O que é a Gripe H1N1, sintomas, prevenção e transmissão

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Popularmente conhecida como Gripe Suína ou Gripe A, a Gripe H1N1 se antecipou nesse ano e preocupa a maioria dos brasileiros. Confira a seguir as principais dúvidas sobre a doença e fique atento aos sintomas e em como preveni-los.

Índice

  1. O que é a Gripe H1N1?
  2. Influenza A
  3. A Gripe H1N1 é grave?
  4. Como surgiu a Gripe H1N1?
  5. Como o vírus da Gripe H1N1 é transmitido?
  6. Quais são os grupos de risco da Gripe H1N1?
  7. Quais os sintomas da Gripe H1N1?
  8. Em qual especialista devo ir ao suspeitar que estou com a Gripe H1N1?
  9. Como posso me prevenir da Gripe H1N1?
  10. Campanha de vacinação
  11. Diferença entre H1N1 e H3N2
  12. Ao perceber os sintomas da Gripe H1N1, posso realizar um tratamento caseiro?

O que é a Gripe H1N1?

A Gripe H1N1 é uma doença causada pelo vírus Influenza A H1N1, uma mutação do vírus da gripe, porém mais forte do que aquele que nós estamos acostumados. Essa gripe é transmitida da mesma maneira que a gripe comum, mas os seus sintomas são mais fortes, repentinos e, se não tratados logo no início, podem levar a pessoa ao óbito.

Influenza A

Os vírus da influenza A, de agente etiológico Myxovirus influenzae, são os únicos capazes de provocar epidemias anuais frequentes e, em menor proporção, pandemias.

São capazes de atingir todas as faixas etárias em um curto período de tempo, característica possível devido ao seu grande poder de variabilidade e adaptação.

Por possuir material genético de natureza fragmentada, o vírus passa por várias mutações durante a fase de replicação. Nesse processo, as proteínas da superfície (hemaglutinina e neuraminidase) se modificam.

As mutações que o vírus influenza sofre acontecem de forma independente. Como consequência, uma variante do vírus pode passar a circulação entre a população e causar a doença, uma vez que a imunidade não está preparada para uma nova cepa.

A Gripe H1N1 é grave?

Assim como a gripe sazonal, a Gripe H1N1 pode variar de branda a grave na questão intensidade. De 2005 a 2009 houve apenas 12 casos da doença nos Estados Unidos, porém nos anos de 2009 e 2010 houve uma pandemia extremamente grave.

Pandemia de 2009/2010

O surto global teve início no México, em 2009, expandindo-se posteriormente para a América do Norte, Europa e Oceania. Em abril daquele mesmo ano, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou que a epidemia era uma “emergência na saúde pública internacional”, isto é, todos os países do planeta estavam sujeitos a doença.

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A Gripe H1N1 estava, em uma escala de 1 a 6 de alerta da OMS, na escala 6, definindo-a como pandemia em todo o mundo. Em 2010, o Brasil teve mais de 58 mil casos da doença e 2.100 mortes confirmadas.

Surto 2016

Apesar da gripe ser uma doença de inverno, a Gripe H1N1 chegou mais cedo em 2016 aqui no Brasil e já é responsável por metade dos casos de gripe no país. No começo de abril desse ano, 15 estados foram constatados com casos confirmados de Gripe H1N1 e o fluxo maior está na região Sudeste apenas em São Paulo, eles ultrapassam 80% de todo o país.  Alguns casos da doença foram confirmados já no Verão e acredita-se que a causa desse adiantamento seja a condição climática provocada pelo fenômeno El Niño.

Como surgiu a Gripe H1N1?

A doença foi detectada mundialmente pela primeira vez na pandemia de 1919 e, desde então, o vírus causador age como vírus de gripe sazonal.

Os principais casos da Gripe H1N1 em pessoas foram descobertos no México em 2008. Cientificamente, o vírus Influenza A já era conhecido por afetar os porcos, mas em humanos era a primeira vez que acontecia, através de uma mutação desse mesmo vírus, hoje conhecido como H1N1.

Como o vírus da Gripe H1N1 é transmitido?

A Gripe H1N1, assim como a gripe comum, pode ser transmitida através do contato de objetos contaminados, gotículas respiratórias no ar e contato com a saliva de alguém que esteja com o vírus.

Segundo o infectologista André Sales Braga, uma pessoa infectada com o vírus pode transmiti-lo entre 24 horas e 7 dias após a contaminação, ou seja, todo cuidado é pouco com as nossas precauções.

Ao contrário do que muitos pensam, não há risco algum de se contaminar com a doença através da carne de porco, pois de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), o vírus é transmitido apenas de pessoas para pessoas.

Quais são os grupos de risco da Gripe H1N1?

A presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Isabella Ballalai, afirma que as pessoas que geralmente vão a óbito são as que tem riscos especiais. “As crianças menores de dois anos, por exemplo, têm alto risco de hospitalização, mas nem tanto risco para óbito. As que estão na faixa etária entre dois e cinco anos não têm tanto risco de serem hospitalizadas ou de morrer, mas têm risco para adoecer de formas mais complexas.”.

As pessoas que compõem esse grupo seleto são as seguintes:

  • Pessoas a partir de 60 anos;
  • Grávidas a partir de 12 semanas;
  • Mães com até 45 dias pós-parto;
  • Crianças de 6 meses a 5 anos;
  • Portadores de doenças crônicas não transmissíveis;
  • Trabalhadores da saúde;
  • População indígena;
  • Portadores de doenças que aumentam o risco de complicações em decorrência da influenza
  • Pessoas privadas de liberdade.

A esse grupo seleto, o sistema público e privado de saúde oferecem a vacina de prevenção contra a Gripe H1N1.

Quais os sintomas da Gripe H1N1?

Como já dissemos, os sintomas desse tipo de gripe são muito parecidos com os da gripe comum. Dentre os sintomas, podemos destacar os mais conhecidos nossos, como:

  • Febre acima dos 38 ºC;
  • Dores no corpo;
  • Dores de garganta e de cabeça;
  • Tosse seca;
  • Espirros;
  • Calafrios;
  • Fadiga ou cansaço.

Além desses sintomas, é possível, ainda, que também ocorra diarreia e vômito na pessoa infectada, mas esses não são tão recorrentes quanto os acima relatados.

A recomendação é que, ao constatar a frequência desses sintomas, ou pelo menos de alguns deles, você procure ajuda médica para se submeter a um exame clínico e, assim, ter certeza do diagnóstico.

Em qual especialista devo ir ao suspeitar que estou com a Gripe H1N1?

Diante de uma doença grave como essa, é normal termos dúvida a qual especialista recorrer. Em suma, há 3 tipos de especialistas a quem você pode ir:

Clínico Geral

Esse profissional tem a responsabilidade de tratar da sua saúde, independente de qual área seja o problema. O clínico geral estuda o corpo e a saúde humana, portanto, saberá indicar o que for melhor para você, seja um remédio ou outro profissional ao qual recorrer.

Infectologista

Profissional que estuda as diversas infecções causadas por patógenos, como bactérias, vírus, fungos e outros. Como a Gripe H1N1 é transmitida pelo vírus Influenza A H1N1, o infectologista saberá diagnosticar precisamente se os seus sintomas correspondem a doença.

Pneumologista

Especialista em pneumologia, isto é, doenças de vias aéreas inferiores, o pneumologista poderá te auxiliar no diagnóstico e na prescrição de medicamentos que você possa vir a tomar.

Como posso me prevenir da Gripe H1N1?

Além da ajuda médica, que normalmente indica medicamentos como o Tamiflu ou Relenza para o tratamento da doença, outras dicas são importantes para você acrescentar ao seu dia a dia:

  • Beba bastante água, para que não haja acúmulo de secreção;
  • Lave as mãos sempre com água e sabão e evite colocá-las no rosto e, principalmente, na região da boca;
  • Se não puder lavar as mãos, carregue na bolsa um frasco de álcool em gel para esterilizá-las;
  • Não compartilhe objetos de uso pessoal, como talheres, toalhas e copos;
  • Evite o contato muito próximo com alguém infectado;
  • Evite frequentar lugares fechados e com muitas pessoas;
  • Mantenha hábitos saudáveis;
  • Se achar necessário, use máscaras de proteção para não ficar em contato com gotículas contaminadas que estejam no ar;
  • Vacine-se.

Campanha de vacinação

Em 2018, a campanha de vacinação contra a gripe, realizada pelo Ministério da Saúde, vai de 23 de abril a 1º de junho. Neste ano, a imunização oferece proteção contra os três subtipos do vírus que apresentam mais casos registrados de infecção: H1N1, H3N2 e Influenza B.

As vacinas são disponibilizadas tanto por laboratórios particulares quanto pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Nos laboratórios particulares, o preço médio é de 130 reais. Para os grupos considerados de risco, o SUS disponibiliza gratuitamente a vacina.

Quem pode tomar a vacina?

Todas as pessoas podem receber a vacina, mas para os grupos de risco, ela se torna indispensável. De acordo com a Ministério da Saúde, os seguintes grupos devem ser priorizados:

  • Crianças de 6 meses a 5 anos de idade;
  • Pessoas com idade acima de 60 anos;
  • Gestantes;
  • Trabalhadores de saúde (médicos, enfermeiros, recepcionistas de hospitais, seguranças etc.);
  • Povos indígenas;
  • Puérperas (até 45 dias após o parto);
  • Funcionários do sistema prisional;
  • População em cárcere;
  • Professores de rede pública ou privada;
  • Pessoas que possuem alguma condição clínica ou doença crônica não transmissível (diabetes, obesidades, transplantados, doença renal, hepática ou cardíaca, portadores de trissomias).

Efeitos colaterais

Os possíveis efeitos colaterais da vacina são divididos em dois tipos: locais e sistêmicos. Incluem os seguintes sintomas:

  • Dor no local;
  • Vermelhidão na pele (eritema);
  • Febre;
  • Mal-estar;
  • Dores musculares;
  • Reações de hipersensibilidade.

As manifestações locais, como dor no local e vermelhidão, são sinais considerados benignos. Acontecem entre 15% a 20% dos pacientes e tende a desaparecer dentro de 48 horas após a aplicação.

Os sinais como febre e mal-estar, identificados como reações sistêmicas, podem acontecer entre 6 horas a 12 horas após a vacina e permanecer por até 2 dias.

Dentro desse tempo, se os sintomas não melhorarem, o paciente deve procurar orientação médica. Não são efeitos colaterais comuns, sendo recorrentes em 1% dos pacientes que recebem, normalmente quando se refere ao primeiro contato com a vacina.

Contraindicações

A vacina contra influenza tinha como contraindicação ser evitada por pessoas com histórico de alergia grave à proteína do ovo.

No entanto, de acordo com as novas recomendações do Centro de Controle de Doenças (CDC) e do Comitê Consultivo sobre Práticas de Imunização (ACIP), nos EUA, é possível que essas pessoas sejam vacinadas.

Essas diretrizes, propostas no ano de 2016, colocam algumas condições para que os alérgicos recebem a vacinação com segurança.

  • Pessoas alérgicas à proteína do ovo que apresentam urticária podem receber a vacina da influenza, sem qualquer atenção diferente aos de outros pacientes;
  • Pessoas alérgicas à proteína do ovo que apresentam sintomas além da urticária, como tontura, vômitos frequentes, angioedema, dificuldade respiratória, que possam precisar de adrenalina ou qualquer tipo de intervenção médica de urgência, podem receber a vacina desde que seja aplicada em um hospital, com supervisão médica disponível.

Com essas novas recomendações, tem-se que não é mais necessário que pessoas alérgicas ao ovo permaneçam por 30 minutos em observação, como no antigo procedimento.

No entanto, como é recomendado para todo tipo de vacina injetável, que pode provocar tontura no paciente, todas as pessoas devem permanecer em observação por 15 minutos, até serem liberadas.

Pessoas que apresentam reação alérgica ao receber a primeira dose também são consideradas dentro do grupo de contraindicações e não devem receber novamente a vacina.

Sendo assim, vale lembrar, que mesmo com a nova revisão acerca da vacinação para alérgicos a ovo, é necessário tomar cuidado e seguir corretamente todo o procedimento.

A vacina também não deve ser aplicada em crianças menores de 6 meses de idade.

Diferença entre H1N1 e H3N2

O H3N2 e o H1N1 são subtipos do vírus da Influenza A, sendo os mais prevalentes em casos da doença. Em anos anteriores, quando se teve relatos de surtos da gripe, a causa era significativamente provocada pelo subtipo H1N1.

Recentemente, o quadro mudou e o número de casos da doença se tornou muito maior pelo subtipo de H3N2. Contudo, apesar das inúmeras variações que esses vírus podem sofrer, ambos são capazes de causar grandes epidemias e mortes.

Sendo assim, a única diferença é a de que pertencem a cepas distintas, isto é, vírus de diferentes estirpes que descendem de um mesmo tipo, no qual compartilham de semelhanças morfológicas ou fisiológicas.

Ao perceber os sintomas da gripe H1N1, posso realizar um tratamento caseiro?

Todo cuidado contra a Gripe H1N1 é bem vindo. Portanto, se você perceber algum de seus sintomas e quiser apostar em remédios naturais para obter uma melhora logo no início, nós separamos alguns para você. Confira na tabela abaixo:

Propriedade

Plantas

Como usar

Fortalecer o sistema imune

Equinácia

1 col. chá para cada xícara de água

Alho

1 dente para cada xícara de água

Melhorar a respiração

Eucalipto

1 col. sopa para cada xícara de água

Própolis

Adicionar 5 gotas do extrato no chá de eucalipto

Aliviar náuseas e vômitos

Gengibre

1 col. sopa para cada xícara de água

Macela

1 col. sopa para cada xícara de água

Aliviar a dor de cabeça

Camomila

1 col. sopa para cada xícara de água

Boldo

1 col. sopa para cada xícara de água

Além desses remédios naturais, há também alguns alimentos que podem ajudar a aumentar a imunidade do corpo contra o vírus H1N1, tais como: shitake, iogurte natural, salmão, laranja e vegetais de folha verde escuras.

Atenção! 

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas nesse site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.


Com saúde nós não podemos brincar e é por isso que levamos tão a sério a nossa e a de vocês! Faça a sua parte e compartilhe o conhecimento sobre a Gripe H1N1 com os seus conhecidos. Juntos, nós podemos combater a doença cada vez mais.

 

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20 Comentários

Atenção: os comentários abaixo são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.

    • Olá, Carmen.

      É possível tomar a vacina da gripe estando gripada, desde que você não apresente febre. É importante ressaltar que a vacina não cura nem alivia os sintomas da gripe já instalada, mas somente previne o paciente de desenvolver novos quadros.

      Ainda assim, é vale lembrar que é necessário que, antes de tomar a vacina, você tire todas as suas dúvidas com o médico ou profissional de saúde mais próximo.

  1. Já faz 2 dias que eu estou com dor de garganta, tosse seca,dor de cabeça, dores no corpo e calafrios só quero ficar na cama hj meu marido foi na farmácia 24 horas comprar um expectorante pra ver se alivia a dor na garganta quando eu faço força pra tossir parece que minha cabeça vai explodir eu tenho renite alérgica e sinusite não sei se é gripe ou a renite e a sinusite que me atacaram pra valer!

  2. se eu tomar a vacina,e no outro dia eu manter um contato com uma pessoa infectada com o virus,eu posso pegar ou ja estarei imuni??

    • Olá, Wender. De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina leva de duas a três semanas para fazer efeito. Assim, a resposta para o seu questionamento é que você poderá contrair o vírus nesse período mesmo tendo tomado a vacina.

  3. Os portadores de doenças crônicas uma vez infectados podem sofrer com alguma complicação no seu quadro?

    • Olá Alisson!

      O risco de complicações existe para qualquer paciente infectado que não receba o tratamento adequado. Porém, pessoas que sofrem de condições crônicas, como doenças cardíacas, renais, hepáticas, neurológicas, diabetes, imunossupressão, obesidade; que passaram por algum transplante; ou são portadores de trissomias, como a Síndrome de Down, devem tomar maior cuidado com o vírus dessa doença. Por isso, esses pacientes fazem parte do grupo de risco e devem ter prioridade na vacinação.

  4. Um porco gripado pode passar gripe para uma pessoa ? Caso a pessoa tenho contato constante para alimentar o porco.

    • Olá Eduardo!

      Embora seja menos comum, a transmissão entre porcos e pessoas pode ocorrer sim. Se você está em contato frequente com esses animais, é ainda mais importante que adote medidas preventivas. Isso inclui a vacinação, lavar as mãos frequentemente, usar equipamentos de proteção individual (luvas, máscaras) e evitar o contato com porcos infectados ou com suspeita de infecção. Se você apresentar sintomas suspeitos, procure imediatamente o seu médico.

    • Olá Mércia!

      De acordo com as recomendações do Ministério da Saúde, é importante que o paciente melhore de um quadro de gripe antes de vacinar. Por isso, converse com seu médico antes de adotar qualquer medida.

    • Olá Rita!

      A vacina contra a gripe pode ser tomada por qualquer pessoa, exceto por crianças com menos de 6 meses de idade. Alérgicos a proteína do ovo podem ter restrições e devem consultar-se com um médico antes de receber a dose.

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