A dieta hiperproteica é um assunto muito comentado entre pessoas que querem perder peso e ganhar massa muscular. 

Como o nome já diz muito sobre as características desse dieta, fica fácil entender que ela é baseada em um consumo maior de proteínas. 

Em geral, ela favorece o fortalecimento dos músculos, aumento da massa magra e redução de gorduras.

O que é dieta hiperproteica? 

O maior consumo de proteínas é a característica principal dessa dieta, em que carnes, laticínios e verduras são essenciais na rotina de quem a realiza. 

Dentro da dieta hiperproteica, os carboidratos simples, como massas brancas, doces e algumas frutas, podem ser excluídas do cardápio.

Durante a realização, é sempre muito importante ter consciência do acompanhamento de um(a) profissional de nutrição. Pois, da mesma forma que ela pode trazer muitos benefícios, também pode trazer malefícios se não for bem desempenhada.

É muito comum que as pessoas tenham dúvidas sobre esse poderoso papel da proteína no processo da dieta hiperproteica.

Acontece que esses alimentos têm, entre outras coisas, a função de auxiliar na construção das células e tecidos do nosso corpo.


Lembre-se de não confundir a dieta hiperproteica com a dieta hipercalórica, pois as duas desempenham papéis diferentes. Na hiperproteica, em geral, a função é fortalecimento muscular, enquanto na calórica o objetivo é o ganho de peso. 

Dieta hiperproteica hospitalar: o que é?

A dieta hiperproteica está também inserida no contexto hospitalar. Ela tem características diferentes da dieta hiperproteica relacionada ao mundo fitness, pois visa a manutenção ou recuperação da saúde.

Ela é principalmente utilizada em pacientes que:

  • Necessitam da reposição de tecidos musculares;
  • Necessitam aumentar a reserva de gorduras;
  • Não estão atingindo suas necessidades nutricionais com a dieta padrão;
  • Têm um desequilíbrio no balanço nitrogenado (quando a massa muscular está sendo perdida).

Para que serve uma dieta hiperproteica?

A dieta hiperproteica, quando relacionada ao mundo fitness, serve principalmente para o ganho de massa muscular (hipertrofia), podendo auxiliar ainda na redução de gorduras. 

Dentro disso, outros benefícios podem ser citados:

  • Fortalecimento dos músculos;
  • Maior saciedade;
  • Melhora do desempenho físico.

É importante mencionar que a dieta hiperproteica está relacionada com a prática de exercícios físicos regulares. Ou seja, para obter resultados, as duas, tanto a dieta quando as atividades físicas, devem ser exercidas juntamente. 

Já a dieta hiperproteica hospitalar é utilizada na recuperação de pacientes. Atuando principalmente no fortalecimento da massa magra, já que a proteína é responsável pela formação muscular. 

Alimentos permitidos

O cardápio hiperproteico pode variar desde um restrito, onde o consumo é apenas de alimentos proteicos e zero carboidratos, até o que envolve apenas o aumento da ingestão de proteínas. 

Em geral, em ambos os casos, o cardápio pode ser construído com base nesses alimentos:

  • Carnes magras, peixe, ovo e presunto;
  • Queijo branco, leite e iogurte desnatados;
  • Acelga, couve, espinafre, alface, rúcula, agrião, chicória, cenoura, repolho, tomate, pepino e rabanete;
  • Azeite de oliva;
  • Nozes, castanhas e amêndoas;
  • Chia, gergelim, linhaça e girassol;
  • Limão e abacate.

As gorduras boas (gorduras insaturadas) presentes em alguns alimentos, como abacate, nozes, salmão, azeite de oliva extra-virgem, atum e sardinha são essenciais para a saúde do corpo e controle de apetite. Podendo, assim, ser incluídos no cardápio.

O tempo de execução da dieta pode variar. Ela vai depender dos seus objetivos com o desempenho da dieta e também da orientação nutricional.

As mais restritas, em geral, têm orientação para durarem até 14 dias. Já aquelas destinadas a atletas de alto rendimento, em busca de hipertrofia, podem ser adotadas continuamente, com acompanhamento nutricional.

Quais os riscos da dieta hiperproteica?

O importante é que as pessoas que utilizam o método da dieta hiperproteica se atentem aos riscos quando não acompanhada por um profissional da saúde e executada durante um longo prazo.

O surgimento de gota, a sensação de cansaço e danos nos rins e fígados são alguns riscos que podem surgir naquelas alimentações muito restritas. 

É essencial durante o processo da dieta hiperproteica a prática de exercícios físicos. Como a ingestão de proteínas é grande, sem o fortalecimento dos músculos presentes nas atividades, o consumo pode engordar em vez de emagrecer.


A dieta hiperproteica é uma boa opção para quem procura emagrecer rápido e ainda sim conquistar massa muscular. Muito indicada por quem já fez uso desse processo. 

Por isso, procure um profissional da saúde para saber melhor sobre como a dieta pode funcionar no seu corpo e opte pela saúde e bem-estar sempre.

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