O que é Microcefalia, em bebês, causas, sintomas, tem cura?

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O que é microcefalia?

Microcefalia é uma condição em que o cérebro e a cabeça da criança são menores do que o esperado para a idade. O tamanho da caixa craniana impede que o cérebro cresça normalmente.

A condição costuma ser perceptível ao nascimento e é definida, quando o parto se dá aos 9 meses de gestação, pelo perímetro da cabeça de 32 cm ou menos. O perímetro normal é entre 33 e 36 cm no momento do nascimento, apesar de poder ser menor quando o nascimento é prematuro. Portanto, nestes casos, há adaptações da medida.

Normalmente, bebês nascem com a fontanela, chamada de moleira. É um ponto mole na cabeça da criança. O crânio é formado por vários ossos que se unem entre os 9 e 15 meses de idade. Eles são separados para facilitar o parto, permitindo que se movam, e para criar espaço para o crescimento do cérebro durante a gestação e nos primeiros meses de vida da criança.

Apesar de não ser a única razão para a condição, a maioria dos casos de microcefalia acontece quando a fontanela se fecha prematuramente, impedindo que o crescimento cerebral aconteça de forma adequada, criando pressão interna na caixa craniana.

Quanto mais cedo acontece esse fechamento dos ossos, menos espaço o cérebro tem para crescer e mais grave é a microcefalia.

Índice – neste artigo você encontrará as seguintes informações:

  1. O que é microcefalia?
  2. Tipos
  3. Causas
  4. Microcefalia no Brasil
  5. Fatores de risco
  6. Sintomas
  7. Como é feito o diagnóstico da microcefalia?
  8. Microcefalia tem cura?
  9. Qual é o tratamento da microcefalia?
  10. Medicamentos para microcefalia
  11. Convivendo
  12. Prognóstico
  13. Complicações
  14. Como prevenir a microcefalia?

Tipos

A microcefalia pode ser congênita ou adquirida, além de primária e secundária. Na microcefalia congênita, o bebê nasce com a circunferência da cabeça diminuída. Na adquirida, a microcefalia se desenvolve nos primeiros anos de vida através de crescimento reduzido.

Microcefalia primária

Este tipo de microcefalia é chamada de microcefalia verdadeira. É uma condição genética, autossômica recessiva. Isso significa que ambos os pais devem ter o gene da condição e transmiti-lo para que a criança apresente a microcefalia.

De maneira mais rara, também é possível que a criança apresente a mutação genética de maneira aleatória, sem herdar a condição dos pais.

Microcefalia secundária

Representando 90% dos casos, a microcefalia secundária é causada por outras condições diferentes da genética. A mais comum delas é a microcefalia por craniossinostose. É quando a caixa craniana se fecha antes do tempo, impedindo o crescimento normal do cérebro.

O fechamento pode acontecer em qualquer momento da gravidez, mas é mais comum nos primeiros três meses, o que torna a condição bastante grave.

Quando é adquirida, doenças que afetam o bebê costumam causar o fechamento da moleira antes da hora. Quando é congênita, costuma ser causada por condições da mãe que afetam a gravidez.

Causas

As causas são várias e podem variar de acordo com o tipo de microcefalia. No geral, ela é causada por infecções da mãe durante a gestação, além de outros comportamentos prejudiciais que a mãe pode adotar.

Microcefalia congênita

Este tipo da começa seu desenvolvimento durante a gravidez. Através de ultrassom pré-natal, é possível identificar a microcefalia na criança. As principais causas são:

Infecções

Uma das principais causas de microcefalia por craniossinostose, as infecções são uma grande preocupação. Em especial a rubéola, o citomegalovírus, a toxoplasmose e o Zika vírus estão ligados à condição.

Abuso de álcool e outras drogas

Uso de diversas drogas por grávidas pode levar a microcefalia da criança. O álcool, metil-mercúrio, aminopterina, piriproxifeno, cocaína e heroína são causas conhecidas da condição, fazendo com que os ossos do crânio do bebê se fechem antes do tempo.

Diabetes

Quando não controlada apropriadamente, a diabetes da mãe pode causar microcefalia na criança.

Hipotiroidismo

Se a mãe possui hipotiroidismo, existe a possibilidade de a microcefalia ocorrer na criança.

Pré-eclâmpsia

Causada por pressão arterial elevada, a pré-eclampsia é um risco para a gravidez e pode fazer com que o crescimento da criança seja reduzido, incluindo no quesito cerebral.

Insuficiência placentária

Assim como a pré-eclâmpsia, essa condição pode reduzir o crescimento da criança. Qualquer condição que cause problemas para o crescimento fetal pode levar a microcefalia.

Fenilcetonúria materna

Doença genética que impede ou dificulta a metabolização da fenilalanina, a fenilcetonúria materna pode causar problemas de desenvolvimento no bebê, entre eles má formação cardíaca e, claro, a microcefalia.

Anomalias genéticas

Problemas genéticos podem causar a microcefalia primária, e podem ser causados por mutação aleatória ou herdados dos pais.

Entre as doença genéticas causadoras de microcefalia estão a Síndrome de Patau, a Síndrome de Edwards, trissomia do braço curto do cromossomo 4, a Síndrome de Wolf-Hirschhorn, a Síndrome de Cri du Chat (miado do gato) e diversas outras doenças.

Exposição à radiação

Radiação pode causar diversos problemas no DNA, e estes problemas podem ser passados para os filhos. Nesse caso, mesmo que a mãe ou o pai sejam expostos anos antes da gravidez, existe o risco de microcefalia além de diversas outras doenças.

Microcefalia adquirida

Este tipo de microcefalia se desenvolve no decorrer dos primeiros anos de vida da criança. Por conta de diversos fatores, o crânio ou o cérebro pode não se desenvolver apropriadamente. Pode ser causada por:

Distúrbios de metabolismo

Caso o metabolismo do bebê possua algum distúrbio, como o hipotireoidismo infantil, ele pode levar a microcefalia por afetar o crescimento da criança.

Infecções intracranianas

Meningite e encefalite podem causar a microcefalia na criança.

Intoxicação por cobre

A intoxicação por cobre pode agir no cérebro, causando redução no seu crescimento.

Anemia crônica infantil

Falta de ferro pode afetar o crescimento da criança, levando, em alguns casos, à microcefalia.

Acidente vascular cerebral (AVC)

Acidentes vasculares cerebrais e traumas podem causar problemas cerebrais, entre eles a microcefalia em bebês que ainda vão crescer. Apesar de raros e mais comuns em idosos, AVCs podem acontecer em bebês.

Microcefalia no Brasil

Em 2015, o Zika vírus, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, foi o causador de uma epidemia de microcefalia no nordeste do Brasil. Houve um grande aumento no número de casos e tornou-se obrigatório reportar as novas incidências da condição. No mesmo ano, o Ministério da Saúde confirmou a conexão entre a microcefalia e a infecção pelo Zika vírus.

Microcefalia e Zika

O vírus Zika não causa maiores problemas para pessoas já nascidas, mas é capaz de atravessar a parede uterina e placentária, multiplicando-se no líquido amniótico, estando presente no sistema nervoso central do feto, o que influencia o desenvolvimento cerebral dele.

O vírus também é capaz de afetar o crescimento ósseo da criança ainda dentro do útero. O crânio é moldado em um formato e tamanho que não permite que haja espaço para o desenvolvimento do cérebro.

Fatores de risco

Diversas causas para a microcefalia significam que não existe um grupos de risco específico e que qualquer um pode ser vítima da condição. Entretanto, alguns fatores podem aumentar as chances de que a microcefalia afete um bebê.

Uso de substâncias na gravidez

Uso de álcool, cocaína, aminopterina (medicamento usado para o tratamento da leucemia), heroína e outras drogas durante a gravidez são conhecidos causadores de microcefalia em bebês. Outras substâncias podem ter o mesmo efeito.

Doenças na mãe

Algumas doenças maternas podem ser causa da microcefalia. Diabetes, hipotireoidismo, pré-eclâmpsia, fenilcetonúria e insuficiência placentária são algumas das condições que podem causar prejuízos no desenvolvimento do cérebro e do crânio do bebê.

Causas genéticas

O DNA funciona como um conjunto de instruções para a construção do corpo. É por causa dele que o bebê nasce com dois olhos lado a lado ao invés de nas bochechas, é o DNA que diz que os braços devem ficar na lateral do corpo e não na frente e atrás.

Um erro no DNA pode causar um erro na construção do bebê, incluindo no tamanho do crânio e do cérebro. Falhas genéticas podem levar a microcefalia.

Estas falhas podem ser mutações naturais, mas também podem ser causadas por radiação. Mesmo que a mãe seja exposta a radiação antes de engravidar, seus óvulos podem ter seu DNA alterado e isso pode causar doenças genéticas em seus futuros filhos.

Infecções

Uma das principais causas da microcefalia, infecções por rubéola, toxoplasmose, pelo citomegalovírus e pelo Zika vírus são grandes riscos durante a gravidez, especialmente durante o primeiro trimestre, em que podem causar maiores problemas no desenvolvimento do feto.

Caso haja risco de contração de algumas dessas doenças durante a gravidez, é muito importante ir ao médico.

Sintomas

O principal sintoma é o tamanho reduzido da cabeça, o que dificulta o desenvolvimento do cérebro. Isso pode causar diversos outras consequências como:

Déficit intelectual

Nos casos em que a condição é primária, não é comum haver redução intelectual, mas estes representam apenas 10% dos casos de microcefalia. Os outros 90% apresentam déficit intelectual grave em decorrência do tamanho cerebral reduzido.

Espasmos musculares

Espasmos musculares são comuns em pacientes de microcefalia. Este sintoma é um dos que levanta suspeita de microcefalia adquirida ou de uma versão leve da congênita, já que nesses casos o bebê não apresenta grande mudança no tamanho do crânio e a condição pode passar despercebida.

Convulsões

Assim como os espasmos, convulsões são comuns em pacientes de microcefalia.

Problemas motores

Dificuldade de equilíbrio, caminhar, manter a cabeça levantada, pegar coisas e outros problemas motores podem estar presentes em pacientes de microcefalia, em consequência do tamanho cerebral reduzido e da pressão intracraniana.

Dificuldades sensoriais

Os sentidos da criança podem ser afetados pela redução cerebral. A visão e a audição podem estar prejudicados pela condição.

Problemas de desenvolvimento

Além do cérebro, os membros e outras partes do corpo podem sofrer para se desenvolver normalmente quando existe a microcefalia. O nanismo pode ser causado por desenvolvimento reduzido em causa da condição

Problemas de linguagem

O desenvolvimento da fala e da compreensão podem ser prejudicados pela microcefalia.

Dificuldades de aprendizado

Aprender pode ser uma dificuldade para a criança com microcefalia

Hiperatividade

Hiperatividade pode ser causada pela microcefalia.

Feições alteradas

Apesar de o crânio ser menor, o rosto não é. Por conta disso, pode haver sobra de pele durante o crescimento, além de as feições parecerem estranhas e desproporcionais. A testa é projetada para trás e as orelhas parecem muito grandes.

Como é feito o diagnóstico da microcefalia?

A microcefalia pode ser diagnosticada através da medição da circunferência da cabeça do bebê com uma fita métrica, feita pelo médico neurologista, clínico geral e pediatra.

Durante os primeiros anos de vida da criança, a medição é feita diversas vezes e comparada com o padrão para a idade. Além disso, alguns exames podem ser feitos para a identificação pré-natal e a classificação da gravidade da condição:

Ultrassom

O ultrassom pode ser utilizado para a identificação da microcefalia durante a gravidez. A suspeita pode ser confirmada após o nascimento através da medição.

Tomografia computadorizada e ressonância magnética

Ambos os métodos são maneiras de exibir em detalhes o cérebro. Estes exames de imagem são usados para a realização do diagnóstico da gravidade de uma microcefalia confirmada pela medição da circunferência.

O exame pode identificar quais áreas do cérebros estão afetadas e em que extensão.

Microcefalia tem cura?

A microcefalia não tem cura e, mesmo quando descoberta na gravidez, é irreversível. Entretanto, é possível a realização de acompanhamento da criança para reduzir os efeitos negativos da condição.

Qual o tratamento?

Não existe tratamento para a cura da microcefalia, mas algumas atitudes podem ser tomadas para reduzir os efeitos da condição no desenvolvimento metal.

Cirurgia

Existe um tipo de cirurgia capaz de separar levemente os ossos do crânio nos dois primeiros meses de vida. Isso permite que o cérebro tenha um pouco mais de espaço para crescer.

É possível que a criança tenha hidrocefalia (acúmulo de líquor cerebral no cérebro, causando aumento de pressão) junto da microcefalia, e a cirurgia também pode ser feita para se colocar um dreno cerebral, aliviando esta pressão.

Medicação

Existem medicamentos que podem reduzir os efeitos da microcefalia no corpo, diminuindo espasmos musculares e a tensão dos músculos.

Fisioterapia

A fisioterapia é indicada pois ajuda o desenvolvimento motor da criança. Quanto mais estimulada ela for, melhor. É recomendado que se realizem o maior número possível de sessões de fisioterapia para haver um bom desenvolvimento para a criança.

Terapia ocupacional

Através da terapia ocupacional, a criança pode aprender como conviver com seus arredores apesar de suas deficiências físicas e mentais. Com bastante estimulação no início da vida, seu nível cognitivo pode ser melhorado e seus problemas causados pela microcefalia podem ser reduzidos drasticamente.

Botox

Injeções de botox podem ser recomendadas para a redução das contrações musculares involuntárias, além de poder ser positiva para as sessões de fisioterapia e facilitar o cuidado diário.

Medicamentos para microcefalia

A microcefalia não pode ser tratada por medicamentos, mas alguns de seus sintomas podem, como os espasmos e as convulsões. O Sistema Único de Saúde (SUS), no Brasil, fornece gratuitamente alguns medicamentos para o tratamento dos sintomas, como Levetiracetam (Keppra).

Atenção!

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas neste site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

Convivendo

Conviver com a microcefalia não é fácil, nem para a criança, nem para os pais. Logo ao nascer, a criança já precisa de tratamentos especiais, que são mais intensos quanto mais grave a condição for. Entretanto, a convivência é possível.

Consultas frequentes

Recomenda-se a consulta mensal com um neuropediatra para o acompanhamento da condição. É possível saber que tipo de progressão está havendo, se o crescimento está muito comprometido, quais complicações podem ser esperadas e que tipo de tratamentos podem ser feitos.

A frequência das consultas é necessária, especialmente nos primeiros anos de vida, pois o crescimento cerebral ocorre rápido e as condições podem mudar de maneira igualmente veloz.

Terapia ocupacional

A terapia ocupacional é importante pois ela apresenta diversos estímulos variados para a criança, que pode ter seu desenvolvimento melhorado por conta disso. O crescimento intelectual e motor pode ser facilitado através da terapia ocupacional, que é um dos principais tratamentos da condição.

Atendimento multidisciplinar

Diversos tipos de terapia são recomendados para melhorar a qualidade de vida do paciente de microcefalia, visando ensinar e estimular a criança em diversas áreas para que seu desenvolvimento seja melhor e ela possa crescer para viver em sociedade.

Tratamento psicológico

Cuidar de uma criança com microcefalia não é fácil. Os pais podem precisar de tratamento psicológico para lidar com as dificuldades que irão enfrentar. O mesmo se aplica à criança.

Apesar de, nos casos mais graves, a microcefalia poder levar a morte, ela não necessariamente fará isso. Ao crescer, o paciente pode desenvolver problemas psicológicos em decorrência da condição e das dificuldades causadas por ela. Ele pode se sentir culpado, ter problemas de auto-estima, depressão, entre diversas outras condições.

Prognóstico

Infelizmente, não há como reverter um quadro de microcefalia. O nível de desenvolvimento depende da gravidade da condição. Através de muita estimulação, a criança pode ter uma vida próxima da normal, caso a diminuição da circunferência da cabeça não seja muito grande.

O estímulo é muito importante quando a microcefalia é severa, já que isso pode facilitar os cuidados do paciente nos anos que seguem.

É importante que haja acompanhamento médico e psicológico, tanto para a criança quanto para os pais dela, que têm a sua frente o desafio da microcefalia.

Complicações

Os sintomas da microcefalia podem levar a diversas complicações, que variam em sua intensidade. Tudo depende da gravidade da condição. Quanto menor a circunferência da cabeça da criança, mais graves as complicações.

Depressão

Em decorrência dos sintomas da condição e das complicações na qualidade de vida, o paciente pode desenvolver depressão, sentir-se culpado pelas dificuldades que os pais passam e ter problemas de auto-estima.

Perdas neurológicas e intelectuais

A redução do cérebro traz diversas perdas neurológicas e intelectuais. Os pacientes apresentam dificuldade de aprendizado, desenvolvimento, além de problemas motores e sensoriais.

Morte

Nos casos mais graves da condição, o paciente pode morrer em decorrência dos sintomas, ainda bebê ou quando criança.

Dependência

Caso não haja estimulação para a criança com microcefalia, mesmo nos casos não tão graves, ela pode crescer e se tornar extremamente dependente dos pais para tudo. A estimulação serve para que o desenvolvimento aconteça, e sem ele, os cuidados dos pais podem ser necessários por completo pela vida toda.

Pouco desenvolvimento físico

Perda de peso, nanismo e falta de desenvolvimento do corpo, não só do cérebro, podem ser consequências da microcefalia.

Como prevenir a microcefalia?

Na maioria das vezes, é possível prevenir a microcefalia ou, ao menos, reduzir drasticamente as chances de que ela ocorra.

Faça acompanhamento pré e neonatal

Manter a mãe e o bebê saudáveis é importante para evitar que doenças e condições que possam causar a microcefalia se instalem. Lembre-se de que a condição pode surgir mesmo depois do nascimento.

Aconselhamento genético

Caso a microcefalia seja genética, o aconselhamento genético pode ajudar. Através dele, o médico geneticista pode explicar quais alterações genéticas existem e mostrar as melhores opções para o casal. Entre elas, existe a reprodução assistida, que faz a implantação do espermatozoide no óvulo após a seleção de células geneticamente saudáveis.

Fique longe do álcool durante a gravidez

Alcoolismo durante a gravidez é uma causa da microcefalia, além de diversas outras doenças. Não beba enquanto estiver grávida.

Não use drogas durante a gravidez

Diversas drogas podem causar a microcefalia e outras doenças no feto.

Não use medicamentos sem orientação médica

Muitos medicamentos podem afetar o desenvolvimento fetal. Para evitar qualquer problema durante a gravidez, fale com seu médico antes de usar qualquer medicamento.

Evite infecções

Ficar longe de pessoas com febre pode ser uma boa ideia, já que a febre costuma ser sinal de infecção e muitas delas podem causar alterações fetais. A rubéola, por exemplo, causa microcefalia.

Evite mosquitos

O zika vírus, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, causa microcefalia. Utilizar repelentes e telas de proteção pode evitar a infecção por este e outros vírus transmitidos pelo inseto.

Evite deixar água parada para impedir a reprodução do mosquito que transmite o zika vírus e outras doenças.


A microcefalia é uma condição grave e sem cura, que traz dificuldades grandes tanto para os pais quanto para as crianças, mas é possível conviver com ela. Compartilhe este texto com seus amigos para que eles aprendam mais sobre essa condição!

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