O que é disfagia?

A disfagia é uma doença caracterizada pela dificuldade de engolir, ou seja, fazer a deglutição de alimentos ou de líquidos. É um problema comum e que pode estar em diversas doenças, além de ser um problema temporário para pessoas que são submetidas a operação da coluna cervical por via anterior.

O problema traz a sensação de que a comida ou o líquido estão presos na boca, garganta ou no esôfago. Estima-se que 6 a cada 10 pessoas são afetadas com o problema, principalmente pessoas idosas.

Acredita-se que metade dos pacientes que sofreram AVC sofrem da disfagia. O número é um pouco menor, mas não menos preocupante, quando se trata de pacientes com câncer de pescoço e de cabeça. De 52 a 82% dos pacientes com doença degenerativas correm o risco de possuírem disfagia.

Índice — neste artigo você irá encontrar as seguintes informações:

  1. O que é disfagia?
  2. Processo de deglutição
  3. Classificação
  4. Causas da disfagia
  5. Fatores de risco
  6. Sintomas da disfagia
  7. Diagnóstico
  8. Tratamento para disfagia
  9. Convivendo
  10. Complicações
  11. Disfagia tem cura?
  12. Prevenção

Processo de deglutição

Antes disso, é importante entender como é que ocorre o processo normal de deglutição. O processo é complexo e é separado em três fases, denominadas:

  • Fase oral da deglutição;
  • Fase faríngea da deglutição;
  • Fase esofagiana da deglutição.

Fase oral

Inicia com o processo da mastigação, em que transforma o bolo alimentar maleável e com tamanho próprio para ser engolido. A língua se move de forma para empurrar o bolo alimentar para a faringe. Esse processo é feito com contração voluntária dos músculos do rosto e da cavidade oral.

Fase faríngea

Após o bolo alimentar chegar na faringe, o processo se torna involuntário. É importante ressaltar que a faringe é uma via comum para o ar que respiramos, ou seja, é impossível respirar e engolir ao mesmo tempo.

Fase esofagiana

Essa é a última fase da deglutição. Ela consiste em fazer a passagem do alimento pelo esôfago. No início e no fim do órgão existem dois músculos em forma de anel que impedem que o conteúdo presente no estômago volte à boca. Após passar pela faringe, o anel chamado esfíncter esofagiano se abre permitindo a passagem da comida ao esôfago. Após essa passagem, o anel é fechado para que o bolo alimentar não possa voltar à orofaringe.

Nesse mesmo momento, o anel que está posicionado embaixo do esôfago se abre para que o bolo alimentar passe para o estômago. Esses movimentos ocorrem por conta de contrações musculares sincronizadas levando a comida para baixo.

A disfagia acontece quando ocorre algum problema em alguma das fases citadas acima.

Classificação

Existem quatro tipos específicos de disfagia que são denominados:

  • Disfagia orofaríngea;
  • Disfagia esofágica;
  • Disfagia cardíaca;
  • Disfagia botulínica.

Disfagia orofaríngea

Esse tipo de disfagia é caracterizado pelas alterações que ocorrem na fase oral e faríngea da deglutição, geralmente causada por doenças neurais. A disfagia orofaríngea é causada mais comumente pelo AVC.

Geralmente, o problema maior é engolir líquidos, não substâncias sólidas. Exames conhecidos como videofluoroscopia e videodeglutograma podem auxiliar na definição das consistências mais seguras ao engolir, causando menor risco de pneumonia de aspiração.

Disfagia cardíaca

Algumas doenças causam dilatação na aurícula esquerda sendo capaz de comprimir o esôfago, trazendo dificuldades para engolir.

Disfagia esofágica

Esse tipo de disfagia é a mais comum por conta de uma obstrução mecânica (situação na qual a passagem de alimentos ou líquidos pelo intestino é dificultada ou bloqueada). Em alguns pacientes é possível distinguir uma causa mecânica de uma anormalidade na mobilidade no esôfago através de um histórico cuidadoso.

Disfagia botulínica

Em caso de tratamento de torcicolo com a toxina botulínica, a disfagia pode acontecer por conta da penetração da toxina nos músculos da faringe perto dos locais de aplicações da toxina.

Além desses tipos de disfagias citadas, existe ainda a disfagia funcional que é a dificuldade de engolir sem que haja algum motivo para justificar o problema. Isso acontece raramente e só pode ser considerado depois de todos os outros tipos já citados serem descartados.

Causas da disfagia

Existem diversas causas para a disfagia. Problemas neurológicos, musculares, esofagianos e anatômicos são apenas algumas delas.

  • Causas de origem neurológica;
  • Doenças do músculo do esôfago;
  • Obstruções físicas da faringe ou do esôfago;
  • Outras causas comuns.

Causa de origem neurológica

O sistema nervoso central é o responsável por controlar a deglutição e seus processos, tanto a parte voluntária quanto a involuntária. Dificuldades podem ser sentidas ao engolir, pois tanto o ato de mastigar quanto a movimentação correta da língua e dos músculos na hora de deglutição são alterados pelas doenças neurológicas.

As doenças que podem causar isso, são:

  • AVC;
  • Traumatismo craniano;
  • Esclerose múltipla;
  • Miastenia gravis;
  • Doença de Parkinson;
  • Esclerose lateral amiotrófica (ELA);
  • Tumores do sistema nervoso central.

Doenças do músculo e do esôfago

Para que o estômago receba os alimentos de forma sincronizada, o esôfago precisa trabalhar bastante os seus músculos. Existem doenças que podem afetar a musculatura e causar distúrbio no transporte do bolo alimentar.

As doenças são conhecidas como:

  • Doença de Chagas;
  • Síndrome de Sjögren;
  • Acalásia;
  • Esclerose sistêmica;
  • Transtornos da motilidade do esôfago de causa desconhecida.

Obstruções físicas da faringe ou do esôfago

Quando há algum obstáculo entre a faringe e o esôfago, a deglutição se torna mais difícil. Esse impedimento pode ser devido a reduções do calibre interno do esôfago causadas por inflamações, desenvolvimento de cicatrizes ou até mesmo tumores, tanto benignos quanto malignos.

Algumas dessas causas são conhecidas como:

  • Má formação do esôfago: quando a dificuldade surge na infância, o problema pode ser a má formação do órgão.
  • Anel de Schatzki: é um estreitamento do esôfago de causa benigna, provocado pelo aparecimento de lesões em forma de anel dentro do órgão.
  • Esofagite infecciosa: inflamações do esôfago causadas por infecções. Candidíase, citomegalovírus e herpes podem provocar inflamação e dificultar a passagem dos alimentos.
  • Radioterapia: pacientes que foram submetidos ao tratamento da radioterapia para tumores do tórax ou do pescoço podem ter como efeito colateral lesões no esôfago.
  • Membrana esofágica: são membranas finas que se desenvolvem no interior do esôfago, habitualmente em pacientes com anemia por carência de ferro.
  • Divertículos do esôfago: são pequenos sacos que se formam dentro da luz do esôfago que podem provocar obstrução por conta dos alimentos.
  • Tumores do pescoço: tumores ao redor da faringe ou do esôfago, como tumores da tireoide, podem ser causa da disfagia.
  • Redução do calibre do esôfago: é causado por cicatrizes provocadas por quadros de inflamações do esôfago de longa data.
  • Esofagite eosinofílica: é uma infiltração da parede do esôfago por eosinófilos, grupos de células de defesa do sistema imunológico. Esse ataque torna a parede do esôfago inflamada e rígida, impedindo a passagem de bolos alimentares que sejam maiores.

Outras causas comuns

Alguns medicamentos podem causar a disfagia, como, antibióticos e até mesmo antiinflamatórios.

Fatores de risco

A disfagia pode ocorrer em qualquer faixa etária, mas as pessoas que mais sofrem com o problema são os idosos, pois possuem mais chances de desenvolver problemas relacionados às principais causas da doença.

Sintomas da disfagia

Tosse e regurgitação nasal são sintomas que podem surgir durante a deglutição. Isso é resultado de uma anormalidade. Quando há dor ao engolir, a disfagia pode ser chamada de odinofagia. Dor no tórax pode surgir em alguns pacientes.

Diagnóstico

O médico responsável por cuidar dos pacientes com disfagia é o gastroenterologista e também o otorrinolaringologista. Antes de realizar a bateria de exames, o médico analisará o histórico de vida do paciente e de seus familiares.

O profissional pode solicitar uma endoscopia digestiva que irá diagnosticar as possíveis causas da disfagia. Pode ser solicitado também uma esofagografia com bário ou a manometria esofágica além de uma videoendoscopia da deglutição.

Esofagografia com bário

A esofagografia consiste em engolir uma solução de bário que cobre o esôfago permitindo que ele tenha melhor resolução no raio-X. Assim, fica mais fácil para o médico detectar mudanças no órgão e as atividades musculares realizadas pelo esôfago.

Manometria esofágica

Nesse tipo de exame é inserido um tubo com gravador de pressão no esôfago que mede as contrações musculares durante o ato de engolir.

Videoendoscopia da deglutição

A endoscopia é feita com um instrumento fino, iluminado e flexível que é passado para baixo de sua garganta para que o médico possa ver o esôfago. A garganta também pode ser avaliada com o endoscópio e tubo iluminado enquanto o paciente tenta engolir.

Tratamento para disfagia

A principal função do tratamento da disfagia é evitar o engasgamento e a desnutrição dos pacientes. O tratamento pode ser feito de duas formas, clínico ou cirúrgico. Se for feito clinicamente, exige o acompanhamento fonoaudiológico juntamente com o uso de medicamentos.

O tratamento com o fonoaudiólogo é feito para que a qualidade de vida do paciente, previna possíveis complicações e para que ele consiga engolir melhor os alimentos e as bebidas consumidas.

Disfagia orofaríngea

Exercícios com ajuda da fonoaudiologia podem ser realizados para auxiliar na coordenação dos músculos da deglutição ou a reestimular os nervos que acionam o reflexo da deglutição.

Disfagia esofágica

Pode ser necessário o uso de um tubo específico para esticar o esôfago, fazendo com que ocorra a dilatação. Isso pode ser feito através da endoscopia com um balão especial anexado para expandir a largura do esôfago.

Nesses casos ainda pode ser recomendado a cirurgia para que haja a limpeza (desobstrução) do caminho esofágico. Além disso, o uso de medicamentos pode ser indicado para diminuir a acidez que há no estômago. Os medicamentos geralmente precisam ser tomados por um longo período.

Atenção! 

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas nesse site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

Convivendo

Aliviar os sintomas e realizar algumas alterações pode garantir que a qualidade de vida do paciente com disfagia melhore bastante.

Trocar os hábitos alimentares, fazendo com que sejam várias refeições durante o dia em menores quantidades. Comer mais devagar e dividir o alimento em mais pedaços pode facilitar e aliviar os sintomas.

Algumas pessoas podem ter dificuldade na deglutição com líquidos finos, como café, suco, e também alimentos pegajosos, como caramelo ou pasta de amendoim.

Experimente alimentos com diferentes texturas para descobrir a que melhor se adequa a sua rotina.

Evitar bebidas alcoólicas, cafeína e tabaco pode fazer com que a azia não seja piorada.

  • Evite se distrair enquanto se alimenta;
  • Alimente-se em uma posição confortável;
  • Alimente-se em ritmo e velocidade confortáveis;
  • Procure ajuda caso seja necessário.

Complicações

É preciso ficar atento aos sinais de engasgo, aspiração do alimento para o pulmão que podem causar pneumonia aspirativa, além do risco de desnutrição e desidratação. Os pacientes podem perder o prazer em se alimentar por conta dos diversos problemas que podem ser acarretados se houver a disfagia.

O que acontece quando uma pessoa se engasga?

O trajeto correto é que o alimento passa da faringe para o esôfago, que são duas estruturas que estão localizadas na garganta. Quando há desvio no trajeto e o alimento ou saliva vai à laringe ou até a traquéia, o organismo reage tossindo como resposta de proteção, causando o engasgo.

A tosse e o engasgo são estratégias de defesa do organismo contra a entrada de corpo estranho na via respiratória.

Como ajudar alguém que está engasgado?

Nunca ofereça água. Deixar tossir é a melhor forma de expulsar o alimento que entrou no canal da respiração.

Disfagia tem cura?

A maioria da disfagia orofaríngea é curada com procedimentos cirúrgicos ou com medicamentos.

Prevenção

A melhor forma de prevenir o problema é se alimentar em uma velocidade confortável e, de preferência, sentado. Outra dica é focar na consistência da comida sem que coisas externas possam tirar a distração do alimento.


A disfagia é um problema comum que pode acontecer em qualquer pessoa, e pode ser sintoma de algumas doenças. Compartilhe com seus colegas e amigos para que mais pessoas tenham informações sobre a disfagia.

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Editor Médico

Dr. Paulo Caproni

CRM/PR 27.679

Graduado em Medicina pela PUCPR. Residência Médica em Medicina Preventiva e Social pela USP. MBA em Gestão Hospitalar e de Sistemas de Saúde pela FGV.

Farmacêutica Responsável

Dra. Francielle Mathias

CRF/PR 24612

Farmacêutica generalista, com Mestrado em Ciências Farmacêuticas, ambos pela Unicentro. Doutorado em Farmacologia pela UFPR.

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17 comentários

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  1. As áreas de fonoaudiologia e de fisioterapia são distintas, com formações específicas. Para atuar em disfagia orofaríngea o profissional fonoaudiólogo é o profissional habilitado para tal, com técnicas e orientações específicas.
    O atendimento multiprofissional com médico, nutricionista, fisioterapeuta e outros profissionais se somam conforme cada caso.

    1. Olá, Livia!

      Você tem razão! O profissional habilitado para fazer o tratamento da disfagia orofaríngea é o fonoaudiólogo.

      Obrigado pela correção! Já mudamos os texto buscando corrigir essa informação.

  2. Tenho 14 anos…. Meu problema começou ontem. O alimento vai ate o fundo da língua mas na hora de engolir o alimento trava. E tenho que recuar o bolo alimentar e depois mandar ele de volta para o esófago ai de longe o alimento entra na segunda tentativa.

    1. Pode ser emocional, ansiedade! Estou com esse problema, quando estou relaxada a comida desce mas se me lembro de algo preocupante ou me assusto a comida trava também do mesmo jeito que acontece com você! Procure um psiquiatra ele pode te ajudar e muito! E não se preocupe, a gente reaprende a se alimentar…antes eu comia demais, engordei, mas com esse “problema” acabei emagrecendo sem me desnutrir, comendo pequenas porcoes só na hora que sinto fome!

  3. Meu marido tv um avc isquemico a 7 anos. Fico de sequela a desfazia. Tem sonda gastrica para se alimentar. A fono faz mastigação e as vezes pede para ele engolir.
    O alimento some da boca, mas na segunda colher ele gospe tudo.
    Gostaria de sabet que tipo de exame ele precisa fazer. Até hoje nao sei com certeza o que impede do alimento ir para o estomago.
    Ele sofre muito com isso. Fica depressivo.

    1. Olá Helena!

      O exame mais solicitado costuma ser a endoscopia (você pode saber mais sobre ela aqui). Consulte um gastroenterologista para que ele possa realizar o diagnóstico correto.

  4. Minha mãe está com disfagia…com muitos engasgos e não consegue engolir?a fonoaudióloga irá me ajudar nessa situação?
    E devo fazer um exame de videolaringoscopia?

    1. Olá Claudia!

      Os exames por endoscopia são importantes nestes casos para avaliar as reais condições e ajudar a definir o melhor tipo de tratamento. Consulte um gastroenterologista para que seja feito um diagnóstico adequado. O fonoaudiólogo também é um profissional bastante útil para pacientes com disfagia, pois pode contribuir com técnicas que amenizam o quadro — mas lembre-se que se tratam de medidas complementares.

    2. Oi descobri a disfagia na minha filha através do exame de videodegluteograma …exame 100% eficiente

      1. Lidiane quais foram os sintomas da sua filha ? A minha filha tem 7 anos e de há um mês para cá põe a comida na boca mas mastiga até ficar em água e depois cospe já não sei o que fazer se puder responda-me .

  5. meu marido nao pode comer nada que engasga,o que pode ser e qual e o tratamento.obrigada

    1. Olá Irene!

      Esse sintoma pode ser sinal de disfagia, mas o diagnóstico, assim como o tratamento, somente podem ser feitos por um médico. O recomendado é que você leve seu marido até um especialista (pode ser o gastroenterologista ou clínico geral) para que sejam feitos exames e, assim, seja descoberta a causa do problema.

  6. Minha mãe tem 90 anos e tem diagnóstico de Alzheimer. Está com uma quadro de disfagia por conta disto. Vem sendo acompanhada por uma fonoaudióloga a cerca de um ano. nos últimos 20 dias só engole comida ou mesmo líquido com muita dificuldade e insistência. A Fono está de férias e com o calor estamos muito preocupados com esta situação. O que recomenda que façamos?

    1. Olá Jorge!

      A fonoaudiologia é bastante indicada em casos de disfagia e pode, de fato, ajudar o paciente e melhorar sua qualidade de vida. Mas é importante também que seja feito um acompanhamento nutricional, para que as dificuldades em se alimentar não causem maiores complicações. Consulte um nutrólogo ou nutricionista para que seja definida uma dieta adequada, de acordo com as necessidades de sua mãe. Lembre também de fazê-la ingerir bastante água 😉

  7. Boa tarde! Esse foi o melhor artigo sobre o assunto que já vi e o único capaz de esclarecer dúvidas e apontar caminhos para quem está vivendo ou tem alguém próximo passando por essa nova fase. Meu pai tem 91 anos e após uma internação longa de mais de 20 dias passou a ter dificuldade para engolir e teve reinterada pneumonia por aspiração. O fonoaudiólogo fez um único texto com uma lixa e atestou incapacidade permanente paracengolir com sugestão de uso definitivo de sonda esofogragica e não aceitamos. Está usando a sonda nadoentetal até melhorar a pneumonia e agora com esse excelente artigo encontro uma luz de onde começar, sendo a procura de uma bom gastroenterologista. Os médicos aqui da minha unidade – interior goiano, nunca me falaram da existência de exames que pude ver aqui. Um único diagnóstico após uma consulta com um fonaudiologo de 6 minutos não pode definir e provocar um verídicto. Agradeço e parabenizo pelo melhor artigo que já li na internet

  8. Olá!
    Gostaria de saber se desvio septo causa disfagia. Pelo que lhe a respeito aqui,aparece que tenho todos os tipos de disfagia. Sou muito ansiosa por ter uma síndrome que m deixa assim. Essa falta de deglutição mexe muito com meu psicológico. Tenho também muito zumbido, valores excessivos. minha saliva é grossa e pegajosa. Quando como queijo e pão piora. Engasgo todos os dias. E fucibradoando garganta para tentar tirar e o que sai é uma gosma transparente. Parece que quando engasgo o alimento bate na glote e volta. Tenho muitos sintomas e medo de não conseguir diagnosticar. Antes de ler a matéria eu já explicava para as pessoas tudo que li aqui na íntegra, explicando o caminho da comida e líquido para elas para me ajudarem, mas ninguém só vê me explicar. O gastro disse que eu ficaria com esses refluxos forte por resto da vida. Tem dias que não engasgo, pois parece que a glote deixar voltar todo o refluxo e eu coloco pra fora tudo que como. E tem dias que parece que a glote fecha e não deixa o refluxo sair, e isso é pior ora mim, não conseguir colocar o refluxo para fora além disso alguns mento não descer pro estômago. Tenho medo de ter a pneumonia por aspiração, sinto que o Al mento quase entra ou entra no pulmão e tenho crises todos os dias com duração de umas 30 minutos até tirar todo líquido ou comida para o lugar onde ficam que não desce para o estômago, aí melhoro um pouco. Meu marido fica muito irritado com isso tudo e afeta meu relacionamento. Tenho medo de não descobrir qual disfagia tenho e envelhecer e até falecer do engasgo. Tenho falta de ar de vez em quando não sei se é da psiquê ou se dá disfagia. Outra coisa, parece que tem vezes que afeta os ouvidos, sinto uma sensação que quando puxo pelo nariz entupido a secreção por causa do desvio septo, ela bate nos ouvidos, desce para a faringe, daí para o esofago e aí fica. Tem vezes que parece que o alimento vai para a traquéia e o líquido para o pulmão, aí tenho crises. Acho que o profissional da área ler pode me avaliar e diagnosticar e me ajudar a identificar qual disfagia tenho. Escrevi um texto grande para ajudar outras pessoas que sofre de disfagia. Acaba com nosso psicológico.
    Não sei se conseguirei voltar a este excelente site,muito explicativo. Se puderem me enviar a resposta pelo e-mail. Obrigada!

    1. Nossa Desiré eu sinto os mesmos sintomas q vc. E realmente ninguém consegue diagnosticar esse problema. Essa gostam branca pegajosa é muco q é produzido em excesso ele fica preso na garganta e tampa as vias aéreas. Eu tbm tenho esse problema. Na verdade sao sintomas de varias problemas. Alergia a alimentos, q causam o aumento da produçÃo do muco q fica preso na garganta, tbm sinto essa disfagia dificuldade de engolir, parece q o.esôfago esta fechado. Nossa é muito sifrmento

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