O mês de setembro vem acompanhado da cor amarela para alertar sobre a importância do cuidado com a saúde mental, prevenção ao suicídio e valorização da vida! Por isso, são realizadas diversas ações de conscientização e mobilização por profissionais, coletivos, empresas, entidades, órgãos de saúde e a sociedade em geral.
Nesse sentido, o mês é uma oportunidade especial de evidenciar a necessidade de falar sobre o suicídio e a saúde mental. Portanto, para saber mais sobre o movimento, confira o material a seguir e os links de apoio no fim do texto.
Índice - Neste artigo, você vai encontrar:
Em primeiro lugar, o Setembro Amarelo é uma campanha fundada pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), em parceria com a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e o Conselho Federal de Medicina (CFM), em 2015. Sendo assim, o mês busca trazer atenção especial para o diálogo e a conscientização da prevenção do suicídio, associando o mês ao dia Mundial da Prevenção do Suicídio (10 de setembro).
No mundo todo, são cerca de 800 mil suicídios por ano e estima-se que uma pessoa tire a própria vida a cada 40 segundos. Só no Brasil, anualmente são 12 mil mortes, sendo que o suicídio é a terceira causa de morte de jovens. Além disso, infelizmente, esse número tem aumentado!
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Mesmo assim, o assunto ainda é um tabu: não falamos dele. Por um lado, a mídia evita por medo de aumentar os números, por outro as pessoas evitam por medo do assunto em si e, com isso, acabamos cortando o diálogo necessário para atuar na prevenção.
Porém reforçamos o alerta: falar sobre suicídio é extremamente necessário e é uma questão de saúde pública. Ainda mais porque a maior parte dos casos são mortes evitáveis em que a pessoa apresenta sinais de doenças/transtornos mentais que têm tratamento.
O Setembro Amarelo é uma campanha que busca trazer o diálogo como estratégia de prevenção ao suicídio, já que pouco mais de 90% dos casos poderiam ser evitados com ajuda psicológica e psiquiátrica. Afinal, a maioria deles é causada por doenças mentais que não são tratadas, porque muita gente nem sabe que precisa de tratamento.
Aproximadamente 60% das pessoas que morrem por suicídio não buscam ajuda. Ainda mais porque há um estigma muito grande que impede as pessoas de irem a um (a) psicólogo (a) ou psiquiatra. Mas já pensou se isso se aplicasse a outras doenças?
Imagine se 60% das pessoas com fraturas não fossem ao médico ou se 60% dos pacientes com apendicite não se tratassem, e você vai perceber que é estranho que tanta gente não busque ajuda.
Isso porque nós, como sociedade, não falamos do assunto, não informamos as pessoas, mesmo que ele seja extremamente presente nas nossas vidas. Segundo estudo da Unicamp, divulgado em reportagem da Super Interessante, “cerca de 17% dos brasileiros já pensou seriamente em suicídio e 4,8% deles já elaboraram um plano para isso”.
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Em síntese, o objetivo do mês de prevenção ao suicídio é conscientizar as pessoas desse problema tão grave, que tira tantas vidas todos os anos. Portanto, o Setembro Amarelo é um mês de diálogo.
O Setembro Amarelo busca salvar vidas através da informação e da conversa sobre este assunto sério que ainda é um tabu. Por isso, é um mês que busca criar conversas sobre o assunto, deixar as pessoas que sofrem com os pensamentos suicidas saberem que elas não estão sozinhas e que a morte não é solução.
A cor amarela é usada para representar o mês da prevenção do suicídio por causa de Dale Emme e Darlene Emme. O casal foi o início do programa de prevenção de suicídio: “fita amarela” ou “Yellow Ribbon” em inglês.
Em 1994, Mike Emme, filho do casal, com apenas 17 anos, se matou. Mike era conhecido por sua personalidade caridosa e por sua habilidade mecânica. Restaurou um Mustang 68 e o pintou de amarelo. Mike amava aquele carro e por causa dele começou a ser conhecido como “Mustang Mike”.
Entretanto, infelizmente, o jovem cometeu suicídio. No dia do funeral dele, uma cesta de cartões com fitas amarelas presas a eles estava disponível para quem quisesse pegá-los. Os 500 cartões e fitas foram feitos pelos amigos de Mike e possuíam uma mensagem: “Se você precisar, peça ajuda”.
Logo depois, os cartões se espalharam pelos Estados Unidos e em poucas semanas começaram a aparecer ligações. Um professor de outro estado havia recebido um dos cartões de uma aluna pedindo por ajuda. Diversas cartas chegavam de adolescentes buscando ajuda.
A fita amarela foi escolhida como símbolo do programa que incentiva aqueles que têm pensamentos suicidas a buscar ajuda. Em 2003, a Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu o dia 10 de setembro como o Dia Mundial da Prevenção do Suicídio e o amarelo do Mustang de Mike foi a cor escolhida para representar o movimento.
O suicídio é o ato de acabar com a própria vida e sempre é um acontecimento complexo. A pessoa não tem como objetivo a morte, mas sim o fim do sofrimento pelo qual está passando e o único jeito que enxerga no momento para chegar nisso é através da morte.
Esse sofrimento pode ter várias naturezas: culpa, remorso, depressão, ansiedade, medo, humilhação, entre outros. Mas quando acompanhados por algum transtorno mental são potencializados.
Saiba que você não está sozinho (a) e, se você estiver pensando em tirar sua própria vida, existem formas de superar o sofrimento, busque ajuda!
Em geral, suicídios são planejados e as pessoas dão sinais. Elas avisam e pedem por ajuda de maneiras conscientes e inconscientes. Reconhecer estes sinais e ofertar apoio pode prevenir uma tentativa e começar um caminho de superação do sofrimento.
Suicídio não é notícia. Isso está em livros de jornalismo. O motivo é o medo de causar o chamado “Efeito Werther”. Este fenômeno ganhou seu nome no livro “Os sofrimentos do jovem Werther”, do autor alemão Johann Wolfgang von Goethe, publicado em 1774. No final do livro, que possui um tom depressivo, Werther se suicida, o que levou a uma suposta onda de suicídio nos jovens europeus da época.
Ou seja, há uma teoria de que a divulgação de suicídios na mídia estimule também suicídio nas pessoas que assistem. O efeito Werther foi comprovado cientificamente e é chamado de “suicídio por imitação”. Por exemplo, após as mortes por suicídio de Marilyn Monroe, em 1962, e de Kurt Cobain, em 1994, as taxas de suicídio americanas tiveram aumentos notáveis. É por isso que a OMS desaconselha que a mídia exponha métodos ou processos de suicídio: para evitar que essa exposição incentive outras mortes.
Entretanto, os suicídios não são causados pela notícia ou pelo vídeo. As pessoas que se mataram ao ver esse tipo de coisa já tinham tendências suicidas antes de assistir e se encontravam no grupo de risco. Portanto, pessoas com depressão, pensamentos suicidas, esquizofrenia ou diversas outras doenças mentais não tratadas são vulneráveis ao efeito Werther e é preciso cuidado.
Falar sobre o assunto é extremamente importante justamente para que possamos reduzir o número de pessoas em vulnerabilidade. Para que possamos evitar suicídios, o diálogo é o primeiro passo. Conversar, trazer o assunto à tona e fazer com que essas pessoas saibam que não estão sozinhas e que existem meios de tratar estas doenças.
Apesar disso, em 2017, o lançamento da série 13 reasons why (os 13 porquês), na Netflix, teve muita polêmica por abordar o suicídio de uma adolescente: Hannah Baker.
Por um lado, entre seus principais prós, a série tratou dos impactos do bullying e das mudanças que impactam durante a adolescência, além de falar sobre a necessidade de ouvir as dores e problemas dos jovens e buscar ajuda profissional.
Mas por outro lado, entre os contras estão a culpabilização e responsabilização de outras pessoas, a romantização do suicídio e até o estímulo (inclusive com cenas removidas) ao suicídio para adolescentes depressivos foram apontados pelos críticos.
No entanto, a série abriu um espaço delicado e importante especialmente para adolescentes que já têm uma maior dificuldade em conversar sobre suas angústias, ansiedades e problemas. O que, por sua vez, aumentou a busca por ajuda especializada e a ampliação do diálogo, inclusive com o CVV.
O Centro de Valorização da Vida é reconhecido como Utilidade Pública Federal desde a década de 1970. É uma organização sem fins lucrativos e filantrópica que busca dar apoio emocional e prevenção do suicídio para quem precisa. Desde 2015, é possível entrar em contato por meio do telefone, de maneira gratuita. Basta ligar para o número 188.
O atendimento é anônimo e realizado por voluntários treinados que guardam sigilo. Também é possível acessar o chat online, enviar um e-mail ou ir a um dos postos de atendimento físico.
Existem certos fatores de risco que aumentam as chances de alguém apresentar pensamentos e tentativas suicidas, são eles:
Além disso, são fatores de risco:
Estudos apontam que pessoas com muitos problemas monetários ou com dinheiro demais apresentam maiores chances de tentar o suicídio.
No caso daqueles que possuem sérios problemas financeiros, o problema é óbvio, a falta de dinheiro causa estresse e preocupações. Para aqueles que possuem muito dinheiro, a sensação de que existe muito a perder também pode ser um fator de estresse.
Naturalmente, transtornos mentais como depressão e esquizofrenia são fatores de risco para o suicídio. Mas o transtorno mental que mais apresenta suicídios é o transtorno de personalidade bipolar.
Também o gênero do suicídio é um assunto delicado, já que a morte por suicídio é 3 vezes mais frequentes em homens do que em mulheres, mas as mulheres tentam 3 vezes mais do que os homens.
Ou seja, mulheres tentam e planejam mais, porém os métodos escolhidos pelos homens são mais letais, por isso o número maior de mortes é masculino.
Se você está com pensamentos suicidas, é importante pedir ajuda. Se você tiver a possibilidade, fale com alguém próximo de sua confiança sobre o que está sentindo e pensando. Ter alguém para conversar faz toda a diferença. Mesmo assim, buscar ajuda profissional é fundamental!
Se você não tem ninguém próximo com quem conversar, não hesite em ligar para o 188 e conversar com um dos voluntários do Centro de Valorização da Vida. Eles estão lá para você e podem te auxiliar no que você está passando.
Ainda assim, o acompanhamento psicológico e psiquiátrico vai ajudar a diagnosticar e superar a doença ou transtorno, inclusive com auxílio de medicação para equilíbrio orgânico, se preciso (como com antidepressivos e ansiolíticos).
Nem sempre é fácil saber o que fazer quando alguém próximo revela ter pensamentos suicidas, mas saiba que, se isso acontece, essa pessoa está confiando em se abrir para você e isso é um passo importante para a melhora. Caso isso aconteça, ou caso perceba sinais de alerta em alguém próximo, existem algumas coisas que não se deve fazer.
Não julgue a pessoa em sofrimento, pois não se sabe pelo que ela está passando e se ela está pedindo ajuda para você, não invalide ou diminua os sentimentos dela. Dizer que suicídio é covardia ou fraqueza não possibilita que a pessoa se sinta acolhida, além de não ser verdade.
A maneira de sentir é diferente em cada pessoa. Os sentimentos de uma pessoa com pensamentos suicidas são muito particulares e a levam a se sentir daquela maneira.
Lembre-se também de que o suicídio é extremamente complexo e não pode ser atribuído exclusivamente a um evento, mas sim a vários fatores. Não banalize nenhum deles.
A opinião diante de um pensamento suicida pode ser interpretada como uma forma de invalidar o sentimento da pessoa. Dizer que é “falta de Deus” ou que a pessoa “quer chamar a atenção” aumenta o sentimento de culpa e de incapacidade de mudar seus sentimentos.
Os pensamentos suicidas são um sintoma e não uma escolha. Brigar faz com que a pessoa se sinta mais triste, culpada, acuada e só piora a situação..
Dizer para “pensar positivo” ou que a “vida é boa” causa uma sensação de que a pessoa com ideação está sendo ingrata diante das “oportunidades que a vida dá”, e esse sentimento pode aumentar a dor da pessoa em sofrimento.
Caso perceba sinais de alerta de ideação suicida ou alguém próximo entre em contato para pedir ajuda, algumas coisas podem ajudar.
Encontre um lugar apropriado e particular e escute o que a pessoa tem para falar. Deixe ela saber que você está lá para ouvir e apoiar. Este não é o momento para oferecer soluções práticas, mas sim para escutar e estar lá pela pessoa, dando a ela a certeza de que ela não está sozinha.
Abrir-se com alguém próximo é um primeiro passo importante, mas a ajuda profissional faz grande diferença e é onde é possível iniciar um tratamento. Você pode se oferecer para auxiliar a encontrar um (a) profissional ou acompanhar a pessoa em uma consulta. Fazer a pessoa se sentir encorajada a se recuperar ajuda muito.
Acompanhe a pessoa, mantenha o contato e fique por perto. Esteja lá para a pessoa, demonstre interesse e a apoie durante seu tratamento.
Se você acha que a pessoa está em perigo de se machucar no momento, entre em contato com profissionais de emergência e busque atendimento ou consulte um familiar ou alguém de confiança da pessoa para que ela fique segura.
Existe o mito de que a pessoa com pensamentos suicidas não dá sinais, mas isso não é verdade e aqueles próximos podem perceber. É extremamente raro que um suicídio ocorra sem sinais. Esta lista mostra alguns destes avisos, mas eles não devem ser considerados isoladamente.
Não existe uma maneira certa de se identificar alguém em uma crise suicida, mas detectar estes avisos pode ser a diferença entre a vida e a morte. Lembre-se de que, especialmente se muitos deles aparecerem ao mesmo tempo, você pode conversar com a pessoa sobre suicídio, o que pode ajudar.
Seja compreensivo (a). Estes indicadores não são ameaças ou chantagens, mas sim avisos. Portanto, converse com a pessoa e incentive a busca de ajuda profissional.
Quando uma preocupação com a própria morte surge de maneira repentina, pode ser um sinal. Visões negativas, ideias expressas em escrita, por fala ou desenhos, podem significar que a pessoa está pensando em suicídio.
Comentários como os seguintes podem ser sinais de pensamentos suicidas:
Preste atenção se qualquer um desses comentários aparecer, especialmente se a frequência deles aumentar.
Pessoas com pensamentos suicidas tendem a se isolar, não atendendo telefonemas ou cancelando eventos e atividades, mesmo as que costumavam gostar de fazer. Preste atenção especialmente se algum isolamento surgir de maneira repentina. Mesmo pessoas naturalmente mais introvertidas podem demonstrar esse sinal.
Um sinal que costuma aparecer quando a pessoa está próxima de se suicidar é dar de presente diversos objetos pessoais e importantes. Se algum amigo com depressão ou outros sinais de repente resolver te dar uma coleção de livros, um videogame, algo de valor, desfazendo-se de objetos pessoais, fale com essa pessoa, ofereça ajuda, incentive o contato com profissionais e, se necessário, entre em contato com a família.
Outro sinal emergencial é a tranquilidade e aparente felicidade repentina. Se alguém com depressão severa de repente parece muito feliz, aqueles ao seu redor podem pensar que a pessoa está melhorando quando na verdade este é um sinal alarmante.
Quando alguém com pensamentos suicidas decide que vai seguir com um plano de suicídio, a sensação de que seus problemas irão se resolver pode tirar um grande peso das costas dela, o que aparece como tranquilidade e felicidade. Esta pessoa precisa de atendimento urgente.
Existem alguns mitos sobre o tema que atrapalham o trabalho dos profissionais de saúde e aumentam os riscos de pessoas com pensamentos suicidas ficarem sem ajuda. Ter essas coisas em mente pode ajudar você a saber quais mitos sobre o suicídio podem ser prejudiciais.
Normalmente as pessoas não se suicidam sem aviso. Elas comunicam sua intenção antes do ato, às vezes em tom de brincadeira, às vezes falando sério, mas raramente sem aviso. Portanto é importante perceber que ameaças de suicídio podem ser sérias.
Pessoas com pensamentos suicidas procuram sim por ajuda. Acabar com a própria vida é uma medida desesperada, quando a pessoa acredita estar sem opção para acabar com seu sofrimento.
Pelo contrário, as chances de alguém tentar suicídio depois de uma tentativa frustrada são maiores do que antes. A recuperação de uma tentativa de suicídio é um momento em que se deve prestar atenção no paciente.
Pelo contrário, falar de suicídio é o ideal. Conversar com alguém que tem pensamentos suicidas sobre o ato não irá fazer com que a pessoa se mate, mas abrirá espaço para diálogo e informações que podem fazer toda a diferença e salvar uma vida.
Há como impedir, em qualquer momento. Mesmo que a decisão já tenha sido tomada pela pessoa que sofre. Sempre há como impedir e sempre existe tratamento possível para aliviar o sofrimento psicológico.
Quem planeja um suicídio não quer acabar com a própria vida, mas sim com a dor e o sofrimento que faz com que esses pensamentos surjam. Ninguém deseja acabar com a vida simplesmente porque não quer mais ela.
Como já falamos em sinais de alerta, uma melhora significativa e repentina de humor pode ser um sinal de que a pessoa tomou a decisão de acabar com a própria vida. O conflito parece resolvido e isso dá sensação de alívio para a pessoa, portanto é importante buscar ajuda.
Este é um dos mitos sobre suicídio mais problemáticos, especialmente porque ajuda a alimentar a ideia de que doenças psicológicas não são doenças. O suicida é alguém que sofre muito e não consegue enxergar esperanças. Não tem nada a ver com força ou fraqueza e dizer isso aumenta o sofrimento da pessoa.
Durante a pandemia do novo coronavírus, nos deparamos com o isolamento social e o aumento das angústias, ansiedade, tristezas e luto por pessoas próximas ou conhecidas. Sendo assim, aumentou também a quantidade de pessoas com quadros depressivos, de ansiedade, pânico, etc. E o apelo é ainda maior para o tratamento mental adequado e a prevenção do suicídio.
Não se sinta mal sozinha ou sozinho, mantenha atenção aos sinais e busque ajuda profissional, você não está sozinho (a).
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A grande maioria das mortes por suicídios podem ser evitadas e o diálogo sobre o assunto é o melhor jeito de fazer isso. Se você ou alguém que você conhece possui pensamentos suicidas, peça ajuda. Compartilhe este texto com seus amigos para que o diálogo sobre o suicídio se espalhe ainda mais e possamos evitar estas mortes. Todas as pessoas merecem viver com saúde e bem-estar!
Esp. Cassiele Azevedo
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