O que é linfoma de Hodgkin?

O linfoma de Hodgkin (doença de Hodgkin) é um tumor que se inicia nos gânglios linfáticos (linfonodos), estruturas responsáveis pela produção e distribuição de grande parte das células do sistema imunológico.

Apesar de facilmente espalhável, a doença apresenta altas chances de cura.

O sistema linfático é o sistema anatômico responsável pela imunidade. Nele, são produzidas diversas células que combatem infecções e outras doenças.

Ele é composto por gânglios linfáticos, também chamados de linfonodos, e vasos linfáticos que transportam essas células protetoras do organismo para diversas partes do corpo.

Esse câncer acomete pessoas de todas as idades, mas é mais frequente em homens nas faixas etárias entre 15 e 30 anos.

Quando não há cuidados, ele pode facilmente se espalhar para outras partes do corpo, justamente por conta da conexão que o sistema linfático tem com todo o organismo.

No entanto, suas chances de cura são bastante altas, em especial quando descoberto precocemente.

Pode ser encontrado na Classificação Internacional de Doenças, 10ª edição (CID-10), pelo código C81.


Índice — neste artigo você encontrará as seguintes informações:

  1. O que é linfoma de Hodgkin?
  2. Linfoma de Hodgkin e linfoma não-Hodgkin: diferenças
  3. Causas
  4. Tipos
  5. Fatores de risco
  6. Sintomas
  7. Como é feito o diagnóstico de linfoma de Hodgkin?
  8. Estágios do linfoma de Hodgkin
  9. Linfoma de Hodgkin tem cura?
  10. Linfoma de Hodgkin mata?
  11. Tratamento
  12. Complicações
  13. Convivendo
  14. Prognóstico
  15. Prevenção

Linfoma de Hodgkin e linfoma não-Hodgkin: diferenças

Embora ambas as condições se tratem de linfomas — tipo de câncer que se inicia nos linfócitos —, há uma diferença entre os linfomas não-Hodgkin e os que recebem esse nome.

Trata-se da presença de um tipo específico de célula, chamado célula de Reed-Sternberg. Essas células possuem mais de um núcleo e se originam da multiplicação exagerada de leucócitos.

Embora pareça pouco, essa diferença é crucial para a indicação do tratamento correto e para uma melhor compreensão da perspectiva de cura do problema.

Causas

Não se sabe a causa do linfoma de Hodgkin. No entanto, entende-se como ele acontece:

A maior parte dos linfomas de Hodgkin ocorre quando uma célula que luta contra infecções, denominada linfócito B (ou célula B), desenvolve uma mutação em seu DNA.

Tal mutação faz com que essas células se multipliquem, ao mesmo tempo que as células saudáveis continuam funcionando, ao invés de morrer e dar espaço às novas células.

Dessa forma, aparece uma grande quantidade de linfócitos B de tamanho aumentado e de funcionamento anormal, que se acumulam no sistema linfático e podem se espalhar para o resto do corpo a partir daí.

Tipos

Existem dois tipos principais de linfoma de Hodgkin, classificados de acordo com os tipos e o comportamento das células envolvidas na doença. Tais células podem ser:

  • Linfócitos: Principais defesas contra as infecções, essas células estimulam a produção de anticorpos contra microrganismos como bactérias, vírus etc.;
  • Células de Reed-Sternberg: São células com mais de um núcleo, frequentemente se parecem com olhos de coruja em uma mancha, ou moedinhas em um prato. São característica exclusiva do linfoma de Hodgkin;
  • Plasmócitos: Trata-se de células B grandes que foram expostas a um antígeno (microrganismo ou corpo estranho) e secretam grandes quantidades de anticorpos;
  • Granulócitos: São células do tipo glóbulo branco, que agem diante alérgenos e microrganismos, com o objetivo de destruir esses corpos estranhos por meio da absorção dos mesmos.

Linfoma de Hodgkin clássico

Esse tipo de linfoma representa 95% dos casos da doença, sendo que ele ainda pode ser dividido em 4 subtipos:

Esclerose nodular

Caracterizada pela presença de nódulos de linfócitos separados por tecido conjuntivo rico em colágeno, além de pouca presença de células de Reed-Sternberg. No entanto, há várias células anormais parecidas. Pode haver necrose e fibrose aumentada.

Trata-se do tipo mais comum, responsável por cerca de 60 a 80% dos casos. Sua ocorrência se dá, principalmente, em pessoas jovens, tendo a mesma incidência em ambos os sexos.

Celularidade mista

É o segundo tipo mais comum (de 15 a 30% dos casos), visto geralmente em adultos mais velhos.

Não há um tipo de célula mais comum neste tipo, sendo bem “equilibrado”. A presença das células de Reed-Sternberg é abundante, sendo que há uma fibrose pequena ou moderada, além de ser possível encontrar necrose.

Neste subtipo, no entanto, são encontrados plasmócitos com mais frequência do que nos outros.

Predomínio linfocitário

Esse tipo é caracterizado pela abundância de linfócitos, sendo que há poucos granulócitos e plasmócitos. As células de Reed-Sternberg são raras e a possibilidade de necrose é escassa. Ocorre em 5% dos casos e é mais comum na parte superior do corpo, raramente acomete mais do que alguns gânglios linfáticos.

Depleção linfocitária

Visto principalmente em pessoas idosas, apenas 1% dos casos de linfoma de Hodgkin são do tipo depleção linfocitária. Nesses casos, há leucopenia (falta de leucócitos) acentuada com a possibilidade de uma grande quantidade de células de Reed-Sternberg com múltiplos núcleos.

Linfoma de Hodgkin de predomínio Nodular Linfocitário

Corresponde a cerca de 5% dos casos de linfoma de Hodgkin, podendo aparecer em qualquer idade. É mais comum em homens.

Costuma envolver os gânglios linfáticos do pescoço e das axilas, sendo caracterizado pela formação de células grandes com aparência semelhante à pipoca. Essas células são variações das células de Reed-Sternberg.

Fatores de risco

Os fatores de risco são condições que aumentam as chances de uma pessoa desenvolver determinada doença. No caso do linfoma de Hodgkin, alguns desses fatores são:

Idade

O linfoma de Hodgkin é mais frequente em pessoas entre 15 e 30 anos. Além disso, alguns tipos da doença também são mais comuns em pessoas acima de 55 anos.

Histórico familiar de linfoma

Apesar de não se tratar de uma condição genética, ter histórico familiar de linfoma (tanto de Hodgkin quando não-Hodgkin) aumenta as chances de desenvolver a doença.

Sexo

Homens são mais frequentemente acometidos do que mulheres.

Histórico de infecção pelo vírus de Epstein-Barr

Não se sabe o porquê, mas pessoas que já tiveram doenças causados pelo vírus de Epstein-Barr, como a mononucleose infecciosa, são mais suscetíveis ao desenvolvimento de linfoma de Hodgkin.

Sintomas

Os sintomas do linfoma de Hodgkin podem ser um problema, porque eles se assemelham muito a sintomas de outras doenças. O aumento dos gânglios linfáticos, por exemplo, é um sintoma bastante comum de infecções, o que pode levar o portador da doença a achar que é uma infecção bacteriana, por exemplo.

No entanto, a ausência de outros sintomas de infecção podem ser a pista para que o paciente perceba que tem algo de errado. Alguns sintomas mais frequentes no linfoma de Hodgkin são:

  • Aumento não dolorido dos gânglios linfáticos no pescoço, axilas e virilha;
  • Fadiga persistente;
  • Febre e calafrios;
  • Suor excessivo durante a noite — o indivíduo pode precisar trocar de pijama ou a roupa de cama;
  • Perda de peso rápida e inexplicada;
  • Coceira;
  • Maior sensibilidade aos efeitos do álcool ou dor nos gânglios linfáticos após consumir álcool.

Como é feito o diagnóstico do linfoma de Hodgkin?

O diagnóstico do linfoma de Hodgkin pode ser complicado, visto que os sintomas iniciais são comuns a diversas doenças, como infecções. No entanto, não tem porquê se preocupar: os métodos diagnósticos utilizados atualmente são bastante precisos e é possível identificar a doença nos estágios iniciais, melhorando as chances de um bom prognóstico.

Alguns exames que o médico pode pedir são:

Exame físico

No exame físico, o médico procurará por sinais como inchaço dos gânglios linfáticos no pescoço, axilas e virilha. No entanto, isso não diz muita coisa, visto que esse é um sintoma comum de diversos problemas, como infecções fortes.

Exames de sangue

Um hemograma é capaz de encontrar sinais de um linfoma, ainda que não especificamente. Isso porque as células não aparecem diretamente no sangue. No entanto, alguns sinais que podem indicar a presença de um tumor são anemia e uma contagem elevada de células brancas.

Biópsia

Um exame obrigatório para o diagnóstico do linfoma de Hodgkin é a biópsia. Isso porque é o único capaz de mostrar as células Reed-Sternberg, características do tumor.

Esse tipo de exame remove uma parte do tecido a ser examinado, que é enviado para análise. No caso de linfomas, a amostra deve ser retirada dos gânglios linfáticos afetados.

Em um outro momento, o médico pode pedir uma biópsia da medula óssea. Desta vez, não se trata de um exame diagnóstico, mas sim um teste para verificar a extensão do tumor pelo corpo.

Exames de imagem

São necessários também para determinar a extensão do tumor. Raios-X do tórax indicam se há acometimento dos gânglios e órgãos ali encontrados, enquanto a tomografia computadorizada produz imagens detalhadas de vários ângulos e parte do corpo, permitindo uma análise mais completa.

Pode-se usar ressonância magnética para criar imagens do órgãos e tecidos moles por meio das ondas magnéticas e do rádio. Um último exame de imagem é a cintilografia com gálio, uma substância radioativa que, quando injetada no corpo do paciente, é atraída justamente pelos locais acometidos pelo câncer.

Já um exame de velocidade de hemossedimentação pode revelar se há inflamação em algum lugar, mesmo que de maneira inespecífica.

Outros exames

A fim de compreender a natureza das células cancerosas, o médico pode pedir alguns exames mais específicos, como:

  • Estudos de citogenética: Esse exame consegue identificar alterações cromossômicas nas células;

  • Imuno-histoquímica: Utiliza anticorpos para separar e distinguir diferentes tipos de células cancerosas;

  • Estudos de genética molecular: Consiste em testes de DNA e RNA para determinar se há traços genéticos específicos das células cancerosas.

Estágios do linfoma de Hodgkin

O estágio da doença depende do quanto o linfoma se espalhou, sendo extremamente importante para a escolha do tratamento. Técnicas diagnósticas auxiliam a encontrar o estágio no qual o câncer se encontra, podendo ser:

Confira abaixo as chances de cura (ou seja, pacientes sem recaída em até 5 anos) de cada estágio da doença:

  • Estágio I (limitado a apenas uma região de linfonodos): mais de 80%;
  • Estágio II (duas ou mais regiões do mesmo lado do diafragma, acima ou abaixo — pode acometer algum órgão da região: mais de 80%;
  • Estágio III (envolve linfonodos acima e abaixo do diafragma, com possibilidade de extensão para o baço): entre 70 a 80%;
  • Estágio IV (o tumor chegou em outros órgãos): mais de 50%.

Nesse contexto, o médico pode também utilizar as letras A e B para indicar se o paciente apresenta sintomas significativos da doença:

  • A: Não há sintomas significativos;
  • B: Há sintomas como febre alta, calafrios, suor excessivo durante a noite e perda de peso repentina.

Sendo assim, um paciente cujo câncer se estende dos linfonodos da garganta até os da virilha, com sintomas, terá seu linfoma classificado como III B. Já um paciente assintomático com apenas os linfonodos da axila e do pescoço afetados vai ser classificado como II A.

Linfoma de Hodgkin tem cura?

Como visto acima, o linfoma de Hodgkin tem grandes possibilidades de cura, dependendo de sua extensão. No entanto, não chega a ser raro casos nos quais o paciente não responde ao tratamento ou que a doença volta após alguns anos.

Linfoma de Hodgkin mata?

Como qualquer tipo de câncer, o linfoma de Hodgkin mata. Isso pode acontecer tanto pelo acometimento de outros órgãos vitais — que passam a produzir células em excesso também — quanto pelo comprometimento do sistema imunológico, formado principalmente pelo sistema linfático.

Tratamento

Constatado o diagnóstico, existem diversas opções de tratamento para o linfoma. Em geral, a primeira tentativa dos médicos é uma combinação de quimio e radioterapia, as mais utilizadas em qualquer tipo de câncer. Entenda melhor as opções de tratamento disponíveis atualmente:

Quimioterapia

Um dos tratamentos mais conhecidos para qualquer tipo de câncer é a quimioterapia. Este método consiste na utilização de substâncias químicas para eliminar as células mutadas.

Esse tratamento pode ser feito tanto pela via oral quanto intravenosa, sendo que, às vezes, ambas as vias são usadas. Tudo depende muito dos medicamentos indicados. Atualmente, existem diversos protocolos a serem seguidos. Esses protocolos são combinações de medicamentos que se mostraram eficazes no tratamento de linfoma de Hodgkin.

Não raramente, o tratamento quimioterápico é feito em conjunto com a radioterapia. Seus principais efeitos adversos são a queda de cabelo e náusea. A longo prazo, esses medicamentos podem resultar em danos no coração, pulmões, problemas de fertilidade e até mesmo outros cânceres, como a leucemia.

Radioterapia

A radioterapia utiliza feixes de radiação (raios-X ou prótons) para eliminar as células defeituosas. Ela pode ser feita tanto acompanhado de quimioterapia quanto sozinha, dependendo do tipo e estágio do linfoma.

Durante a radioterapia, o paciente fica deitado em uma maca enquanto uma máquina grande se move ao seu redor. Essa máquina é programada para direcionar os feixes radioativos em pontos específicos. No caso do linfoma de Hodgkin, os alvos são os gânglios linfáticos afetados pelo tumor.

Os principais efeitos colaterais da radioterapia são queda de cabelo e vermelhidão da pele atingida pelos raios. Fadiga também pode ser comum em alguns pacientes. Por último, a longo prazo, esse tipo de tratamento pode trazer problemas como doenças cardiovasculares, derrame, problemas na tireoide, infertilidade e outros tipos de câncer, como câncer de pulmão e câncer de mama, 10 anos ou mais após o tratamento.

Transplante de medula óssea

Essa opção é considerada quando o paciente não responde a nenhum dos tratamentos citados anteriormente. No transplante de medula óssea, são removidas células tronco do próprio paciente, que são congeladas para uso posterior.

Então, o paciente recebe altas doses de quimio e radioterapia para exterminar todas as células cancerosas do corpo. Depois, as células tronco são recuperadas e injetadas novamente no paciente.

Essas células tronco ajudam a reconstruir a medula óssea saudavelmente.

Terapias-alvo

As terapias-alvo consistem na utilização de novos medicamentos que são capazes de atacar diretamente as células cancerosas. Esses medicamentos foram desenvolvidos por meio da extração do código genético da célula mutada. Desta forma, é possível criar uma substância capaz de atacar essa mutação em particular, preservando as células saudáveis e reduzindo os efeitos colaterais.

Complicações

Propagação do tumor

A maior complicação do linfoma de Hodgkin é o acometimento de outros órgãos, em especial por meio dos vasos linfáticos. Por eles estarem espalhados pelo corpo inteiro, o tumor pode chegar a qualquer lugar, sem necessariamente afetar os órgãos e tecidos no meio do caminho.

Isso pode ser perigoso porque pode acometer órgãos vitais, como o pulmões, fígado, entre outros.

Comprometimento do sistema imunológico

Enquanto o próprio tumor ataca o sistema imunológico, grande parte das terapias disponíveis também promovem esse efeito, causando a destruição de glóbulos brancos e deixando o organismo mais indefeso contra infecções.

Convivendo

Receber o diagnóstico de um câncer não é nada agradável, mas não há motivos para perder as esperanças: com o tratamento adequado, o linfoma de Hodgkin pode ser curado! Enquanto isso, aqui vão algumas dicas para conviver melhor com a nova rotina:

Aprenda sobre o tumor

O conhecimento é a chave para tudo! Compreender sua doença a fundo e estar atento às notícias sobre novos tratamentos e descobertas pode ajudar bastante no seu processo de tratamento. Além disso, saber com o que você está lidando vai te deixar mais tranquilo em relação às escolhas que tem que tomar a respeito do tratamento.

Busque apoio

Ter pessoas que te apoiam ao seu lado, lutando junto com você, é certamente um fator importante para que a recuperação ocorra mais tranquilamente. Tenha sempre pessoas ao seu lado que podem te ajudar com os sentimentos de dor e ansiedade em relação ao seu futuro.

Muitas vezes, os amigos e familiares não são o suficiente para lidar com todos esses problemas. Nesses casos, é preciso buscar ajuda profissional. Consulte um psicólogo ou psiquiatra e mantenha sua mente saudável para conseguir lidar melhor com as adversidades.

Lide com o estresse

Adaptar-se a nova rotina pode ser bem estressante. Por isso, algumas alternativas para lidar melhor com seus sentimentos nesse momento são:

  • Arteterapia;
  • Musicoterapia;
  • Exercícios físicos;
  • Exercícios de relaxamento;
  • Meditação;
  • Yoga;
  • Cuidar da espiritualidade, caso o paciente tenha uma fé.

Tenha objetivos

Por mais que as coisas pareçam estar acabadas, você ainda é capaz de fazer muito pelo mundo e para você! Por isso, continue tendo objetivos: se formar na universidade, trabalhar naquela área que você tanto gosta, entre outros.

No entanto, seja realista: com a nova rotina, talvez você não consiga trabalhar período integral, por exemplo. Por isso, busque alternativas como trabalhar meio período.

Tire um tempo para si mesmo

Um tempo sozinho, cuidando das suas próprias coisas, é extremamente necessário e saudável para qualquer pessoa. A falta desses momentos pode facilmente culminar em um transtorno de humor, como a depressão. Por isso, quando precisar, pare de se cobrar e tire um tempo para fazer o que quiser, nem que seja só pra assistir aquela série engraçadinha que você tanto gosta.

Mantenha-se ativo

Não deixe de fazer as coisas que gosta por conta de um diagnóstico. Até mesmo porque, enquanto você estiver em condições, essa é a melhor coisa que você pode fazer por si mesmo. Caso você goste de jogar futebol, continue! Não há porque parar se você se sente bem o bastante para jogar.

Essa medida ajuda tanto na recuperação por ajudar a cuidar do corpo como também na saúde mental, impedindo que você perca o interesse nas coisas que ama por conta de uma doença que está sendo combatida.

Prognóstico

Após o primeiro mês de tratamento, o paciente já pode notar algumas melhoras: possui maior facilidade para ganhar peso, tem mais energia e seus gânglios linfáticos têm seu tamanho reduzido.

As chances de cura do linfoma de Hodgkin são altas, como já foi explicitado. No entanto, a recidiva pode acontecer nos próximos 5 anos após a remissão do tumor. Nesses casos, a chance de cura definitiva cai para 50%. Considera-se curado quando o paciente não apresenta mais o tumor por 5 anos após o tratamento.

Prevenção

Nos dias de hoje, ainda não se conhecem maneiras de prevenir o linfoma de Hodgkin. No entanto, acredita-se que ter hábitos saudáveis, como manter uma dieta balanceada e praticar exercícios físicos, diminuem as chances de desenvolver qualquer tipo de câncer e outras doenças crônicas que podem acometer o indivíduo.

Apesar de ouvirmos falar bastante em linfomas, nem todos entendem o que são e quais os seus principais sintomas. Por isso, compartilhe este texto com seus familiares e amigos. Quem sabe, você estará ajudando alguém a entender melhor a condição e procurar ajuda ao identificar os sintomas!


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2 comentários

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  1. Meu marido teve Linfoma de Hodgkin em 1977 era apenas em um nódulo no pescoço, operou e fez Radioterapia e fez uma laparatomia onde retiraram o Baço. Nunca mais cresceu cabelo onde fez a radioterapia. Mas viveu mais 20 anos e morreu por causa de Enfizema pulmonar , porque só conseguiu parar de fumar, 18 anos depois.

  2. Olha eu tenho LNH e o crescimento dos linfonodos pode ser bem dolorido sim. No meu caso tenho nível 3 e todas as vezes que ele volta a crescer após a quimio, dói bastante.

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