Daniele (Minuto Saudável)
04/01/2019 08:00

Alopecia (queda de cabelo): o que é, tipos, tratamento, tem cura?

Um dos aspectos que têm influência na construção da autoestima é o cabelo. Suas variações e as possibilidades de cortes e cores são explorados pelo público feminino e também masculino.

Segundo a Sociedade Brasileira do Cabelo (SBC), 50% das mulheres têm alguma queixa sobre queda capilar. É considerado normal a queda de até 100 fios por dia, mas quando essa taxa passa a ser maior, algo pode estar errado.

Essa é a hora de consultar um profissional e saber o que está acontecendo. O problema pode se tratar de alopecia, condição que atinge homens e mulheres e que, em alguns casos, exige tratamento.

Índice — neste artigo você encontrará as seguintes informações:

  1. O que é a alopecia?
  2. Quais são os tipos de alopecia?
  3. Qual a diferença entre alopecia areata e a queda de cabelo comum?
  4. Alopecia feminina
  5. Há diferenças entre a queda de cabelo no homem e na mulher?
  6. Quais as causas da alopecia?
  7. Fatores de risco
  8. Quais são os sinais da alopecia?
  9. Como é feito o diagnóstico?
  10. Exames
  11. Tem cura?
  12. Qual o tratamento?
  13. Medicamentos
  14. Convivendo
  15. Prevenção: como evitar a queda capilar?

O que é a alopecia?

A alopecia é a perda de grande quantidade de cabelo, que pode acontecer por meio de alterações hormonais, inflamação, genética e até doenças sistêmicas. No tipo androgenético, ela também pode ser chamada de calvície.

A queda pode acontecer em outras partes do corpo que contêm fios de cabelo, como barba, sobrancelha, bigode, entre outros.

Para crescer e se desenvolver, o cabelo possui um ciclo de vida programado, no qual ocorrem as fases:

  • Anágena (fase de crescimento, com duração de 2 a 6 anos);
  • Catágena (fase de crescimento transicional e início da fase de repouso, com duração de 2 a 3 semanas);
  • Telógena (fase de repouso, com duração de 2 a 3 meses).

É normal que na fase de repouso ocorra a queda, pois nesse momento os fios antigos e sem vida são empurrados pelos novos fios em crescimento. Essa queda pode ter influência de situações individuais, como estresse e falta de vitaminas.

A alopecia se manifesta em cerca de 50% dos homens e 40% nas mulheres acima dos 50 anos. Alguns casos por influência genética podem surgir ainda na adolescência.

Os valores são maiores nos homens pois a queda de cabelo está relacionada à testosterona (hormônio sexual masculino). A substância sofre processos enzimáticos que podem resultar no afinamento dos fios de cabelo, causando a queda.

O corpo das mulheres também produz o hormônio, mas em quantidades significativamente menores. Apesar de ter menos testosterona, elas sofrem maiores variações hormonais (sobretudo na gravidez e menopausa), o que gera também a alopecia.

Mas, além das taxas hormonais, outras condições podem auxiliar no enfraquecimento dos fios, como inflamações, alterações da tireoide, estresse e uso inadequado de produtos químicos.

O tratamento consiste em identificar a origem da alopecia. Com cuidados devidamente indicados pelo médico, o cabelo geralmente retorna a crescer. Porém, se a condição for genética, a queda pode ser persistente.

Nesses casos, é possível recorrer aos transplantes, lasers, entre outros tratamentos, garantindo uma melhora na qualidade de vida e autoestima do paciente.

A doença pode ser encontrada no CID-10 sob os códigos:

  • L63 – Alopecia areata;
  • L64 – Alopecia androgenética;
  • L66 – Alopecia cicatricial.

Quais são os tipos de alopecia?

A alopecia pode ser classificada de acordo com as causas do problema. Entenda:

Alopecia areata

Este tipo de alopecia caracteriza-se pela perda de cabelo em forma de círculos pequenos.

Dependendo do quadro, a perda pode ser menor ou maior. Há casos em que ocorre a perda total dos fios. Mas, no geral, eles retornam após alguns anos.

Ela ocorre devido à destruição autoimune dos folículos capilares localizados na pele. Geralmente, surge devido a outras enfermidades, como tireoidites, diabetes, lúpus, vitiligo, rinites etc.

Alopecia androgenética (calvície)

Esse tipo de queda faz com que o cabelo passe a ficar mais fino, a partir do meio da cabeça até toda a região de trás. Está associada com a predisposição genética, ou seja, quando na família existe alguém que já possui a doença.

A calvície pode atingir homens e mulheres e também tem relação com a idade, sendo mais frequente na fase adulta.

Alopecia cicatricial

A alopecia cicatricial provoca a perda permanente dos fios e gera cicatrizes que destroem a capacidade de regeneração do fio. Costuma ser causada por queimaduras químicas, físicas ou por quimioterapia, mas também tem relação com doenças como tuberculose e leishmaniose.

Alopecia mecânica

Perda temporária ou definitiva dos cabelos, as principais causas são procedimentos químicos realizados como alisamentos, alongamentos e até queimaduras.

Alopecia traumática

Ocorre quando há uma ação sobre o couro cabeludo, em situações como pós-cirurgias, uso de tinturas, infecções, temperaturas extremas, fios muito presos em penteados de tranças, dreadlocks, entre outros. Caso o problema seja detectado de forma precoce, é possível revertê-lo.

Alopecia seborreica

Este tipo de queda tem início nas laterais e parte de trás da cabeça, sendo mais comum nos homens. A alopecia seborréica pode evoluir e atingir todo o couro cabeludo. Quanto mais cedo o início da queda, mais preocupante é a condição.

Alopecia total (totalis)

Essa condição faz com que aconteça a perda de todos os fios de cabelo, mas as outras partes do corpo que contêm pêlos não sofrem alteração alguma. Geralmente, é causada por herança genética mas, em alguns casos, tem fundo emocional.

Alopecia universal (universalis)

Essa é uma versão mais grave da alopecia total, em que além dos fios de cabelo, a pessoa perde também todos os pelos do corpo, incluindo sobrancelhas, cílios e pêlos pubianos.

Eflúvio

Caracteriza-se pela quebra e queda dos fios de cabelo, possuindo várias causas, como estresse, parto e doenças graves. Este tipo de queda de cabelo é comum ao público feminino e responde bem aos tratamentos capilares que fazem o fio voltar a crescer saudável.

O eflúvio pode ser subdividido em:

Eflúvio telógeno

Neste caso o cabelo cai após uma experiência estressante, como um parto ou uma grande cirurgia. Essa condição atinge as fases anágena e catágena, fazendo com que o fio passe diretamente para a fase de repouso (em que os fios tendem a cair).

O eflúvio telógeno é reversível, sendo possível fazer um tratamento e obter o crescimento dos fios novamente.

Eflúvio anágeno

Caracteriza-se pela perda incomum de cabelo, ainda durante a fase inicial do ciclo de crescimento (anágena) pelo qual o cabelo passa.

Suas causas podem incluir os tratamentos realizados durante o combate a um câncer, como a radioterapia e quimioterapia. Isso porque esses métodos são agressivos e acabam atingindo todas as células do corpo, inclusive as saudáveis.

Qual a diferença entre alopecia areata e a queda de cabelo comum?

A diferença entre ambos é que a alopecia areata tem relação com outras doenças e, em alguns casos, não há cura. Já a queda de cabelo comum, ocorre devido a alguma situação pontual (como estresse e pós-parto).

Geralmente a alopecia areata causa a perda de cabelo em várias partes do couro cabeludo, no formato e tamanho de uma moeda grande. O cabelo não volta a crescer naturalmente nestes casos.

Por outro lado, na queda de cabelo comum geralmente os fios voltam a ficar grossos e saudáveis em pouco tempo.

Alopecia feminina

A queda de cabelo pode ser uma queixa comum entre as mulheres. Chamada de alopecia feminina, a condição causa o aumento da quantidade de fios que caem do couro cabeludo, além de gerar o afinamento e a dificuldade deles crescerem.

Nas mulheres a queda de cabelo se manifesta na parte superior da cabeça, diferente dos homens em que geralmente ocorre nas entradas do cabelo (rente à testa).

Após notar a queda dos fios, é preciso analisar qual o motivo para eles caírem. Pode ser desde um novo produto capilar utilizado, fatores genéticos, nutricionais, emocionais e também as alterações hormonais da mulher (sobretudo na gravidez e menopausa).

Nesses casos, é necessário manter a calma. Isso não quer dizer que todos os fios capilares vão cair de uma vez só.

Na realidade, eles caem em tufos (pequenas quantidades), portanto há tempo para reverter a situação.

Há diferenças entre a queda de cabelo no homem e na mulher?

Sim! A queda de cabelo ocorre de forma diferente para o homem e para mulher, devido alguns fatores:

Idade

Um dos principais fatores que determina as diferenças da queda de cabelo no homem e na mulher é a idade. Nos homens, geralmente ela começa no início da puberdade — embora algumas vezes os sintomas podem ficar mais expressivos somente a partir dos 40 anos.

Já nas mulheres o problema costuma ser algo pontual. São poucas as que sofrem com a queda no início da adolescência devido aos hormônios.

Nos casos em que a mulher tem síndrome do ovário policístico (SOP), devido a doença, a queda ocorre independente da idade.

No fase da menopausa também é comum os cabelos caírem, por causa das alterações hormonais.

Locais em que ocorre a perda dos fios

Quando ocorre a perda de fios nos homens, são afetadas as entradas frontais e a parte atrás da cabeça. Já nas mulheres, a perda começa no topo da cabeça e aos poucos os fios das outras partes começam a cair, deixando o cabelo mais ralo.

Quais as causas da alopecia?

A alopecia pode ocorrer por vários fatores, são eles:

Uso de medicamentos

Alguns medicamentos podem causar a queda de cabelo temporária, como medicamentos quimioterápicos, pílulas anticoncepcionais, diluidores de sangue, bloqueadores para controlar a pressão arterial, entre outros.

Estresse

Qualquer tipo de estresse, seja ele físico ou emocional, pode ocasionar a perda de cabelo por um período. Após tudo se tranquilizar, os fios tendem a crescer novamente.

Produtos químicos

Utilizar muitos produtos químicos no cabelo também pode fazer com que ele caia. Lavar com frequência, fazer escovas progressivas ou tingir demais acaba enfraquecendo o fio, tornando-o fácil de quebrar.

Doenças e condições subjacentes

A queda de cabelo pode ser influenciada por outras doenças que estão se manifestando, sendo na verdade um sintoma um sintoma de outro problema. Exemplos de doenças que influenciam na queda de cabelo são: anemia, tireoidite, lúpus, entre outras.

Reação hormonal pós-parto

A gravidez é um processo que mexe muito com o corpo da mulher, sendo também um tipo de estresse físico às várias reações hormonais causadas no organismo.

Após o nascimento da criança, o corpo feminino passa por um processo de renovamento e é comum que os fios caiam em decorrência disso. Mas após o período, os fios voltam a crescer normalmente.

Má alimentação

Não manter uma dieta equilibrada em proteínas, vitaminas, ferro e zinco os fios pode fazer os fios cair devido a falta destes componentes, essenciais ao funcionamento do organismo. Após a reposição, os fios tendem a voltar a crescer sem nenhum problema.

Herança genética

Quando os pais possuem queda de cabelo desde jovens, é provável que os filhos também venham a sofrer do mesmo. Os genes influenciam na predisposição da pessoa, ocasionando uma possível perda de cabelo tanto em homens quanto mulheres.

Menopausa

Quando a menopausa tem início ocorrem muitas alterações hormonais que podem afetar o desenvolvimento dos fios de cabelo, ocasionando posteriormente a queda.

É uma perda de cabelo que costuma ser temporária. Com uso de produtos indicados e alimentação, é possível que os fios voltem a crescer.

Tricotilomania

A tricotilomania faz com que as pessoas sintam uma vontade de puxar constantemente seus cabelos. Algumas pessoas não se dão conta do problema e puxam seus fios inconscientemente, durante alguma atividade.

Em alguns casos não são só os fios de cabelo que são arrancados, mas também cílios, sobrancelhas e até mesmo pelos do nariz . A tricotilomania é vista como um transtorno mental, que possui tratamento.

Excesso de vitamina A

Tudo em excesso acaba fazendo mal para nossa saúde. Exagerar em medicamentos ou suplementos para treinamento físico que contêm vitamina A, pode causar a queda de cabelo.

É necessário observar a reação dos cabelos, e caso seja constatado que a perda dos fios é pelo excesso da vitamina A, será necessário diminuir o consumo.

Micose no couro cabeludo

A micose é uma infecção causada por fungos, que surgem no cabelo dando muita coceira e ocasionando a queda dos fios.

Esse tipo de doença pode ser transmitido de pessoa para pessoa, por meio do compartilhamento de pentes, toalhas, chapéus entre outros objetos que tenham contato com os cabelos.

Este caso pode ser tratado e os cabelos voltam a crescer sem problemas.

Fatores de risco

Há fatores que podem influenciar para que ocorra um quadro de alopecia, são eles:

  • Histórico familiar de calvície;
  • Idade;
  • Perda de peso significativa;
  • Outras doenças, como diabetes e lúpus;
  • Estresse;
  • Gravidez;
  • Excesso de vitamina A;
  • Falta de proteínas e alguns minerais;
  • Disfunções hormonais;
  • Deficiência de vitamina B12.

Quais são os sinais da alopecia?

O principal sintoma da alopecia é a queda brusca dos fios de cabelos e/ou pelos do corpo. Em resumo, a condição pode ser percebida quando é possível visualizar facilmente o couro cabeludo em algumas áreas da cabeça, em que faltam cabelos.

Geralmente o couro cabeludo fica sem a presença de fios, com falhas de formato arredondado em círculos únicos ou múltiplos. A falta de pelos também pode ser perceptível na barba, sobrancelhas e outras regiões.

Alguns sinais que podem indicar a condição são:

  • Queda de cabelo, especialmente no topo da cabeça;
  • Perda completa de todos os pelos no corpo;
  • Falhas e perda de cabelo no couro cabeludo e nas sobrancelhas;
  • Falhas circulares ou irregulares;
  • Fios de cabelo quebrados, vermelhidão, coceira e inchaço;
  • Fios de cabelo cada vez mais finos.

Como é feito o diagnóstico?

Para diagnosticar o problema, é necessário realizar uma consulta com o médico dermatologista, que fará um exame clínico, como tricograma ou dermatoscopia do couro cabelo.

Durante os exames, o dermatologista pode retirar uma amostra de fio de cabelo para conseguir realizar a análise, fazer as avaliações e obter os resultados.

Com a ajuda de aparelhos, o especialista analisa o couro cabeludo e o aspecto da saúde dos fios, assim é possível um diagnóstico correto e a definição de um tratamento específico para cada caso.

Exames

Conheça um pouco mais sobre cada exame utilizado para diagnosticar a alopecia:

Exame clínico

O exame consiste em observar e anotar falhas e entradas, além da densidades e consistência do cabelo. Qualquer alteração que for encontrada será anotada pelo profissional.

Quando o caso é diagnosticado como alopecia, ocorre a avaliação das extremidades do cabelo, fissuras e mais alguns detalhes para então indicar qual melhor tratamento.

Tricograma

Para este exame é necessário retirar uma amostra de cabelo, de 50 a 100 fios de alguma área do couro cabeludo. Após a coleta, os fios são colocados em lâminas e levados para análise no microscópio.

Dermatoscopia

Por meio de um equipamento, é possível aumentar as imagens em 10 a 20 vezes e fotografar a espessura dos fios, o couro cabeludo e a distribuição de pigmentos e processos inflamatórios. Dessa maneira, com as imagens detalhadas, o especialista consegue analisar as condições do cabelo.

Tem cura?

Depende. A alopecia tem cura somente em alguns tipos. Nos casos genéticos, por exemplo, o problema pode persistir. Mas, no geral, a queda pode ser resolvida com diversas opções de tratamento, que podem ajudar o cabelo voltar a crescer, além de evitar as

quedas futuras.

Qual o tratamento?

O tratamento irá variar de acordo com o diagnóstico. Muitos casos de queda não precisam ser tratados, pois boa parte dos fios volta a crescer em pouco tempo. Mas se esse não é seu caso, há diversos tratamentos disponíveis para tratar a alopecia, confira:

Microagulhamento

O tratamento com microagulhamento envolve um aparelho que realiza microperfurações na pele, dentro do couro cabeludo.

Essas microperfurações formam uma espécie de ferida, em que o organismo recebe estímulo para cicatrizar o ferimento. Assim, com o estímulo, é produzido o crescimento capilar.

O aparelho utilizado lembra os mesmos usados para fazer tatuagem.

Terapia com laser

Neste procedimento, são utilizados lasers de baixa e média potência para tratar a inflamação no folículo capilar que está comprometendo a saída do fio no couro cabelo.

Dessa maneira, o laser aumenta a chance do crescimento saudável do fio.

Há uma diversidade de aparelhos para o tratamento, desde mais simples aos que fazem contagem e espessura do fio.

Transplante capilar

Casos mais avançados podem ser tratados por meio do transplante capilar. Este tratamento consiste em retirar os fios de cabelo da parte de trás da cabeça (próximo ao pescoço) e implantá-los no couro cabeludo, onde existem falhas.

Não há problema na retirada destes fios próximos ao pescoço, pois eles voltam a crescer normalmente. Também podem ser utilizados pelos do peito e até das costas.

Existem no mercado duas técnicas para realizar o transplante capilar:

Extração de Unidades Foliculares (FUE)

Com o auxílio do equipamento cirúrgico, são retirados um a um os folículos capilares e colocados diretamente na região sem cabelo. A recuperação é rápida e as cicatrizes não ficam aparentes, pois o cabelo cobre-as facilmente.

Geralmente esta técnica é um pouco mais cara, por ser realizada utilizando um robô, comandado pelo especialista.

Transplante de Unidade Folicular (FUT)

É retirada uma faixa do couro cabeludo, em que são selecionadas unidades dos folículos capilares que posteriormente vão ser colocadas no couro cabelo, no local em que faltam os fios.

Geralmente essa técnica é indicada para tratar áreas maiores, que estão sem cabelo. É uma técnica acessível, mas que exige tempo de repouso e deixa uma cicatriz mais visível.

Aparelhos de uso doméstico

Fora do Brasil é comum o uso dos chamados “gadgets”, que são aparelhos para utilizar em casa para ajudar no crescimento dos fios. Alguns estão chegando ao país, como o HairMax.

Trata-se de um tipo de aparelho de baixa intensidade que aumenta o fluxo de oxigênio e nutrientes, estimulando dessa maneira os fios a saírem mais saudáveis do couro cabeludo.

Implantes capilares

Esse tratamento consiste em um implante feito com fios de náilon cirúrgico, de aparência próxima ao cabelo humano, que são implantados no couro cabeludo.

Utilizando um sistema de ancoragem, o médico responsável realiza o implante no cabelo de forma rápida com uma espécie de pistola, utilizando apenas de anestesia local.

Os fios podem ser escolhidos conforme a cor que o paciente deseja, sendo aplicados de 12 a 25 fios por vez, com pouco risco de rejeição.

Medicamentos

Diversos medicamentos estão disponíveis para o tratamento da alopecia. A escolha de qual será utilizado deve ser feita pelo médico dermatologista, junto ao paciente.

Os medicamentos têm o objetivo de reduzir as falhas e evitar que novas possam surgir, estimulando o crescimento do cabelo novamente.

Algumas das medicações comumente utilizadas são:

Existem ainda outros medicamentos que podem ser indicados em casos de alopecia e são considerados mais populares:

Finasterida

Utilizada para tratar exclusivamente a alopecia androgenética (calvície hereditária), a finasterida pode ser utilizada em baixas dosagens, quando prescrita pelo médico.

O medicamento impede que a testosterona se transforme em diidrotestosterona, uma forma do hormônio que reage tendo resultados positivos sobre a perda de cabelo.

A finasterida foi desenvolvida inicialmente para tratar casos em que as glândulas das próstatas estão aumentadas, mas durante o teste em pacientes os médicos notaram um efeito colateral.

Os pacientes começaram a apresentar crescimento nos fios de cabelo. Assim, uma versão de menor concentração do fármaco foi desenvolvida para o tratamento da calvície.

Em alguns pacientes, a finasterida tem como efeito colateral a redução de libido, problemas durante a ereção e na consistência do esperma. Portanto, é preciso uma prescrição médica e acompanhamento para utilizar o medicamento.

A Finasterida é conhecida comercialmente por nomes como Fendical, Finalop e Finastil.

Minoxidil

Utilizado para estimular o desenvolvimento dos cabelos e pelos, o Minoxidil é um medicamento que ajuda na vasodilatação dos folículos, fazendo com que os fios voltem a crescer.

É usado no tratamento de calvície masculina para combater falhas no couro cabeludo e fortalecer os fios.

Em algumas pessoas a substância pode provocar efeitos colaterais, como coceira, ardência e vermelhidão na região em que houve a aplicação do produto.

Minoxidil é comercializado pelo nome Regaine, em formato de solução capilar e com concentração de 5%.

Pantogar

Pantogar é um medicamento indicado para tratamento de eflúvio telógeno e alopecia difusa em mulheres. Ele auxilia no crescimento dos cabelos, fornecendo nutrientes para que os fios cresçam saudáveis e fortes.

A duração do tratamento com Pantogar é de, em média, 3 a 6 meses.

O medicamento ainda pode ser encontrado sob a forma de Loção Antiqueda, Pantogar Men (suplemento indicado para homens) e Pantogar Neo (suplemento para repor vitaminas e minerais).

Antralina e Difenciprona

Estes dois medicamentos são indicados principalmente para tratar a psoríase, mas estudos clínicos demonstram que eles têm eficácia para alopecia, sobretudo nos casos em que as quedas acontecem em regiões específicas.

É como se estes medicamentos pudessem conter uma resposta imune do organismo, responsável por gerar a queda.

Flutamida e Espironolactona

A Flutamida e a Espironolactona também são eficazes no tratamento da alopecia por atuarem por mecanismos hormonais. Elas inibem a ação de andrógenos (testosterona e derivados) que atuam causando a queda.

Nesses casos, o controle da queda é como se fosse um efeito secundário destes princípios ativos. Por isso, não são medicamentos para se utilizar por conta própria, pois apresentam muitos efeitos colaterais.

Atenção!

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas nesse site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

Convivendo

Algumas dicas são importantes para conviver e se sentir melhor com a condição:

Reduza o estresse

Para ajudar o organismo, tente diminuir o estresse do cotidiano, distraia a mente e foque em pensamentos positivos para ajudar a resolver o problema.

Pratique exercícios ou alguma atividade de sua preferência para acalmar o corpo e mente. Além disso, praticar métodos alternativos, como yoga e acupuntura, pode ser uma boa opção.

Leia mais: Meditação (guiada, transcendental): como fazer, para dormir, músicas

Cuide da alimentação

Adote uma dieta com boa fonte de vitaminas. Os ácidos graxos, como o ômega 3 ajudam na saúde da pele, cabelos e unhas. Por isso, dê preferência a alimentos que contêm esses ácidos, como salmão, óleo de linhaça, nozes e amêndoas.

Alimentos com vitamina B6, como bananas, batatas e espinafre ajudam a produzir anticorpos para a defesa do nosso corpo. Já a vitamina B12, encontrada em carnes, aves, peixes e laticínios, auxilia na formação e reparo das células.

Frutas, vegetais frescos e grãos fortificados, como feijão e lentilhas, também são bem-vindos, pois dão uma força na dieta, devido a presença de ferro.

Leia mais: Alimentos para anemia que ajudam na cura e prevenção

Se informe

Busque se informar sobre a condição para que não haja dúvidas ou medos. Assim você também estará preparado para o tratamento. Isso também ajuda a reduzir a ansiedade devido ao problema pelo qual se está passando.

Proteja sua cabeça

Os raios solares podem causar queimaduras e até manchas de pele nas áreas em que estão faltando os fios de cabelo.

Por isso, invista em chapéus, lenços e perucas para proteger a cabeça dos raios UV e UVA. O visual também pode ajudar a melhorar sua autoestima.

Busque ajuda na terapia

Mesmo não sendo uma condição grave, a alopecia pode afetar o estado emocional, principalmente das mulheres que são mais apegadas ao cabelo.

Se necessário, busque a ajuda de um teraupeta, psicólogo ou grupos de apoio para lidar com as emoções e inseguranças devido a condição.

Prevenção: como evitar a queda capilar?

Nem sempre há formas de evitar a alopecia, especialmente quando ela está relacionada a fatores genéticos. Mas existem dicas para prevenir os danos que podem provocar a queda dos cabelos:

  • Use seu cabelo de forma natural e evite químicas — se não for possível, realize hidratações sempre que puder;
  • Escolha produtos específicos para seu tipo de cabelo;
  • Escove o cabelo com escovas de cerdas naturais, pois o dano é menor aos fios;
  • Seja cuidadoso ao escovar o cabelo molhado, pois o fio fica mais frágil que o normal;

Além disso, é importante realizar consultas regulares ao médico para evitar que outras doenças provoquem a queda de cabelo como sintoma.

Caso você perceba uma grande quantidade de perda dos seus fios capilares, não hesite em consultar um dermatologista para diagnosticar a causa.


A queda de cabelo atinge homens e mulheres e pode ser causada por fatores que vão desde o emocional até questões genéticas.

Compartilhe com os amigos essas informações para que eles também saibam sobre os cuidados com a alopecia!

Fontes consultadas

10/01/2019 13:21

Daniele (Minuto Saudável)

Redatora, é jornalista e especialista em Mídias Digitais, ambos pela Universidade Positivo. Produz matérias sobre saúde e bem-estar.

Ver comentários

  • Sou Laura , moro em Belo Horizonte, sou costureira aposentada, fui diagnosticada com alopecia , há quase dez anos , aos 56 anos de idade , no meu caso, houve queda brusca de cabelo, bem na frente da testa, até na região das orelhas, fiz tratamento durante muito tempo sem resultado algum, na época os médicos, nunca chegaram a nenhuma causa. Isso mexeu muito com o meu EGO. Um dia uma moça chegou na minha casa para ajustar seu vestido de noiva, e "totalmente calva", e usando um lenço na cabeça, eu levei um choque , até então nunca tinha visto ninguém com esse problema, ela me disse que até 15 anos ela tinha um cabelo lindo, inclusive me mostrou fotos da festa de 15 anos dela, me disse que ficou no exterior tratando mais de 2 anos , seus pais gastaram muito dinheiro, mas sem resultado nenhum, aí eu que nem saía mais de casa, comecei a ver a situação de uma outro jeito, e a questionar; se aquela moça tão jovem, convivia bem com o problema porque eu não poderia? Inventei uma faixa coloquei na cabeça e disse pra mim mesma, " bora ser feliz"!!! Desde então não não saio de casa sem "minhas amigas faixas"!!!!

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  • Bom dia, gostaria de compartilhar o que aconteceu comigo para ver se ajudo alguém. Eu estava fazendo tratamento com reposição de ferro, pois tinha sido diagnosticada com anemia. Depois de 4 meses de tratamento meu cabelo começou a cair como se eu estivesse fazendo quimioterapia. Fui em um hematologista e ele me disse que ainda era consequência da anemia. Mudou o remédio de reposição do ferro e me deu 35 de prazo para que a reposição melhorasse, se não ele iria me internar para tomar ferro na veia. Ainda estou fazendo o tratamento de 45 dias de reposição de ferro e a queda do meu cabelo melhorou muito. Quem tiver queda de cabelo muito acentuada, vá a um médico hematologista para verificar os seus níveis de ferro. Só ele realmente resolveu meu caso. Passei por 5 médicos até ter este diagnóstico. Gastei muito medicamento com shampoo e minoxidil sem tanta necessidade.

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    • Daniela, o meu também começou cair após tratamento , só que de alergia. Fiquei apavorada quando um dr falou: Páre com este remédio de alergia que tem efeito quimioterápico ,parei e no mês seguinte começou cair cabelo em círculos pequenos, mas hj 30% já caiu, trato com dermatologista e com aplicação injetável tbm. Espero que resolva, confio

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    • Olá, Daniela!

      Muito obrigado por compartilhar sua história conosco! Muitas pessoas podem se beneficiar do seu relato!

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  • Tenho alopécia areata há 20 anos. Quando tem as falhas faço tratamento com aplicação na dermatologista para as falhas fecharem mais rápido mas o cabelo sempre volta e cresce normalmente. Passei por vários médicos de outras especializações, fiz todos os tipos de exames para checar as doenças que levam ao sintoma, mas graças a DEUS nunca tive nada pior que as falhas elas podem ser uma ou várias vão aumentando de tamanho se não bloquear na fase de ataque, mas sempre os cabelos nascem. Nenhum médico conseguiu dar um diagnóstico definitivo, também nunca tive um trauma emocional muito complexo.

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    • Meu filho tem 12 anos e tem alopécia areata e está sendo tratado no hospital das Clínicas, a equipe médica já informou que não tem cura e que ele terá que fazer tratamentos periódicos. Li o seu comentário Mari e gostaria de saber qual o remédio que você usa para sanar, nem que seja por um período. Pois os médicos não tem uma definição concreta do caso. Muito obrigado

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      • Admilson, bom dia! Consegue me ajudar com algum contato no HC para ver se consigo incluir um parente próximo no tratamento?
        Obrigado

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    • Olá, Mari!

      Ficamos felizes em saber que você lida bem com o problema apesar de todos os percalços! Muito obrigado pelo comentário!

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      • Uma benção seu tratamento e como é bom saber que muitas pessoas precisam ler e acreditar nisso. Esperamos que seja passageiro e eficaz os remédios, pois causam baixa autoestima e temos pressa. Obrigada.
        Não tem outra alternativas a não ser correr atrás do prejuízo, mas muitas vezes é deprimente pelo fato de sairmos e termos que prender o cabelo para evitar as perguntações e questionamentos como: Seu cabelo "era" TÃO LINDO, o que está acontecendo? Você tem uma vida e família tranquila? Pq está demorando? Entre outras piadinhas... Que bom que respondeu tbm ajuda nestas horas incertas e alivia saber que resolve, um dia...

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  • Tive um tumor na glândula hipófise e fiz a cirurgia transfenoidal (pelo nariz) no dia 17/01/2018.
    Ocorreu tudo bem durante e após a cirurgia, foi um sucesso!
    Desde antes da cirurgia eu vinha repondo alguns hormônios como testosterona, tiróide e cortizol, pois o tumor não era produtor, porém, venho percebendo uma queda acentuada de cabelo da cabeça.
    Não sei se meu caso está correlacionado com a ALOPECIA AREATA, ou se é o uso do testosterona NEBIDO, ou até fator emocional, pois apesar de tudo que passei devido ao surgimento do tumor e todo o processo cirúrgico, me separei, e minha filha foi morar em outro estado.
    Os relatos acima citados foram muito esclarecedores, e vai me ajudar bastante na minha linha de atuação a partir de agora.
    Obrigado a todos, boa sorte e que Deus esteja sempre conosco. 🍀
    Me chamo Petterson Guimarães e moro em Salvador

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  • Bom descobri alopecia há pouco mais de um ano. Começou com uma pequena bolinha sem cabelo e demorei cerca de três meses para me preocupar. No começo ela ia aumentando muito lentamente, fui em uma farmácia que me foi passado minosxidil e é um remédio em cápsulas para tomar... Sem nenhum sucesso! Notei sim que aumentou o brilho e a força mas a solução da queda não ajudou em nada mas tomei e passei dois meses. Logo depois notei que haviam mais 2 buracos atrás então fui em um dermatologista que fez infiltração, passou decadron meio comprimido por semana e minoxidil misturado com mais 2 fórmulas e segui certinho e em um mês já notei o crescimento dos novos pelos, mas notei tbm o crescimento de pelos em várias partes do meu corpo, meu rosto que sempre foi lisinho estava crescendo pelos. Me assustei e não parei e depois de 3 meses voltei ao médico que fez mais uma sessão de infiltração em outros 3 buracos que apareceram... Não tomei mais o remédio pq senti muitos pelos pelo corpo... Hoje as regiões já estão cheias, algumas com um pouco menos de cabelo mas não dá pra ver! Estou muito feliz com o resultado já estão com 17cm e eu muito feliz!

    Tenho um conselho pra quem está passando por isso... Procure mais rápido possível um dermatologista pq quanto mais rápido melhor e mais eficaz será o tratamento.

    Ps: sim, senti um pouco de dor na hora das injeções de infiltração, mas é suportável, não demora e o resultado é maravilhoso. E os pelos que tinham surgidos pelo meu corpo já desapareceram e está tudo normal.

    Espero ter ajudado!!

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    • Está acontecendo isso com minha filha de 21 anos, vc me ajudou muito
      Vou levá-la ao dermatologista o mais rápido possível. Obg!

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  • Tenho 28 anos e minha doença começou na barba, depois que procurei o Dermatologista e ele aplicou injeções a Barba ja esta voltando bem clarinha. Mas um tempo depois começou a cair na nuca e agora na cabeça também. Estão com retorno marcado e vamos ver no que vai dar. O mais triste é a zueira dos amigos, mas isso ai a gente tur de letra ai saber que tem pessoas com doença piores que a nossa.

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  • Eu tenho 23 anos, aos 17 tive alopecia porem passei uns remdios voltar a nascer. E agora estou com um falha notei que foi por um periodo de muito stresse que passei, vou fazer aplicações para ver o resultado espero que volte a nascer pois essa doença mexe demais com o auto estima de qualquer pessoa :/

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  • Olá meus amigos,a pouco tempo fiz uma cirurgia, Graças a Jesus Cristo correu tudo bem,como estava muito nervoso e preocupado mesmo nos primeiros dias de recuperação,
    notei um pouco acima da nuca que o local estava dolorido e com passar do tempo inflamou,formou cascão todavia eu passei a retirá-los.Com isso a região perdeu pêlos.Logo em seguida notei que no meu queixo também tinha perdido pêlos acentuadamente,por gentileza você a podem me dá uma forcinha com relação a está situação,desde já agradeço...

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    • Olá Márcio!

      É importante que você consulte um médico para saber de que problema se trata. A partir de alguns exames pode-se obter um diagnóstico correto e identificar as causas.

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  • Tive Alopecia Areata na minha adolescência, dos 12 aos 15 anos, e para mim foi super sofrido, não tinha vontade de fazer mais nada além de ficar escondido dentro de casa. Fiz tratamento psicológico, fui a vários dermatologistas, fiz aplicação de corticoide por mês durante um ano - cabelo nascia e depois voltava a cair. Depois, misteriosamente, passado 3 anos, voltou a nascer sem quedas. Hoje, tenho 25 anos e percebo que sempre quando estou muito preocupado meu cabelo tende a cair em formato de círculo em pequenos pontos da cabeça. Agora, voltou a cair, mas procuro encarar esse fenômeno sem que me afete o psicológico. Irei buscar o profissional. Esta doença faz com que eu passe encarar os problemas da vida sem muito stress e mais tranquilo, penso que assim, a queda de cabelo será controlada pelo nível de stress.

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  • Meu nome é Lara, tem 24 anos, e desde meus 15 anos, tenho alopecia, já fui em vários dermatologista, já fiz várias aplicações, já usei vários remédios, e eles ajudaram a nascer, mas eu sinto que quando mim estresso ou passo por alguma situação difícil, eles caem novamente. Tô usando um remédio chamado AVICIS q o dermatologista passou, gostei mt dele, o cabelo cresce rápido e tomo PANTOGAR, pra ajudar crescer mais rápido. Sinto q dessa vez vai ser melhor. Peço sempre nas minhas orações, q meu cabelo volte a ser como antes.

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  • Sou rose tenho 40 anos. moro na Cidade de Catalão-go,aqui o serviço do Sus e bem precário.segundo a única dermatologista q atende pelo sistema na regiao nao ha tratamento gratuito.Ja sofro c a alopécia ha mais de 3 anos,realmente creio q o fator emocional ajuda bastante.depois de várias perdas(perdi meus 3 irmaos e meu pai precocemente)sempre tem queda acentuada na cabeça e sempre veim de forma mais agressiva. ANTES eu pagava o tratamento q inclui uso de ansiolitico infiltrações no coro cabeludo e corticóides via oral ale. De pomadas e minoxidil...tudo caro.pantogar n resolveu p mi. Tomei por 6 meses a primeira vez.hj nao posso custear o tratamento e as"peladas" só crescem...
    Realmente a auto estima fica abalada e outro problema está ocorrendo...Estou descontando minhas frustrações na comida.Agora tô gorda e com pelada na cabeça 😭😭😭

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  • Ola pessoal, me chamo Kevin Rodrigues, tenho 22 anos de idade, completo 23 agora no próximo dia 26 de julho e sou de São Paulo, por volta de 1 mês e meio percebi que apareceu uma pequena falha em minha barba de uma hora para outra, não dei muita importância no momento, mas apos uns 20 dias vi que havia crescido e surgiu alguns outros pontos, como no bigode e no queixo, decidi pesquisar sobre, vi que poderia ser alopecia, vi alguns remédios e tratamentos, mas preferi ir a um dermatologista, pois bem fui ao dermo, a Dr. me pediu alguns exames me esclareceu algumas duvidas e me esclareceu algumas coisas sobre a doença, sim ela me disse que um dos fatores pode ser a tireoide ou doenças como diabetes, porem me disse que o estresse é uma das causas, e do ano passado ate fevereiro deste ano passei por um momento bem conturbado em minha vida, separação, desentendimento familiar, muitas mudanças, entre outras coisas, e vi que pode ter sido o motivo, e ainda vivia com a imunidade baixa por estar com começo de pneumonia e não sabia, em fim fiz os exames e retorno dia 20/07 agora para mais uma consulta e ver o resultado dos exames, espero que ela possa me passar um tratamento que resolva este problema, e vou procurar um psicologo ou algo do tipo para me manter no controle da SITUAÇÃO, PENSO QUE PRATICAR ALGO COMO IOGA, OU COISAS DO GÊNERO, possa diminuir meu estresse e evitar esta situação, por enquanto é isto mas vamos encarar com calma esta situação para não piorar o quadro !
    E que todos nos possamos ter uma melhora !

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  • Olá meu nome é Aline tenho 26 anos e sofro de alopecia areata a 18 anos , e muito triste passo de 6 e 6 meses no dermatologia tricologia, mas não está adiantando a cada 6 meses um remédio ou loção diferente... A queda do cabelo piorou muito , minha auto estima está lá em baixo as falhas são muitas e grandes , agora vou procurar um outro médico que faça implante ....

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  • Me chamo Lidiane tenho 27 anos e sofro com a alopecia a um e pouco, qndo meus cabelos começaram a cair fiquei desesperada e logo corri pra um demartologista, ela fez um diagnóstico e relatou q eu estava cm alopecia areata, ela me explicou que as causas variam pode ser estresse, estresse emocional e etc, ela logo iniciou o tratamento com infiltrações de triancil na área afetada e faço uso tópico d menoxidil graças a Deus o resultado foi bom e meu cabelo começou a crescer na área afetada, nos últimos 3 meses passei por momentos difíceis e meus cabelos começaram a cair novamente, agora vou ter q fazer novas infiltrações cm o triancil q por sinal são caros os tratamentos, mais creio q com a graça de Deus vou superar mais essa fase ruim q meche mto com psicológico da pessoa, mais cm Fe irei superar.🙌🙌🙌🙏🙏🙏

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  • Oi, sou Jackson e moro em Salvador, faz uns 3 dias que eu percebi dois círculos em cada sobrancelhas e notei a ausência de pelos já que a minha é muito cheia e fiquei bastante preocupado. Resolvi procurar na internet um resposta e acabei parando aqui e eu estou menos preocupado agora. Amanhã já irei marca um dermo pra saber direito o que deve ter causado ou o que é mesmo. Muito obrigado pelo artigo maravilhoso.

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  • Não tem haver com ausência de vitamina D. Tem alguma coisa haver?

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    • Olá!

      Existem indícios da relação da ausência de vitamina D com a queda capilar, pois este hormônio atua na absorção de cálcio, que é um mineral responsável pela síntese de queratina (substância que impacta na saúde dos cabelos e das unhas). Confira mais informações sobre como combater essa deficiência no organismo em nosso artigo sobre vitamina D.

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  • Olá .. me chamo Anthony tenho 36 anos sou de minas gerais. Perdi todos meus pelos do corpo fiz vários tratamentos sem sucesso .. fiz umas tatoos graças a Deus levo uma vida normal. Prático esporte .tipo maratonas . não sinto falta de nada .

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  • Meu filho de 19 anos, a pouco tempo apareceu com algumas falhas no cabelo. Fomos ao Dermato e ela diagnosticou como alopecia. Estamos em tratamento e fizemos uma série de exames para descartar as doenças que poderiam causar este tipo de problema. Estou achando a melhora lenta, mas acredito que resolveremos o problema.

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  • Ola muito obrigada pela informação adorei. Pois preciso muito fazer uma dieta saudavel.

    Vou compartilhar agora mesmo com as minhas amigas pois este conteudo e top.

    Obrigada!

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  • Olá, estou com muita queda de cabelo, já tem uns dois anos que sofro com essa queda e n tenho nenhuma falha pq está nascendo cabelos novos mais esses cabelos são muitos finos e até eles estão caindo, estou desesperada p que esses cabelos novos estão caindo tbm e com muito medo de perder TDS os cabelos

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    • Olá, Jessica.
      A queda de cabelos pode ter diversas causas, como o estresse ou irregularidade hormonal.
      É importante que você consulte um especialista e, com base nos exames e avaliação do couro cabeludo, ele determine qual o melhor tratamento.
      Quanto antes a consulta for realizada, melhores e mais rapidamente serão obtidos resultados.

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