O que é Embolia Pulmonar (TEP), sintomas, causas, tem cura?

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O que é Embolia Pulmonar

A Embolia pulmonar, também conhecida por “infarto pulmonar” e “tromboembolismo pulmonar” (TEP). Caracteriza-se por um quadro grave, que tem início quando um trombo (coágulo ou êmbolos) localizado em uma das veias das pernas ou da pelve se solta, ou seja, os vasos do pulmão (artérias) são bloqueados.

Esses bloqueios podem ocorrer por pedaços de gordura, fragmentos de ossos ou bolhas de ar. Geralmente, os coágulos tem origem dos membros inferiores (90% dos casos) e a embolia pulmonar é então reconhecida como uma complicação da trombose.

Então, ele viaja pelo organismo, alojando-se em uma das artérias do pulmão, e obstrui o fluxo de sangue. Conforme o tamanho do trombo, a embolia pulmonar pode levar o paciente à morte súbita, pois interrompem a circulação pulmonar.

A maior ocorrência da embolia pulmonar no Brasil se dá volta dos 30 anos; já nos Estados Unidos e na Europa, ela costuma ocorrer a partir dos 40 anos, tendo um pico de incidência por volta dos 60 a 70 anos de idade.

A incidência anual da doença é de 0,7 a 1,0 paciente a cada mil habitantes, com taxa de letalidade de 12% a 17%. A embolia pulmonar é alarmante, uma vez que cerca de metade das mortes causadas por ela não são suspeitadas e cerca de 1/3 dos diagnósticos é feito de maneira errada.

Índice – neste artigo você encontrará as seguintes informações:

  1. O que é Embolia Pulmonar
  2. As causas da Embolia Pulmonar
  3. Quais são os tipos da doença?
  4. Quais os sintomas da Embolia Pulmonar?
  5. Qual profissional devo procurar? E qual o diagnóstico?
  6. A Embolia Pulmonar tem cura? E qual o tratamento?
  7. 7.Grupos e fatores de risco
  8. Complicações/Prognóstico
  9. Como prevenir? É transmissível?

As causas da Embolia Pulmonar

As causas da formação de coágulos são várias, mas sua principal são os êmbolos, os quais tem origem das tromboses que surgem nas veias dos membros inferiores (Trombose Venosa Profunda TVP).

Enquanto o principal fator de ocorrência da embolia é a imobilização prolongada do indivíduo, os repousos pós-cirúrgicos.

As principais causas que ocasionam a embolia pulmonar são:

  • Obesidade.
  • Insuficiência venosa dos membros inferiores.
  • Pressão alta.
  • Problemas de hipercoagulabilidade do sangue.
  • Problemas vasculares.
  • Tabagismo.
  • Idade avançada.
  • Insuficiência cardíaca.
  • Pílula anticoncepcional.
  • Reposição hormonal.
  • Uso de tamoxifeno ou raloxifeno.
  • Trombofilias (doenças da coagulação como anticorpo antifosfolipídio).

Na maioria dos casos os coágulos surgem dos membros inferiores, mas também podem surgir de pós-operatórios ou em pacientes com tumores.

Quais são os tipos da doença?

Entre os mais comuns estão:

Embolia gasosa

Causada por bolhas de gás que se formam na circulação, como no processo de descompressão súbita na subida até a superfície por um mergulhador.

Embolia gordurosa

Provocada por fragmentos de tecido adiposo que entraram na circulação após um grande trauma, numa fratura de quadril por exemplo.

Embolia amniótica

Ocorre após o parto, devido à passagem de parte do líquido amniótico para a circulação da mãe.

Quais os sintomas da Embolia Pulmonar?

Há sintomas na embolia pulmonar, contudo são imperceptíveis na maioria dos casos (cerca de 50%), fato que agrava a doença. Outros sintomas são bastantes semelhantes aos da trombose venosa profunda (TVP). Os pacientes da embolia pulmonar podem apresentar os seguintes sintomas:

  • Aumento do tamanho do fígado e baço.
  • Ansiedade.
  • Inchaço nas pernas ou ao longo das veias delas.
  • Dispneia (falta de ar).
  • Taquicardia: batimento acelerado do coração.
  • Cianose: coloração azul-roxeada da pele.
  • Chiado no peito (sibilancia).
  • Dor no peito.
  • Tosse.
  • Falta de fôlego.
  • Inchaço dos membros inferiores e de vasos no pescoço.
  • Respiração curta e ofegante.
  • Pulso fraco e rápido.
  • Tontura.
  • Sudorese intensa.

Qual profissional devo procurar? E qual o diagnóstico?

O médico pneumologista, oncologista ou clínico geral fará o diagnóstico analisando os sintomas do paciente e através de exames de imagem para verificar se há bloqueio dos vasos, além dos exames de laboratório, que também ajudam o médico a esclarecer sobre a suspeita da doença.

Também verifica-se se há casos de embolia pulmonar na família. Entre os exames que o médico poderá solicitar para auxiliar no diagnóstico estão:

  • Raio-X da região do tórax.
  • Exame de imagem do pulmão.
  • Exames de ventilação e perfusão do pulmão: para verificar a capacidade ventilatória do pulmão.
  • Tomografia computadorizada: verifica o estado dos vasos pulmonares.
  • Angiografia pulmonar: um cateter é inserido em uma veia de grande calibre para verificar se há vasos interrompidos por coágulos.
  • Exame de ultrassom: teste não invasivo, produz uma imagem dos vasos e do pulmão.
  • Exame de perfusão ou gamagrafia.
  • D-dímero: realizado assim que o atendimento é iniciado.
  • Gasometria arterial: medirá o nível de oxigênio no sangue.
  • Arteriografia pulmonar: exame que injeta uma substância que contrasta as artérias.
  • Cintilografia de ventilação pulmonar.
  • Eletrocardiograma.
  • Ressonância nuclear magnética: por ser um teste bastante caro, é mais destinado a mulheres grávidas que não podem usar contrastes radioativos e ou serem expostas a radiações. Ele mostra uma imagem dos vasos e do pulmão.

A Embolia Pulmonar tem cura? E qual o tratamento?

Sim, tem cura quando o diagnóstico é feito precocemente e o tratamento for seguido à risca. O tratamento é indicado para evitar a formação de coágulos e também dissolver os que já existem. Pode ser tanto medicamentoso quanto com intervenção cirúrgica.

Medicamentoso

O médico poderá indicar os seguintes medicamentos anticoagulantes:

  • Aerolin.
  • Atrovent.
  • Ares.
  • Heparina.
  • Enoxaparina.
  • Rivaroxabana.
  • Varfarina.
  • Fator ativado de conversão de plasminigênio ou ativador do plasminogênio tecidual (RtPA), estreptoquinase: este medicamento é do tipo trombolítico (ou fibrinolítico), faz dissolver o trombo e é usado em casos extremos.
  • Acebrofilina.
  • Acetilcisteína.
  • Ao usar os medicamentos coagulantes, evite a vitamina K, pois ela pode interferir nos efeitos deles. Também podem ser indicados para o tratamento:

Cirurgia

Também conhecida por trombectomia ou embolectomia pulmonar. Há técnicas cirúrgicas para desobstruir os vasos do pulmão, como por exemplo, a remoção do coágulo através de um cateter.

Além da possibilidade da implantação de filtros em vasos de grande calibre (como a veia cava) para impedir que coágulos atinjam o pulmão. Os especialistas também podem submeter o paciente a uma cirurgia para tentar remover  a maior quantidade possível de coágulos (apenas para casos extremos de choque).

Outros tipos de tratamento

Existem outros tipos de tratamento, bem como a fitoterapia, vejamos:

  • Terapia de suporte: para pacientes necessitados.
  • Plantas medicinais:
  • Trevo branco.
  • Hamamélis.
  • Castanha-da-índia.
  • Visco.
  • Tília.
  • Homeopatia: utilizada para reduzir a viscosidade do sangue.
  • Suporte ventilatório: auxilia o paciente a respirar e dá suporte hemodinâmico (para corrigir o choque hipovolêmico), nesse caso administra-se também medicamentos para corrigir o equilíbrio ácido-básico e eletrolítico do sangue, bem como diuréticos de alça, como a furosemida.
  • Meias de compressão: indicado para quem fica muito tempo sentado ou imobilizado, pois elas massageiam o local.

Os pacientes que apresentam a embolia pulmonar maligna subjacente são recomendados a fazer uso do curso de heparina de baixo peso molecular, que é mais favorável para esses casos. Quando tratada corretamente, a embolia não deixará sequelas.

Atenção!

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas nesse site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

Grupos e fatores de risco

Entre os grupos e fatores de risco são muitos, podemos dividi-los em 3, sendo:

Histórico médico

Indivíduos que tenham histórico familiar de embolia pulmonar também correm o risco de ter a doença. Além de algumas condições que favorecem o risco em ter a embolia pulmonar, são elas:

  • Doenças cardíacas, como: cardiovascular e  insuficiência cardíaca.
  • Câncer: determinados tipos de câncer (ovário, pulmão, etc.), fazem aumentar os níveis de coagulação do sangue e também a quimioterapia; aumentando as chances do paciente ter embolia pulmonar.
  • Cirurgia: esta é uma das principais causas de coagulação do sangue.

Imobilidade prolongada

Os coágulos sanguíneos são mais propensos a formarem durante repousos intensos.

  • Repouso por internação: muitos indivíduos correm o risco de desenvolver a embolia após ficarem grandes períodos em repouso, devido à cirurgias, fraturas, ou demais situações que exijam parada prolongada na cama.
  • Viagens longas: pessoas que ficam por períodos longos em posições apertadas correm também o risco, devido ao fluxo sanguíneo nas pernas diminuir.

Outros fatores

Entre outros fatores de risco para desenvolver a doença estão:

  • Anestesia.
  • Mulheres grávidas.
  • Fumantes.
  • Inflamação.
  • Queimaduras.
  • AVE.
  • Idade acima de 40 anos.
  • Sedentarismo.
  • Colesterol alto.
  • Pacientes com tendência à hipercoagulação do sangue.
  • Pacientes com histórico de doença venosa profunda.
  • Estrogênio suplementar.
  • Pacientes com determinados tipos de tumor.

Complicações/Prognóstico

Quando não tratada, as complicações que podem surgir para o paciente de embolia pulmonar são:

  • Insuficiência respiratória grave.
  • Pneumonia.
  • Morte.

É importante entender que ao ocorrer uma embolia pulmonar, a circulação subitamente é interrompida em uma parcela do pulmão. Isto faz com que a resistência da circulação do sangue aumente e a área de funcionamento normal do pulmão diminua.

Este aumento sobrecarrega o coração, enquanto a diminuição da área de trocas gasosas leva a menor oxigenação do sangue. Tal ocorrência pode provocar a morte súbita no indivíduo. Cerca de 15% das mortes súbitas são provocadas pela embolia pulmonar.

Como prevenir? É transmissível?

Para prevenir a embolia pulmonar recomenda-se:

  • Praticar atividades físicas.
  • Controlar a dieta.
  • Evitar o tabagismo, obesidade e sedentarismo.
  • Controlar a pressão arterial.
  • Usar anticoagulantes, quando houver necessidade.
  • Reduzir o peso.
  • Ingerir bastante líquido.

As embolias pulmonares acometem cerca de 430.000 pessoas por ano na Europa e 300.000 a 600.000 nos Estados Unidos, a prevalência da doença no Brasil é estimada em 3,9% a 16,6%. E agora que você já sabe como prevenir esta doença, compartilhe este artigo para que outras pessoas também possam se prevenir!

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26 Comentários

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  1. Tenho 44 aos, tive uma TEP, senti um forte dor nas costas e falta de ar, fiquei 3 dias na UTI e dois dias no quarto, devido a uma trombose nas veias da perna, estou tratando com Xarelto, duas vezes ao dia..

  2. Eu tive uma Embolia Pulmonar em Julho de 2015. Na época fazia uso de anticoncepcional, havia feito uma cirurgia da apêndice há dois meses, e estava obesa. Meu TEP foi bilateral e cheguei no hospital com a saturação em 50.
    Não fazia ideia do que estava acontecendo, foram vários sintomas que senti e tudo muito rápido. Estava no trabalhando quando comecei a ficar pálida, vomitei e senti muita falta de ar, até perder a consciência. Quando acordei, senti uma dor terrível no peito, e ali acreditava que estava infartando. No hospital os médicos não acreditavam que ainda estava viva pelo fato dos dois pulmões terem sido obstruídos. Foi uma correria e foi horrível. É indescritível a sensação do que senti.
    Foram 6 dias na UTI e 2 dias no quarto. Usei o anticoagulante Xarelto quase um ano. Foram os piores dias da minha vida, mas com fé em Deus hoje estou bem melhor e ganhei minha segunda chance. Segui com meu acompanhamento, e descobri que tenho um tipo de trombofiliase, ou seja, sou propensa a ter trombos e também descobri que a origem do trombo foi da perna. Não fiquei com nenhuma sequela.
    Hoje, após 3 anos do ocorrido, sigo com minha vida normal, praticando exercícios físicos regulares, fazendo acompanhamento médico com a Pneumologista, Hematologista e Cardiovascular. Me livrei do pensamento “Posso ter isto novamente e morrer a qualquer momento” e substitui pelo “Estou vivendo um dia de cada vez”.

  3. Tenho um trombo na perna e estou tratando com xarelto há quatro meses. Qual o motivo da restrição à atividade física?

    • Olá Ernesto!

      As recomendações médicas são muito particulares, pois levam em conta principalmente o histórico do paciente. Por isso converse com seu médico para entender as restrições e nunca adote qualquer medida sem o conhecimento e aval deste profissional.

  4. tive embolia pulmonar ha quinze dias, foi diagnosticado rapidamente e parece que o trombo era pequeno, foi pos um exame de colonoscopia , sob anestesia geral. Estou em uso de xarelto 20 mg. Nao acharam trombo algum em minhas pernas no ato da internação. Fiquei tres dias no cti e quatro no quarto do hospital. Minha oxigenaçao nao chegou a diminuir muito, chegou a 90, mas logo foi restabelecida. Ainda estou com muito medo.

  5. Excelente explicação .tive embolia pulmonar a 18 dias é realmente a dor é imensa parece infarto cardíaco tanto dores nas costas como fincadas no externo.eatou com muito medo que isso volte estou tomando 2 cor de xarelto de 15 mg durante 21 dias depois 1 comp d 20mg por dia

    • Lucimar, continue com o acompanhamento médico que com certeza não terá mais este problema. Confie em Deus, ganhou uma segunda chance! Tive uma embolia pulmonar em 2015 e também tomei o Xarelto, é um ótimo remédio!

  6. meu sobrinho faleceu a dois dias de embolia pulmonar ele so tina 24 anos….ainda estamos chocados….ele tinha trombose seria na perna e infelismente nao se cuidava como deveria teve morte subita…muito triste…não sabia era tao grave!!!!!!!!

  7. Muito bem explicado , parabéns .. eu tive embolia pulmonar a quase um ano atrás … estou em tratamento com marevan, na época antes da embolia quando foi diagnosticado a trombose , eu fazia uso do xarelto , quando desprendeu um coágulo e atingiu meu pulmão … cheguei praticamente morta no hospital , mas tive toda assistência necessária na ocasião .. 8 dias de uti mais 8 no quarto de hospital .. só hoje tive coragem de ler sobre o assunto, “Embolia Pulmonar “ … meu psicológico ficou muito abalado por ficar muito próxima da morte .

  8. Boa noite. Tenho 49 anos.
    Foi diagnosticado na minha safena há um pequeno refluxo na altura da panturrilha. Segundo o médico não é caso cirúrgico. Faço minhas atividades normais físicas (musculação e caminhada e aeróbica).
    Mas pretendo fazer uma abdominoplastia e lipo em Setembro. Será que sou um fator de risco diante dos procedimentos que pretendo realizar em desenvolver um embolia? Obrigada.

  9. Eu tive embolia pulmonar bilateral, à cinco meses e faço tratamento com Xarelto 20mg, o primeiro sintomas que tive foi uma pontada muito forte nas costas em direção ao pulmão, parecia que estavam me enfiando uma faca, e muita dificuldade para respirar, fiquei hospitalizada por 6 dias, mas graças a Deus deu tudo certo. Excelente explicação.

    • Minha mãe teve os mesmos sintomas inclusive falta de ar, ficou oito dias só na UTI, mais quatro dias no quarto, faz alguns dias, agora também está se tratando com xarelto 15 mg duas vezes ao dia, ou seja 30mg por dia, fico muito assustada quando escuto falar nessa doença ainda está muito recente.

    • Eu tive Trombose Venosa Profunda e embolia pulmonar. Tomo Xaarelto 20mg mas de vez em quando ainda sinto essas falta de ar e sensação de aperto no pulmão. Também sente?

      • Eu também tive apertos com falta de ar e já estava tratando com Xarelto 20mg, mas mesmo assim fui parar no hospital com outra TEP, o médico fez os exames e aumentou a medicação.

  10. tive embolia pulmonar á sete meses,foi diagnosticada em poucas horas.Fiquei uma semana monitorada e, uso ante_coagulante desde que sai do hospital e, acompanhada do pneumologista. O que senti foi exatamente o que está escrito. Parabéns! Obrigada.

  11. Já tive embolia pulmonar. Senti uma pontada nas costas derrepente que começou a aumentar e ficar insuportável. Não conseguia respirar direito. Fiquei 15 dias na UTI e fiquei 1 ano em tratamento para descobrir a causa. Não descobri. Hoje estou sentindo novamente uma dorzinha nas costas. Estou indo ao médico

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