Estela (Minuto Saudável)
25/01/2019 08:00

Ninho Nutrigold: para que serve, prende o intestino do bebê? É bom?

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Em casos especiais ou para complementar a alimentação, o uso de algumas fórmulas infantis pode ser indicado. Entre as várias opções está o Ninho Nutrigold, da Nestlé.

No artigo a seguir, descrevemos como funciona essa fórmula infantil e quando ela deve ser usada.

Além disso, para saber a opinião de quem já conhece o Ninho Nutrigold, conversamos com a Carina Pereira, mãe da Manuela, que conta no tópico “Resenha: opinião da mãe” suas percepções do produto.

Continue a leitura para conferir!

Índice — neste artigo você encontrará as seguintes informações:

  1. O que é e para que serve o Ninho Nutrigold?
  2. Quando optar pela fórmula infantil?
  3. Diferenças entre as fórmulas infantis e o leite materno
  4. Tipos de fórmulas infantis
  5. Indicação: a partir de que idade pode tomar Ninho Nutrigold?
  6. Como preparar
  7. Qual o rendimento?
  8. Como deve ser armazenado?
  9. Composição
  10. Tabela nutricional
  11. Preço e onde encontrar
  12. Resenha: opinião da mãe
  13. Dicas de nutrição infantil

O que é e para que serve o Ninho Nutrigold?

O Ninho Nutrigold é uma fórmula infantil feita para complementar a alimentação de crianças com idade a partir de 1 ano (primeira infância) que não recebem ou deixaram de receber o leite materno.

É produzido à base de leite de vaca para ser o mais nutritivo possível quando comparado ao leite materno, passando por alguns procedimentos que o enriquecem com vitaminas e minerais essenciais para o bebê nessa fase.

Veja só o que o fabricante diz sobre a composição do produto:

“Possui vitaminas e minerais, DHA/ARA e prebióticos (FOS/GOS), sendo a nutrição ideal para a fase de desenvolvimento acelerado do seu filho.”

Quando optar pela fórmula infantil?

Antes de introduzir o Ninho Nutrigold à dieta do bebê, é preciso conversar com um pediatra ou nutrólogo infantil, os profissionais mais indicados para avaliar a saúde da criança e a necessidade desse tipo de produto.

Segundo a pediatra Cristina Okamoto, da Sociedade Paranaense de Pediatria (SPP), as fórmulas infantis só devem ser indicadas em casos especiais.

“O uso deve ser recomendado na ausência do leite materno ou por circunstâncias que impeçam a mãe de amamentar, como doenças infectocontagiosas.”

Algumas condições clínicas do bebê, como prematuridade e malformações, também podem fazer com que seja necessário o uso de fórmulas, mas cada caso deve ser avaliado individualmente.

Diferenças entre as fórmulas infantis e o leite materno

A maioria das fórmulas infantis são alimentos produzidos à base de leite de vaca, com exceção das produzidas para crianças alérgicas a esse tipo de proteína, no qual podem contar com as fórmulas à base de soja ou que passam por processos especiais de fabricação.

Mas, voltando às fórmulas à base de leite de vaca, normalmente o tipo mais comum, sabe-se que elas recebem algumas modificações para que fiquem o mais próximo do leite materno, o que vale ressaltar que é uma missão realmente impossível.

Por isso, antes de explicar as fórmulas, cabe dizer que não existe ainda no mercado nacional ou internacional um produto capaz de “copiar” fielmente o leite materno, isso porque ele possui uma composição muito variada.

De um dia para o outro, por exemplo, o leite materno já não é o mesmo.

Mas, voltando às modificações das fórmulas infantis, o que é feito, nesse caso, é um ajuste nos níveis de gorduras, proteínas e carboidratos, sendo acrescentando ainda minerais e vitaminas essenciais para o bebê.

No caso das proteínas, a alteração feita visa tornar a digestão mais fácil, já que os bebês apresentam dificuldade de digerir o leite de vaca normal durante o primeiro ano de vida.

Tudo isso é feito para garantir que os bebês que não podem receber o leite materno tenham acesso a uma alternativa de leite capaz de nutri-lo e permitir o seu crescimento e desenvolvimento saudável.

Entretanto, apesar de ser uma boa opção para os casos em que as mães não podem amamentar (infecção pelo vírus HIV e pacientes em quimioterapia, por exemplo), é importante dizer que o uso dessas fórmulas também apresenta contras.

Isso porque, apesar de todas as normas estabelecidas para garantir que a composição esteja correta, há uma associação entre o uso desses produtos e o crescimento infantil acelerado.

Esse desenvolvimento acelerado pode ser considerado um risco pela possibilidade de desencadear problemas como pressão alta, síndrome metabólica (conjunto de fatores de risco para doenças cardíacas, AVC e diabetes) e obesidade.

O fato que poderia causar esse crescimento acelerado, em hipótese, está relacionado às quantidades de proteínas presentes nas fórmulas, o que não acontece no leite materno, que apresenta uma redução na quantidade desse nutriente ainda nos primeiros meses de vida da criança.

De modo geral, o leite materno deve ser a prioridade em relação às fórmulas, que funcionam como uma alternativa para as mães que não podem amamentar ou quando o bebê possui uma necessidade especial.

A escolha da melhor fórmula infantil para o bebê deve ser feita por um médico.

Leia mais: Doação de leite materno: como fazer, como coletar, FAQ e mais

Tipos de fórmulas infantis

Existem vários tipos de fórmulas infantis. Elas se dividem de acordo com a fase do bebê e suas necessidades, por isso é tão importante que o uso só seja feito sob orientação médica, para que a criança receba a fórmula certa para ela.

Nessa divisão, as fórmulas se dividem entre os tipos 1, 2 e 3:

  • Fórmula 1: é também chamada de fórmula de partida, sendo indicado para bebês com idade de 0 a 6 meses;
  • Fórmula 2: é uma fórmula de seguimento, indicada para crianças a partir de 6 meses;
  • Fórmula 3: também é uma fórmula de seguimento, para bebês com idade acima de 10 meses.

Além dessa classificação, as fórmulas infantis são separadas entre:

À base de leite de vaca

É o tipo mais comum de fórmula infantil, indicado para bebês que não apresentam alergia à lactose ou à proteína do leite de vaca. Dentro desse tipo existem aquelas que são indicadas para bebês de 0 a 6 meses (fórmulas de partida), para bebês com mais de 6 meses e com mais de 1 ano (fórmulas de seguimento).

Apesar de não ser uma fórmula tão processada como as semi-hidrolisadas, mesmo assim passa por um processamento para ser melhor aceita pelo organismo do bebê. Além disso, busca fazer com que as proteínas sejam melhor digeridas do que os pasteurizados (leites de caixinha), por exemplo, que não são indicados para bebês com idade inferior a 1 ano.

Esse é o tipo mais facilmente encontrado e com preços mais acessíveis.

Semi-hidrolisadas

As fórmulas infantis semi-hidrolisadas são aquelas em que a proteína da vaca é mais processada do que nas fórmulas comuns, para ajudar a reduzir os riscos de alergia. Pode ser indicada como prevenção para os bebês que apresentam histórico familiar de alergia a esse tipo de proteína.

Também é uma opção para bebês que possuem maior dificuldade para digestão e cólicas, com idade de 0 a 12 meses.

À base de soja

É uma fórmula recomendada para bebês que possuem uma condição chamada de galactosemia, um problema em que apresentam dificuldade de digerir um outro tipo de carboidrato presente no leite da vaca, ou os que seguem uma dieta vegetariana mais restrita.

Além disso, também pode ser uma opção para os bebês com intolerância à lactose.

Nesse tipo de produto, a lactose é substituída por xarope de milho e sacarose, sendo soja (origem vegetal) a proteína presente. Por essa razão, pode ser consumida também por bebês que possuem alergia à proteína do leite de vaca.

Extensamente hidrolisadas

As fórmulas semi-hidrolisadas, como visto, são mais usadas como prevenção. No entanto, em bebês que são diagnosticados com alergia à proteína do leite, as fórmulas extensamente hidrolisadas são as mais indicadas.

Nesse tipo de fórmula, as proteínas são quebradas em partículas ainda menores, apresentando um potencial alergênico bem mais reduzido.

À base de aminoácidos

São as fórmulas recomendadas para casos severos de alergia à proteína do leite e podem ser indicadas, quando necessário, desde o nascimento. No entanto, o custo desse tipo de fórmula costuma ser bem mais elevado, podendo chegar, em média, até 200 reais uma lata.

Sem lactose

É recomendado para casos de intolerância à lactose, mas sem necessariamente ter relação com os casos de alergia à proteína do leite de vaca.

É indicado em situações em que o bebê não consegue digerir o carboidrato do leite por produção deficiente ou falta de uma enzima chamada lactase.

Antirrefluxo (AR)

As fórmulas antirrefluxo (AR) apresentam um aspecto mais espesso e “pesado”, o que ajuda o bebê a não ter refluxo após mamar. Mas, devem ser usadas somente quando o pediatra indica. O leite materno não deve ser substituído quando não é preciso, especialmente nesses casos.

O leite materno é o tipo de leite mais facilmente digerido pelo bebê e por isso o regurgitamento nesses casos é menor. As fórmulas podem ser um risco quando usadas sem orientação médica também pelo fato de algumas causarem constipação.

Esse tipo de produto é semelhante às fórmulas utilizadas na fase 1, mas possui além dos carboidratos já existentes em outras fórmulas o amido de arroz ou o milho pré-gelatinizado, que se tornam mais espessos em contato com a saliva e secreção gástrica.

Indicação: a partir de que idade pode tomar Ninho Nutrigold?

O Ninho Nutrigold deve ser utilizado por crianças na primeira infância, a partir de 1 a 3 anos.

No entanto, também pode ser uma fórmula de transição alimentar da criança, quando a mãe opta por não ter o aleitamento materno como alimentação exclusiva. Nesses casos, também é necessário uma avaliação e acompanhamento do médico pediatra.

Vale lembrar que o aleitamento materno é indicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o alimento exclusivo ideal por no mínimo 6 meses, podendo se estender até a criança ter 2 anos ou mais.

Contudo, veja em quais condições o aleitamento materno não pode ser feito:

  • Quando a mãe é portadora do vírus HIV;
  • Em tratamento de tuberculose, especialmente na primeira semana;
  • Em tratamento de quimioterapia ou radioterapia;
  • Quando a mãe é usuária de drogas;
  • Diante do uso de medicamentos que afetam a saúde do bebê.
  • Quando o bebê apresenta condições como a galactosemia, em que não consegue metabolizar galactose em glicose.

Ninho Nutrigold pode ser consumido em casos de alergia ao leite de vaca?

A fórmula de Ninho Nutrigold contém proteínas intactas do leite, ou seja, não deve ser consumida por crianças com alergia ao leite de vaca. Além disso, a composição apresenta lactose, o que deve ser observado em casos de intolerância alimentar a este componente.

Como preparar

Segundo orientação da Organização Mundial da Saúde, existem alguns passos no preparo das fórmulas que devem ser seguidos para que seja feito do jeito certo. São eles:

  • Antes de preparar a fórmula, é necessário lavar bem as mãos com sabonete e água. Também é importante lavar o copo de transição e a superfície onde será feito (seja a pia ou um balcão, por exemplo);
  • Ferva o copo em que a criança irá beber a fórmula para esterilizá-lo;
  • Leia atentamente as instruções presentes na embalagem e adicione apenas o indicado de pó, nem mais ou menos, pois isso pode acabar prejudicando a criança;
  • Ferva a água potável por durante 5 minutos, aproximadamente, e espere que a água esteja em temperatura próxima a 70 ºC  para despejar na mamadeira já esterilizada. Derrame apenas a quantidade de água indicada na embalagem;
  • Coloque a quantidade de pó indicada e mexa de forma suave até dissolver totalmente. Para esfriar, deixe a madeira embaixo da pia com a torneira ligada ou em uma panelinha com água. Para ter certeza de que está morno, pingue algumas gotas no pulso antes de dar ao bebê;
  • Caso o bebê não tome toda a mamadeira, jogue fora o restante em até 2 horas.

Qual o rendimento?

A lata de Ninho Nutrigold contém 800g, o que corresponde a aproximadamente 168 colheres medidas (cada medida 4,74g).

Seguindo as recomendações de uso da embalagem, que indica 7 medidas para 210mL de água filtrada, o rendimento do produto será de 24 copos de 210mL (uma medida a cada 30mL).

Como deve ser armazenado?

O Ninho Nutrigold deve ser armazenado de acordo com algumas orientações. Primeiramente, é importante saber que o preparo do produto deve ser feito na hora em que o bebê for consumi-lo.

Mas, para facilitar o dia a dia, é muito comum que os pais deixem a fórmula já preparada. Nesses casos, a recomendação é de que seja refrigerada em uma temperatura inferior a 5 ºC, por no máximo 24 horas.

Se tratando do armazenamento da embalagem, a marca orienta que a fórmula seja consumida em até 30 dias após aberto, deixando a lata em um lugar arejado e fresco.

Composição

De modo geral, as fórmulas infantis, como é o caso do Ninho Nutrigold, apresentam uma composição formada por prebióticos, gorduras, carboidratos, proteínas, vitaminas e minerais. Veja só:

Prebióticos

Os prebióticos são fibras não digeríveis que permitem que as bactérias da flora sejam alimentadas, contribuindo para que o bebê tenha uma melhor digestão e proteção contra doenças.

O Ninho Nutrigold apresenta em sua composição os prebióticos FOS (fruto-oligossacarídeos) e GOS (galacto-oligossacarídeos), que juntos facilitam esse trânsito intestinal do bebê.

Gorduras

Geralmente, as fórmulas infantis apresentam óleos associados a composição. No caso do Ninho Nutrigold, há adição de DHA (ácido decosaexaenóico) e ARA (ácido araquidônico), gorduras fundamentais para o desenvolvimento cerebral e visual do bebê.

Carboidratos

Na maioria das fórmulas infantis, assim como na composição do Ninho Nutrigold, o principal carboidrato presente é a lactose, sendo retirado da composição em fórmulas especiais, como as sem lactose, à base de soja ou quando é uma fórmula destinada a recém-nascidos.

Proteínas

O leite de vaca é rico em proteínas, mas, para se adaptar às necessidades dos bebês, essa quantidade é reduzida nas fórmulas. É esse o tipo de proteína presente no Ninho Nutrigold.

No entanto, existem fórmulas que são feitas com outros tipos de proteína, indicadas para bebês que possuem alergia à proteína do leite de vaca.

Essas podem ser produzidas à base de soja ou com o leite da vaca, ao passarem por um processo de hidrolisação, em que as proteínas são quebradas em aminoácidos que podem facilmente ser absorvidos e digeridos pelo bebê.

Vitaminas e sais minerais

São acrescentados à fórmula para tornar a bebida ainda mais rica em nutrientes essenciais, para se aproximar ao que o leite materno oferece. Podem apresentar uma quantidade alta de ferro para compensar a menor biodisponibilidade de minerais.

No Ninho Nutrigold há 26 vitaminas e minerais, como as vitaminas A, C, E, K, D, as vitaminas do complexo B (B1, B2, B3,B5, B6, B7, B9 e B12) ferro, zinco, selênio, manganês, iodo, magnésio, fósforo, cálcio e potássio.

Tabela nutricional

O Ninho Nutrigold é uma fórmula infantil composta por 26 vitaminas e minerais, para ser um reforço alimentar rico em nutrientes essenciais nessa fase tão importante do desenvolvimento do bebê.

Abaixo você pode conferir a tabela nutricional considerando uma quantidade de 100g de pó de Ninho Nutrigold e a comparação dos valores na fórmula dissolvida em água (14,2g de leite em pó + 90mL de água).

Componente100g de pó100mL de F.R*
Valor energético471Kcal67Kcal
Gorduras totais19g2,8g
Gorduras saturadas5,5g0,8g
Gorduras trans0g0g
Carboidratos61g8,6g
Proteínas14g1,9g
Ácido linoleico3,8g0,5g
Ácido a-linolênico450mg64mg
Fibra alimentar2,9g0,4
Sódio230mg33mg
Cálcio600mg85mg
Ferro7,7mg1,1mg
Potássio670mg95mg
Cloreto300mg43mg
Magnésio50mg7,1mg
Iodo155µg22µg
Cobre400µg57µg
Zinco5,8mg0,82mg
Vitamina A530µg75µg
Vitamina D11µg1,5µg
Vitamina E10mg1,4mg
Vitamina C85mg12mg
Vitamina K50µg7,1µg
Vitamina B11,1mg0,16m
Vitamina B24,5mg0,18mg
Vitamina B121,3µg0,18µg

*F.R: Fórmula Reconstituída

Preço e onde encontrar

O Ninho Nutrigold é um produto considerado novo, mas com distribuição normalizada, por isso pode ser encontrado em lojas de farmácias físicas e online.

Porém, no caso de pontos de distribuição em que não há o produto, como pode ocorrer em cidades menores, a compra pode ser feita facilmente pela internet, por meio do Consulta Remédios. Lá você encontra as melhores ofertas de farmácias que entregam em todo o Brasil.

O custo do produto pode girar em torno de R$ 30 a R$ 40.

*A pesquisa de preços foi realizada através do Consulta Remédios no dia 25/01/2019. Os valores podem sofrer alterações.

Resenha: opinião da mamãe

Nessa resenha, os comentários sobre o Ninho Nutrigold foram feitos a partir da experiência da Carina Pereira, mãe da Manuela, que está com 1 ano e 1 mês de vida.

Por recomendação da pediatra, o produto foi introduzido à dieta da criança e desde outubro de 2018 ele faz parte da alimentação da bebê.

“A pediatra mesmo me deu uma lata para poder testar e ela adorou. Não conhecia e nem tinha visto o produto, mas procurei ler mais sobre ele no site da Nestlé e testei”, conta a mãe.

Veja só o que Carina achou:

É bom?

Para responder essa e outras perguntas sobre o Ninho Nutrigold, a Carina, mãe da Manuela, trouxe as suas percepções sobre o produto.

Em 3 meses e meio de uso, ela conseguiu avaliar a solubilidade, adaptação da criança e outros pontos muito importantes.

“Optei pela fórmula porque estava com o sistema imunológico muito baixo e isso estava influenciando a minha saúde. Por conta disso, ficava constantemente gripada, com crises de enxaqueca e sinusite devido a esse desgaste físico. Conversando com a pediatria, ela me recomendou o uso do Ninho Nutrigold.

Gostamos muito do produto e queremos continuar com ele, por ela ter se adaptado tão bem, o que não aconteceu com outros tipos de fórmulas infantis, em que ela rejeitava. No decorrer desse tempo de uso só tenho coisas boas a falar sobre o produto”.

Prende o intestino do bebê?

De acordo com a mamãe Carina, a introdução do Ninho Nutrigold à alimentação da filha não  ocasionou nenhuma reação ou complicação como intestino solto ou preso, o que foi um alívio para ela.

“O intestino preso era uma das minhas maiores preocupações, mas tudo ficou ok e a resistência dela melhorou”, conta Carina.

Segundo a pediatra Cristina Okamoto, a constipação ou presença de gases com o uso de fórmulas é uma complicação que depende da sensibilidade de cada bebê.

Os fabricantes da marca também reforçam que na fórmula não existem ingredientes que possam prender ou soltar o intestino e que a avaliação desse tipo de condição deve ser feita por um médico pediatra.

Dá cólica?

A Manuela é um bebê que sofria de refluxo até os 8 meses de idade, segundo conta Carina. Mas, naturalmente foi melhorando com a introdução alimentar e por isso não apresenta problemas como este. Também não possui intolerância ou alergia a alimentos.

O uso do Ninho Nutrigold, segundo a experiência relatada por Carina, não provocou cólicas ou qualquer reação adversa. No entanto, é importante que os pais saibam que ao notar que o bebê está apresentando algum efeito colateral que procurem um pediatra o quanto antes, para investigar a causa.

Preparo e rotina

“Hoje a Manuela tem uma rotina em que acorda próximo às 8h da manhã e toma o Ninho Nutrigold meia hora depois. Como ela já come também outros tipos de alimentos, lá pelas 10h, quando não cochila nesse horário, dou uma fruta.

Ao longo do dia, ela tem o horário certo do almoço, do banho, do leite e dos cochilos. Durante a noite ela acordava bastante para mamar, mas agora ela não mama mais no peito, está apenas com o Ninho Nutrigold.

Essa troca para o Ninho Nutrigold foi muito boa porque ela estava tendo muita diarreia com o leite materno e isso resultava em muitas assaduras, mas com a fórmula o intestino da Manuela regularizou bem.

No preparo não encontramos dificuldades, pois ele dissolve perfeitamente bem e quando saio de casa consigo levar, o que é muito bom. Faço o preparo seguindo as instruções da embalagem”.

Vale lembrar que essa transição do leite materno para o uso exclusivo da fórmula infantil aconteceu com o acompanhamento da pediatra, que orientou Carina para o uso do Ninho Nutrigold.

Adaptação

A adaptação de Manuela, como conta Carina, foi um dos pontos mais positivos da introdução do produto à dieta da bebê.

Minha primeira percepção foi do gosto, pois ela pegou e não rejeitou. Antes do Ninho Nutrigold tentamos outra fórmula, mas sem comparações. O outro produto ela rejeitava,  chorava e por isso eu nem oferecia mais, mas esse ela pede para tomar ao ver a lata”, diz a mãe.

Além disso, até a saúde dela, que vivia gripada, deu uma melhorada. Ela também demonstra mais apetite para outros alimentos, o que fez ela crescer e ganhar mais peso. Percebemos com a pediatra que está sendo excelente”.

Dicas de nutrição infantil

Normalmente, é a partir dos 6 meses de idade da criança que os pais começam a introduzir outros alimentos além do leite materno. É uma das fases mais importantes para construir uma base para uma boa educação alimentar.

Existem algumas orientações estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) que indicam o melhor caminho para uma alimentação nutritiva durante essa primeira infância:

  • Alimentar o bebê apenas com o leite materno por, no mínimo, 6 meses. Durante esse período não há necessidade de outros líquidos, como água, chás e nenhum outro alimento sólido;
  • Após 6 meses, introduzir de forma lenta e gradual outros tipos de alimento além do leite — que pode ser dado até os dois anos de idade ou mais;
  • Introduzir após esse período alimentos complementares, como cereais, carnes, tubérculos, legumes, frutas e verduras, três vezes ao dia quando a criança ainda amamenta e cinco vezes ao dia quando desmamada;
  • Oferecer os alimentos complementares sem uma rigidez de horários, respeitando a vontade da criança;
  • Inicialmente, oferecer os alimentos complementares com uma consistência mais espessa e oferecendo com uma colher. Inicialmente, podem ser dados como papinhas ou purês e aos poucos ir mudando até ser o mesmo que o alimento na consistência “original”;
  • Variar bastante nas opções de alimento ao longo do dia, para que a criança tenha uma alimentação diversificada e rica em nutrientes;
  • Diariamente, incentivar a criança a comer frutas, verduras e legumes durante as refeições;
  • Evitar o consumo de enlatados, frituras, açúcar, refrigerantes, café, salgadinhos qualquer guloseima durante os primeiros anos de vida, sendo que o sal deve ser usado com moderação;
  • Ter cuidado no preparo, higiene e manuseio dos alimentos, assim como garantir um armazenamento adequado;
  • Quando a criança estiver doente, estimular que ela se alimente, oferecendo alimentos saudáveis e seus alimentos preferidos, respeitando quando ela não aceitar.

A alimentação infantil é um assunto sério, pois é o início de uma boa educação alimentar. No início da vida, o alimento mais rico é o leite materno e é fundamental que o aleitamento seja incentivado, por até mais tempo que apenas 6 meses.

No entanto, em alguns casos especiais o leite materno não é uma possibilidade. Para suprir essa carência, existem fórmulas infantis que podem ser indicadas por um médico.

Nessa resenha, a intenção era mostrar como o Ninho Nutrigold funciona, apresentando a opinião de uma mãe que já utiliza e que pode compartilhar sua experiência.

Contudo, o uso não deve ser feito quando não é necessário. É indispensável consultar um médico pediatra.

Obrigada pela leitura e fique à vontade para compartilhar também sua opinião sobre o produto em nosso espaço de comentários!

Fontes consultadas

25/01/2019 09:42

Estela (Minuto Saudável)

Redatora, é jornalista pela Universidade Positivo. Autora de websérie sobre intersexualidade e identidade de gênero. Produz matérias sobre alimentação e saúde da mulher.

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