Redação Minuto Saudável
28/05/2018 08:00

Hérnia Umbilical: o que é (na gravidez, em bebê), sintomas, cirurgia

O que é hérnia umbilical?

Hérnia umbilical (CID-10 K42) é caracterizada pela saliência no umbigo ou em volta dele (região da cicatriz umbilical), constituída de gordura ou uma parcela de intestino que conseguiu passar pelo músculo do abdômen, chamado anel umbilical, considerado o ponto mais frágil da parede abdominal.

Isto pode acontecer pelo aumento da pressão abdominal derivada de esforço físico excessivo, além de problemas congênitos ou contraídos.

O distúrbio é mais comum em crianças, sendo que 1 a cada 10 sofrem de hérnia umbilical, mas também pode ser desencadeado em adultos, em especial nas mulheres durante a fase da gestação.

Dentre os sintomas, podemos destacar a dor na região umbilical, náuseas e vômitos. Se o problema não for tratado de forma correta, há risco de complicações e até mesmo de morte.

Índice – neste artigo você vai encontrar as seguintes informações:

  1. O que é hérnia umbilical?
  2. Causas
  3. Fatores de risco
  4. Sintomas da hérnia umbilical
  5. Como é feito o diagnóstico?
  6. Hérnia umbilical tem cura?
  7. Tratamento
  8. Cirurgia
  9. Medicamentos
  10. Complicações
  11. Doenças relacionadas
  12. Como prevenir

Causas

As causas da hérnia umbilical estão associadas à fraqueza muscular abdominal e histórico clínico da doença.

Em bebês

O surgimento da hérnia umbilical é mais comum em bebês prematuros, nascidos com massa corporal inferior a 2.500 gramas. Cerca de 20% deles nascem com o problema.  Também é mais frequente em crianças de pele morena.

No início da gravidez, os intestinos se desenvolvem fora do corpo do feto. Ao se completar 3 meses de gestação, os intestinos retornam para dentro do abdômen e a parede muscular é vedada, apenas permitindo a passagem do cordão umbilical (estrutura de ligação entre a mãe e feto, que garante que o bebê receba sangue, oxigênio e nutrientes).

Para tal, o cordão umbilical atravessa um pequeno orifício chamado de anel umbilical, constituído de músculos e tecidos, sendo fechado comumente após o nascimento do bebê.

Quando este fechamento da parede abdominal não ocorre integralmente, órgãos e tecidos podem atravessar o canal em volta do umbigo, formando a hérnia.

A hérnia aparece no nascimento ou com o passar dos anos. Contudo, ela tende a sumir sozinha até os 5 anos de idade.

Em adultos

Em pessoas adultas, a doença pode ser adquirida pelo exagero de força física e certas condições de saúde.

Esforço físico

Carregar muito peso (seja na bolsa ou no próprio ambiente de trabalho) e fazer atividades físicas intensas, como musculação, aumentam a pressão abdominal. Como consequência, a parede muscular se torna frágil.

Constipação prolongada

A constipação intestinal ou prisão de ventre como também é chamada, acontece quando há redução na quantidade de evacuações e dificuldade em realizar o ato.

A pessoa sente dor pelo esforço excessivo ao tentar evacuar. Em alguns casos, ela pode apresentar sangramento e ter a sensação de “inacabado”. Essa força exercida pressiona a parte inferior do abdômen e, de forma prolongada, pode gerar a hérnia umbilical.

A causa mais comum para o surgimento da constipação é a baixa ingestão de líquido e de alimentos ricos em fibras.

Tosse crônica

A tosse crônica acontece quando a tosse perdura por mais de 8 semanas. O ato de tossir provoca pressão e estresse no abdômen, o que pode ocasionar a hérnia.

Por estar relacionada com distúrbios, a tosse crônica exige assistência médica. Entre as causas mais comuns, estão:

  • Asma;
  • Refluxo gastroesofágico;
  • Síndrome da tosse de vias aéreas superiores (STVAS);
  • Tabagismo;
  • Bronquite crônica;
  • Tosse por EICA — enzima que tem como função a decomposição da bradicinina na via respiratória. A bradicinina, por sua vez, dilata os vasos sanguíneos e são usados em medicamentos para pressão alta;
  • Tuberculose;
  • Neoplasia (massa anormal do tecido).

Ascite

A ascite, também conhecida como barriga d’água, é caracterizada pela acumulação de líquidos dentro da cavidade abdominal, aumentando o seu tamanho. A causa mais comum é a hipertensão portal — doença que aumenta a pressão arterial das veias que transportam o sangue até o fígado, originada, na maior parte das vezes, pela cirrose.

Quando o volume de líquidos é muito grande, a parede abdominal é alongada, criando hérnias umbilicais, dor no abdômen e falta de ar por causa da limitação dos movimentos do diafragma (músculo responsável pela respiração humana).

O diagnóstico é dado através da análise do líquido. Normalmente, a diminuição de sal e uso de diuréticos resolvem o problema.

Fatores de risco

Alguns quadros de saúde facilitam o surgimento de hérnia umbilical. De maneira geral, compreendem aqueles que aumentam a pressão nos músculos e no tecido da parede abdominal. São eles:

Gravidez

A doença surge principalmente em mulheres que possuíram o quadro na infância. Na gravidez, pelo fato do músculo abdominal já estar debilitado pela presença do feto, a pressão dentro da barriga ocasiona uma fissura.

Por isso, gestações múltiplas aumentam as chances de hérnia umbilical. Normalmente o problema não afeta a saúde do bebê e da mãe, e também não atrapalha no momento do parto. Além disso, o esforço gerado durante o parto também pode provocar o surgimento da hérnia.

Obesidade

A obesidade é definida pelo acúmulo em excesso de gordura no corpo do indivíduo. De acordo com o Ministério da Saúde, 1 a cada 5 brasileiros são obesos. Em 2006, 11,8% da população sofria desse mal, já no ano de 2016, esta estimativa aumentou para 18,9%.

Para estas pessoas, é comum o surgimento de hérnias umbilicais. 8% dos pacientes em consultórios médicos que desejam fazer a cirurgia bariátrica, apresentam o problema. Isto porque o excesso de gordura fragiliza a parede abdominal.

Fibrose cística

Fibrose cística é uma patologia genética e crônica que atinge pulmões, pâncreas e sistema digestivo. Em média, 70 mil pessoas no mundo são acometidas, principalmente na infância.

Sua característica é o acúmulo de muco produzido pelo corpo, cerca de 30 a 60 vezes mais que o normal. Entre os sintomas mais comuns estão:

  • Eliminação do excesso de sal pelo suor, em que a pessoa pode sentir o sabor. Por isso a condição também é conhecida como doença do beijo salgado;
  • Perda de massa corporal;
  • Tosse contínua, em alguns casos, há presença de catarro;
  • Infecções pulmonares (pneumonia e bronquite);
  • Dificuldade em evacuar, fezes volumosas e gordurosas;
  • Pólipo nasal (tumor benigno dentro da cavidade nasal).

Testículos não descidos (criptorquidia)

Geralmente os testículos descem para o escroto (saco muscular) nos últimos meses de gestação. Quando este processo não ocorre, é chamado de criptorquidia.

Uma das causas do problema está relacionada ao surgimento de hérnias pelo canal onde os testículos descem do abdômen para o escroto. As outras circunstâncias incluem alterações hormonais, baixo peso do bebê e parto prematuro.

Problemas na uretra

Pessoas com problemas na uretra — canal pelo qual a urina é expelida —, como cistos, infecções e cistite, necessitam utilizar mais força ao urinar, o que pode provocar a hérnia umbilical.

Displasia da anca

A anca compreende a parte lateral do corpo humano, da cintura à articulação da coxa. A displasia ocorre quando há malformação no acetábulo (estrutura que, em conjunto com a cabeça do fêmur, constituem a articulação da anca), não possibilitando o encaixe adequado do osso.

Em decorrência disso, ocorre um atrito entre as partes, ocasionando um desgaste. A hérnia umbilical é um dos sintomas.

Sintomas da hérnia umbilical

Quanto maior for o tamanho da hérnia, mais intensos serão os sintomas, principalmente em situações de levantamento de peso, pressionamento da musculatura abdominal e longos períodos em pé.

A doença, na maioria das vezes, é percebida somente pela protuberância no umbigo. Em certos casos, há desconforto abdominal. Nos quadros mais graves, no entanto, os sintomas compreendem:

  • Dor abdominal súbita e forte;
  • Enjoo;
  • Vômito;
  • Constipação.

Já em crianças, geralmente a hérnia é indolor, mas os sintomas estão relacionados com a gravidade da doença. Procure um médico imediatamente se a criança apresentar:

  • Dor;
  • Vômito;
  • Saliência mole, inchada ou descolorida.

O estado pode ser piorado quando a criança chora enquanto tosse, se mexe muito ou faz muito esforço. Em contrapartida, se ela está deitada ou calma, os sintomas amenizam.

Como é feito o diagnóstico?

O médico que deve ser consultado é o pediatra ou clínico geral. Em casos de hérnia umbilical, pode ser adotado os seguintes procedimentos:

Exame físico

O especialista irá olhar e tocar a região do abdômen. Ele também pode solicitar ao paciente que tussa ou sopre a mão sem deixar o oxigênio sair. O intuito é aumentar a tensão abdominal e revelar a hérnia.

Além disso, para medir seu formato e tamanho, o médico pode segurá-la com força ou esticá-la.

Ecografia abdominal

A ecografia abdominal é utilizada em casos mais graves. Ela consiste na captação de imagens de órgãos do local superior do abdômen através de um aparelho chamado ecógrafo.

O procedimento não causa dor e dura em média 5 minutos, sendo feito por meio da introdução de uma sonda na região abdominal.

Radiografia

O exame de radiografia ou raio X é recorrido em situações específicas. Nele, é possível ter imagens de órgãos, como baço, estômago e intestinos.

Para realizar o diagnóstico, a pessoa deve deitar-se de barriga para cima. O instrumento de raio X estará posicionado em cima da região do abdômen. O oxigênio deve ser retido neste momento para não haver adulteração de imagem.

Hérnia umbilical tem cura?

Não há tratamento que “cure” a hérnia umbilical. Ela pode sumir sozinha ou ser retirada através de intervenção cirúrgica.

Tratamento

Quando surge em crianças, a hérnia umbilical mede em torno de 1 a 5 centímetros e costuma desaparecer sozinha entre 4 a 5 anos de idade. Quando viável, o médico também pode forçar o nódulo de volta ao abdômen.

Se a protuberância continuar, mesmo passado este período, é possível que o pediatra indique a cirurgia. Em casos de hérnias maiores, a intervenção pode ser feita em crianças a partir de 2 anos.

Outros fatores também exigem a retirada da saliência:

  • Se a hérnia aumentar de tamanho em crianças de 1 a 2 anos de idade;
  • Se os intestinos estão alocados no interior do saco herniário, o que impossibilita ou diminui os movimentos do intestino (peristaltismo);
  • Se a hérnia está presa.

Em adultos, no entanto, a hérnia umbilical não some de forma natural, inclusive aumenta de tamanho, sendo necessário cirurgia para evitar complicações, como encarceramento e estrangulamento.

Cirurgia

A cirurgia pode ser realizada em um hospital ou centro de cirurgia ambulatorial. Normalmente ela dura em torno de 45 minutos, sendo necessário o uso de anestesia. A maioria das crianças recebe alta depois de algumas horas após o procedimento.

Os procedimentos podem ser:

Herniorrafia

Conhecida também como hernioplastia, a herniorrafia é uma operação simples, mas que necessita de anestesia. É realizada uma incisão no abdômen para remover a hérnia.

Feito isso, o anel herniário é fechado por meio de telas grossas e rígidas que vão ajudar na prevenção de novas hérnias, ou ainda, por meio de pontos cirúrgicos que evitam a saída dos órgãos.

Laparoscopia

Na laparoscopia são feitos 3 a 6 pequenos furos na região abdominal. Através destes orifícios, é passado uma microcâmera a fim de analisar o interior abdominal, bem como os instrumentos necessários para retirar a hérnia.

Devido à utilização de anestesia geral, o paciente precisa ficar, no mínimo, um dia internado no hospital. Diferentemente do método convencional, em que é feito um grande corte, este procedimento deixa cicatrizes menores, em torno de 1,5 cm, o que reduz o tempo de recuperação e dos riscos de infecções e complicações.

Laparoscopia por orifício único

Em 2011 surgiu um novo método de laparoscopia. Conhecido como scarless surgery (cirurgia sem cicatriz) ou single port (porta única), é feito apenas um corte no abdômen, com um tamanho de 2,5 cm e escondido sob o próprio umbigo.

Além de possibilitar uma reabilitação mais rápida, a laparoscopia por orifício único diminui a dor e sangramento pós-operatório.

Pós-operatório

Em situações agravadas, o procedimento cirúrgico é eficiente. O risco de complicações e reincidências são quase nulas.

Para a maioria das crianças que extraem a hérnia umbilical por meio de cirurgia, a alta é concedida poucas horas após o procedimento. Para aliviar o desconforto pós-operatório, a criança pode fazer uso de analgésicos.

Alguns cuidados devem ser seguidos, como não nadar por um período de 5 a 10 dias e não realizar esportes por 2 a 3 semanas. O retorno ao pediatra deverá ocorrer em 2 a 4 semanas.

Contudo, algumas condições de saúde da criança devem ser observadas. Caso as apresente, o atendimento médico deve ser imediato:

  • Febre;
  • Vermelhidão;
  • Inchaço;
  • Dor;
  • Saliência próximo ao umbigo;
  • Sangue ou líquido com odor fétido perto do corte;
  • Enjoos,
  • Vômitos;
  • Diarreia;
  • Constipação demorada.

Em adultos submetidos à cirurgia, o recomendado é ficar em repouso absoluto por um período de 1 a 2 semanas. Posteriormente, o médico deverá ser consultado e lhe dizer quais atividades serão permitidas.

Certos alimentos, como aqueles abundantes em proteína magra (ovo, peito de frango e peixe) ajudam na cicatrização, pois auxiliam no crescimento dos tecidos. Beber muita água também é recomendado, porque hidrata e aumenta a elasticidade da pele.

Medicamentos

No pós-operatório, é normal o paciente sentir dor e inchaço abdominal, que podem ser solucionados por meio de analgégicos e anti-inflamatórios:

Atenção!

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas neste site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

Complicações

Caso a hérnia umbilical não seja retirada, podem surgir complicações, o que exigirá uma cirurgia de emergência. Os problemas relacionados à doença incluem:

Encarceramento da hérnia

O encarceramento da hérnia é raro, sendo mais comum em adultos. O problema ocorre quando o intestino fica preso dentro da hérnia e não consegue retornar para o abdômen. Como consequência, o fluxo sanguíneo é diminuído, provocando dor umbilical e contusões no tecido. Caso a interrupção do sangue seja definitiva, pode evoluir para uma hérnia estrangulada.

Estrangulamento da hérnia

Aproximadamente 3% de todos os tipos de hérnias apresentam estrangulamento. É uma das complicações mais temidas, pois pode levar à morte e requer cirurgia imediata. A demora em tratar pode resultar na necrose do intestino, ou seja, o órgão morre.Assim, a infecção pode se espalhar por todo o corpo e gerar uma situação de risco de morte.

O não funcionamento do intestino, por sua vez, causa alongamento do abdômen (estufamento), perda de apetite, enjoo e vômitos. A pessoa também pode sentir fortes dores contínuas no local onde está contida a hérnia.

Não é possível prever quando o estrangulamento vai aparecer, pois isso independe do tamanho da hérnia e do tempo em que se está com a doença.

Oclusão intestinal

A oclusão intestinal é consequência do estrangulamento, caracterizada pela suspensão do funcionamento intestinal. Dores abdominais intensas, vômitos e falta de gases ou fezes, são alguns dos sintomas da oclusão intestinal

O indivíduo deve ser hospitalizado imediatamente, caso contrário, pode apresentar uma série de complicações, como:

  • Desidratação;
  • Insuficiência renal;
  • Doenças cardíacas;
  • Peritonite (inflamação por bactéria ou fungo no tecido abdominal);
  • Estado de choque (quando o oxigênio diminui ou para de chegar até as células).

O tratamento varia em cada caso, podendo ser medicamentoso, endoscópico e cirúrgico.

Doenças relacionadas

A hérnia umbilical, no entanto, ainda pode estar associada a outras doenças, tais como:

Hipotireoidismo congênito

O hipotireoidismo congênito é uma doença que impede que o bebê crie o hormônio da tireoide tiroxina (T4), responsável por regularizar o metabolismo. A falta dele prejudica o desenvolvimento físico e mental da criança.

As causas mais comuns são a pouca quantidade de iodo na alimentação (que produz o T4), inexistência da glândula tireoide ou hereditariedade. Os sinais incluem anemia, sono exagerado, hérnia umbilical e pele seca.

O distúrbio é diagnosticado já na primeira semana do nascimento, através do teste do pezinho. O tratamento é feito por meio da reposição hormonal deficiente no organismo  durante toda a sua vida.

Síndrome de Beckwith-Wiedmann

A síndrome de Beckwith-Wiedmann é uma doença rara, que atinge 1 a cada 13.700 crianças ao nascer. As causas são diversas, de alterações genéticas e epigenéticas (transformações do genoma mas que não mudam a sequência do DNA) no cromossomo 11 à hereditariedade.

Sua principal característica é o crescimento anormal de determinados órgãos internos e externos e deformidade corporal. Hérnia umbilical, tumores embrionários e hipoglicemia neonatal (baixo nível de glicose, inferior à 70 mg/dL) também são indicações da síndrome.

O diagnóstico é feito no pré-natal ou logo após o parto por meio de exames. O tratamento varia de acordo com os sintomas apresentados, assim como os especialistas (pediatra, cardiologista, cirurgião ou dentista).

Mucopolissacaridose I (MPS I)

Também raro, a mucopolissacaridose I é um distúrbio que causa a malformação de enzimas, que atuam em diversas funções do organismo. De origem genética ou hereditária, ao todo, são apontados 7 tipos de MPS.

O mais comum é o distúrbio de depósito lisossômico (DDL), caracterizado pela deficiência da enzima alfa-L-iduronidase, responsável por fragmentar glicosaminoglicanos (GAGs) — cadeias de moléculas de açúcar que constituem  ossos, cartilagem, pele e outros tecidos. A pessoa pode desenvolver problemas, como enrijecimento das articulações, surdez, hérnia (inguinal ou umbilical) e aumento de tamanho do fígado e baço.

Na avaliação médica são realizados testes para medir os níveis de enzimas no sangue. Dependendo do grau de severidade dos sintomas, a pessoa pode passar por reposição enzimática ou até mesmo por transplante de medula óssea. O paciente deve ser diagnosticado e tratado no início da doença para evitar possíveis complicações.

Como prevenir

Não há formas de prevenção de hérnia umbilical em bebês e crianças. Já em adultos, o indicado é manter uma postura ereta ao levantar peso, ter uma alimentação saudável, pois isso contribui para o fluxo intestinal, e controle da massa corporal, além de praticar atividades físicas que fortaleçam os músculos abdominais.


Hérnia umbilical é uma doença comum em bebês ao nascer, mas também pode ser derivada de excesso de esforço físico, no caso dos adultos. As complicações podem levar o paciente à morte.

Por isso, fique atento às informações contidas no post e compartilhe com as pessoas próximas a você!

Referências

https://www.news-medical.net/health/Hernia-Complications-(Portuguese).aspx
https://www.healthline.com/health/umbilical-hernia
https://www.medicalnewstoday.com/articles/189580.php
https://www.webmd.com/parenting/baby/what-are-umbilical-hernias

12/12/2018 17:45

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