Tudo sobre Dezembro Laranja: a campanha contra o câncer de pele

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Dezembro, o último mês do ano, é carregado de mudanças na rotina — férias, festividades, viagens e passeios são mais frequentes.

Apesar da programação mudar, os cuidados com a saúde da pele não podem ser abandonados. Pensando nisso, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) elegeu dezembro como o mês de atenção e prevenção ao câncer de pele.

Saiba mais sobre a campanha Dezembro Laranja e como cuidar da sua pele:

O que é o Dezembro Laranja?

O Dezembro Laranja é uma campanha de prevenção e conscientização sobre o câncer de pele. A ideia, inspirada no Outubro Rosa e no Novembro Azul, veio da Sociedade Brasileira de Dermatologistas (SBD) e ocorre desde de 2014.

Para participar é simples: basta vestir-se de laranja, decorar o ambiente de trabalho, compartilhar o conteúdo nas redes sociais com as hashtags #dezembrolaranja e #verãolaranja e, é claro, consultar seu dermatologista!

De acordo com o Inca (Instituto Nacional do Câncer), 176 mil casos de câncer de pele surgem todos os anos no Brasil. É o tipo mais comum e, apesar de sua taxa de mortalidade ser mais baixa que os demais, pode trazer consequências sérias. Por isso, não deixe de consultar um médico!

Em 2018, a campanha, com slogan “Se exponha mas não se queime”, tem como objetivo alertar sobre os perigos da radiação solar de forma mais lúdica, descontraída e responsável.

É muito importante que a campanha continue, pois uma pesquisa feita pelo SBD em conjunto com o DataFolha revela dados alarmantes:

Por exemplo, 63% dos brasileiros não usa protetor solar no dia a dia e que mais ou menos 6 milhões de brasileiros (cerca de 3% da população) não se protegem de forma alguma quando estão mais expostos ao sol, como na praia, na piscina, cachoeira, ou no banho de rio ou lago.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) também mostra dados preocupantes. Ela estima que, no ano de 2030, haverá no mundo 27 milhões de novos casos de câncer de pele, com 17 milhões de mortes pela doença e 75 milhões de pessoas vivendo com câncer, e os países em desenvolvimento serão os mais afetados.

No Brasil, o câncer já é a segunda maior causa de morte por doenças, atrás apenas do aparelho circulatório. Para os anos de 2018 e 2019, estima-se cerca de 165.580 mil novos casos de câncer da pele do tipo não melanoma.

De acordo com os dados da campanha, a previsão para 2018 e 2019 apresentou um cenário mais otimista em comparação com o biênio anterior, 2016 e 2017: houve uma redução de 10 mil casos estimados, indicando resultados da campanha.

Por isso, participe você também da e ajude a continuar reduzindo esses números. O câncer de pele pode ser grave e levar a problemas sérios. Então “se exponha mas não se queime”.

Índice – neste artigo você vai encontrar as seguintes informações:

  1. O que é Dezembro Laranja?
  2. Como surgiu?
  3. Objetivos do Dezembro Laranja
  4. Câncer de pele
  5. Sinais e sintomas
  6. Como prevenir
  7. Tratamento
  8. O protetor solar atrapalha a síntese de vitamina D?

Como surgiu?

Em 2014, a Sociedade Brasileira de Dermatologia, inspirada pelas campanhas Outubro Rosa e Novembro Azul, de alto impacto e adesão, deu início ao Dezembro Laranja para alertar sobre os riscos do câncer de pele.

Desde então, no último mês do ano, a entidade realiza ações para lembrar como evitar a doença e convida a população a participar dessas ações através das redes sociais, com uma foto vestindo uma peça de roupa na cor laranja e publicando-a com as hashtags #dezembrolaranja e #verãolaranja.

Mas, claro, o objetivo não é apenas engajar-se nas ações, mas levar informação à população e ajudar os participantes a criarem hábitos de proteger a pele.

A SBD realiza ações que incluem iluminação de monumentos, para aumentar a conscientização, distribuição de informações em praias e parques, além de distribuição de filtro solar. Todo ano, as ações visam atingir e atrair o maior número de pessoas possível, refletindo e diminuindo as taxas de câncer de pele.

Dezembro foi o escolhido pois é o mês do verão no hemisfério sul. É quando as pessoas saem de casa e vão para praia e parques, onde ficam mais expostas ao sol e, consequentemente, aos fatores de risco do câncer de pele.

Na campanha de 2016, a SBD criou o mascote Super Protetor para aumentar seu apelo infantil. O personagem é um super herói que ajuda as pessoas a se proteger dos danos da radiação solar.

Nesses 5 anos de campanha, a iniciativa tem apoio do Conselho Federal de Medicina (CFM) e pela Associação Médica Brasileira (AMB), também conta com órgãos públicos, instituições de saúde e empresas do setor privado, que dão mais força à ação.

O cronograma da ação, em dezembro, mobiliza mais de 4 mil médicos dermatologistas e voluntários para o atendimento, consulta e prestação de informações gratuitos quanto à doença e os modos de prevenção, em 132 postos e unidades de saúde em diversos estados.

Objetivos do Dezembro Laranja

O Dezembro Laranja tem como objetivo de aumentar a conscientização sobre o câncer de pele e os riscos da exposição solar descontrolada, sem o uso de protetores solares e outras formas de proteção contra a radiação ultravioleta.

Saber dos sintomas do câncer de pele é um dos principais fatores para se proteger , pois, se for diagnosticado com antecedência, é facilmente tratável e tem taxas de mortalidade mais baixas do que as outras variações da doença.

Por isso, o principal objetivo é conseguir reduzir os casos da doença, considerada uma meta absolutamente alcançável para a Sociedade Brasileira de Dermatologia — basta informação e cuidado.

Câncer de pele

O câncer de pele é, de longe, o mais comum no Brasil, correspondendo a 30% dos diagnósticos de tumores malignos. Ele afeta, mais comumente, adultos com mais de 50 anos, mas isso não quer dizer que pessoas mais jovens e até mesmo crianças não tenham o risco de desenvolvê-la.

Aparece com mais frequência em mulheres do que em homens – sendo que dos 165.580 mil novos casos estimados para o biênio 2018 e 2019, 85.170 mil serão em homens, enquanto 80.410 mil serão em mulheres.

É causado, principalmente, pela exposição contínua à radiação solar, mas também pode surgir devido à mutação no DNA de células epiteliais.

Por isso, há maior risco na população branca (60,78%), que está mais propensa a desenvolver a doença pela falta de melanina na pele.

Apesar de ser um dos tipos de câncer mais comuns, devido aos avanços na medicina, que permitem um tratamento mais eficaz e diagnóstico precoce, seus índices de mortalidade diminuíram significativamente.

A maior parte dos casos são de variedade não melanoma, então são mais fáceis de serem controlados, pois não causam mudanças na base celular.

Mesmo assim, é fundamental fazer o reconhecimento dos sintomas o quanto antes, já que o tempo é o fator chave para evitar que o tumor se torne agressivo.

Sinais e sintomas

Os sinais do câncer de pele normalmente são evidentes e fáceis de ser identificados. Confira:

Aparecimento de pintas e sinais

O aparecimento de sinais e pintas na pele, sobretudo em formatos irregulares, é um dos principais sintomas do câncer de pele.

Eles chamam a atenção facilmente, pois aparecem de repente e com características notáveis de tamanho, cor e textura.

Enquanto alguns sinais e pintas aparecem somente acastanhados, outros aparecem com uma textura mais elevada e coloração escura.

Mudanças nos sinais

Muitos sinais surgem e não mudam ao longo do tempo. Entretanto, caso algum deles comece a apresentar mudanças, fique atento. É fundamental prestar muita atenção às modificações nas pintas e marcas da pele ao longo do tempo.

Regra do ABCDE

A regra do ABCDE é um modo simples inventado e indicado para facilitar o reconhecimento das manifestações do câncer de pele. Nela, você precisa ficar atento a 5 aspectos físicos das pintas:

  1. Assimetria;
  2. Bordas;
  3. Coloração;
  4. Diâmetro;
  5. Evolução.

Assim, pintas que apresentam assimetria, bordas irregulares, mais de uma tonalidade de cor, diâmetro maior do que 6mm e/ou algum tipo de crescimento irregular, possuem chance maior de ser um câncer de pele.

Caso você note algum desses sinais, consulte um médico.

Feridas que não cicatrizam

Células normais se regeneram em pouco tempo diante de lesões ou feridas. Quando não cicatrizam ou dificilmente chegam a se fechar totalmente, é porque têm alguma alteração que pode ser maligna.

Portanto, ao notar feridas que ficam muito tempo abertas, deve-se considerar como um sinal de câncer de pele.

Inflamação e vermelhidão

A presença de células com alterações malignas provoca reações inflamatórias que podem se tornar notáveis tanto em sinais e pintas como em outras partes da pele.

Em geral, a inflamação acontece nas bordas dos sinais e vem acompanhada de vermelhidão, assemelhando-se à uma irritação comum. Entretanto, ao contrário das irritações, no câncer de pele, os sintomas são incômodos e persistentes e, ao invés de melhorar, pioram com o passar dos dias.

Fatores de risco

Existem alguns fatores que podem aumentar sua propensão a adquirir câncer de pele. São eles:

  • Histórico de câncer de pele na família;
  • Pele clara, que bronzeia pouco e sempre fica avermelhada;
  • Olhos claros;
  • Cabelos claros;
  • Presença de muitas pintas no corpo;
  • Incidência recorrente de queimaduras solares;
  • Sardas;
  • Exposição prolongada ao sol sem proteção.

Como prevenir

Os efeitos nocivos da radiação do sol são cumulativos e irreversíveis. Isso significa que os danos causados pelos raios ultravioleta persistem por toda a vida, desde a infância. Por isso, é muito importante se atentar às seguintes dicas de prevenção:

  • Evitar se expor ao sol entre as 10h e 16h;
  • Utilizar filtro solar todos os dias, especialmente no rosto;
  • Aplicar protetor solar meia hora antes da exposição solar;
  • Reaplicar o protetor a cada 3 horas;
  • Usar bonés, chapéus e óculos escuros com lentes UVA/UVB;
  • Manter-se debaixo de sombras ou guarda-sóis quando estiver na praia;
  • Consultar-se uma vez ao ano com o dermatologista;
  • Observar regularmente a pele, ficando atento a pintas ou manchas suspeitas;
  • Manter os bebês e as crianças protegidas do sol – filtros solares podem ser usados a partir dos 6 meses de idade.

Escolha o filtro solar adequado

O mínimo recomendado para todo tipo de pele são filtros solares com FPS (Fator de Proteção Solar) 30 ou superior, sendo que peles mais claras e que ficam avermelhadas com mais facilidade devem ser tratadas com FPS mais altos.

Além da fator, os filtros se diferenciam pela apresentação. Confira:

Spray

São ideais para pessoas com peles oleosas, pois não deixam aquele aspecto engordurado na pele. Possuem um bom filme protetor, mas não duram por muito tempo, fazendo com que ele tenha de ser reaplicado várias vezes.

Creme

O filtro solar na versão creme é indicado para pessoas com peles envelhecidas ou ressecadas, pois eles possuem um fator de hidratação importante, além de muitos terem suas fórmulas enriquecidas com vitaminas. Pessoas com e pele oleosa ou acne devem evitar o uso desse tipo de filtro, especialmente no rosto, ou preferir versões com toque seco.

Gel

O gel é mais indicado para pessoas com a pele morena e que possuem uma proteção natural mais elevada. Ele não possui uma ampla faixa de proteção e possuem um tempo de fixação relativamente menor. Por sua fórmula ser menos gordurosa, também é indicado para pessoas com a pele oleosa ou mista.

Cuidados na gravidez

A gravidez exige um cuidado especial com todas as coisas. Com a pele, não poderia ser diferente. Especialmente durante esse período, é importante usar filtros solares com proteção UVA e com FPS 30 ou superior e que possuem certificação da Anvisa.

Deve-se, também, redobrar a atenção para os riscos da radiação UV, como a hiperpigmentação e o melasma.

Além disso, mulheres grávidas devem evitar certas substâncias, pois elas acabam ficando armazenadas na gordura corporal e podem afetar a gestação. São elas:

  • 4-metilbenzilideno cânfora (4-MBC);
  • 3-benzilideno cânfora (3-BC);
  • Octocrileno (OC).

Cuidados com as crianças

As medidas de proteção para as crianças são diferentes das dos adultos e mudam de acordo com a idade. Crianças menores de 6 meses de idade, por exemplo, não devem fazer o uso de protetores solares – nesses casos, evitar a exposição direta ao sol é o mais recomendado.

Acima dessa idade, os produtos específicos para a infância devem começar a fazer parte da rotina de cuidados.

Confira agora algumas dicas para hora de aplicar o filtro solar no seu pequeno:

  • Passar o filtro solar 15 minutos antes da exposição ao sol e ao menos 30 minutos antes de entrar na água;
  • Realizar a primeira aplicação em casa, antes de vestir a roupa;
  • Aplicar o protetor em todas as partes da pele expostas ao sol, sem esquecer nenhuma área do corpo da criança;
  • Reaplicar o protetor a cada 2 horas ou após longas imersões na água;
  • Usar protetores à prova d’água.

Vale lembrar que a quantidade de produto deve ser generosa e garantir cobertura à toda a pele. Uma boa sugestão é aplicar duas camadas consecutivas, reduzindo as chances de uma porção da pele ficar desprotegida.

Cápsulas protetoras

Uma outra forma de se prevenir contra os danos da radiação solar é através dos “protetores solares em cápsulas”. O uso deles não serve para descartar o protetor solar, mas somente ajuda na prevenção ao câncer de pele.

As cápsulas consistem de um mix de substâncias que, ao serem ingeridas, aliam-se ao organismo na prevenção ao câncer. Alguns exemplos são o extrato de Polypodium leucotomos, uma espécie botânica, e alguns polifenóis como o pycnogenol. Ambos atuam combatendo o estresse oxidativo causado pela radiação nas células.

Dessa forma, as cápsulas protetoras reduzem o risco de doenças relacionadas à exposição ao sol, além de ajudar a retardar o envelhecimento precoce.

O produto pode ser manipulado sob indicação médica ou então podem ser compradas prontas. Seu consumo deve ser diário, conforme a indicação do especialista e a maior parte das substâncias não possui contraindicação. Mesmo assim, é necessário consultar um profissional de saúde antes de iniciar qualquer tratamento.

Outros ativos com fator fotoprotetor são as vitaminas C e E, o resveratrol, chá verde, betacaroteno, licopeno, luteína e probióticos.

Tratamento

O tratamento escolhido para o câncer de pele vai variar de acordo com o tipo e a extensão do problema. Quanto mais precoce for o diagnóstico, maior a taxa de sucesso.

A maior parte dos tratamentos se dá através da cirúrgica, mas radioterapia, quimioterapia, imunoterapia e medicações tópicas imunoterápicas são opções também, sendo que esses últimos só são indicados em casos de tumores superficiais.

Em casos de melanoma, as intervenções cirúrgicas são as mais indicadas, mas o tratamento também varia de acordo com a extensão, agressividade e localização do tumor, bem como a idade e o estado geral de saúde do paciente.

Caso o melanoma já se encontre em fase de metástase (quando o câncer se espalha para além do local onde começou), normalmente não há mais cura, por isso é importante detectar a doença o quanto antes.

Como nem todos os casos são melanoma, existem diferentes opções de tratamento:

Curetagem e eletrocauterização

Utilizada somente para tumores superficiais, a curetagem e eletrocauterização consiste na raspagem da lesão com uma cureta, enquanto um bisturi eletrônico destrói as células cancerígenas.

O procedimento é simples, fazendo com que, geralmente, o paciente retorne às atividades diárias no mesmo dia e a recuperação completa leva cerca de 15 dias.

Cirurgia excisional

Consiste na remoção do tumor e de uma camada de pele saudável adicional com um bisturi. A pele saudável é removida como medida de segurança. Essa técnica possui altos índices de sucesso e pode ser empregada no caso de tumores recorrentes.

Criocirurgia

Esta técnica promove a destruição do tumor através do congelamento com nitrogênio líquido, que se encontra a -50ºC. O procedimento tem taxa de sucesso menor que a cirurgia excisional, mas é uma boa opção em casos de tumores pequenos ou recorrentes, com a vantagem de não haver cortes ou sangramentos.

Cirurgia Micrográfica de Mohs

Neste tipo, o câncer é removido em etapas, sendo analisado imediatamente no microscópio. O procedimento é repetido inúmeras vezes até que não restem vestígios de células tumorais.

A técnica preserva boa parte dos tecidos sadios e é indicada para casos de tumores mal delimitados ou em áreas críticas (sensíveis), como o rosto.

Terapia fotodinâmica (PDT)

Utiliza-se um agente fotossensibilizante nas células anormais, que pode ser aplicado sobre a pele (uso tópico) ou ingerido (uso oral).

A substância tem forte interação com as células cancerígenas, ligando-se a elas. Horas depois, as áreas tratadas são expostas à luz intensa, que ativa o fotossensibilizante e destrói as células tumorais com o mínimo dano aos tecidos sadios.

O protetor solar atrapalha a síntese de vitamina D?

Não. Uma ampla variedade de estudos comprova que o uso de protetores solares tem pouco ou nenhum efeito sobre a síntese de vitamina D.

Na realidade, 10 minutos de exposição ao sol, 2 vezes por semana, numa área que normalmente não é exposta, já é suficiente para síntese de vitamina D.

O recomendável é que, para a síntese vitamínica sem riscos, a pessoa aplique protetor no rosto, deixando expostos ao sol os braços e pernas, por poucos períodos de tempo.


O mês de dezembro conta com grande incidência de raios solares que podem ser nocivos à saúde. Por isso, campanhas como o Dezembro Laranja são tão importantes. Não fique de fora, participe você também!

Dúvidas? Sugestões? Deixe-as nos comentários! Ficaremos felizes em respondê-las.

Fontes consultadas

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