Redação Minuto Saudável
02/04/2018 08:00

O que é Vulvovaginite, infantil, sintomas, remédios e tratamento

O que é vulvovaginite?

A vulvovaginite, também conhecida pelos especialistas como Síndrome do Corrimento Inferior, é uma inflamação na vulva e vagina ao mesmo tempo. É uma doença comum e atinge mulheres de todas as idades. Normalmente é causada por uma infecção por vírus, fungos ou bactérias. Contudo, pode ocorrer devido a falta de higiene pessoal e à alterações hormonais.

Índice – neste artigo você vai encontrar as seguintes informações:

  1. O que é vulvovaginite?
  2. Tipos de vulvovaginite
  3. Vulvovaginite infantil
  4. Causas
  5. Fatores de risco
  6. Sintomas
  7. Como é feito o diagnóstico?
  8. Vulvovaginite tem cura?
  9. Qual o tratamento?
  10. Tratamento caseiro
  11. Medicamentos para vulvovaginite
  12. Convivendo
  13. Complicações
  14. Como prevenir a vulvovaginite?

Tipos de vulvovaginite

A doença se classifica como infecciosa e não infecciosa. São elas:

Infecciosa

Vaginose bacteriana

Causada por bactérias, em especial a Gardnerella vaginalis, não é considerada uma doença sexualmente transmissível (DST), pois algumas dessas bactérias podem ser encontradas regularmente no ser humano. Contudo, o contágio pode ocorrer através do contato íntimo ou relação sexual.

Candidíase vaginal

Geralmente ocorre em mulheres em idade fértil, causado pelo fungo Candida albicans, que reside na pele ou no intestino, podendo se espalhar até a vagina. Mulheres gestantes e diabéticas são mais propensas a ter este tipo.

Tricomoníase

A infecção genital surge em razão do protozoário Trichomonas vaginalis, disseminado através de relações sexuais ou contato íntimo com secreções de uma pessoa infectada, podendo ser mulher/homem e mulher/mulher. O protozoário causa dano no tecido vaginal, progredindo para a formação de úlceras microscópicas que favorecem a contaminação de outras DSTs.

Não infecciosa

Vaginite atrófica

Vaginite atrófica ou atrofia vaginal é caracterizada pela secagem e inflamação das paredes vaginais devido à falta de produção de estrogênio – hormônio responsável pelo controle da ovulação e do desenvolvimento de características femininas.

O distúrbio é mais frequente após a menopausa, mas pode aparecer durante a amamentação ou em qualquer outro momento em que houver a diminuição da produção de estrogênio no corpo da mulher.

Vaginose citolítica

Por apresentar sintomas parecidos com a candidíase vaginal, são facilmente confundidas. Este tipo de vulvovaginite é a mais comum na 2ª fase do ciclo menstrual. Ela está relacionada ao aumento do número de Lactobacillus Sp (bactéria responsável pela manutenção do pH ácido da vagina) no trato genital inferior, colo uterino e vagina.

Vulvovaginite inespecífica

Este tipo é recorrente em garotas que não iniciaram a puberdade. Especialistas creem que isto se deve ao baixo nível de estrogênio. No início da puberdade, a vagina se dispõe a tornar-se mais ácida, e as infecções param.

Vulvovaginite infantil

Dentre as doenças que mais atingem crianças e adolescentes, a vulvovaginite é a principal razão de consultas ginecológicas, totalizando cerca de 87% dos casos analisados. Meninas entre 2 e 7 anos são as que mais sofrem com o problema.

Normalmente, a vulvovaginite inespecífica é a causa de corrimento vaginal em crianças, sendo 70% das ocorrências. O acontecimento e a apresentação da patologia vão depender do nível de estrogênio, menstruação, atividade sexual e uso de métodos contraceptivos.

A menina pré-puberal tende a ter infecções devido à fisiologia anatômica do trato genital e falta de higiene pessoal. Nesta fase, a vulva é vulnerável, pois não possui os grandes lábios totalmente desenvolvidos e nem pelos. A pele vulvar é fina, tornando-a mais vulnerável às agressões físicas. Além disso, a vulva é muito próxima ao ânus, aumentando o risco de contaminação.

A avaliação do problema será feita através de uma inspeção na parte externa da vagina. Dependendo das circunstâncias, será necessária uma visualização mais detalhada do canal vaginal.

Os tabus que se têm em relação à genitália feminina dificultam o diagnóstico. Por isso, é preciso que haja uma colaboração entre o ginecologista e os pais da criança, para que o problema seja resolvido de forma mais agradável. Assim, a menina ficará menos ansiosa e constrangida no momento do exame.

Causas

Bactérias

O crescimento desmedido de algumas bactérias, como Gardnerella e Staphylococcus, causam a vulvovaginite. Metade das mulheres que possuem este tipo de infecção não apresentam sintomas.

Fungos

O uso de antibióticos pode ser apontado como um dos causadores de infecção por fungo, já que eles chegam a matar as bactérias que conservam o equilíbrio da flora vaginal.

Vírus

A infecção na região íntima pode ter origem também por meio de um vírus, como a do herpes simples e do papiloma humano (HPV).

Parasitas

Vermes comuns, sarna e piolhos são parasitas que podem causar a vulvovaginite.

Fatores Externos (ambientais)

Alguns fatores, como a falta de higiene, alergias e roupas apertadas, provocam irritação na pele, contribuindo para o surgimento da doença ou adiando a recuperação da mesma.

DSTs

Doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), entre elas a tricomoníase, clamídia e a gonorreia, também podem causar a infecção na região íntima feminina. Caso ocorram em crianças, pode ser indício de abuso sexual. Contudo, a doença pode ser passada para as meninas sem o contato sexual.

Químicos

O uso de substâncias que causam alergias ou produtos de higiene íntima que contenham perfumes, como sabonetes, banhos de espuma, absorventes, cremes e látex das camisinhas, favorecem o surgimento da vulvovaginite.

Fatores de risco

Alguns fatores favorecem o surgimento da vulvovaginite:

Alterações hormonais

Níveis muito baixos ou altos de estrogênio afetam o canal vaginal. Se o pH estiver abaixo ou acima do considerado ideal, há um desequilíbrio, possibilitando o surgimento de infecções, alergias e odores fétidos. Em razão disso, no período fértil da mulher, as alterações hormonais produzem um corrimento anormal aquoso, mucoso ou branco leitoso. A quantidade e aspectos da secreção dependem das fases do ciclo menstrual.

Após a menopausa, o revestimento interno da vagina e dos tecidos da vulva diminuem sua espessura, a fluidez natural também é reduzida em consequência da falta de estrogênio. Por conta disso, a região íntima pode ficar contaminada e lesões ocorrem com maior frequência.

Relação sexual

A vulvovaginite é mais comum em mulheres que já iniciaram a atividade sexual, visto que a proximidade física facilita o contato com bactérias.

Ter uma DST

As bactérias que causam a Candidíase, a Tricomoníase e Clamídia também podem desencadear a vulvovaginite.

Uso prolongado de medicamentos

O uso contínuo de antibióticos podem eliminar as bactérias que mantêm estável a flora vaginal.

Sintomas

Os sintomas mais comuns da vulvovaginite são:

  • Irritação e vermelhidão na região íntima;
  • Dor ao urinar;
  • Coceira contínua;
  • Inchaço na vulva e vagina;
  • Corrimento vaginal anormal;
  • Dor durante a relação sexual;
  • Secura vaginal;
  • Sangramento pela vagina.

Como é feito o diagnóstico?

Os relatos dos sintomas apresentados pela mulher por si só são um forte indício de vulvovaginite, o que facilita o diagnóstico do ginecologista. Contudo, em alguns casos é necessária a coleta de secreção. Com o material analisado, é possível descobrir o tipo de vulvovaginite e, assim, determinar o tratamento mais adequado.

Para um diagnóstico mais preciso, a vulvoscopia pode ser utilizada, que nada mais é do que um exame de imagem ampliada da vulva.

Vulvovaginite tem cura?

A vulvovaginite pode ser curada num período de uma a duas semanas se tiver um tratamento apropriado.

No caso candidíase vaginal, a mulher pode transmitir para seu parceiro através de relações sexuais. Porém, como ele não apresenta os sintomas, pode provocar novamente a infecção à mulher mesmo após o tratamento. Por isso, é importante que seu par também seja tratado.

Qual o tratamento?

O tratamento a ser aplicado está sujeito à causa e tipo da vulvovaginite, podendo ser de uso tópico ou oral – em alguns casos, utilizam-se os dois. Entre as possibilidades, estão os antibióticos, pomadas e cremes específicos.

Tratamento caseiro

É possível, ainda, realizar tratamentos caseiros, que podem aliviar os sintomas e aceleram o procedimento recomendado pelo médico. Eles possuem ação anti-bacteriana, anti-inflamatória e diurética, que auxiliam na melhora da infecção na região genital.

Vale ressaltar que a eficácia não é comprovada e pode ser prejudicial à saúde. A consulta com o especialista é indispensável.

Dica 1

Ingredientes

  • 1,5 litros de água;
  • 2 colheres de sopa bem cheias de salsa seca;
  • 2 de tomilho seco;
  • 2 de alecrim seco.

Modo de Preparo

Em uma panela, coloque a água para ferver. Assim que a água entrar em ebulição, adicione todos os ingredientes e deixe cozinhar entre 20 a 30 minutos. Depois, coe e deixe esfriar. Lave a região íntima com a mistura duas vezes ao dia até os sintomas desaparecerem.

Dica 2

Ingredientes

  • 1 xícara (chá) de água;
  • 1 pepino descascado;
  • Suco de 1 limão.

Modo de Preparo

Bata todos os itens no liquidificador e beba em seguida.

Dica 3

Ingredientes

  • 1 litro de água;
  • 2 colheres (sopa) de folhas de acelga picadas;
  • Mel a gosto.

Modo de Preparo

Em uma panela, ferva as folhas de acelga com a água. Coe e adoce com o mel de acordo com sua preferência. Beba uma xícara (chá) 3 vezes ao dia.

Medicamentos para vulvovaginite

Dentre os medicamentos receitados pelos ginecologistas estão:

Convivendo

Durante o tratamento, é recomendável o uso de roupas íntimas de algodão e roupas largas que ajudam a arejar a região genital, o que contribui para a redução do agravamento da infecção.

Outra medida é lavar a vagina com um produto adequado à higiene íntima, tomando o cuidado de secar bem depois de tomar banho. Caso o paciente tenha tricomoníase, que é uma DST, deve-se evitar as relações sexuais.

Complicações

O distúrbio geralmente não apresenta complicações. Porém, em gestantes, a vaginose bacteriana e a tricomoníase estão relacionadas à partos prematuros e bebês de baixo peso ao nascer. As mulheres que possuírem tais doenças, ainda estão sujeitas a contrair HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).

Como prevenir a vulvovaginite?

Alguns hábitos diários são capazes de dificultar o aparecimento da doença. Evite:

  • Ducha vaginal (que tiram a camada protetora da mucosa vaginal);
  • Roupas justas;
  • Roupa íntima de tecidos sintéticos;
  • Sexo sem camisinha;
  • Sabonete perfumado e com pH elevado;
  • Absorventes diários;
  • Uso desnecessário de antibióticos.

Outra prática que ajuda é limpar a vagina em um movimento de frente para trás após urinar, pois impede a proliferação fungos e bactérias do ânus para a vagina. Manter uma dieta equilibrada e dormir sem calcinha também são uma forma de prevenção.


A vulvovaginite é uma doença que pode se desenvolver por diversos motivos, inclusive por DST. Por isso é importante ter uma higiene pessoal adequada e buscar ajuda médica.

Caso tenha alguma dúvida, entre em contato conosco e ajudaremos a esclarecer!

18/04/2019 17:35

Redação Minuto Saudável

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Ver comentários

  • Sou mãe de uma menina de 10 anos,e desde os 2 anos e meio tenho a levado para ginecologistase pediatra.Já fizemos vários banhos de acentosaber, usamos pomadas;todos os tratamentos que nos foi passado até agora pelos pediatras fizemos e agora com 10 anos os sintomas tem apresentado interno da vagina, acontece a noite coceiras, ardência ,estou desesperada, não sei o que fazer. Creio que foi por conta de antibióticos, pois como ela era muito alérgica tomou muitose remédios inclusive antibióticos 😔

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  • Muito bem explicado
    Informações corretíssima.
    Obrigada!

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  • Estou sentindo muita dor e está saindo um líquido estranho meio amarelado depois que meu noivo usou um lubrificante que meio que queimou minha vagina e estou com medo marquei já o médico mais ainda tenho medo pois não quero que seja algo grave

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  • Tenho relações sexuais e tenho corrimento vaginal com odor forte, não tenho os outros sintomas o que posso fazer

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    • Olá Karol!

      O corrimento vaginal é algo natural no organismo feminino, mas o mau cheiro, no geral, pode ser indício de alguma infecção. Mesmo que não haja dor, esse é um sinal de alerta que deve ser investigado junto a um médico clínico geral ou ginecologista. Consulte um especialista!

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  • Minha filha tem 4 anos e tem forte odor e coceira vaginal, mas não tem corrimento... O que pode ser? Isso é normal nesta idade?

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    • Olá, Caroline.
      A coceira vaginal, em qualquer idade, é um sinal de que é necessário ir ao médico. Mesmo sem corrimento, o odor e a irritação do local íntimo devem ser investigados pelo pediatra.

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  • olá, tenho tido, com alguma frequência, coceira na vagina e no ânus, ardência e irritação na vagina. vou ao ginecologista anualmente e faço os exames. o que me preocupou dessa ultima vez foi que após ter tido diarreia, aumentou muito a coceira e após ter tido relação com meu marido ele também se queixou que o pênis ficou machucado. estou muito preocupada e não consigo marcar consulta médica por causa do recesso de final de ano. gostaria de saber o que devo fazer para me curar. tenho estado muito inquieta com essa situação.

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    • Olá!

      Até conseguir uma consulta, o ideal é evitar as relações sexuais, pois a condição pode ter causa infecciosa (ou seja, ser contagiosa). Como as causas da vulvovaginite são diversas, o recomendável é que você aguarde as recomendações médicas, pois os tratamentos variam de acordo com a origem do problema.

      Para aliviar os sintomas, você pode fazer banhos de assento :) Lembre-se que a automedicação pode ser bastante prejudicial à sua saúde.

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  • Olá, estou me tratando de uma vulvovaginite, gostaria de saber se meu marido tem que se tratar, e qual remédio ele tem que usar ou tomar, obrigada

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    • Olá, Edilaine.

      Dependendo da causa da vulvovaginite, pode ser necessário que o parceiro sexual também faça tratamento, a fim de evitar a transmissão de doença. Porém, essa recomendação só deve ser feita pelo médico responsável pelo seu tratamento.

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  • boa tarde minha filha ten tido muito incomodu utimamente tira a frauda e diz q doe nao sabe fala direito so tem um ano e nao sei mais oq fzrr me ajudem

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    • Olá, Adriana!

      Somente um médico é capaz de fornecer informações precisas em relação ao quadro de sua filha. Por isso, recomendamos que procure um médico pediatra, para que ele possa diagnosticar e dar início a um tratamento adequado ao caso, se assim for necessário. Espero ter ajudado!

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  • Olá minha filha tem 6 anos e tem um corrimento amarelo e dor na hora do xixi só que já levei no médico pediatra várias vezes já passaram pomada banho de assento e nada exames só q no exames não costa enfececao urina já não sei oq fazer

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    • Oi, Ana!

      Se esses sintomas apresentados por sua filha continuam persistentes, é indispensável que você continue buscando um diagnóstico, talvez com outro médico pediatra, para ter uma segunda opinião. Nesses casos, somente um especialista poderá ajudar a encontrar um tratamento, para que sua filha não tenha mais nenhum problema. Espero ter ajudado, obrigada pelo comentário!

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  • Olá, minha filha tem 13 anos e recentemente vem tendo alguns sintomas de saúde um deles foi a vulva inchada vermelha e descascando, estou muito aflita e gostaria de ajuda. Ela está fazendo uso de ormonio devido ao cisto

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    • Olá, Regina
      Crianças podem sofrer com condições e alterações ginecológicas devido a diversos fatores. O uso de hormônios pode ser uma das causas, mas a imunidade ou outras doenças que comprometem as defesas do corpo também podem estar relacionadas.
      É importante conversar com o profissional que acompanha a sua filha e verificar a necessidade de tratamentos aliados, troca de medicamentos ou cuidados específicos que irão melhorar ou amenizar os sintomas que ela está apresentando.

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  • Olá!
    Sou mãe de uma menina de 4 anos, ela teve um corrimento amarelo com odor forte , e em seguida detectei uma mancha pequena de sangue na calcinha, o q acabou repetindo no dia seguinte, levei no pediatra e o msm disse q era vulvovagivite, esta fazendo tratamento com antibióticos via oral , pomada e banho de assento. Mas percebi um pequeno corrimento com sangue novamente.
    Seria normal a persistência desse corrimento, msm apos 6 dias de tratamento

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    • Olá Ana!

      Recomenda-se perguntar ao médico se esse sangramento é normal. O tratamento com antibióticos deve eliminar as bactérias, o que por sua vez costuma reduzir os sintomas. Uma possibilidade é que a bactéria que está afetando sua filha seja resistente ao antibiótico. Entretanto, é possível que seja perfeitamente normal e só o médico pode afirmar com certeza.
      Lembre-se de não parar o tratamento com antibióticos antes da hora, mesmo que os sintomas diminuam ou desapareçam, pois se você parar com esse medicamento antes de todas as bactérias serem eliminadas, existe o perigo de elas voltarem a se reproduzir e às vezes elas podem voltar mais resistentes.

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