O que é Trombose?

Conhecida também por “flebite” ou “tromboflebite profunda”, a Trombose Venosa Profunda (TVP) é uma doença causada pela coagulação do sangue (desenvolvimento de um trombo) no interior das veias (vasos sanguíneos), responsáveis por levarem o sangue de volta ao coração,em um local ou momento não adequados, sendo uma consequente reação inflamatória do vaso e pode esse trombo determinar obstrução venosa total ou parcial.

As veias são os vasos do sistema circulatório que trazem o sangue de volta ao coração, depois que as artérias levaram este sangue oxigenado a todos os órgãos do corpo: sistema circulatório = sistema arterial + sistema venoso.

A coagulação é um mecanismo de defesa do organismo, ele representa a transformação do sangue da sua forma líquida em sólida, através de diversas reações químicas dos componentes sanguíneos (proteínas, hemácias, etc.). Normalmente, as veias mais acometidas são as dos membros inferiores (cerca de 90% dos casos). Médicos apontam que prever a trombose quando um indivíduo está fazendo uso de anticoncepcional é muito difícil.

O “trombo” é o termo utilizado para definir a formação de um coágulo do próprio sangue de uma pessoa dentro de seus próprios vasos, por isso o termo “Trombose”. Resumindo: a trombose venosa representa a formação deste coágulo (trombo) dentro das veias (sistema venoso) do indivíduo. O trombo impede a passagem e o fluxo normal do sangue naquele vaso, criando um grave problema para todo o sistema circulatório.

A trombose é relativamente comum (50 casos em 100 mil habitantes) e é responsável por sequelas de insuficiência venosa crônica: dor nas pernas, edema (inchaço) e úlceras de estase (feridas). Além disso, também responsável por outra doença mais grave: a embolia pulmonar, que acontece quando as artérias ou veias do pulmão ficam obstruídas por coágulos.

Índice – neste artigo você encontrará as seguintes informações:

  1. O que é Trombose?
  2. Como a Trombose se desenvolve?
  3. Fases da Trombose
  4. Tipos de Trombose
  5. Causas
  6. Sintomas da Trombose
  7. Qual profissional devo procurar?
  8. Tratamento para a Trombose
  9. Grupos e fatores de risco
  10. Complicações
  11. Como prevenir?

Como a Trombose se desenvolve

A trombose se desenvolve de modo complexo e pode estar relacionada a um ou mais dos seguintes fatores:

Estase venosa

São situações em que há diminuição da velocidade da circulação do sangue, como pessoas acamadas, cirurgias prolongadas, posição sentada por muito tempo (em viagens longas com espaços reduzidos, seja de avião ou ônibus).

Lesão do vaso

O vaso sanguíneo normal possui paredes internas lisas por onde o sangue passa sem coagular (como uma mangueira por onde flui a água). Lesões e rupturas na parede interna do vaso que propiciam a formação dos trombos, em traumas, infecções ou por medicações endovenosas, por exemplo.

Hipercoagulabilidade

São as situações em que o sangue fica mais propício para a formação de coágulos espontâneos, seja por tumores, gravidez, uso de anticoncepcionais, diabete ou doenças do sangue.

A trombose pode acometer vasos de qualquer segmento do organismo, mas, principalmente, as extremidades inferiores (coxas e pernas).

Fases da Trombose

A Trombose apresenta duas fases: a fase aguda e a fase crônica, conheça:

Fase aguda

A trombose apresenta-se nesta fase quando o tempo entre a formação do coágulo e o diagnóstico não ultrapassa duas semanas. Pode ser de extremamente grave nesta fase, causando embolias pulmonares que podem ser fatais.

A embolia pulmonar é causada pela fragmentação dos coágulos e a migração deles até os pulmões, entupindo as artérias pulmonares e gerando graves problemas cardíacos e pulmonares.

Fase crônica

A partir da 3ª semana, a trombose passa a ser considerada crônica, por causa das transformações que acontecem no coágulo, pois ele se torna uma fibrose (como se fosse uma cicatriz) dentro da veia.

Depois de 2 a 4 anos com a doença, os principais problemas são causados pela inflamação da parede das veias que quando cicatrizam, podem ocasionar um funcionamento deficiente desses vasos sanguíneos.

O conjunto das lesões (pigmentação escura da pele, grandes varizes, inchação das pernas, eczemas e úlceras de perna) é chamado de síndrome pós-flebítica. Esta complicação provoca imensos problemas socioeconômicos, devido ao tratamento ser muito caro, prolongado e extremamente penoso em suas repercussões sociais.

Tipos de Trombose

Existem ainda dois tipos de trombose, a venosa e a arterial, veja:

Trombose venosa

É a mais comum, 90% dos casos, causada por um coágulo de sangue que se desenvolve em uma veia. Pode ser o resultado de:

  • Doenças ou lesões nas veias das pernas.
  • Imobilidade por qualquer motivo.
  • Fratura.
  • Certos medicamentos.
  • Obesidade.
  • Doenças hereditárias.
  • Predisposição hereditária.

Existem várias doenças que podem ser classificados nesta categoria. Destaca-se a trombose venosa profunda que é uma doença relativamente comum. Ela ocorre em 90% dos membros inferiores com maior frequência para a perna esquerda e os 10% restante afeta os membros superiores, pelves, cavidade abdominal, torácica, cabeça e pescoço.

Dentre os subtipos desta trombose, temos:

  • Trombose venosa profunda (TVP) quando o coágulo se forma em veias profundas, no interior dos músculos.
  • Trombose da veia aorta.
  • Trombose da veia renal.
  • Trombose da veia hepática (Síndrome de Budd-Chiari).
  • Síndrome de Paget-Schroetter (Trombose venosa nos membros superiores).
  • Trombose da veia porta renal (Trombose que afeta principalmente a face, devido a choque térmico, em alguns casos os membros superiores, conhecida como mal de Tairkan).
  • Síndrome do desfiladeiro torácico (a causa da maioria das tromboses venosas nos membros superiores que não têm relação com um trauma).

Trombose arterial

Causada por um coágulo de sangue que se desenvolve em uma artéria. Quando a trombose arterial ocorre nas artérias coronárias pode causar um ataque cardíaco no indivíduo, se isso acontece na circulação cerebral, pode causar acidente vascular cerebral ou falta de oxigênio para outros órgãos.

Qualquer pessoa pode adquirir trombose arterial, embora geralmente a doença se desenvolva em pessoas mais velhas. Há uma série de fatores que tornam mais prováveis o desenvolvimento deste distúrbio, incluindo histórico familiar, inatividade e obesidade. Muitas vezes a trombose desenvolve pouco ou quase nenhum sintoma no indivíduo, e é muitas vezes referida como uma doença silenciosa. As veias das pernas são mais comumente atingidas pela trombose e, sintomas como dor intensa, inchaço na perna, vermelhidão, calor no local, endurecimento da musculatura da perna e formação de nódulos dolorosos nas varizes, são frequentes. Portanto, é importante estar ciente dos sinais e fatores de risco de trombose.

O tratamento específico de trombose será determinado pelo médico com base na idade e saúde geral do paciente, a extensão e o tipo de trombose, bem como sua tolerância para medicamentos, procedimentos ou terapias. O tratamento pode incluir medicamentos anticoagulantes como: heparina ou cateteres.

Dentre os subtipos de trombose arterial, temos:

  • Acidente vascular cerebral (AVC).
  • Infarto do miocárdio (geralmente uma trombose na coronária devida a uma ruptura em uma placa aterosclerótica).
  • Síndrome do desfiladeiro torácico (pode precipitar uma trombose tanto arterial como venosa).

Em todo caso, o trombo irá causar uma inflamação na veia ou artéria, que pode ficar apenas no local inicial de formação ou se espalhar ao longo desta, causando a sua obstrução parcial ou total.

Causas

A trombose tem como principal causa a imobilidade prolongada, comum não só nas viagens aéreas e terrestres que obrigam a pessoa a ficar sentada por horas na mesma posição (por isso, a doença ficou conhecida impropriamente como “síndrome da classe econômica”), mas também nos casos de permanência no leito em repouso por doenças e depois de cirurgias. Também é causada devido a uma anomalia em um ou mais itens da Tríade de Virchow, veja a seguir:

  • Composição do sangue (hipercoagulabilidade).
  • Qualidade das paredes venosas.
  • Natureza do fluxo sanguíneo (hemodinâmica).

Além destas causas, o choque térmico também pode levar a um tipo de trombose que pode ser revertido. A formação do trombo é, comumente, causada por um dano nas paredes do vaso, ou ainda por um trauma ou infecção, bem como pela lentidão ou estagnação do fluxo sanguíneo, ocasionado por alguma anomalia na coagulação sanguínea.

Após a coagulação intravascular, forma-se uma massa deforme de hemácias, leucócitos e fibrina. Lesões nos vasos e desequilíbrio nos fatores de coagulação do sangue também são responsáveis pela formação de trombos.

Sintomas da Trombose

Os sintomas mais comuns são o inchaço e a dor, mas na maioria das vezes, a TVP é assintomática. Assim, os sintomas apresentam bastante variação, sendo desde clinicamente assintomático (cerca de 50% dos casos de trombose passam despercebidos) até os sinais e sintomas clássicos, como:

  • Aumento da temperatura local.
  • Cor mais escura da pele.
  • Dor.
  • Eczemas (afecção alérgica, aguda ou crônica, da pele, caracterizada por reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido).
  • Edema (inchaço).
  • Endurecimento do tecido subcutâneo.
  • Rigidez da musculatura na região em que se formou o trombo.
  • Rubor (vermelhidão).

Qual profissional devo procurar?

O diagnóstico clínico é difícil. O exame mais utilizado para o diagnóstico da Trombose é o Eco Color Doppler. Quando ela se apresenta com os sinais e sintomas clássicos, poderá ser facilmente diagnosticada clinicamente.

Na maioria das vezes, isso não acontece e são necessários exames complementares específicos, como:

  • Flebografia: também conhecida como venografia, é um procedimento no qual um raio-x das veias é realizado após a injeção de um contraste numa veia, usualmente do pé.
  • Ecodoppler a cores: permite melhor avaliação do fluxo sanguíneo através das válvulas e vasos cardíacos.
  • Exame de sangue: para verificação de substâncias na corrente sanguínea que costumam facilitar a coagulação.
  • Ressonância nuclear magnética (RMN): é uma técnica de diagnóstico que utiliza um campo magnético para produzir imagens das estruturas localizadas no interior do corpo. Durante uma RMN, o corpo encontra-se envolvido por um campo magnético muito potente e sujeito a pulsos de ondas de rádio.
  • Tomografia e exames de ressonância magnética: também são opções, já que produzem imagens dos vasos e são capazes de identificar coagulações. São reservados aos casos de embolia pulmonar.
  • Ultrassom: exame de imagem para identificar os locais em que há coagulação de sangue.
  • Venografia: um corante é injetado nas veias para identificar locais de coagulação. Este é um método pouco utilizado, pois existem exames menos invasivos e igualmente eficientes para o diagnóstico de trombose.

Tratamento para a Trombose

A trombose tem cura quando detectada e o paciente seguir a risca o uso dos medicamentos. O tratamento é feito com substâncias anticoagulantes, que impedem a formação do trombo e a evolução da doença, ou fibrinolíticos, os quais destroem o trombo. Também pode ser realizado na própria residência do paciente, usando-se as heparinas de baixo peso molecular, um modo mais moderno ou a Varfarina, que são tipos de anticoagulantes.

Heparina é um polissacarídeo polianiônico sulfatado, pertencente à família dos glicosaminoglicanos. É composta por unidades dissacarídeas repetidas compostas por ácido urônico e um açúcar aminado e possui uma ação farmacológica atuando como medicamento anticoagulante utilizado em várias patologias.

Os anticoagulantes são a primeira opção de tratamento para a trombose venosa profunda, uma vez que diminuem a capacidade do sangue para coagular, diluindo o coágulo e evitando a formação de novos em outros locais do corpo.

O tratamento com anticoagulantes é feito com comprimidos e dura cerca de 3 meses, podendo ser mantido por mais tempo caso o coágulo seja muito grande ou demore para diluir. Durante o tratamento com anticoagulante, o paciente deve fazer exames de sangue regularmente para avaliar a espessura do sangue e evitar complicações, como hemorragias ou anemia, por exemplo.

Inicialmente, faz-se o uso do anticoagulante injetável em associação com o comprimido de Varfarina até que os exames (INR e TPAE) evidenciem que o sangue está de fato na faixa de anticoagulação. Após atingir essa meta (INR entre 2,5 e 3,5), suspende-se o injetável, deixando apenas o comprimido oral.

Outro tipo de tratamento é com os trombolíticos, como a Estreptoquinase, o Alteplase, são utilizados nos casos em que os anticoagulantes não foram capazes de tratar a trombose ou quando o paciente desenvolve complicações graves, como embolia pulmonar extensa.

Normalmente, o tratamento com trombolíticos dura cerca de sete dias e, durante esse tempo, o paciente deverá ficar internado no hospital para tomar injeções diretamente na veia e evitar esforços que possam provocar uma hemorragia.

No tratamento da Trombose tem foco prevenir a ocorrência de embolia pulmonar fatal, bem como evitar a recorrência, minimizar o risco de complicações e sequelas crônicas. Utilizam-se medicações anticoagulantes (que diminuem a chance do sangue coagular) em doses altas e injetáveis (via endovenosa ou subcutânea).

E também medicamentos os anticoagulantes orais que não necessitam de acompanhamento laboratorial frequente, embora propiciem ao paciente a mesma segurança no resultado. Entre os remédios mais indicados pelo médico estão:

Quanto ao procedimento cirúrgico, só é utilizado nos casos mais graves de trombose ou quando não é possível diluir o coágulo com o uso de anticoagulantes ou trombolíticos.

A cirurgia para trombose venosa profunda serve para retirar o coágulo das pernas ou para colocar um filtro na veia cava inferior, impedindo a passagem do coágulo para os pulmões. Realiza-se o procedimento hemodinâmico, e em casos graves e refratários.

Atenção!

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas nesse site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

Grupos e fatores de risco

  • É mais frequente em pessoas portadoras de certas condições predisponentes, e também há situações notórias para o aparecimento da trombose:
  • Anestesias gerais prolongadas.
  • Câncer.
  • Cirurgias de médio e grande portes e as ortopédicas.
  • Imobilização prolongada .
  • Idade acima de 40 anos.
  • Fraturas.
  • Fase final da gestação e o puerpério (pós-parto).
  • Glóbulos sanguíneos em excesso sendo produzidos pela medula óssea (policitemia vera) tornam o sangue mais denso e lento do que o normal, o que facilita a formação de coágulos.
  • Uso de anticoncepcionais ou tratamento hormonal.
  • Tabagismo.
  • Presença de varizes.
  • Pacientes com insuficiência cardíaca.
  • Paralisia.
  • Quimioterapia.
  • Quaisquer situações que obrigue a uma imobilização prolongada (paralisias, infarto agudo do miocárdio, viagens aéreas longas, etc).
  • Tumores malignos.
  • Traumatismo.
  • Obesidade.
  • História prévia de trombose venosa.
  • Histórico de trombose anterior ou embolia pulmonar. Algumas famílias carregam no sangue uma desordem que facilita a coagulação sanguínea, chamada de hipercoagulabilidade. Essa hereditariedade não costuma ser uma ameaça constante para a saúde, mas se combinada com outro fator de risco para a trombose, é bom ficar de olho.
  • Infecções graves.

Entre as condições predisponentes, a idade avançada e os pacientes com anormalidade genética do sistema de coagulação entram no grupo de risco.

Complicações

A trombose pode resultar em grande complicações se não tratada, ainda cerca de 30% dos pacientes da trombose terão um evento recorrente dentro de 10 anos, com o maior risco dentro de 6 a 12 meses. Veja quais as possíveis complicações da doença:

Embolia pulmonar

A grande principal complicação é a embolia pulmonar, que ocorre quando um vaso sanguíneo do pulmão é obstruído por coágulo de sangue, oriundo de outras partes do corpo, especialmente as pernas. A embolia pulmonar pode ser fatal.

Síndrome pós-flebítica

Refere-se à formação de um edema crônico na perna afetada pela trombose, aparecimento de varizes, eczema e úlceras venosas.

Como prevenir?

O fato da trombose ocorrer em pacientes hospitalizados que ficam muito tempo de cama ou em grandes cirurgias faz com que a prevenção seja necessária. Portanto, nestes casos, utilizam-se medicações anticoagulantes em baixas doses para prevenir a trombose.

Para pessoas, em geral, o simples fato de caminhar já é uma forma de prevenção. Ficar muito tempo parado ou sentado propicia o aparecimento da doença. Portanto, sempre que possível, não fique muito tempo com as pernas na mesma posição. Para quem já tem insuficiência venosa e, por conseguinte, maior risco de trombose, o uso de meias elásticas é recomendado. Outras formas de prevenção são:

  • Beber muito líquido para evitar a desidratação.
  • Diabéticos e hipertensos devem seguir uma dieta rigorosa e não parar a medicação.
  • Fazer exercícios de rotação, flexão e extensão com as pernas e os pés enquanto estiver viajando.
  • Praticar regularmente exercícios físicos.
  • Usar roupas e calçados folgados e confortáveis.
  • Manter o peso equilibrado e dentro do IMC (Índice de Massa Corpórea).
  • Mulheres cuja idade seja superior a 35 anos devem tomar cuidado com o uso de pílulas anticoncepcionais.
  • Não fumar.

Estudos de diversos países indicaram que a incidência de trombose venosa na população é de 1.5%, sendo a Trombose Venosa Profunda (TPV) a terceira causa mais comum de doenças do sistema cardiovascular. São identificados 300.000 novos casos de trombose venosa aguda todos os anos, levando a aproximadamente 600.000 internações hospitalares por ano.

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Referências

http://g1.globo.com/sp/bauru-marilia/noticia/2016/08/diagnostico-dificil-diz-medica-sobre-casos-de-trombose-apos-uso-de-pilula.html
http://www.sbacv.com.br/index.php/publico/trombose-venosa-profunda.html
http://drauziovarella.com.br/letras/t/trombose-venosa-profunda/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Trombose
http://www.infoescola.com/doencas/trombose/
http://trombosevenosa.com.br/
http://www.revistaencontro.com.br/app/noticia/atualidades/2016/08/05/noticia_atualidades,157370/polemica-de-volta-anticoncepcional-causa-trombose-em-universitaria.shtml
https://www.abcdasaude.com.br/angiologia-e-cirurgia-vascular/trombose-venosa-profunda
http://www.tuasaude.com/tratamento-para-trombose/
http://www.minhavida.com.br/saude/temas/trombose
http://www.sigvaris.com/br/br/condi%C3%A7%C3%B5es/trombose-venosa-profunda-tvp

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