A pele, o maior órgão do nosso corpo, é caracterizada como essa estrutura elástica, que  apesar de flexível, também é muito resistente, protegendo assim toda a superfície do nosso corpo.

Além disso, a sua grandeza não se dá apenas pela sua extensão, mas também pelas inúmeras funções que ela acumula, tais como controle e regulação da temperatura e umidade do corpo, além de nos proteger contra infecções e agentes externos.

Esse órgão tão complexo possui variações que são determinadas pela genética que cada um de nós carrega, porém fatores tanto externos quanto internos são capazes de mudar o estado da nossa pele.

Assim, existem 4 grandes tipos de pele.

Conheça mais sobre cada uma e os cuidados necessários!

Índice — neste artigo você encontrará as seguintes informações:

  1. Quais são os tipos de pele e suas características?
  2. Pele saudável: como cuidar de cada tipo?
  3. A pele e o fator de proteção: dicas e cuidados
  4. Qual a maquiagem para os diferentes tipos de pele?
  5. Outras classificações para os tipos de pele

Quais são os tipos de pele e suas características?


Existem quatro tipos principais de pele: a normal, mista, oleosa e seca. Esses diferentes tipos carregam características específicas quanto a textura, opacidade, tamanho dos poros, dentre outros traço. Cada uma delas exige cuidados específicos. Saiba mais sobre cada tipo:

Pele Normal

A pele normal é caracterizada por ser uma pele extremamente equilibrada. Sua textura normalmente é fina, flexível, macia e aveludada. Por possuir a quantidade exata de hidratação e oleosidade, acaba sendo a que exige menos cuidados.

Geralmente, não apresenta muitas manchas e nem o aparecimento de espinhas. Por ser balanceada, os poros da pele normal são pequenos e imperceptíveis.

Como tudo que está em perfeito equilíbrio, a pele normal é o tipo de pele menos recorrente na fase adulta.

Porém, quando somos crianças, aquela pele de bebê que todo mundo acha linda, é a famosa pele normal, ou cientificamente conhecida como eudérmica.

Pele Oleosa (pele lipídica)

A pele oleosa (pele lipídica) é caracterizada pela alta produção de sebo. Esse excesso de oleosidade fica acumulado no interior dos poros, tornando-os mais dilatados e, portanto, mais visíveis.

Essa produção alta de gordura pode ter como causa fatores como mudanças hormonais, estresse, efeito colateral de medicamentos etc.

Além disso, a abundância de gordura produzida acarreta em uma aparência mais brilhosa da pele e uma textura mais oleosa, ao mesmo tempo em que é pálida e muito grossa.

Leia mais: Resenha Neutrogena Hydro Boost Water Gel: é bom para pele oleosa?

Pele oleosa e a acne

Por conta desses fatores, a pele oleosa é a que possui maior tendência a desenvolver a famosa e detestada acne.

Existem dois tipos de acne: a retencional, que forma os comedões, aqueles cravos tanto pretos como brancos, e a inflamatória, que é a espinha de fato.

Na pele oleosa, é comum o aparecimento dos dois tipos de acne. Por isso, tratamentos para controlar o excesso de oleosidade também tendem a diminuir o aparecimento de espinhas e cravos.

Nesse tipo de pele, as acnes aparecem não só no rosto, mas também na região das costas, colo e peito.

Pele seca

A pele seca tem como traço mais marcante a incapacidade de reter a quantidade de água necessária. Isso ocorre porque a pele seca não possui os fatores de hidratação naturais (aminoácidos, ureia e ácido lático) que auxiliam na retenção da água, na elasticidade e firmeza da pele, assim acaba ficando mais desidratada.

A retenção de água também se dá pela presença de lipídios, porém a pele seca produz pouco sebo e, portanto, tem poucos lipídios.

Assim, não há volume de água suficiente, resultando em uma textura mais áspera e opaca. É comum, também, que os poros sejam pequenos e pouco visíveis.

Além disso, ela também apresenta menos elasticidade, maior facilidade para descamar e por vezes pode ter um aspecto de pele “repuxada”.

Por todas essas características, a pele seca é a que possui maior propensão a sofrer com o envelhecimento precoce, como rugas e linhas de expressão, além de ser normal o aparecimento de micro rachaduras.

De todos os tipos de pele, a seca é a que requer mais cuidados.

Ela ainda pode se dividir em subcategorias: seca, muito seca e extremamente seca. Essas subcategorias só se diferenciam quanto à intensidade das características da pele seca.

Pele Seca e Sensível

A ausência de umidade e sebo na pele seca resulta em uma outra característica muito presente: a sensibilidade.

Isso ocorre porque o sebo possui a função de controlar a barreira da pele. Com a baixa produção, a pele seca fica mais exposta e, portanto, mais vulnerável.

Peles sensíveis se irritam com facilidade, até com a poluição, vento e exposição ao sol,  deixando marcas normalmente vermelhas que podem provocam coceiras e, por vezes, até alergias.

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Pele mista

Nesse tipo de pele, há uma soma das características de todas as outras. A pele mista também possui um excesso de oleosidade, porém não abrange toda a extensão do rosto. Por isso, há uma oleosidade maior na “zona T”, que envolve testa, nariz e queixo, sendo as outras regiões do rosto mais secas e opacas.

Nessas áreas, assim como na pele oleosa, os poros também são muito dilatados e visíveis, justamente por estarem inchados com grandes quantidades de sebo, resultando em um aspecto oleoso.

Nas demais regiões, como nas bochechas e na área dos olhos, a pele pode variar entre seca e normal, sendo a última mais recorrente.

A pele mista é com certeza o tipo de pele mais comum entre as pessoas, justamente por estar nessa zona intermediária, entre a pele oleosa e a pele normal ou, até mesmo, a pele seca.

Pele saudável: como cuidar de cada tipo?

Assim como existem os diferentes tipos de pele, na hora de nós cuidarmos de cada um desses tipos, as atenções se diferem, pois respeitam as especificidades de cada pele.

Por isso a importância de saber seu tipo de pele e quais dermocosméticos são adequados e quais devem ser evitados.

Cuidados com a pele normal

Por ser a mais equilibrada, a pele normal é a que requer menos cuidados. Porém, menos não significa que não precise de cuidados.

Se a sua pele é do tipo normal, existem duas atividades que você precisa incorporar na sua rotina: limpeza e hidratação.

Assim você conseguirá manter o equilíbrio, pois a limpeza será responsável por retirar a oleosidade e em contrapartida, a hidratação vai manter a sua pele com a quantidade necessária de água.

No entanto, no momento de escolha de produtos, sempre escolha aqueles que possuem uma ação mais suave, caso contrário, sua pele pode ficar ou muito oleosa ou seca.

Entre os produtos de limpeza e esfoliação é indicado usar:

Tônicos e hidratantes também são necessários:

Apesar de muitas pessoas acharem que o único cuidado necessário com a pele oleosa é o uso de produtos que promovam uma limpeza profunda, esse tipo de pele também precisa de hidratação.

Ficou sem entender? Calma, a lógica é simples: o excesso de limpeza resultará em uma pele livre de oleosidade.

O organismo, então, vai tentar repor a oleosidade e hidratação, liberando o sebo que já está acumulado nos poros.

O resultado? A pele fica ainda mais oleosa.

Por isso que pessoas que possuem a pele oleosa costumam reclamar que a pele não melhorou com determinado produto.

Entretanto,  na realidade, o que ocorre não é a falta de eficiência do produto, e sim esse efeito “rebote”.

É aí que entra a importância do hidratante.

A limpeza, seguida de hidratação, deixa a pele equilibrada, assim a produção de sebo se mantém normal, uma vez que o organismo entende que não precisa compensar nada.

Contudo, é claro que, no momento da escolha de hidratante, é importante optar por algum que tenha uma ação mais suave.

Produtos com efeito matificante para reduzir o brilho também são ótimas opções.

É importante evitar cremes muito nutritivos ou muito oleosos, com elementos do tipo: mel, semente de uva e própolis.

O ideal é investir em produtos de limpeza e esfoliação:

As sugestões de tônicos e hidratantes são:

Cuidados com a pele seca

A pele seca, assim como as demais, também precisa de limpeza. No entanto, enquanto a pele normal, oleosa e mista usam produtos de limpeza principalmente para retirar a oleosidade, a pele seca exige o uso de produtos para a remoção de impurezas acumuladas pela poluição e outros agentes do dia a dia, mas que não agridam a pele.

Até porque, como a pele seca pode estar associada com uma alta sensibilidade, a poluição ou resquícios de maquiagem podem irritar ainda mais os poros, provocando vermelhidão e coceira.

A hidratação é fundamental para esse tipo de pele para que a água, não retida pelo organismo, sempre seja recompensada por meio de outros produtos.

Normalmente, a pele seca não se restringe apenas à pele do rosto, mas acomete restante do corpo. Portanto, os cuidados também devem ser estendidos.

É bom evitar o uso de produtos que contenham ácido salicílico podem ajudar a ressecar ainda mais a sua pele, assim como hidratantes com álcool.

Por isso, o ideal é investir em limpeza e hidratação com itens como:

Já os tônicos e produtos hidratantes podem ser:

Na hora do banho

O sabonete possui a função de retirar a oleosidade de pele, então para pessoas que possuem a pele seca, o ideal é sempre escolher sabonetes hidratantes, ao invés dos comuns.

Além disso, dependendo do nível de secura da sua pele, sabonetes com muito corante ou com fragrâncias muito marcantes podem irritar a sua pele, ou até mesmo provocar alergias.

Outro vilão na hora do banho é a temperatura da água. Nada de banho quente para os portadores desse tipo de pele.

Isso porque a alta temperatura da água intensifica a remoção da gordura da pele. Então, sempre opte por banhos mornos ou frios, sendo a temperatura ideal 35 ºC.

Pós-banho

O momento ideal para a hidratação entrar em ação é logo após o banho. Isso porque, depois do banho, a camada transepidermal, existente na pele, fica mais maleável, absorvendo melhor a hidratação.

Cuidados com a pele mista

Os cuidados com a pele mista de assemelham com os da pele normal, buscando sempre um equilíbrio.

Porém, como a pele mista possui determinadas regiões que se comportam mais como uma pele oleosa e outras que se aproximam mais da pele seca, é necessário que os cuidados levem em conta essas duas características.

A limpeza e a hidratação devem ocorrer de forma balanceada para esse tipo de pele. Além disso, a busca por produtos que não possuam muito óleo é importante para não ressaltar a oleosidade da zona T.

Uma boa opção para ter esse efeito é o uso do adstringente, que remove a oleosidade sem deixar aquele aspecto de pele ressecada.

Mas, ainda assim, o uso do hidratante é essencial, ainda que seja aplicado apenas nas regiões mais ressecadas, como bochechas e na área dos olhos.

Fuja de produtos que possuam ações muito extremas, ou seja, cremes muito hidratantes devem ser eliminados, assim como componentes que tiram demais a oleosidade.

Invista em esfoliantes e hidratantes, como:

A pele e o fator de proteção: dicas e como cuidar

Cada pele exige diferentes cuidados na rotina, mas existe uma prática comum à todas: o uso de filtro solar. Todos precisam estar protegidos dos danos causados pelos raios UVA/UVB para prevenir problemas para a nossa pele, desde o envelhecimento precoce até, em casos mais graves, o câncer de pele.

Pele oleosa e mista

Claro que o mesmo protetor não pode ser usado para todos os tipos. Para as peles oleosas e mistas, é importante a escolha de algum protetor que seja oil free e não comedogênico, assim sua pele vai ficar triplamente protegida: contra os raios solares, o excesso de oleosidade e o aparecimento de espinhas.

Pele seca

Já no caso da pele seca, escolher protetores na versão creme, que tenham óleo na sua composição ou simplesmente citem a existência de uma ação hidratante, é essencial. Além disso, o ideal é optar por protetores que não tenham fragrâncias muito marcantes para não irritar a pele sensível.

Pele normal

Como sempre, a pele normal é a que tem menos restrições na hora da escolha do produto, podendo ser usado o critério que você mesmo quiser.

Qual a maquiagem para os diferentes tipos de pele?

Você fica chateada que determinado produto de beleza não funciona em você, mas já se questionou qual seria o motivo disso?

A maioria das maquiagens possuem várias versões de apresentação: líquida, pó, bastão, matte, cremoso e por aí vai.

Então se aquele produto não funcionou, talvez você só tenha errado no tipo de versão, que não era compatível com o seu tipo de pele.

Para peles oleosas e mistas

Nas peles que produzem uma quantidade maior de sebo e, portanto, possuem um aspecto mais brilhoso, produtos com acabamento matte são os mais indicados.

Outra opção é escolher maquiagens com versões em pó e, caso só haja a versão líquida, verifique se o produto é oil free, assim não irá sofrer com mais oleosidade.

Leia mais: Qual a melhor base para pele oleosa?

Além disso, o uso de pó translúcido é uma ótima solução para retirar qualquer brilho a mais ou sinal de oleosidade que ainda tenha ficado na sua pele após a maquiagem.

Leia mais: Resenha Primer Ruby Rose Studio Perfect: é bom para pele oleosa?

Para peles secas

Se você possui pele seca, você pode usar e abusar de produtos com textura cremosa, que irão ajudam a dar um brilho e uma aparência mais saudável para o rosto, sejam eles líquidos ou em bastão.

Caso você deseje usar produtos matte, para aqueles dias em que a maquiagem precisa durar muitas horas, sempre utilize um bom hidratante antes de iniciar a maquiagem.

A regra é a mesma na hora de usar batom matte: use sempre um lip balm antes, porque quem possui pele seca costuma também ter os lábios bem ressecados.

Para peles normais

Mais uma vez, as sortudas de pele normal podem ficar a vontade na hora de escolher quais produtos devem ser comprados.

O que mais vale nesse caso, é testar o que mais funciona na sua pele, alternando entre texturas cremosas e acabamentos matte.

Outras classificações para os tipos de pele

Existem algumas classificações mais detalhadas na hora de diferenciar os tipos de pele, chegando em 16 tipos diferentes. Isso mesmo, 16! Isso porque existem misturas e características, resultando em outros vários tipos.

O sistema, criado pela dermatologista Leslie Baumann estipula 4 fatores que devem ser levados em consideração na hora de classificar os tipos de pele:

  • Hidratação da pele: oleosidade X secura;
  • Sensibilidade da pele: resistência X sensibilidade;
  • Pigmentação da pele: pigmentação X não pigmentação;
  • Tendência a rugas: firmeza X enrugamento.

Dessa forma, esses 4 aspectos podem ser combinados com as demais características (pele oleosa, mista, seca e normal) já previstas por Helena Rubinstein.

Vamos tentar entender essa classificação?

  • OSPW — Oleosa, sensível, pigmentada e com tendência para enrugar: pessoas que possuem esse tipo de pele devem usar e abusar do protetor solar, pois possuem tendência à se bronzearem com facilidade e, portanto, também podem ficar com a pele manchada;
  • OSPT — Oleosa, sensível, pigmentada e firme com boa tensão: maior propensão de aparecimento de cravos e espinhas, além de os vasinhos de sangue serem mais visíveis;
  • OSNW — Oleosa, sensível, não pigmentada e com tendência a enrugar: as rosáceas são a principal característica desse tipo de pele, que fica vermelha com poucos minutos de exposição solar;
  • OSNT — Oleosa, sensível, não pigmentada e firme com boa tensão: esse tipo de pele é uma mistura da OSPT com a OSNW, ou seja, é marcada pela presença de espinhas, cravos, rosácea, além de rubor;
  • ORPW — Oleosa, resistente, pigmentada e com tendência a enrugar: caracterizada pela presença de manchas amarronzadas, espinhas e poros muito abertos;
  • ORPT — Oleosa, resistente, pigmentada e firme com boa tensão: considerada um dos tipos de pele com menos “imperfeições”, é mais recorrente em peles morenas e negras, apresentando algumas apenas algumas manchas suaves;
  • ORNW — Oleosa, resistente, não pigmentada e com tendência a enrugar: a maioria das pessoas possui esse tipo de pele, que é caracterizado pela presença de um leve brilho juntamente com acnes discretas;
  • ORNT — Oleosa, resistente, não pigmentada e firme com boa tensão: com poucas ou nenhuma linha de expressão, é conhecida como a pele de deusa, precisando tomar cuidado apenas com a eventual oleosidade;
  • DSPW — Desidratada, sensível, pigmentada e com tendência a enrugar: com propensão à descamação, esse tipo de pele também costuma apresentar algumas manchas e rugas;
  • DSPT — Desidratada, sensível, pigmentada e firme com boa tensão: assim como a DSPW, esse tipo de pele descama com facilidade, com o diferencial de ser muito sensível a exposição solar. Requer, também, uma atenção especial na hora de escolher os produtos, pois pode se irritar facilmente;
  • DSNW — Desidratada, sensível, não pigmentada e tendência a enrugar: a descamação está sempre presente nesse tipo de pele, juntamente com a falta de brilho. Além disso, ela possui um caráter de imprevisibilidade, um dia está ótima e no dia seguinte pode estar péssima;
  • DSNT — Desidratada, sensível, não pigmentada, firme e boa tensão: o ressecamento faz parte da vida das pessoas que possuem esse tipo de pele. Assim, a descamação sempre aparece, além do aparecimento de alergias, devido a fraca barreira cutânea;
  • DRPW — Desidratada, resistente, pigmentada e com tendência a enrugar: o principal problema dessa pele é o aparecimento precoce de rugas, porém a coceira, descamação e irritabilidade também podem estar presentes;
  • DRPT — Desidratada, resistente, pigmentada, firme e com boa tensão: por não apresentar excesso de oleosidade, essa pele não possui problemas com espinhas ou cravos. Com o passar dos anos, há uma tendência de ficar mais escura;
  • DRNW — Desidratada, resistente, não pigmentada e com tendência a enrugar: com o envelhecimento da pele, é comum o aparecimento de sardas, além de uma maior fragilidade e algumas descolorações;
  • DRNT — Desidratada, resistente, não pigmentada, firme e com boa tensão: considerada a pele dos sonhos, esse tipo não possui problemas com acne ou sardas, principalmente na juventude. Com o passar dos anos, torna-se levemente ressecada.

E aí, consegue identificar qual o seu tipo de pele?

Mesmo com todas essas informações, muitas vezes a classificação exata do seu próprio tipo de pele pode ser complicada, assim como a busca pelos dermocosméticos mais adequados.

Por isso, a visita a um dermatologista é imprescindível. Dessa forma você saberá qual é a melhor maneira para lidar com o seu tipo de pele.


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