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03/04/2019 08:01

Brucelose: o que é, sintomas, humana, canina, bovina, vacina

A brucelose, também chamada de doença de Bang, febre de malta, febre de Gibraltar, febre do mediterrâneo, febre napolitana e outros nomes, é uma doença causada por uma infecção bacteriana.

Mesmo com tantos nomes, a brucelose ainda não é uma doença tão conhecida pelas pessoas. No entanto, é bem compreensível, considerando o fato de ser uma patologia rara e que acomete, na maioria dos casos, animais como vacas, porcos, cavalos e cães.

Ficou curioso para saber como essa transmissão pode ocorrer?

Então continue a leitura do artigo a seguir e saiba como é possível se proteger da brucelose.

Índice — neste artigo você encontrará as seguintes informações:

  1. O que é brucelose?
  2. Causa: agente etiológico
  3. Como acontece a transmissão?
  4. Grupos de risco para brucelose humana
  5. Sintomas em humanos
  6. Brucelose na gravidez
  7. Diagnóstico
  8. Brucelose tem cura?
  9. Tratamento
  10. Medicamentos
  11. Prognóstico
  12. Complicações
  13. Como prevenir?
  14. Vacina contra brucelose
  15. Brucelose canina
  16. Por que brucelose é uma doença ocupacional?

O que é brucelose?

A brucelose é uma doença bacteriana contagiosa causada por bactérias do gênero Brucella. É uma zoonose, isto é, uma doença que acomete os seres humanos e são transmitidas por contato com os animais.

Pode ser conhecida por uma série de variações, como febre de Malta, febre de Gibraltar, febre intermitente do Mediterrâneo e várias outras nominações.

Como alguns dos nomes acima indicam, a febre é um dos sintomas principais da doença. Além disso, provoca sudorese, cansaço, calafrios, dores abdominais, dor de cabeça e dor nas costas.

É uma doença mais comum em animais, mas também acomete os humanos.

No entanto, não é considerada um risco para a população em geral, sendo por conta disso considerada como doença profissional.

Ou seja, está relacionada aos profissionais que trabalham em contato com os animais, como veterinários, biólogos, agricultores, produtores de leite, pessoas que trabalham em matadouros etc.

O tratamento da brucelose é feito através da administração de antibióticos, para conseguir eliminar as bactérias do organismo do paciente.

Quando o tratamento é bem sucedido, são altas as chances do paciente conseguir a cura. No entanto, pode ocorrer da doença reincidir.

Para os humanos, ainda não há uma vacina que possa prevenir a contaminação. Por isso, para evitá-la, é necessário manter algumas medidas de prevenção e cuidados com a higiene.

No Código Internacional de Doenças, CID-10, a brucelose é encontrada pelo código A23, e também nas seguintes segmentações:

  • A23.0: Brucelose por Brucella melitensis;
  • A23.1: Brucelose por Brucella abortus;
  • A23.2: Brucelose por Brucella suis;
  • A23.3: Brucelose por Brucella canis;
  • A23.8: Outras bruceloses;
  • A23.9: Brucelose não especificada.

Causa: agente etiológico

A brucelose é causada pela infecção por bactérias do gênero Brucella.

Existem 9 espécies descritas dentro desse gênero, sendo as principais responsáveis por causar a doença em humanos as B. melitensis, B. abortus e B. suis. Sendo a B. melitensis capaz de provocar os casos mais graves, mas no Brasil esse tipo é mais raro.

Apesar de poderem ser encontradas em qualquer grupo animal, normalmente as espécies dessa bactéria possuem grupos específicos de hospedeiro. São eles:

  • B. inopinata: humanos;
  • B. melitensis: caprinos, ovinos e camelídeos (camelos, lhamas, alpacas etc);
  • B. abortus: bovinos e bubalinos;
  • B. suis: suínos e mamíferos selvagens;
  • B. canis: cães;
  • B. ovis: ovinos;
  • B. neotomae: ratos selvagens (de florestas e desertos);
  • B. microti: roedores;
  • B. delphini, B. pinnipedia e B. ceti: animais marinhos, como baleias, golfinhos e focas.

Em solo úmido e na água, essas bactérias são capazes de permanecer vivas por um período de até 10 semanas. Mas no calor ou em contato com produtos como desinfetantes, elas são inativadas.

Como acontece a transmissão?

A transmissão da brucelose para humanos acontece por algumas vias, sendo as principais por contato direto com animais infectados ou ingestão de alimentos ou bebidas contaminadas pela bactéria.

O período de incubação da brucelose humana varia de 5 a 60 dias, podendo durar até mesmo 2 anos.

Confira algumas das principais formas de contaminação:

Alimentação

As pessoas podem ser infectadas pela bactéria através da ingestão de produtos contaminados, como leite não pasteurizado, carne crua ou mal passada e produtos derivados do leite, como queijo, manteiga, sorvete etc.

Nos alimentos, o tempo que permanecem ativas pode variar. No leite não pasteurizado em temperatura normal, por exemplo, a bactéria pode sobreviver por até 17 dias, no leite congelado pode viver por períodos longos (mais de 2 anos).

Em produtos como a manteiga, permanecem ativas por até 4 meses, e no queijo por até 6.

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Contato com animais infectados

É uma transmissão que ocorre com maior frequência entre pessoas que trabalham em contato com animais que podem ser hospedeiros (gado, ovelhas, porcos, cavalos, cães etc).

Essa contaminação se dá através do contato com o sangue, urina e secreções do animal, mas também pelo contato com fetos abortados e restos placentários, com a pele lesionada e regiões mucosais do animal (como gengivas).

Inalação

A transmissão pode ocorrer por via respiratória, quando, em ambientes contaminados, a bactéria consegue entrar no organismo do paciente pela inalação. Pode ocorrer em pessoas que trabalham em locais com animais infectados, como estábulos, canis, laboratórios, abatedouros etc.

Outras formas de transmissão

Existem algumas formas de transmissão de pessoa para pessoa que são extremamente raras, mas que podem ocorrer também, como por acidente na aplicação vacinal animal, durante relações sexuais, na gravidez (transmissão vertical), transfusão de sangue e transplantes.

Grupos de risco para brucelose humana

Por ser uma zoonose, estão entre os grupos de risco as pessoas que trabalham com animais, que se tornam mais vulneráveis a sofrer uma contaminação e desenvolver a doença, como agricultores, veterinários, profissionais que trabalham em matadouros, microbiologistas, produtores de leite etc.

De modo geral, os homens são mais afetados pela brucelose do que as mulheres, sendo 2 vezes mais vulneráveis à doença. Quanto à idade, a faixa etária mais afetada é entre 55 e 64 anos.

Quanto ao período de transmissão, são nos meses entre abril e julho que se observam mais casos, devido ao período ser marcado pelo maior número de partos dos animais e maior produção de leite.

Sintomas em humanos

A brucelose, em alguns pacientes, pode ser assintomática. Quando provoca sintomas, eles podem ser inespecíficos no início da doença. O sintoma mais característico da doença é a febre alta (acima de 38 ºC).

Outros sinais da doença também se assemelham a um quadro de gripe, já que o paciente pode apresentar mal-estar, cansaço, fraqueza, calafrios e, em alguns casos, perda de peso.

Febre alta

Na brucelose, os pacientes apresentam febre como sintoma característico, mas ela pode se manifestar de diversas formas. O paciente pode oscilar de temperatura ao longo do dia, podendo ser uma febre mais alta ao longo da tarde e noite e ter remissão no período matinal.

Dores

Nesta infecção, o paciente acaba apresentando também dores pelo corpo, como dor de cabeça, nas articulações, abdome, costas e músculos.

Suor excessivo

Além da febre e das dores, o paciente apresenta, em conjunto, a sudorese, um suor excessivo e mais comum durante o período noturno. Essa manifestação, em alguns casos, pode provocar um odor desagradável.

Brucelose na gravidez

A brucelose em gestantes é um risco, mas a transmissão para o bebê é muito rara. Esta transmissão vertical, como é chamada, pode causar o aborto.

Nos primeiro trimestre da gravidez, o risco é ainda mais acentuado, sendo extremamente importante buscar ajuda médica diante de qualquer sintoma da doença e manter corretamente as rotinas de consultas e o pré-natal.

Quanto mais precoce o diagnóstico da brucelose, melhor será a resposta ao tratamento da doença. Assim, os riscos à saúde da mãe e do bebê também são reduzidos.

Diagnóstico

O diagnóstico da brucelose nem sempre é fácil, pois os sintomas são inespecíficos e podem ser interpretados como um quadro de gripe ou outra doença. Assim, apenas com uma análise dos sintomas, não é possível ter um diagnóstico preciso.

Considerando essa dificuldade, é importante que os médicos realizem uma entrevista com o paciente para identificar se tiveram contato com algum animal infectado ou se ingeriram algum produto que possa estar contaminado.

No entanto, para confirmar a doença é preciso fazer também exames laboratoriais, como a cultura da bactéria, PCR e sorologia, que podem ser feitos após a coleta de sangue do paciente.

Cultura da bactéria

Esta é uma técnica usada para controle e crescimento de determinadas bactérias, para que seja mais fácil a avaliação, identificação e estudo da espécie, o que ajuda no tratamento do paciente.

É feita com a coleta de amostras de tecido ou fluidos, como saliva.

PCR

O exame de PCR (proteína C reativa) é realizado partir da coleta de uma amostra de sangue.

Essa proteína é um indicador de processos inflamatórios e de necroses no organismo, especialmente em casos de infecções bacterianas. É uma técnica importante para investigar o risco de complicações cardíacas.

Sorologia

Normalmente, o exame é usado para investigar se o paciente foi infectado por um vírus ou outro microrganismo, indicando se há a presença de algum anticorpo específico no sangue.

Brucelose tem cura?

Sim, a brucelose tem cura. Em humanos, com o tratamento medicamentoso correto e com o diagnóstico precoce, a doença pode ser tratada e o paciente ter remissão total da infecção. Contudo, em alguns casos, a doença pode reincidir, o que exige que o tratamento seja feito novamente.

Tratamento

A brucelose é tratada com o uso de antibióticos, que são medicamentos que ajudam a combater a infecção bacteriana no organismo. Após diagnóstico dos sintomas e a realização de exames, o médico deve prescrever o uso desses remédios.

É importante que o paciente siga à risca o tratamento, pois o uso dos antibióticos por um período mais longo ou mais curto do que o prescrito pode interferir no tratamento e cura da doença.

No Sistema Único de Saúde (SUS), o tratamento da brucelose humana é disponibilizado gratuitamente.

Lembrando que o tempo de tratamento, os medicamentos e doses podem variar de acordo com o tipo de bactéria presente no organismo do paciente e com a faixa etária.

Além dos remédios, os pacientes devem também permanecer em repouso e com uma boa hidratação.

Leia mais: Mau uso de antibióticos cria superbactérias que podem matar

Medicamentos

Alguns dos antibióticos que podem ser utilizados no tratamento da brucelose humana são:

Atenção!

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas nesse site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

Prognóstico

A brucelose é raramente uma doença letal ou crônica. Apesar de ser possível ocorrer recidivas, ela pode ser tratada e curada com antibióticos sem deixar sequelas.

Contudo, quando não tratada, pode evoluir para problemas graves de saúde que podem levar o paciente à morte.

As recidivas da doença podem ocorrer em até 10% dos pacientes que receberam tratamento. Esse retorno da doença se dá, em média, depois 2 a 3 meses após o tratamento da primeira manifestação.

O paciente sofre com os mesmos sintomas, porém mais acentuados ou intensos.

Isso pode ocorrer tanto por falha no tratamento ou por resistência das bactérias aos medicamentos.

Complicações

Quando o paciente não recebe esses remédios, a doença pode se tornar crônica e causar complicações mais graves.

Nessa condição, o paciente pode apresentar a febre como um sintoma constante. Pode também ter perda de peso, anemia e dores crônicas nas articulações.

Além disso, a brucelose pode evoluir para outras doenças ainda mais graves, que afetam o sistema nervoso. No entanto, são casos raros, pois com o tratamento antibiótico, o paciente tende a ter uma melhora total da doença, sem danos ao organismo.

As principais complicações que podem ocorrer nos casos de brucelose não tratados são:

Artrite

A artrite é uma inflamação que acontece nas articulações, que pode ser decorrente de vários fatores. Uma das causas é a infecção bacteriana.

Nessa condição, o paciente apresenta dores constantes, inchaço, dificuldade nos movimentos e vermelhidão na pele na região das articulações.

Endocardite

A endocardite é uma complicação grave, que acomete o revestimento interno do coração, na maior parte dos casos, causando prejuízo às válvulas cardíacas.

Nos pacientes com brucelose não tratada, a endocardite pode ocorrer devido à presença de bactérias na corrente sanguínea, que podem chegar até o coração e causar essa inflamação.

Pacientes com essa doença podem ter como complicação insuficiência cardíaca, infarto e danos a outros órgãos vitais, podendo ser letal.

Hepatite

Ocorre quando as bactérias da brucelose provocam uma inflamação no fígado do paciente. Com essa doença, a pessoa manifesta sintomas característicos da hepatite, como quando a pele e a parte branca dos olhos ficam mais amarelados.

Meningite bacteriana

A meningite é uma inflamação que acomete as meninges, membranas que protegem a região cerebral. É uma complicação grave, que pode levar o paciente à morte e provocar sequelas graves.

Aborto

A infecção é um risco para as gestantes pois pode provocar um aborto, especialmente no primeiro trimestre de gravidez.

A partir do 6º mês gestacional, a brucelose está associada ao nascimento prematuro e retenção da placenta, uma condição em que a placenta fica retida de forma total ou parcial no útero por períodos superiores a 12h após o parto.

Como prevenir?

A transmissão da brucelose de pessoa para pessoa é muito rara, mas a contaminação de animais para humanos, que é o mais frequente, pode ser evitada. Algumas orientações de prevenção incluem:

Usar equipamentos de segurança

Os profissionais que trabalham em contato direto com animais devem usar equipamentos que ajudam a evitar a contaminação por agentes infecciosos, como luvas, óculos de proteção, máscaras e aventais.

Esses cuidados são especialmente indicados diante de algum animal que apresenta sintomas dessa ou de outra doença, em partos ou ao lidar com algum animal morto.

Após o uso desses equipamentos de segurança, é importante que eles sejam descartados ou higienizados adequadamente.

Não consumir alimentos não pasteurizados

É importante ter muito cuidado com o consumo de leite, queijos ou outros produtos derivados do leite caseiro, que não passaram por um processo de pasteurização. Essa é uma das principais formas de prevenção da brucelose para os humanos.

Ficar distante de animais ou ambientes contaminados

A bactéria Brucella sp pode permanecer na água e no solo úmido por períodos longos, mas é inativada pelo calor e produtos de limpeza, como desinfetantes. Por isso, é importante ter cuidado com ambientes em que já foram registrados casos de brucelose e mantê-los limpos.

Evitar ingerir carne mal cozida.

A bactéria não sobrevive quando passa por processos de pasteurização ou cozimento, por isso, é importante cozinhar bem os alimentos antes de consumi-los, como é no caso das carnes.

Em uma temperatura de cozimento de 60 ºC, essas bactérias podem sobreviver por 10 minutos. Em temperaturas mais altas, como 71 ºC, podem ser inativadas em questão de segundos.

Vacinar os animais

Por ser uma zoonose, sabe-se que uma das principais formas de prevenção é erradicar a doença nos animais. Em bovinos, a doença é bastante comum e, no caso deles, existe vacina para prevenção da brucelose.

Em muitos casos, a infecção desses animais exige que eles sejam sacrificados, por isso é fundamental que exista a prevenção com a imunização.

Vacina contra brucelose

Apesar de não existir uma vacinação contra brucelose para os humanos, felizmente, existe para animais de outras espécies, o que, consequentemente, ajuda a conter a disseminação da doença entre os humanos também.

A vacinação nos animais, portanto, é obrigatória para todas as fêmeas com idade entre 3 e 8 meses, chamada de B19. Ela é aplicada em dose única, com capacidade de oferecer proteção prolongada em 70 a 80% dos animais.

Outra medida de contenção da doença é a certificação de propriedades livres ou monitoradas que estejam protegidas da doença através da imunização.

Qual a idade para vacinar contra brucelose?

Os animais devem ser obrigatoriamente vacinados com o imunizante B19 quando estão com idade entre 3 e 8 meses. Essa aplicação é feita em uma única dose e somente nas fêmeas. Em bezerras, a vacina é recomendada para ser aplicada no máximo até os 6 meses, para reduzir risco de reações adversas.

Brucelose canina

Como visto, os cães também não estão livres de sofrer com essa infecção. Nos pets, a doença é ocasionada pela espécie de bactéria B. canis, podendo afetar os machos e fêmeas da mesma forma.

Nas fêmeas, a brucelose canina pode provocar o abortamento, sendo um dos sinais da doença no animal.

Pode provocar também sintomas como falha nos pelos, anemia, apatia, dores nas articulações e letargia, condição em que o cão mesmo despertado aparenta estar inconsciente.

O diagnóstico nos cães é feito normalmente através de testes sorológicos, mas que podem ter resultados positivos falsos e, nos casos de brucelose canina crônica, podem apontar falsos negativos.

Nesses casos, para confirmar o diagnóstico, pode ser necessário um exame de isolamento bacteriano.

O tratamento é feito com medicamentos antibióticos, contudo, em muitos casos não é o suficiente para combater essas bactérias no organismo do animal.

Entre os cães, a bactéria é transmitida nas relações sexuais, pode ser também disseminada através de infecções na mucosa nasal, pela pele machucada, durante o parto e por meio das fezes.

Por que brucelose é uma doença ocupacional?

A brucelose é uma doença ocupacional pelo fato da contaminação estar relacionada também ao ambiente de trabalho.

É justamente por isso que estão entre os grupos de risco trabalhadores de áreas específicas, como veterinários, produtores de leites, biólogos, fazendeiros, pessoas que trabalham em abatedouros etc. Em todas essas áreas há o risco de infecção bacteriana pelo contato com os animais.


Apesar de ser uma zoonose e da transmissão de homem para homem ser rara, é importante saber o que é a brucelose e as complicações que essa infecção bacteriana pode provocar.

Agora que você está bem informado sobre essa doença, que tal compartilhar esse artigo para que mais pessoas possam conhecer e saber sobre as formas de prevenção? Obrigada pela leitura!

Publicado originalmente em: 29/06/2017 | Última atualização: 03/04/2019

Fontes consultadas

03/04/2019 08:47

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