Maria (Minuto Saudável)
02/05/2018 08:00

O que é Pedra na Amígdala (Cáseo), causa, sintomas, como remover

O que são pedras nas amígdalas?

Também conhecidas como cáseos amigdalianos, as pedras nas amígdalas são pequenas estruturas calcificadas que se formam e ficam presas na superfície das amígdalas. Essas pedras são compostas por restos de alimentos, bactérias e outros detritos.

Geralmente, essas pequenas formações não oferecem qualquer perigo. Elas costumam se desprender das amígdalas e ser engolidas, sem que o indivíduo saiba. Muitas vezes, a pessoa só fica sabendo da existência dessas pequenas estruturas quando uma delas acaba voando com a tosse.

O problema real é quando elas são muito grandes ou não se desprendem naturalmente. Nesses casos, elas podem servir de alimento para diversas bactérias, levando a uma infecção local e amigdalite.

As pedras possuem um cheiro forte e desagradável, que pode ser a causa primária de mau hálito em algumas pessoas.

No que tange as idades afetadas, os cáseos amigdalianos são extremamente raros antes dos 5 anos de idade. Já dos 6 até os 13 anos, eles se tornam uma condição comum e, a partir dos 14 anos de idade até o fim da vida, os casos de pedras nas amígdalas são bem frequentes.

Índice — neste artigo você encontrará as seguintes informações:

  1. O que são pedras nas amígdalas?
  2. As amígdalas
  3. Causas
  4. Fatores de risco
  5. Sintomas
  6. Pedras nas amígdalas são perigosas?
  7. Quando procurar um médico?
  8. Como é feito o diagnóstico?
  9. Pedra na amígdala tem cura?
  10. Prognóstico
  11. Qual o tratamento?
  12. Medicamentos para pedras nas amígdalas
  13. Remédios caseiros
  14. Complicações
  15. Como prevenir

As amígdalas

Extremamente importantes para o sistema imunológico, as amígdalas são estruturas que ficam no fundo da boca, logo na entrada da garganta. Quando você vai no médico e ele pede que você abra a boca e diga “aaah”, é para as amígdalas que ele está olhando.

Elas são a primeira linha de defesa do corpo contra diversos microrganismos que nos fazem mal e podem entrar pela boca. Para impedir infecções, as amígdalas prendem bactérias e vírus, estudam esses microrganismos e preparam o sistema imunológico para recebê-los e lutar contra eles.

Na superfície das amígdalas, existem células especializadas que prendem os germes e estimulam uma resposta do sistema imunológico. O sistema imune, por sua vez, libera células de defesa que ataca esse microrganismo antes que uma infecção aconteça.

Antigamente, era muito comum a remoção das amígdalas para prevenir a reincidência de amigdalite. Contudo, nos dias de hoje, esse é um processo pouco realizado, por conta da importância dessas estruturas para a nossa saúde.

No entanto, se você teve suas amígdalas removidas, não se preocupe: na literatura médica, não há evidências de que pessoas que passaram pela amigdalectomia adoeçam com mais frequências do que pessoas que têm essas estruturas intactas.

Causas

Os cáseos amigdalianos se formam quando há um acúmulo de detritos na superfície das amígdalas.

Isso ocorre porque a superfície das amígdalas não é lisa: ela é cheia de sulcos (pequenos buracos) nos quais detritos e outras substâncias podem se acumular.

Quando restos de comida e bactérias se acumulam ali, o próprio sistema imunológico tenta combater esses acúmulos. Dessa forma, ele os transforma em calcificações, dando origem às pedras.

Fatores de risco

Qualquer coisa que promova o acúmulo de bactérias e alimentos na boca é um fator de risco para o desenvolvimento de cáseos amigdalianos. Alguns dos principais fatores são:

Má higiene oral

Escovar os dentes e usar o fio dental todos os dias é uma medida de proteção não apenas para os dentes, mas para as amígdalas também! Esses hábitos eliminam as bactérias que causam a cárie e gengivite, deixando a boca mais limpa e livre de microrganismos.

Não fazer a higiene oral corretamente implica em um aumento do número de bactérias na cavidade bucal, o que significa que há maior probabilidade de bactérias ficarem presas nas amígdalas toda vez que o indivíduo engole saliva (o que acontece várias vezes ao dia).

Com as bactérias presas, o sistema imune entra em ação e calcifica os microrganismos, impedindo que eles façam mal, mas sem eliminá-los.

Toda vez que isso acontece e essa calcificação fica presa na amígdala, forma-se uma nova pedra.

Remédios que causam boca seca

Medicamentos para hipertensão ou depressão têm como efeito colateral causar boca seca. Isso pode aumentar a quantidade de pedras nas amígdalas porque a saliva é muito importante para eliminar as bactérias presentes na cavidade bucal.

Aí você já sabe: um maior número de bactérias na boca aumenta as chances da formação de pedras.

Rinite, sinusite e alergias

Diversas condições alérgicas causam um acúmulo de muco, que escorre para a garganta. Esse muco, também, pode ficar preso nas amígdalas, dando origem a novas pedras nas amígdalas.

Sintomas

As pedras nas amígdalas podem ser completamente assintomáticas caso elas sejam pequenas. Contudo, a medida em que crescem, podem surgir sintomas como:

  • Saliências brancas ou amareladas no fundo da garganta: Se, ao olhar no espelho, você consegue ver saliências brancas ou amareladas, isso pode ser sinal de pedras nas amígdalas. Contudo, as dobras das amígdalas podem esconder as pedras, dependendo de onde elas estão;
  • Mau hálito: As pedras exalam um cheiro forte e pútrido, fazendo do mau hálito um dos principais sintomas de pedras nas amígdalas. Quando as pedras são poucas, nem sempre esse sintoma estará presente, entretanto, ele pode ser o primeiro sinal de pedras, caso elas sejam muitas;
  • Dor de garganta: Caso as pedras sejam grandes, elas podem causar pressão ou arranhar a garganta, levando a sintomas como dor e desconforto;
  • Dificuldade para engolir: Pedras grandes podem dificultar um pouco a habilidade de engolir;
  • Inchaço nas amígdalas: Os cáseos são um ótimo terreno fértil para bactérias, que podem causar uma inflamação nas amígdalas, levando ao inchaço;
  • Dor de ouvido: Apesar de a pedra nunca entrar em contato com os ouvidos, algumas pessoas podem sentir dores nesse local por conta dos nervos compartilhados entre garganta e ouvido.

Pedras nas amígdalas são perigosas?

Pode ficar calmo: as pedras nas amígdalas são, geralmente, inofensivas. Elas não costumam causar problemas além dos próprios sintomas desagradáveis, quando eles existem.

Geralmente, elas costumam se desprender das amígdalas sozinhas, e isso acaba com o problema.

Contudo, se elas são muito grandes ou não se desprendem sozinhas, podem servir de terreno fértil para diversas bactérias, que podem causar amigdalite.

Quando procurar um médico?

Por não se tratar de uma condição muito perigosa, muita gente acaba não procurando o médico. Contudo, existem alguns casos nos quais a ajuda médica é necessária.

Procure um médico se:

  • Houver sintomas de pedras nas amígdalas, mas nenhuma pedra visível;
  • Remover a pedra em casa não for possível, ou quando apenas parte da pedra foi removida;
  • As amígdalas apresentarem vermelhidão, inchaço ou dor;
  • Houver dor após a remoção de uma pedra da amígdala.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é feito rapidamente com um simples exame das amígdalas. O profissional mais indicado para diagnosticar as pedras nas amígdalas é o otorrinolaringologista, mas o diagnóstico também pode ser feito por um dentista ou um clínico geral.

Para examinar as amígdalas, o médico irá pedir que o paciente abra bem a boca e diga “aaah”, colocando a língua bem para fora. Ele pode utilizar uma espécie de palito para empurrar a língua para baixo e conseguir uma melhor visualização. Outro instrumento que pode ser utilizado é uma pequena lanterna, para iluminar a região.

Geralmente, os cáseos são perfeitamente visíveis nas amígdalas, e não é necessário nenhum outro teste para diagnosticá-los. Contudo, eles podem estar escondidos atrás de dobras nas amígdalas, e o médico saberá se esse for o caso.

Pedra na amígdala tem cura?

Sim, as pedras nas amígdalas têm cura! Elas podem se soltar sozinhas ou, quando isso não acontece, existem procedimentos bem tranquilos que podem ser feitos para removê-las.

Elas podem voltar, entretanto, caso o paciente não tome cuidados e elimine os fatores de risco.

Prognóstico

Em geral, o prognóstico das pedras nas amígdalas é positivo. Na grande maioria dos casos, as próprias pedras se desprendem e são eliminadas do corpo sozinhas. Contudo, existem casos mais graves que necessitam medidas drásticas, como a remoção da amígdala.

Esses casos são muito raros e deve-se pensar cuidadosamente sobre a cirurgia, uma vez que os riscos podem não valer a pena, já que as pedras são, na maioria das vezes, inofensivas.

Vale lembrar, também, que em pacientes que optam pela cirurgia, as amígdalas podem crescer novamente, o que faria o problema retornar.

Qual o tratamento?

Caso os cáseos não apresentem sintomas, não há necessidade de tratamento, visto que o próprio corpo costuma expulsá-los sozinhos. No entanto, caso seja necessário, o médico pode indicar:

Remoção das pedras

Dependendo do caso, a remoção das pedras pode ser feita em casa, visto que elas costumam se desprender facilmente da amígdala. No entanto, se for necessário, o médico pode realizar esse processo em seu próprio consultório, utilizando equipamentos adequados para evitar complicações.

As pedras podem ser removidas apertando gentilmente a amígdala, perto da base de cada pedra, empurrando-as para frente. Geralmente, o processo é indolor e não demora muito tempo.

Caso as pedras sejam muito grandes ou a remoção não seja possível através deste método, o médico pode recomendar uma remoção cirúrgica. Nesses casos, utiliza-se um anestésico local e equipamentos cirúrgicos para remover as pedras. Pequenos cortes nas amígdalas podem ser necessários.

Criptólise amigdaliana

A criptólise amigdaliana é um procedimento à laser que consiste em alisar a superfície das amígdalas, eliminando as criptas nas quais as pedras se formam.

Uma outra alternativa é fazer a criptólise através de ondas de rádio. O procedimento é parecido em eficácia, com a vantagem de não haver a sensação de ardor do laser.

Apesar de diminuir as chances de formação de novas pedras, a criptólise não garante que elas não apareçam novamente.

Remoção da amígdala

A remoção da amígdala é um último recurso nos casos em que as outras alternativas não funcionaram e as pedras causam muitas complicações. Só é indicada quando o paciente sofre com amigdalites frequentes por conta das pedras, o que não é muito comum.

Mesmo assim, essa cirurgia pode não trazer resultados, uma vez que, raramente, as amígdalas crescem novamente e as pedras podem voltar a se formar.

Medicamentos para pedras nas amígdalas

Não existem medicamentos para tratar os cáseos amigdalianos. Raramente, quando elas provocam problemas como faringite ou laringite bacteriana, o médico pode receitar o uso de antibióticos, mas isso apenas quando a infecção é grave e preocupante.

Remédios caseiros

Como, muitas vezes, as pedras nas amígdalas não precisam ser tratadas, existem alguns remédios caseiros para removê-las caso estejam causando algum desconforto.

Vale lembrar que não existem provas de que tais métodos funcionam e também não há garantias de que são seguros. Converse com seu médico antes de testá-los em casa.

Gargarejos com vinagre de maçã e água com sal

Dois ótimos remédios caseiros para cáseos amigdalianos são o vinagre de maçã e a água com sal. Os dois possuem propriedades antimicrobianas que ajudam a combater o acúmulo de bactérias nas amígdalas, evitando que as pedras aumentem de tamanho ou até mesmo que novas pedras se formem.

Para fazer o gargarejo com água e sal, basta misturar uma colher (chá) de sal em um copo de água morna. Faça o gargarejo por 30 segundos, de 1 a 3 vezes ao dia.

Já para a versão com vinagre de maçã, adicione 1 colher (chá) de vinagre de maçã em meio copo d’água e faça um gargarejo com a mistura de 1 a 3 vezes por dia.

O vinagre ajuda a desfazer as pedras, quebrando-as em pequenos pedaços, e o gargarejo auxilia tirando as pedras das criptas.

Alho

O alho tem propriedades antibacterianas e mascar um dente de alho por dia pode impedir que as pedras cresçam. Além disso, pode ajudar no combate contra sintomas desagradáveis como mau hálito.

Corte ou triture o dente de alho e reserve por 10 minutos antes de mascá-lo, pois isso aumenta a quantidade de alicina, a substância que confere propriedades antimicrobianas ao alho.

Cotonete

Para remover as pedras em casa, pode-se utilizar as pontas de cotonetes. Para isso, basta posicionar a ponta da haste no tecido ao redor da pedra e pressionar gentilmente, fazendo um pouco de força para que a pedra saia.

Prefira colocar o cotonete na base da pedra para que, quando ela saia, ela vá para frente, ao invés de cair na garganta para ser engolida.

Após a remoção das pedras, faça um gargarejo com água morna e sal para se livrar de quaisquer restos que as pedras tenham deixado nas amígdalas.

Caso as pedras não saiam com facilidade, não force. As amígdalas ficam facilmente irritadas, e isso pode tornar o processo mais complicado. Se você realmente precisa remover as pedras e não consegue sozinho, procure um médico.

Tossir

Um bom método para expelir as pedras nas amígdalas é tossir. Tanto é que, muitas vezes, as pessoas só descobrem que têm pedras quando uma delas sai voando após tossir.

Contudo, é preciso tomar cuidado: as amígdalas e a garganta, num geral, são bastante frágeis e podem ficar irritadas com a tosse, principalmente se ela for muito forte e agressiva. É preciso tossir, mas com cuidado.

Se uma pedrinha sair com a tosse, faça um gargarejo com antisséptico para limpar qualquer resíduo bacteriano da boca.

Oil pulling

Uma tradição ayurvédica consiste em utilizar óleos essenciais para uma limpeza profunda e completa da cavidade bucal. Essa técnica é chamada de oil pulling e, apesar de não ser provada cientificamente, não tem contraindicações.

Para utilizar esta técnica, basta misturar uma colher (chá) de óleo de coco, gergelim, girassol ou oliva, com uma gota de óleo essencial (para mascarar o gosto).

Atenção!
Alguns óleos essenciais são tóxicos e outros podem corroer a mucosa bucal, trazendo problemas à sua saúde. Antes de adotar a prática, consulte um especialista para fazer a escolha adequada.

Faça um bochecho e gargarejo com essa mistura por 20 minutos. Sim, 20 minutos! Isso serve para que o óleo consiga agir sobre as bactérias e suas toxinas.

Se for preciso, divida o processo em duas etapas de 10 minutos: prepare duas colheres (chá) da mistura e use uma para cada 10 minutos.

Para que o tempo passe mais rápido, faça outras atividades enquanto faz o oil pulling. Aproveite para tomar um banho, checar seus e-mails ou até, quem sabe, botar as séries em dia. Por que não?

Essa técnica irá ajudar a:

  1. Eliminar as bactérias das pedras;
  2. Prevenir o mau hálito;
  3. Auxiliar as pedras a se soltarem.

Atenção!

Não engula a mistura, pois ela estará cheia de toxinas que podem fazer mal caso engolidas!

Complicações

Se não tratados, os cáseos amigdalianos podem trazer algumas complicações, ainda que raramente. São elas:

Mau hálito

As pedras são ótimos terrenos férteis para bactérias produtoras de compostos sulfurosos, ou seja, compostos de enxofre que exalam um cheiro forte e pútrido.

Um estudo mostrou que 75% das pessoas com casos crônicos de pedras nas amígdalas tinham uma concentração anormalmente alta de compostos sulfurosos voláteis (os tipos que exalam um mau cheiro) no hálito.

Maior risco de infecções

Por proporcionar boas condições para a proliferação de bactérias, os cáseos aumentam os riscos de infecção na garganta, como laringite e faringite.

Como prevenir

A prevenção dos cáseos amigdalianos é simples: basta manter uma boa higiene bucal. Muitas vezes, apenas isso não vai ser o bastante para impedir totalmente o aparecimento de pedras nas amígdalas, até porque o processo de formação depende muito de diversos fatores, como o próprio formato das amígdalas.

Amígdalas mais “esburacadas” tem maiores chances de desenvolver cáseos, enquanto as mais lisas são menos propensas. Por fim, as melhores dicas para prevenir o aparecimento das pedrinhas são:

Mantenha uma escovação adequada

Escovar os dentes 3 vezes ao dia, de preferência após as principais refeições, é algo que já deveria fazer parte dos hábitos de todas as pessoas. Contudo, se essa prática ainda não faz parte do seu, experimente fazê-la por algumas semanas e verá que a quantidade de pedras nas amígdalas diminui consideravelmente.

É importante escovar todas as faces dos dentes (na frente, atrás e a superfície de mastigação) e passar o fio dental nos locais em que a escova não alcança, pois isso elimina os restos de alimentos que podem se desprender dos dentes e se alojar nas amígdalas, iniciando o processo de formação de uma pedra.

Faça gargarejos

Logo após escovar os dentes, fazer gargarejos é uma ótima maneira de prevenir o surgimento de cáseos. Isso porque essa técnica age justamente nas amígdalas, desprendendo restos de alimentos e bactérias que foram barradas ali.

Ao cuspir, tudo isso vai embora pia abaixo, e assim você evita a formação de pedras.

Uma boa dica é usar enxaguantes bucais para esse processo. Eles contém substâncias antissépticas que ajudam a eliminar as bactérias presentes na boca, prevenindo esse e outros problemas. Alguns exemplos são:


As pedras nas amígdalas podem ser bem chatas, principalmente quando elas saem voando ao tossir. Além disso, elas contribuem para o mau hálito que pode provocar situações bem constrangedoras. Eis mais um ótimo motivo para manter a higiene bucal em dia, não é mesmo?

Você já teve pedras na amígdala? Como descobriu sobre elas? Conte-nos sua história e não esqueça de compartilhar este texto com seus amigos e familiares que podem estar confusos!

Referências

https://draxe.com/tonsil-stones/
http://tonsilstoneremoval.org/
https://www.mindbodygreen.com/0-11821/how-oil-pulling-can-change-your-life.html

12/12/2018 16:50

Maria (Minuto Saudável)

Psicóloga dramática, fã de gatinhos, metamorfa capilar e esquecida. Meu sonho era cantar, mas a vida me fez escrever.

Ver comentários

  • Eu tenho pedra nas amígdalas e é bem desagradável, pois né incômoda bastante e descobri em fevereiro desse ano quando comecei a sentir algo travando na minha garganta ,daí, fui olhar no espelho e as amígdalas estava cheia de pedrinhas brancas. Eu mesma tirei e mesmo assim continua aparecendo. Mas só agora estou estudando sobre o caso ,pois nunca havia ouvido falar e achei q só havia acontecido comigo .

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  • Ótimo pôster !!!
    Muito esclarecedor ...
    Grata.

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  • Estou com esse probleminha ja a mais de 1 ano, e so agora que descobrir que era pedras nas amigdalas.
    Então comecei a procurar remédios caseiros e eu mesmo tiro as pedras pela manha quando acordo.
    Andei um pouco deslechado com a saúde bucal, então só agora comercei de novo a mim preocupar com ela.kkkkkkkk.

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  • Descobri à 3meses qdo senti pontadas no ouvido esquerdo e em seguida dificuldade pra engolir... fiquei como se estivesse com cachumba de tão inchado, o médico pediu uma ultra som e ela está localizada entre a garganta e o ouvido.... estou tomando remédio à 90 dias... retorno agora pra vê como está... falarei aqui o resultado...

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  • Gostei do artigo, no entanto achei falta de responsabilidade na hora que menciona sobre o óleo essencial, pois deixa aberto para pessoa escolher de acordo com a preferência na hora do gargarejo. Sou profissional no uso do óleo essencial, e tenho que te dizer que a maioria, quase todos os óleos essenciais não são indicados para fazer uso com gargarejos (alguns são tóxicos e outros podem corroer a mucosa bucal e gerar sérios problemas).
    Atenciosamente
    Naturólogo Mariano

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    • Boa tarde!

      Você conhece o óleo de coco da DoTerra.
      Poderia fazer o bochecho com ele?

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    • Olá, Mariano!

      Agradecemos seu comentário e sua observação. Devemos mesmo ser bastante cuidadosos com qualquer tipo de tratamento. Consultar um especialista é sempre a melhor opção.
      Ressaltamos essa importância e acrescentamos seu alerta. Obrigada!

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  • Tenho uma bolsa interna na amígdala. Ou seja, existe na parte alta da minha amígdala esquerda um furinho, por onde entram resíduos de todo o tipo que formam caseos. Conseguem imaginar? Não tem como tirar porque a bolsa é grande, ocupa praticamente toda a amígdala, mas é interna a ela...enfim, é um pesadelo. No meu caso acho que somente uma cirurgia vai resolver. Temo que terei que retirar minha amígdala! Queria muito um remédio para isso. Começou com pequenas formações externas a amígdala, mas um dia nao sei como esse furinho se formou e atualmente, muitos anos depois, a bolsa cresceu muito. Enfim, estou encrencada, rss

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  • Galera eu cheguei até aqui porque comecei pesquisar na internet o por que toda vez que como alho essas bolinhas começam sair da garganta logo após. Realmente achei aqui nesse artigo, pra mim é certo, toda vez que como alho essas bolinhas começam sair.
    Eu geralmente asso o alho ou frito pedaços grandes. Eu ñ tenho problema com isso mas sempre acontece quando como muito alho.
    Então fica a dica, exagere no alho.

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  • Isso é horrível, pensei que não era raro acontecer isso, mas percebi com os comentários, que me enganei totalmente.

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  • Muito interessante o artigo, e muito esclarecedor tbm!
    Também sofro desse mau, geralmente consigo identificar logo no início e já consigo tirar, porém da última vez não está visível, mas sei q ela está lá porque sinto uma leve irritação na garganta, sem falar o hálito desagradável!
    Não sei oq fzr dessa vez!?
    Acho que a última opção será o médico!

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  • Achei, ótimo esse pôster , pois tenho pedra nas amígdalas e com isso também o mal hálito,onde me incomoda muito. Agora sei como cuidar para acabar com esse problema.
    Grata.

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