theaceae, cultivada em várias regiões, mas nativa de florestas do norte da Índia e dos sul da China.

Sua estrutura é alta, podendo chegar a 15 metros se não forem realizadas podas frequentes, com folhas escuras e lustrosas e flores com pétalas brancas que podem surgir solitárias ou em pares.

Dela derivam os chás branco, verde, oolong e o preto, que são distinguidos pelo tipo de cultivo, colheita e preparo.

A Camellia sinensis hiberna durante o inverno e, na primavera, começa a lançar brotos e folhas. Para as plantas cultivadas no Brasil, a colheita se inicia em setembro e se estende até abril, durante 8 meses, de acordo com as empresas que cultivam a erva nacionalmente.

As folhas colhidas precisam ser submetidas a um rápido aquecimento que desativa a enzima polifenol-oxidase (enzima oxidante) e evita que a planta escureça e murche (esse é o ponto ideal para o chá preto).

Há duas formas de evitar a oxidação da planta, que pode ser através da torrefação em forno ou por cozimento no vapor (vaporização).

O chá verde passa por um processamento que envolve, então, as seguintes etapas:

  • Colheita;
  • Vaporização;
  • Secagem (onde as enzimas são inativadas);
  • Rotação e nova secagem (para quebra e redução do tamanho das folhas);
  • Secagem final.

A planta é rica em flavonoides, que são substâncias que pigmentam (dão cor) os vegetais e também os protegem contra a ação oxidativa. Por essa característica, a Camellia sinensis possui propriedades terapêuticas que vão variar de acordo com os processo de produção empregados, sendo considerada um alimento funcional.

É importante lembrar que como todo produto natural, as características podem sofrer alterações de acordo com o clima, a região de cultivo e também pela própria origem da planta. Mas, no geral, os processos de produção do chá verde preservam alto o teor de flavonóides e conferem à bebida níveis mais elevados de polifenóis e catequinas do que os outros chás (preto e oolong, por exemplo).

A história do chá

Dizem que no ano 2.737a.C o imperador Shen Nong mantinha um hábito de beber água morna como forma de cuidar da saúde, enquanto caminhava pelos pátios e espaços abertos. Um dia, em meio ao seu ritual, uma folha caiu dentro do copo de água e promoveu uma ligeira infusão da planta.

O imperador, ao beber o líquido, notou a alteração do sabor e do aroma. Encantado com a transformação da água, a bebida foi considerada um produto dos deuses e, assim, iniciou-se a tradição de beber chás.

A história faz parte da mitologia chinesa, mas a verdade é que a China tem um papel importante na disseminação da cultura do chá. O consumo do produto é bastante tradicional no país, sendo que os imigrantes chineses também têm um papel importante na exportação da tradição.

No Brasil, os chás chegaram por volta de 1812, principalmente com o intuito de serem plantados e exportados para a Europa. No entanto, a exportação não se desenvolveu tão bem quanto esperado e o plantio de Camellia sinensis foi substituído pelo cultivo de café.

Mas o hábito de beber chá já fazia parte de diversos países e se consagrou também no Brasil. Sobretudo com a vinda de imigrantes chineses, a bebida continuou a ser consumida e, hoje, representa uma parcela altamente significativa do mercado nacional.

Quais os componentes?

Os chá verde possui diversos componentes como água, proteína, carboidrato e sais minerais. Além disso, o produto possui cafeína, podendo apresentar quantidades significativas de flúor e vitaminas.

Conheça um pouco mais sobre a ação dos principais componentes encontrados na planta:

Vitamina A

A vitamina A tem propriedades anti-inflamatórias, auxiliando no fortalecimento imune. Geralmente associada à saúde da visão, há outros tecidos bastante beneficiados pela ação do nutriente, como traqueia, pele e coração.

Vitaminas do complexo B

O chá verde contém vitaminas B1, B2 e B3. As quantidades de B1 e B2 são mais concentradas no chá verde do que no preto (cerca de 350mcg de B1 e 1400mcg de B2 a cada 100g).

A vitamina B1 participa de funções da pele, como a cicatrização e a produção de colágeno, além de agir no metabolismo energético e no sistema nervoso. Vitamina B2 atua como um antioxidante celular, além de participar da formação dos tecidos.

A niacina (B3) age na regulação do açúcar sanguíneo, na metabolização do colesterol e participa também do metabolismo celular.

Vitamina C

A vitamina C tem diversas funções no organismo, como a participação na síntese de carnitina, na redução do colesterol, no auxílio à eliminação de toxinas do fígado, no reforço do sistema imunológico, na participação da absorção de ferro e na produção de colágeno.

Fluoreto

O fluoreto pode ter efeitos positivos na remineralização óssea, ou seja, a substância evita o enfraquecimento do tecido.

Estudos que avaliaram a presença da substância nos chás indicam que pode haver benefícios até para a saúde bucal, logo que o consumo pode reduzir o enfraquecimento da arcada dentária, minimizar o aparecimento de cáries e manter o esmalte dos dentes.

Rutina

A rutina é, muitas vezes, chamada erroneamente de vitamina P (isso porque, na verdade, a vitamina P é uma combinação de 3 elementos: rutina, citrina e hesperidina). Presente no chá verde, a substância tem propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.

Ela participa da produção de colágeno, pode auxiliar no sistema circulatório, além de melhorar a ação da vitamina C.

Vitamina E

O nutriente diminui a ação dos radicais livres (que causam o envelhecimento), pode auxiliar no controle do colesterol e das taxas hormonais.

As ações mais conhecidas da vitamina se referem, possivelmente, à saúde da pele e cabelos. Isso porque o nutriente promove mais elasticidade e resistência dos tecidos, reduzindo os danos devido à idade e ao fatores externos (como poluição, exposição ao sol ou machucados).

Vitamina K

A vitamina K atua diretamente na saúde dos ossos e do coração, pois participa do fortalecimento do tecido ósseo e auxilia na coagulação sanguínea. As funções cerebrais também podem ser beneficiadas com o consumo do nutriente, pois as ações anti-inflamatórias reduzem a oxidação das células cerebrais devido aos radicais livres.

Cafeína

A quantidade de cafeína contida no chá verde pode variar entre 2% e 5%, sendo bastante alta se comparado a outros produtos e chás. Por isso, a ingestão da bebida deve ser moderada, sobretudo em pessoas com ansiedade e agitação.

Como a cafeína é um estimulante físico e mental, ela pode promover uma ação diurética e pode auxiliar no fortalecimento cardíaco, em pessoas saudáveis. Para os praticantes de atividades físicas, a substância apresenta bons resultados, pois melhora a resistência física durante a atividade.

Flavonoides

Entre os flavonóides preservados no chá verde estão a kaempferol e a quercetina, que podem reduzir os riscos de catarata ocasionada pelo diabetes e a inibição ou controle da proliferação de células tumorais.

Minerais

As folhas de chá verde têm aproximadamente 6% de sais minerais, entre eles, o potássio, ácido fólico, manganês, cobre, zinco e níquel. Esses elementos participam de diversas funções no organismo, auxiliando no equilíbrio e manutenção da saúde.

Catequina

Também chamada de tanino, a substância está presente em diversos produtos vegetais e apresenta ação adstringente, sendo responsável por aquele sabor mais seco do chá. O componente inibe a ação de radicais livres e previne o envelhecimento precoce.

As catequinas podem desempenhar funções antioxidantes, anticancerígenas e de redução do colesterol. Além disso, ela pode inibir a formação de placas dentárias e reduzir a degeneração óssea.

No entanto, os taninos também podem interferir na absorção de nutrientes, pois inibem enzimas digestivas.

Benefícios do chá verde

Você já viu que o chá verde é mais do que um líquido quentinho, pois possui diversos nutrientes importantes para o corpo. Ingerir a bebida pode trazer vários benefícios ao organismo, mas é válido lembrar que não basta consumir uma ou outra xícara em dias esporádicos.

Para que o chá verde possa ter efeitos, é necessário beber pelo menos 4 xícaras todos os dias. Confira abaixo alguns dos benefícios que o produto pode trazer:

Ajuda a queimar gordura

Um estudo publicado no periódico American Journal of Clinical Nutrition indica os benefícios de consumir o chá verde para potencializar a queima de gordura.

O estudo avaliou dois grupos em processo de emagrecimento que adotaram um cardápio com poucas calorias. Mas somente um grupo ingeriu o chá verde (entre 6 e 8 xícaras por dia). Os resultados mostram que os participantes que consumiram a bebida queimaram até 4% a mais de gordura se comparados aos que fizeram apenas dieta.

Outra pesquisa publicada no periódico Obesity Reviews mostra resultados semelhantes, indicando que os polifenóis presentes na bebida aumentam a termogênese e a oxidação de gorduras.

Nesse caso, o estudo aponta que o organismo gasta mais calorias e recorre com mais facilidade às gorduras como fonte de energia.

Consumir pelo menos 5 xícaras diariamente, segundo o estudo, favorece a redução do tecido adiposo, promove uma aceleração do metabolismo e melhora a digestão.

Promove a saciedade

Aliada de quem deseja reduzir medidas, o chá verde pode interagir com os receptores de leptina (que é o hormônio responsável pela sensação de saciedade).

Sabe aquela vontade de comer mais durante as refeições? Ela pode ser minimizada se os níveis de leptina estiverem adequados. Além de melhorar a alimentação, esse efeito pode reduzir suas refeições naturalmente e promover a diminuição do peso de modo saudável.

Ação antioxidante

Os antioxidantes são substâncias capazes de inibir a formação de radicais livres, reduzindo os riscos de doenças cardiovasculares, neurodegenerativas, obesidade e câncer. As catequinas podem minimizar a oxidação dos tecidos, o que pode diminuir os riscos de doenças cardiovasculares e de diabetes.

Em um estudo publicado no periódico European Journal of Clinical Nutrition apontam que o chá verde possui até 6 vezes mais antioxidantes do que o chá preto e até 10 vezes mais do que frutas e verduras em geral.

A ação antioxidante se deve sobretudo à presença de catequinas e polifenóis. Para você entender a diferença (e os benefícios), para obter a mesma quantidade de antioxidantes de 1 xícara de chá verde você precisaria consumir 8 maçãs.

Acelera o metabolismo

O chá verde tem efeito termogênico (aumento do gasto calórico), promovendo uma aceleração do metabolismo e fazendo com que o gasto calórico do organismo seja maior. Isso facilita o processo de emagrecimento.

A bebida também possui quantidades elevadas de epigalocatequina e cafeína, que são substâncias diretamente relacionadas à termogênese.

Reduz os riscos de doenças cardiovasculares

O chá verde possui componentes capazes de exercer ação protetora contra as doenças cardíacas. Entre elas, a bebida pode reduzir a oxidação do LDL e os níveis de colesterol plasmático, além de evitar alterações da vasoconstrição.

Reduz os riscos de câncer

Estudos apontam que os riscos de câncer possam ser minimizados com o consumo regular do chá verde, sobretudo o câncer de mama. Aponta-se que componentes presentes na bebida possam reduzir ou inibir a formação de nitrosaminas, que são agentes cancerígenos.

O periódico científico Life Sciences publicou uma pesquisa em 2004 que reforça a ação do chá verde na prevenção ou inibição da proliferação de câncer.

De acordo com os resultados, os componentes presentes no produto podem evitar o sangramento de tumores de pele, diminuir os riscos de câncer de estômago, melhorar as respostas do organismo ao tratamento de câncer intestinal, além de reduzir a proliferação celular do câncer do pulmão.

Outros estudos indicam que a planta pode reduzir os riscos de mulheres desenvolverem câncer de mama quando costumam ingerir 5 xícaras da bebida por dia e em mulheres entre 40 e 70 anos, os riscos de câncer de colorretal podem ser diminuídos em até 57%. Já nos homens, há 58% menos chances de se desenvolver câncer de próstata.

Aumenta a felicidade

A L-teanina é um aminoácido pouco disponível nos alimentos e plantas, mas a Camellia sinensis é uma das únicas plantas que apresentam a substância. A ingestão do aminoácido promove a produção de serotonina e dopamina, promovendo as sensações de bem-estar e felicidade.

Além disso, a L-teanina aumenta a produção de ondas alfa no cérebro. Essa ação resulta no relaxamento induzido, fazendo com que haja uma diminuição da agitação e ansiedade.

Melhora a capacidade mental

Um estudo publicado no periódico Journal of Medicinal Food indica que o consumo de chá verde pode ser benéfico ao humor e à memória. A pesquisa acompanhou pacientes que ingeriram a bebida e comparam com um grupo que ingeriu placebo.

Os resultados sugerem que a L-teanina presente no chá favoreceu a memória dos participantes e melhorou a capacidade de leitura e reconhecimento de palavras, ou seja, o consumo está associado à melhora da vigilância mental.

Reduz o colesterol

Um estudo publicado no periódico Arquivo Brasileiro de Cardiologia, em 2009, realizou análise de amostragem sobre a ação da Camellia sinensis e os efeitos no colesterol. Os resultados são semelhantes a outros estudos desenvolvidos anteriormente de que a L-teanina presente no chá pode reduzir as taxas de colesterol total e de LDL.

Auxilia na digestão

Há vários chás que melhoram a digestão estimulando a produção de suco gástrico. Apesar do chá verde auxiliar nos processos de degradação alimentar, ele atua de maneira diferente o organismo, pois estimula a microbiota intestinal.

Nosso intestino é composto de centenas de bactérias responsáveis pela degradação e absorção nutricional. Como o chá verde estimula a flora intestinal, os componentes presentes nas refeições são melhor aproveitados.

Reduz os riscos de mal de Parkinson

Estudos apontam que as substâncias fenólicas do chá verde podem proteger as células contra uma neurotoxina responsável pelo mal de Parkinson.

Reduz a pressão arterial

Consumir chá verde diariamente pode auxiliar no controle da pressão arterial. Um estudo realizado na população chinesa indicou que até 65% dos participantes com pressão alta tiveram os níveis reduzidos ao consumir o produto.

Outra pesquisa realizada em 2008 e publicada no acervo da Medline sugere resultados semelhantes, apontando que a planta Camellia sinensis pode reduzir as taxas de hipertensão e, até mesmo, diminuir os valores em quem não possui pressão alterada.

Reduz os riscos de infarto e AVC

Os componentes do chá verde podem minimizar os riscos de infarto e AVC, pois a bebida pode reduzir a pressão arterial nos pacientes com hipertensão, que é um fator de risco para essas condições.

Cerca de 40% dos infartos e até 80% dos AVCs são causados ou favorecidos pela pressão alta.

Funciona como diurético

Diversos fatores podem fazer com que o organismo comece a reter líquidos, como a alimentação, o estresse e o metalismo. O resultado dessa retenção é o inchaço, o desconforto e o ganho de peso.

Como o chá verde tem propriedades diuréticas e digestivas, o consumo é ideal para eliminar os líquidos retidos e outras toxinas que podem causar inflamações no organismo.

Pode reduzir a gordura visceral

Apesar de ainda necessitar de mais estudos e testes em humanos, uma pesquisa publicada no periódico científico Journal of Nutrition aponta que o chá verde pode reduzir a gordura visceral e os níveis de inflamação do organismo.

Essa gordura está presente entre os órgãos e é a mais perigosa, pois é associada ao riscos elevados de doenças crônicas e obesidade.

Pode prevenir a diabetes tipo 2

O consumo de chá verde tem sido associado à redução dos riscos de diabetes tipo 2. A bebida pode atuar através de 2 mecanismos: redução das taxas de glicemia (açúcar no sangue) ou promovendo o aumento da sensibilidade à insulina.

Em 2009, uma publicação científica no Journal of the American Medical Association apontou que pessoas que ingeriram cerca de 4 xícaras de chá todos os dias, tiveram até 20% menos chances de desenvolver diabetes.

Efeitos adversos

Apesar de possuir elementos essenciais para o organismo, como as vitaminas, o chá verde pode causar efeitos colaterais. Normalmente, seu consumo é bem tolerado, exceto por pessoas com hipersensibilidade a algum componente da planta, mas podem surgir alguns efeitos adversos, como:

Ansiedade, agitação e insônia

Como a bebida possui cafeína e age como um estimulante físico e mental, sinais como agitação, insônia e ansiedade podem aparecer, sobretudo em pessoas sensíveis à substância.

A cafeína pode causar dores de cabeça, náuseas, dificuldade de respirar (ou respiração muito rápida) e aumento da frequência cardíaca. Nesses casos, os efeitos são transitórios e diminuem em poucas horas.

Em geral, as mulheres são mais sensíveis à ação da cafeína e, por isso, podem apresentar mais efeitos adversos.

Redução da absorção de ferro

Algumas pesquisas sugerem que a bebida possa diminuir a absorção de ferro. O ideal é que o chá não seja ingerido junto com os alimentos, pois pode interferir no aproveitamento nutricional.

Sugere-se que pessoas com anemia, gestantes e lactantes evitem o consumo.

Dores de estômago

As catequinas presentes na planta pode estimular a produção de suco gástrico e causar a irritação das mucosas estomacais.

O consumo do produto deve ser evitado em jejum e por quem possui úlceras, gastrite ou refluxo.

Interferência na gestação e amamentação

Apesar de não haver um risco direto ou conhecido do chá verde para as gestantes, é preciso ficar atenta ao produto.

Há estudos que sugerem que a bebida pode reduzir os níveis de ácido fólico na mãe, que podem causar alterações na formação do bebê. Por isso, mulheres grávidas não devem consumir o chá verde sem conhecimento do médico.

Além disso, outras pesquisas apontam que a cafeína pode ser absorvida pelo leite materno e ser prejudicial ao bebê.

Fertilidade

Indica-se que o consumo frequente de chá verde possa interferir na fertilidade.

Um estudo publicado no periódico Journal of Functional Food apontou que a planta pode impactar na reprodução, sobretudo a feminina. A pesquisa foi realizada com moscas e, por isso, necessita de mais aprofundamento e testes em humanos.

Disfunção hepática

De acordo com a publicação da Sociedade Brasileira de Hepatologia, que analisou a toxicidade de plantas e ervas, o chá verde pode causar alterações no funcionamento dos rins.

Em geral, o consumo da bebida é bastante seguro, mas há relatos médicos em que o paciente sofreu danos graves nos rins devido ao consumo da planta. Normalmente, os efeitos hepáticos são causados quando há consumo excessivo, mas a quantidade pode ser bastante variável.

Em 2015, uma adolescente sofreu uma hepatite grave causada pelo consumo diário de 3 xícaras de chá verde. É fácil de encontrar dietas que sugerem e ingestão diária de cerca de 5 xícaras (podendo chegar à 8). Ou seja, a jovem consumiu pouco mais que a metade do indicado e ainda assim teve efeitos colaterais graves.

Constipação

O consumo frequente da bebida também pode causar alterações no funcionamento do intestino, causando prisão de ventre, cólicas e dores na barriga devido à constipação.

Elevação da pressão arterial

Apesar de um dos possíveis benefícios que o consumo do chá verde traz ser a redução da pressão alta, há estudos que indicam a capacidade da bebida de elevá-la, sobretudo se consumida conjuntamente com outros estimulantes (como energéticos, medicamentos antidepresivos e fenilpropanolamina).

Quem não deve tomar chá verde?

Apesar dos benefícios, o chá verde pode ser desaconselhado para algumas pessoas, como:

  • Pacientes com hipotireoidismo (o flúor pode agravar a disfunção da glândula da tireoide);
  • Pacientes com anemia ferropriva (sugere-se que o chá verde possa diminuir a absorção de ferro, por isso, pacientes com anemia pela falta de ferro não devem ingerir);
  • Pacientes com quadros pontuais ou persistentes de insônia (se houver dificuldades em dormir ou manter o sono durante a noite, o chá verde pode agravar o quadro devido à cafeína);
  • Gestantes e lactantes;
  • Pacientes com problemas cardíacos ou hipertensão (apesar de haver estudos indicando o uso do chá como benéfico ao coração, pacientes com disfunções cardíacas e hipertensão devem consumi-lo sob orientação médica);
  • Pessoas com gastrite e refluxo;
  • Pacientes com doenças crônicas ou em tratamento com qualquer medicamento (o consumo do chá verde deve sempre ser informado ao médico, devido às possíveis interações e efeitos adversos).

Chá verde e a interação com medicamentos

Há medicamentos que podem ter a ação interferida pelo consumo do chá verde. Se você fizer uso de qualquer qualquer remédio (seja de uso contínuo ou pontual), é preciso ficar atento ao consumo da bebida.

Entre os compostos que possuem relatos de interação com o chá verde estão:

  • Adenosina: o chá pode inibir a ação da adenosina e afetar o ritmo cardíaco.
  • Antibióticos: o chá verde pode aumentar a eficácia do medicamento, afetando a flora intestinal, causando resistência da imunidade e gerando outros problemas ao organismo;
  • Benzodiazepínicos: a cafeína do chá verde pode reduzir os efeitos relaxantes e calmantes;
  • Beta-bloqueadores, propranolol e metaprolol: a cafeína pode aumentar a pressão arterial e interferir na ação ou dosagem dos medicamentos;
  • Aspirina e  varfarina: a vitamina K pode inibir a ação anticoagulante da varfarina. Com a aspirina, os riscos de hemorragia são elevados, pois há mais dificuldade de coagulação do sangue;
  • Clozapina: pode ter o efeito reduzido ou inibido se for ingerida em horários próximos do chá verde;
  • Efedrina: a cafeína do chá verde, junto com a efedrina, pode promover agitação, insônia, perda de peso e tremores;
  • Lítio: o chá verde pode causar a redução dos níveis sanguíneos do lítio;
  • Inibidores da Monoamina Oxidase (IMAO): a ingestão do chá pode elevar a pressão arterial e alterar a ação do medicamento;
  • Anticoncepcionais orais: os anticoncepcionais podem prolongar os efeitos da cafeína e aumentar a ação estimulante;
  • Fenilpropanolamina: a combinação da cafeína e do remédio, pode causar manias, agitação e um aumento grave de pressão arterial.

O jeito certo de preparar o chá verde

No geral, preparar chá é muito simples: tão fácil quanto ferver água, certo? Nem tanto. Apesar de ser um preparo fácil (água quente e erva), algumas dicas podem ajudar você a preservar as propriedades da planta, melhorando os benefícios dela ao organismo.

O ideal é colocar 1 litro de água para aquecer e, logo que as primeiras bolhas de ar começarem a surgir, desligar o fogo. Ou seja, se você prepara chá com a água fervente, talvez esteja perdendo propriedades da bebida.

A medida certa é usar 2 colheres da erva para cada litro de água.

Se você estiver preparando a erva a granel, as tradições recomendam que a água seja adicionada à erva (e não a erva à água), pois o movimento e a pressão do líquido sobre as folhas é suficiente para misturar e extrair os princípios adequadamente.

Tampe o recipiente para que ocorra a infusão e espere entre 2 e 3 minutos antes de coar. Se a bebida for coada muito rápido, algumas propriedades não têm tempo de ser liberadas.

Para melhorar o sabor do chá e potencializar os efeitos

Nem todo mundo gosta do sabor amargo do chá verde, mas adoçar a bebida pode não ser a melhor opção, principalmente se for feita com açúcar refinado.

Uma dica para quem deseja um sabor mais agradável ou quer variar no dia a dia é misturar outros ingredientes. Ervas como hortelã, camomila, capim-cidreira e limão podem ser aliados e tornar o consumo mais agradável. Algumas sugestões são:

  • Chá verde com limão: adicione o sumo do limão ao chá verde pronto e consuma em seguida;
  • Chá verde com gengibre: adicione o gengibre picado na água, antes da infusão com o chá verde. Depois da infusão, coe (o produto pode potencializar os efeitos termogênicos da bebida, promovendo melhores resultados se o objetivo for a redução de peso);
  • Chá verde com outras ervas: basta misturar a erva desejada às folhas do chá verde e fazer a infusão normalmente.

Quanto consumir?

As recomendações de ingestão são variadas e não há, necessariamente, um consenso. Algumas pessoas bebem o chá verde pelo prazer, pelo sabor e pelo costume. Então tomar o líquido às vezes, naqueles dias que você quer algo quentinho, pode ser um modo de consumi-lo. Mas os benefícios serão bem menores.

Geralmente, quem ingere o produto esporadicamente tende a perceber os efeitos estimulantes e energéticos, devido ao efeito da cafeína.

Mas para quem deseja ver os resultados na saúde e na balança, é ideal que o consumo seja diário. Em média, recomenda-se ao menos 2 xícaras de chá verde se for feita a partir da planta (a granel ou em saquinho).

Essa quantidade, de acordo com uma nota da USP, confere cerca de 350mg de polifenóis, sendo suficiente para proporcionar benefícios ao organismo.

Mas lembre-se que podem haver diferenças entre os chás feitos da folha e os vendidos em saquinhos.

Em geral, os nutricionistas sugerem o consumo máximo de 4 xícaras por dia, para que os efeitos da cafeína não sejam prejudiciais ao organismo. Mas há estudos que foram realizados com participantes que ingeriram entre 5 e 8 xícaras todos os dias.

Se o consumo for através do produto em pó, são recomendados 2 copos por dia. Cada copo deve ser preparado com 200mL de água e 10g do chá.

Para o produto em cápsulas, a ingestão deve seguir as recomendações do fabricante. Em geral, são entre 2 e 4 cápsulas ao dia.

A cafeína no chá verde

A cafeína pode ser um ótimo auxílio para quem precisa de energia ou quer espantar o sono. Para muita gente, o dia só começa de fato depois de um cafezinho — ou não tão pequeno assim. Mas os chás também contém cafeína, por isso o consumo em excesso pode afetar o sono, causar agitação ou promover efeitos colaterais.

O chá verde possui uma concentração menor da substância. Para fazer uma comparação, 240mL de café coado pode chegar a 200mg de cafeína, enquanto a mesma quantidade de chá verde pode chegar a apenas 40mg.

Apesar de ser menor a concentração de cafeína, o consumo diário pode ser de até 6 xícaras (variando de acordo com os estudos, pesquisadores e objetivos). Portanto, se você ingerir a dose máxima recomendada, a quantidade de cafeína pode chegar a 240mg.

Quanto custa e onde encontrar chá verde?

O produto é facilmente encontrado, sendo vendido em casas de produtos naturais, farmácias de manipulação, farmácias comerciais e algumas lojas alimentares. Se você estiver procurando produtos com o chá verde (como shakes e chás industrializados), panificadoras e supermercados também entram na lista de locais que comercializam.

Os valores variam de acordo com o tipo do produto e com a marca. Em saquinhos, há opções como o Chá Misto Chá Mais, que mistura sabores de abacaxi, gengibre, hortelã e o chá verde, a partir de R$ 4 chegando a R$ 20.

Entre os produtos encapsulados está o Chá Verde Biodream Unilife, e para quem prefere a versão solúvel há o Chá Verde Health Labs e o Chá Verde Sanavita, que variam entre R$ 15 e R$ 60.

O Chá Linea Up é um extrato líquido do chá verde, com sabor suave e propriedades da planta, que deve ser misturado à água. As versões solúveis ficam em torno de R$40.

Dieta do chá verde

A promessa é eliminar até 5 quilos em 2 semanas com o consumo do chá verde associado aos exercícios físicos. A dieta tem suas vantagens: com um cardápio equilibrado e a ingestão da bebida, seu organismo pode ter mais disposição, energia e equilibrar os nutrientes que precisa.

Se você cumprir o cronograma de exercícios físicos, o peso pode ser reduzido mais rápido e os efeitos do chá verde são consideravelmente aumentados. No entanto, é preciso ressaltar que toda mudança alimentar deve ser guiada por um médico ou nutricionista.

A ideia é usufruir dos benefícios do chá verde, fazendo com que eles sejam aumentados. Você lembra que a bebida tem capacidade estimulante e pode acelerar o metabolismo? Acrescente alguns minutos de atividade aeróbica e o seu gasto de calorias vai ser bem maior.

Aliás, a cafeína presente na planta vai dar mais disposição e energia durante o exercício, diminuindo a sensação de cansaço e até a preguiça.

É preciso estar atento aos produtos indicados no cardápio e verificar se você pode consumir todos. Se houver alergias alimentares, você pode substituir o ingrediente. Em casos de doenças (como diabetes, hipertensão ou anemias) ou intolerâncias alimentares, as dietas não devem ser realizadas.

Cardápio da dieta do chá verde

Sua alimentação deve ser fracionada, evitando longos períodos sem comer. Estudos da área de nutrição indicam que realizar pequenas refeições ao longo do dia mantém o metabolismo acelerado e evita que você vá comer com muita fome (o que pode fazer com que você coma demais).

Junto com as refeições mais equilibradas, é preciso inserir o consumo do chá, que pode ser preparado de manhã e bebido ao longo do dia.

Para realizar a dieta, é preciso (na verdade ideal) que você combine as atividades físicas durante a semana. Se as atividades forem mais leves, como caminhadas, podem ser realizadas 3 ou mais vezes na semana. Se forem mais intensas, como aulas aeróbicas, 3 vezes na semana é o adequado.

Lembre-se de escolher atividades que lhe deem prazer, pois elas devem promover a redução do peso, mas principalmente o bem-estar e a satisfação.

O cardápio da dieta é composto da seguinte maneira:

Em jejum, você deve ingerir 1 xícara (200mL) de chá verde sem adoçar e aguardar pelo menos 30 minutos para fazer o café da manhã.

Abaixo você encontra 7 sugestões de refeição e pode escolher as que mais se adaptam ao seu paladar ou realizar uma em cada dia da semana:

  • Opção 1: 1 copo (200mL) de leite de soja, 1 porção de frutas, 1 colher de sopa de granola light e 1 colher de chá de mel (se necessário) + 1 torrada integral com 1 colher de chá de requeijão light;
  • Opção 2: 1 copo (200mL) de leite desnatado com café + 1 fatia de pão integral light com 1 colher de chá de margarina light e 2 fatias de peito de peru light + 1/2 papaia com 1 colher de sobremesa de semente de linhaça triturada;
  • Opção 3: 1 pote de iogurte light de fruta com 1 colher de sobremesa de farelo de trigo + 1 fatia de pão integral light com 2 colheres de sobremesa de queijo cottage + 1 fatia média de melão;
  • Opção 4: 1 copo (200mL) de leite de soja batido com 1 colheres de sobremesa de cacau em pó + 1 colheres de sobremesa de farelo de trigo + 2 biscoitos integrais + 1 maçã média;
  • Opção 5: 1 taça de salada de frutas (mamão, maçã e morango) com 2 colheres de sopa de iogurte natural desnatado, 1 colher de sopa de aveia e 1 colher de chá de mel (se necessário) + 3 torradas integrais com 1 colher de sopa de cream cheese light;
  • Opção 6: 1 pote de iogurte natural desnatado com 1 fatia pequena de mamão picado e 1 colher de sopa de farelo de trigo + 1 tapioca com 2 colher de sopa de geleia diet de frutas vermelhas + 1 copo (200mL) de suco de uva (sem açúcar);
  • Opção 7: 1 prato de salada de rúcula, cogumelo e rabanete + 1 espeto de carne magra grelhada + 2 canelones de ricota ao molho sugo + 1 espeto de morango com chocolate meio amargo.

Lanche da manhã

Entre o café e o almoço, é ideal fazer uma pequena refeição com o consumo do chá verde. Você pode escolher entre:

  • Opção 1: 1 pera + 1 xícara (200mL) de chá verde com maçã desidratada;
  • Opção 2: 1 barra de cereais light + 1 xíc. (200mL) de chá verde com erva-cidreira;
  • Opção 3: 1 maçã + 1 xícara  (200mL) de chá verde com casca de abacaxi;
  • Opção 4: 4 biscoitos de polvilho + 1 xíc. (200mL) de chá verde com casca de laranja;
  • Opção 5: 1 Polenguinho com Fibras + 1 xíc. (200mL) de chá verde com erva-doce;
  • Opção 6: 2 cookies de soja light + 1 xícara  (200mL) de chá verde com casca de manga;
  • Opção 7: 1 fatia fina de bolo simples + 1 xíc. (200mL) de chá verde com hortelã.

Almoço

O ideal é sempre optar por alimentos funcionais e nutritivos, pois o emagrecimento deve ser equilibrado e sem prejudicar a saúde. Para o almoço, você pode escolher entre:

  • Opção 1: 1 prato de salada de escarola e pepino com 1 colher de sobremesa de castanha de caju + 1 pedaço de frango (sem pele) grelhado com alecrim e tomate seco + 2 colheres de sopa de arroz integral + 1/2 concha de feijão + 3 colheres de sopa de abóbora refogada + 1 fatia de abacaxi;
  • Opção 2: 1 prato de salada de alface com 4 ovos de codorna e 1 colher de sobremesa de ervilha fresca + 2 colheres de sopa de arroz integral + 1 porção média de cação ao forno + 2 colheres de sopa de abobrinha e shimeji grelhados + 2 figos (ou 1 fruta da sua preferência);
  • Opção 3: 1 prato de salada de almeirão e palmito polvilhada com 1 colher de sobremesa de queijo parmesão + 2 panquecas de frango com molho ao sugo + 4 colheres de sopa de espinafre refogado com milho verde + 1 fatia média de melancia;
  • Opção 4: 1 prato de salada de alface com 2 colheres de sopa de grão-de-bico + 2 pegadores de espaguete ao alho e óleo + 3 colheres de sopa de brócolis refogados com azeite e alho + 2 pedaços pequenos de quibe assado + 5 uvas verdes (tipo itália);
  • Opção 5: 1 prato de repolho roxo e cubos de maçã + 2 colheres de sopa de arroz integral + 4 fatias finas de lombo magro assado + 2 colheres de sopa de farofa com couve-manteiga + 1 fatia de abacaxi com hortelã e capim-cidreira picadinhos;
  • Opção 6: 3 colheres de sopa de soja ao vinagrete + 2 rodelas de ricota grelhada e temperada com molho de ervas finas + 2 colheres de sopa de purê de mandioquinha + 3 colheres de sopa de seleta de legumes refogada com azeite + 1 taça de mosaico de gelatina diet;
  • Opção 7: 1 prato de salada de rúcula, cogumelo e rabanete + 1 espeto de carne magra grelhada + 2 canelones de ricota ao molho sugo + 1 espeto de morango com chocolate meio amargo.

Lanche da tarde

Assim como o lanche da manhã, durante à tarde você deve ingerir algum alimento leve e uma xícara de chá:

  • Opção 1: 3 damascos secos + 1 xícara (200mL) de chá verde com maçã desidratada;
  • Opção 2: 1 banana amassada com 1 colher de sobremesa de aveia e 1 fio de mel + 1 xícara (200mL) de chá verde com erva-cidreira;
  • Opção 3: 5 castanhas-do-pará + 1 xícara (200mL) de chá verde com casca de abacaxi;
  • Opção 4: 1 saquinho pequeno de soja tostada + 1 xícara (200mL) de chá verde com casca de laranja;
  • Opção 5: 3 biscoitos integrais com 1 colher de sopa de geleia light de morango + 1 xícara (200mL) de chá verde com erva-doce;
  • Opção 6: 1 pote de iogurte natural desnatado com 2 colheres de sopa de extrato de soja sabor baunilha (ou chocolate) + 1 xícara (200mL) de chá verde com casca de manga;
  • Opção 7: 1 pacote médio de pipoca sem manteiga + 1 xícara (200mL) de chá verde com hortelã.

Jantar

O jantar deve ser nutritivo e oferecer nutrientes ao organismo. A preferência para a refeição é de carboidratos com baixo índice glicêmico (de lenta liberação energética) e de proteínas magras. As opções são:

  • Opção 1: 1 prato de salada de brócolis e couve-flor + 1 filé pequeno grelhado acebolado + 2 colheres de sopa de arroz integral + 2 colheres de sopa de cenoura refogada + 1/2 banana assada com canela e cacau em pó;
  • Opção 2: 1 prato de sopa de abóbora com agrião + 1 sanduíche com pão ciabatta (sem miolo) recheado com queijo cottage, sardinha escabeche, alface e tomate + 1 laranja-lima;
  • Opção 3: 1 prato de salada de rúcula e erva-doce + 1 batata assada e recheada com atum e cogumelo + 3 colheres de sopa de vagem refogada + 2 fatias de manga;
  • Opção 4: 1 prato de sopa de legumes + 2 colheres de sopa de arroz integral + 2 colheres de sopa de frango xadrez + 3 colheres de sopa de chuchu e tomate ensopados + 1 rodela de abacaxi;
  • Opção 5: 1 prato de salada de alface com cenoura e rabanete em rodelas finas + 1 pastel assado de frango desfiado com requeijão + 2 ameixas vermelhas;
  • Opção 6: 1 prato de salada de escarola com tomate-cereja e azeitona preta picada + 1 fatia média de quiche de ricota com espinafre, mussarela light e orégano + 1 mexerica;
  • Opção 7: 1 prato de creme de mandioquinha + 1 cachorro-quente com 1 salsicha de frango, tomate picado, 1 colher de chá de mostarda e 1 colher de chá de catchup + 1 taça de gelatina light de limão.

Ceia

Para finalizar o dia, você deve fazer uma ceia que inclui a ingestão de um alimento e de uma xícara de chá verde. A refeição evita que seu organismo passe longas horas sem receber alimentos, reduzindo a fome exagerada no outro dia. As sugestões são:

  • Opção 1: 1 iogurte light de fruta + 1 xícara (200mL) de chá verde com maçã desidratada;
  • Opção 2: 2 cookies integrais pequenos + 1 xícara (200mL) de chá verde com erva-cidreira;
  • Opção 3: 1 fatia média de papaia com semente de linhaça triturada + 1 xícara (200mL) de chá verde com casca de abacaxi;
  • Opção 4: 1 copo (200mL) de suco à base de soja + 1 xícara (200mL) de chá verde com casca de laranja;
  • Opção 5: 1 fatia pequena de melão + 1 xícara (200mL) de chá verde com erva-doce;
  • Opção 6: 1 rodela de abacaxi com hortelã picada + 1 xícara (200mL) de chá verde com casca de manga;
  • Opção 7: 1 copo (200mL) de iogurte batido com banana e ameixa + 1 xícara (200mL) de chá verde com hortelã.

Chá verde e estética

Com tantos benefícios, o chá verde não iria permanecer apenas na área da nutrição. O produto, atualmente, participa de uma série de cosméticos e tratamentos estéticos para a pele e cabelos, por exemplo.

Algumas propriedades do chá verde na estética incluem:

Melhora a irritação da pele

Pode ser aplicado na pele irritada, com coceira e nas picadas de inseto para reduzir a vermelhidão, promover uma ação antibactericida ou auxiliar na recuperação da pele.

Para oleosidade

Após lavar o rosto, pode-se umedecer um algodão com o chá e aplicar sobre a pele. Sua ação pode ajudar a controlar a oleosidade da pele. A ação adstringente da erva promove um reequilíbrio da oleosidade, além de limpar suavemente a camada.

Também pode ser aplicado nos cabelos, auxiliando no controle da oleosidade dos fios.

Para uma aparência jovem

O chá verde pode diminuir a inflamação cutânea, melhorar a elasticidade e prevenir rugas. Para quem já apresenta marcas de expressão leves, o produto pode ter efeitos significativos.

No entanto, se as linhas e sinais da pele forem profundos, os efeitos podem não ser tão perceptíveis.

Para quem possui acne, um estudos publicado pelo periódico Journal of Investigative Dermatology sugere que as propriedades da planta podem acelerar o processo de cicatrização e diminuir o surgimento de novas espinhas.

Como tônico facial

A pele recebe muitos benefícios com a aplicação do chá verde. A superfície que é afetada pela acne, foi exposta por longos períodos ao sol ou apresenta marcas de expressão podem ter o aspecto renovado com a aplicação diária ou semanal do chá.

Para olheiras e inchaços

Os olhos cansados, inchados ou a pele com olheiras podem ser auxiliados pelos efeitos do chá verde. Realizar compressas geladas na região pode melhorar o aspecto em torno dos olhos.

Para a drenagem linfática

Misturar o chá verde em cremes ou utilizar produtos que tragam a erva na composição pode auxiliar a reduzir medidas, potencializando a ação das massagens linfáticas.

O objetivo do tratamento é ativar a circulação da região massageada (geralmente barriga, coxas e braços) e facilitar a redução de gorduras localizadas. Como o chá verde tem ação estimulante, pode acelerar as respostas do tratamento estético.

Na proteção solar

Estudos realizados nos anos 2000 apontam que o chá verde tem grande potencial contra o envelhecimento da pele e pode reduzir os danos decorridos da exposição solar.

Pesquisas recentes ainda apontam que o extrato de chá verde aplicado em forma tópica (em creme ou gel) sobre a pele pode reduzir os processos inflamatórios e oferecer uma considerável proteção contra os raios UVB.

Melhora a cicatrização e evita marcas da pele

Um estudo realizado com animais em 2009, sobre os efeitos do chá verde na cicatrização da pele, desenvolvido por pesquisadores da USP, demonstrou que os ratos que ingeriram chá verde 1 semana antes da realização de procedimentos cirúrgicos tiveram a recuperação da pele acelerada e diminuição dos edemas (marcas roxas na pele) se comparados aos animais que não ingeriram a bebida.

Tratamentos caseiros com chá verde

Há produtos cosméticos à base de chá verde, como cremes revitalizantes e máscaras faciais com preços bastante variados, mas que nem sempre estão acessíveis às pessoas (seja pelo valor ou pela disponibilidade nas lojas).

Para quem deseja usufruir dos benefícios da planta e não quer desembolsar grandes quantias, a melhor tática é fazer os tratamentos em casa. Confira abaixo algumas receitas:

Tônico para a pele

Coloque 100 gramas de folha do chá verde em meio litro de água aquecida (sem ferver) e deixe descansar por 1 hora. Coe o líquido e aplique com um algodão, realizando movimentos circulares por todo o rosto.

Creme revitalizante

Se o produto for adquirido em pó, a mistura pode ser feita adicionando algumas gotas de água à 1 colher do chá e misturando até formar um pasta. O produto pode ser aplicado diretamente na pele, deixando-o agir por cerca de 20 minutos, e depois enxaguado. Além disso, pode-se misturar o pó diretamente no óleo ou creme corporal, para usar como de costume.

Adstringente

Para obter os benefícios da planta, você pode fazer o chá normalmente (2 colheres da planta para cada litro de água) e aplicar o líquido no rosto com o auxílio de um algodão ou com a ajuda de um borrifador.

Enxágue em seguida ou aplique um algodão levemente umedecido com água.

Máscara facial hidratante

A máscara pode ser utilizada inclusive em peles oleosas e promove uma hidratação profunda. Para prepará-la, faça a infusão do chá e utilize uma colher do líquido (ou também 1 colher do chá verde em pó) em uma colher de mel. Aplique no rosto e deixe agir por 20 minutos. Lave com água fria.

Esfoliante para a pele

Faça a infusão e utilize as folhas úmidas para preparar o esfoliante. Misture-a com 1 colher de açúcar e 1 colher de mel ou algum óleo vegetal (como de coco ou de amêndoas). Aplique na pele realizando movimentos circulares.

Lave bem para remover o produto.

Shampoo fortificante

Você pode misturar o chá verde em pó em seu shampoo ou utilizar as ervas úmidas (após fazer a infusão, misture-as ao produto). Utilize para lavar os cabelos como de costume, mas lembre-se de enxaguar bem os fios.

Creme hidratante para o cabelos

Misture algum óleo de sua preferência (amêndoas, coco ou semente de uva, por exemplo) com as folhas ou o pó do chá verde. O ideal é que, se você usar as folhas, seja utilizado um mixer ou liquidificador para evitar que pedaços grandes permaneçam no produto.

Você pode substituir cremes de pentear ou das máscaras de hidratação pelo hidratante de chá verde.

Perguntas frequentes

Pode tomar chá verde à noite?

Como a bebida possui cafeína, ela pode interferir na qualidade do sono. O ideal é tomá-la entre as refeições.

Posso fazer uma única quantidade de chá para tomar durante o dia?

Sim. Basta seguir as dosagens recomendadas (2 colheres de chá verde para cada litro de água) e mantê-lo em um recipiente adequado, na geladeira ou temperatura ambiente. Mas o ideal é que a bebida seja consumida em até 24 horas, evitando que as propriedades sejam perdidas.

Como conservar o chá verde?

O produto que você compra a granel é desidratado, então a validade costuma ser bastante longa. Mas deixar a erva em contato com o ar por longos períodos faz com que ela sofra uma oxidação gradual, reduzindo as suas propriedades.

O ideal é deixar o chá verde protegido da umidade, da exposição solar e guardado em um pote ou embalagem bem vedado. Em geral, dá para guardar no armário, mas se a região que você mora for muito quente, o melhor é colocá-lo na geladeira.

Depois de pronto, como tomar o chá verde?

A bebida pode ser preparada a cada consumo ou feita em quantidades maiores. Nesse último caso, você deve armazená-la em temperatura ambiente ou em geladeira por, no máximo, 24 horas. Durante esse período, o chá verde não perde suas propriedades e pode ser consumido ao longo do dia.

Pode adoçar chá verde?

Você deve evitar o uso de açúcar refinado e adoçantes artificiais. Se quiser adoçar, o mel pode ser uma boa opção. Apesar de não haver alterações nas propriedades da bebida, os adoçantes (açúcar, mel ou dietéticos) podem tornar a bebida mais calórica.

Os chás de saquinho, em pó e em cápsulas são todos iguais?

Parcialmente sim. Todos são originários da Camellia sinensis, mas cada um terá processos industriais diferentes, além de apresentarem concentrações nutricionais bem diversas. Você deve consultar sempre o rótulo para verificar as propriedades do produto.


Quem busca alternativas saborosas, naturais e saudáveis para beber, encontra nos chás um excelente alternativa.

O chá verde, que pode ser servido para espantar o frio ou refrescar, apresenta uma diversidade de propriedades benéficas ao organismo. Por isso, o produto ganhou o status de alimento funcional.

Seja no consumo esporádico, apenas pelo sabor, ou diário, usufruindo dos componentes da planta, o chá verde pode ser um aliado à saúde e ao bem-estar.

Para conhecer mais benefícios e utilizações de plantas e outros alimentos, fique de olho no Minuto Saudável!

Referências

Asadi, S., Parsaei, P., Karimi, M., Ezzati, S., Zamiri, A., Mohammadizadeh, F., & Rafieian-kopaei, M. (2013). Effect of green tea (Camellia sinensis) extract on healing process of surgical wounds in rat. International Journal Of Surgery, 11(4), 332-337. doi: 10.1016/j.ijsu.2013.02.014
Batista, G., Cunha, C., Scartezini, M., von der Heyde, R., Bitencourt, M., & Melo, S. (2009). Estudo prospectivo, duplo cego e cruzado da Camellia sinensis (chá verde) nas dislipidemias. Arquivos Brasileiros De Cardiologia, 93(2), 128-134. doi: 10.1590/s0066-782×2009000800010
Miyazaki, S. (2008). Utilização do Chá Verde em Cosméticos. Cadernos De Prospecção, 1(1).
Neves, A. L. de A., & Matteo, M. A. S. D. (2009). Efeito do chá verde sobre o epitélio de revestimento e a capacidade de cicatrização. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto. (http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/58/58137/tde-19032010-094436/)
Nishiyama, M., Costa, M., Costa, A., Souza, C., Bôer, C., Bracht, C., & Peralta, R. (2010). Chá verde brasileiro (Camellia sinensis var assamica): efeitos do tempo de infusão, acondicionamento da erva e forma de preparo sobre a eficiência de extração dos bioativos e sobre a estabilidade da bebida. Ciência E Tecnologia De Alimentos, 30, 191-196. doi: 10.1590/s0101-20612010000500029
Paganini-Costa, P., & CarvalhoDa-Silva, D. (2011). A cup (tea) of Chemistry. Revista Virtual De Química, 3(1). doi: 10.5935/1984-6835.20110004
Priya, T., Sabu, M., & Jolly, C. (2008). Free radical scavenging and anti-inflammatory properties of Lagerstroemia speciosa (L). Inflammopharmacology, 16(4), 182-187. doi: 10.1007/s10787-008-7002-6
Reto, Márcia, Figueira, Maria Eduardo, Filipe, Helder Mota, & Almeida, Cristina M. M.. (2008). Teor de fluoretos em infusões de chá verde (Camellia sinensis). Química Nova, 31(2), 317-320.  (https://dx.doi.org/10.1590/S0100-40422008000200024)

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (24 votos, média: 5,00 de 5)
Loading...

2 Comentários

Atenção: os comentários abaixo são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.

  1. I’m amazed, I must say. Rarely do I come across a blog that’s equally educative
    and amusing, and let me tell you, you have hit the nail on the head.
    The issue is an issue that too few men and women are speaking intelligently about.
    I am very happy I came across this during my hunt for
    something concerning this.

Deixe o seu comentário, nos preocupamos com sua opinião:

Por gentileza, escreva seu comentário
Por favor, insira seu nome aqui

Lamentamos a não possibilidade de dar-lhe conselho médico ou responder a questões médicas e farmacêuticas individuais através de e-mail, pois apenas um médico pode prestar tal atendimento. Embora tentemos responder a todos os comentários, opiniões e e-mails que recebemos em até dois dias úteis, nem sempre é possível devido ao grande volume que recebemos. Por favor, tenha em mente que qualquer solicitação ao Minuto Saudável está sujeita aos nossos Termos de Uso e Política de Privacidade, ao enviar, você indica sua aceitação.