Sepse (Septicemia): sintomas, tratamento, tipos, tem cura?

24

O que é Sepse?

Também conhecida como infecção generalizada, septicemia ou síndrome de resposta inflamatória sistêmica (SIRS), a sepse é uma manifestação inadequada do organismo diante de uma infecção.

Inicia-se com uma infecção local e que provoca uma infecção sanguínea mais grave, pois o corpo, ao tentar combater a primeira, acaba comprometendo o funcionamento de todos os órgãos. Dessa forma, se torna letal, pois a pessoa acometida pela inflamação pode não suportar devido a uma disfunção ou falência de múltiplos órgãos. No Brasil, a doença atinge cerca de 400 mil pessoas por ano e é fatal para metade delas.

Índice — neste artigo você irá encontrar as seguintes informações:

  1. O que é Sepse?
  2. Tipos e Sintomas da Sepse
  3. Causas da Sepse
  4. A Sepse é transmissível?
  5. Grupos de risco
  6. Como é feito o diagnóstico da Sepse?
  7. A Sepse tem cura? Qual é o tratamento?
  8. Medicamentos para Sepse
  9. Complicações
  10. Como prevenir a Sepse?

Tipos e Sintomas da Sepse

A sepse possui estágios diferenciados pelos sintomas e sua gravidade. São eles:

Sepse

A infecção local atinge a corrente sanguínea e causa inflamação em todo o corpo. A SIRS pode se manter no organismo mesmo depois dessa infecção inicial não existir mais.

Apresenta alguns sintomas usuais da infecção comum, então podem ocorrer situações em que os sintomas da infecção só apareçam quando ela já se tornou sepse. Eles são:

  • Hipertermia (febre alta);
  • Calafrios;
  • Náusea e vômitos;
  • Prostração (debilidade física, fraqueza);
  • Anorexia;
  • Mialgia;
  • Letargia;
  • Irritabilidade;
  • Dificuldade para respirar.

Sepse Grave

É caracterizada pela anormalidade na perfusão tecidual (introdução de substâncias líquidas nos tecidos) e pela disfunção orgânica. Os mediadores químicos inflamatórios provocam um aumento da permeabilidade dos vasos sanguíneos, facilitando o extravasamento de líquido para alguns órgãos, como pele e pulmões.

Diante disso, o paciente pode apresentar:

  • Hipoperfusão (baixa irrigação sanguínea) orgânica;
  • Hipotensão;
  • Hiperbilirrubinemia (quantidade anormal de bilirrubina no sangue);
  • Alteração no nível de consciência;
  • Alteração na coagulação;
  • Oligúria (produção reduzida de urina);
  • Evidência de perfuração visceral (principalmente na cavidade abdominal) ou peritonite;
  • Acidose lática;
  • Inchaço (edema) e água nos pulmões.

Choque Séptico

A coagulação intravascular disseminada (CID), resultante da sepse grave, impede que oxigênio e nutrientes cheguem aos órgãos vitais. Com isso, a homeostase (equilíbrio das funções e composições químicas do corpo) não consegue ser mantida sem intervenção, não há resposta à administração de líquidos por via intravenosa e a pressão sanguínea cai drasticamente.

PUBLICIDADE

Como consequência desses fatores, pode acontecer:

  • Tromboses e hemorragias;
  • Formação de microtrombos (coágulos que se formam no coração e nos pequenos vasos);
  • Hipovolemia (diminuição anormal do volume de sangue);
  • Hipóxia tissular (baixo teor de oxigênio nos tecidos);
  • Necrose gangrenosa (morte dos tecidos) de braços, pernas, mãos e pés;
  • Falência múltipla dos órgãos;
  • Morte.

Em algumas pessoas os sintomas podem ser atípicos, como:

  • Hipotermia;
  • Taquicardia;
  • Hiperventilação;
  • Petéquias (pontos vermelhos no corpo causados por uma pequena hemorragia de vasos sanguíneos);
  • Aumento na contagem dos leucócitos e queda no número de plaquetas;
  • Hipermetabolismo (com aumento da glicogenólise, da glicogenólise hepática, da lipólise e do catabolismo proteico muscular, intestinal e do tecido conjuntivo).

Causas da Sepse

A sepse surge quando uma infecção local não é controlada, favorecendo a invasão dos agentes infecciosos na corrente sanguínea. Como esses micro-organismos chegam em massa no sangue, as células de defesa precisam agir em várias regiões ao mesmo tempo, surgindo, então, uma resposta inflamatória no corpo todo. Portanto, a inflamação não é uma influência da bactéria, mas sim uma maneira do organismo em se defender.

A infecção que resulta na sepse geralmente é de origem bacteriana, mas pode também ser causada por fungos, vírus e parasitas. Dessa forma, qualquer infecção mais grave pode levar à uma infecção generalizada, seja ela hospitalar ou não.

Como muitos elementos relacionados às causas dessa patologia ainda são desconhecidos, principalmente por não haver compreensão das relações entre imunidade, inflamação e coagulação, não há um critério específico para apontar fatores de risco precisos. Mesmo assim, existem três casos de sepsticemia que são mais frequentes:

  • Sepse pulmonar: ocorre quando o foco da infecção primária é o pulmão (pneumonia);
  • Sepse urinária: ocorre quando o foco da infecção primária é qualquer órgão do trato urinário (rins, ureteres, bexiga e uretra);
  • Sepse abdominal: ocorre quando o foco da infecção primária é o peritônio (peritonite), que é uma membrana que reveste a parede interna do abdômen e a maioria dos órgãos da região abdominal.

Entretanto, outras infecções também são comuns de evoluírem para a infecção generalizada:

  • Infecções no sistema nervoso central;
  • Erisipela (inflamação da pele);
  • Endocardite (infecção do endocárdio);
  • Artrite (inflamação da articulação);
  • Otite (infecção do ouvido);
  • Feridas cirúrgicas.

A Sepse é transmissível?

Por ser o agravamento de uma infecção previamente estabelecida, a septicemia não pode ser transmitida de uma pessoa para outra. O contato com um paciente séptico só se torna uma questão preocupante devido ao possível risco de transmissão da infecção original. Ou seja, se o micro-organismo que provoca a sepse não for contagiosa, não há perigo no contato com o paciente.

Grupos de risco

Embora qualquer pessoa possa ter uma infecção que resulte na SIRS, alguns grupos estão mais propensos a apresentar infecção generalizada dos órgãos:

  • Pessoas hospitalizadas;
  • Pessoas desnutridas;
  • Pessoas com sistema imunológico debilitado;
  • Usuários de corticosteroides ou de qualquer outro imunossupressor;
  • Portadores de HIV;
  • Pacientes que fizeram quimioterapia ou que apresentam células neoplásicas (tumor);
  • Portadores de doenças crônicas (insuficiência cardíaca, renal e diabetes);
  • Crianças com menos de um ano;
  • Idosos;
  • Usuários de álcool e outras drogas;
  • Locais que apresentam ferimentos ou lesões, principalmente provocados por arma de fogo, acidente automobilístico ou queimaduras.

Além disso, deve-se considerar que algumas bactérias causadoras de infecção são mais nocivas do que outras e que os organismos não lidam com os germes invasores da mesma forma. Assim, podem existir respostas inflamatórias diferentes.

Os casos também são mais frequentes em países e regiões menos favorecidos, onde normalmente o diagnóstico é tardio e há carência de leitos de terapia intensiva.

Como é feito o diagnóstico da Sepse?

Como a maioria dos casos de sepse ocorrem em UTI’s, as suspeitas costumam vir dos clínicos gerais ou da equipe médica responsável pelo paciente em questão. O diagnóstico da infecção generalizada depende de uma avaliação clínica e laboratorial cautelosa de um patologista para identificar o foco infeccioso que deu início à síndrome. Podem ser realizados exames como:

  • Hemograma e hemocultura (exames de sangue);
  • Exames de urina;
  • Cultura de qualquer material biológico passível de coleta;
  • Radiografia;
  • Medição dos níveis de lactato sérico;
  • Teste de sensibilidade aos antimicrobianos;
  • Ultrassonografia;
  • Medição da pressão e saturação de oxigênio venosa central;
  • Ecocardiograma;
  • Tomografia;
  • Ressonância magnética;
  • Ecocardiograma.

Biomarcadores candidatos e mediadores da sepse vem sendo investigados, por serem considerados úteis tanto no diagnóstico quanto na sua classificação. Aposta-se que o uso dessas substâncias permitirá a previsão do desfecho da patologia.

Sepse Neonatal

Por ser um caso difícil de ser diagnosticado clinicamente, é comum que os neonatos permaneçam assintomáticos até que ocorra um colapso hemodinâmico e respiratório. Se houver uma suspeita de sepse, mesmo que remota, ela deve ser tratada com antibióticos e o recém-nascido deve ser mantido sob observação até que se tenha o resultado das culturas.

Um diagnóstico rápido é crucial para que o tratamento seja eficaz.

A Sepse tem cura? Qual é o tratamento?

O tratamento da sepse deve ser realizado o mais rápido possível para evitar que a inflamação fique maior e mais disseminada e, assim, aumentar as chances do paciente sobreviver. É indicado que pacientes com quadro de sepse grave ou choque séptico sejam tratados em uma unidade de tratamento intensivo (UTI), pois o tratamento exige um cuidado pleno ao paciente e equipamentos sofisticados.

Antibióticos

Imediatamente após a suspeita de septicemia, é comum a prescrição de antibióticos de largo espectro por via endovenosa, por serem eficazes contra uma variedade maior de bactérias. Quando atingidas, elas são eliminadas do sangue e se interrompe o estímulo ao processo inflamatório. Porém, esses medicamentos não surtem efeito se a infecção não for de origem bacteriana. Portanto, quando o resultado das culturas estiver disponível, pode acontecer um reajuste do antibiótico utilizado.

Reposição Volêmica e Vasopressores

Deve-se realizar a reposição volêmica, pois repõe o sangue perdido no caso de hipovolemia e evita os danos causados pela perfusão tissular inadequada. Se não surtir efeito, entram em ação os medicamentos vasopressores, que ajudam a contrair os vasos e a estabilizar os níveis da pressão arterial. Se nem esses medicamentos forem suficientes, adrenalina (epinefrina) deve ser, então, adicionada ao tratamento.

Ventilação mecânica e Hemodiálise

Casos de insuficiência respiratória exigem ventilação mecânica ou intubação traqueal eletiva e casos de insuficiência renal exigem hemodiálise.

Controle Glicêmico

Deve ser realizado um controle glicêmico rigoroso para que sejam identificados casos de hipoglicemia e fazer com que, assim, o tratamento seja imediato.

Suporte Nutricional

Como existem inúmeros obstáculos na alimentação via oral, vias alternativas devem ser consideradas, desde que o paciente não esteja com a circulação sanguínea instável. A nutrição enteral (por meio de sonda nasogástrica) é a mais utilizada frequentemente, pois mantém a integridade do trato digestivo, reduz a incidência de complicações e minimiza o risco de deslocar a bactéria.

A nutrição parental (diretamente na corrente sanguínea) é indicada quando a via enteral não atender as necessidades nutricionais estimadas ou quando o sistema gastrointestinal estiver impossibilitado.

Terapia Dirigida Antecipada

São providências que devem ser tomadas logo no início do tratamento da sepse severa, otimizando a pré-carga, a pós-carga e a contratilidade cardíaca.

Esteroides

O uso de corticosteroides é recomendado para pacientes com choque séptico que, mesmo após a reposição volêmica e os medicamentos vasopressores, ainda mantenham um quadro de hipotensão.

Outras medidas que podem ser tomadas são:

  • Drenagem de abcessos (bolsas de pus que se acumulam em tecidos e órgãos);
  • Retirada dos tecidos necróticos;
  • Aplicação de um cateter venoso central e um cateter arterial (com fluidos intravenosos);
  • Remoção de dispositivos ou próteses infectadas;
  • Ações para reduzir trombose venosa profunda e úlceras;
  • Medição de variações hemodinâmicas.

A drotrecogina alfa ativada (proteína C ativada), que antigamente era comercializada para a sepse severa, foi atestada como não eficiente.

Medicamentos para Sepse

Os medicamentos usualmente indicados são:

Atenção!

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas nesse site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

Complicações

Mesmo quando um paciente sobrevive a uma crise de sepse grave ou ao choque séptico, ele pode apresentar sequelas, principalmente neuropsicológicas e miopáticas (relacionadas às fibras musculares), que mudam sua qualidade de vida.

Como prevenir a Sepse?

Para prevenir a septicemia, é preciso diminuir o risco de contrair infecções. Para isso, são necessários esforços individuais e coletivos.

Quando se trata de ambientes hospitalares, deve haver uma prática rigorosa de limpeza e esterilização dos instrumentos médicos e uso de luvas, aventais e jalecos pelos profissionais.

Além disso, também é possível evitar infecções em casa, através das seguintes práticas:

  • Lavar as mãos com frequência com água e sabão;
  • Não fumar perto de crianças;
  • Manter a vacinação de crianças em dia;
  • Atentar para ocorrência de febre (que é um sinal para procurar orientação médica);
  • Evitar o hábito de levar a mão à boca ou ao nariz.

A septicemia é a principal causa de mortes em UTI’s do mundo e seu tratamento precisa ser realizado com a máxima urgência. Entretanto, o baixo conhecimento da população sobre a síndrome leva muitos casos a serem diagnosticados tarde demais.

Ajude a reduzir o número de mortes por sepse compartilhando esse texto com seus amigos e familiares!

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (10 votos, média: 4,50 de 5)
Loading...

24 Comentários

Atenção: os comentários abaixo são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.

  1. Excelente texto .Minha irmã com 24 anos depois de uma infeção de urina , teve sepse grave e S.A.R.A ficou 28 na UTI, foi desenganada pelos médicos . Mas Deus fez o impossível. Graças a Deus ela se recuperou e não teve seguelas . Creio que Deus operou um milagre . Somos eternamente gratos a Seus porque vimos o impossível acontecer.

  2. Minha sobrinha de 28 anos faleceu recentemente por Sepse na corrente sanguínea. Paciente de hemodiálise, a equipe que a assistia ficou tratando com antibióticos orais e demorou dias para encaminhá-la para internação, ao chegar ao hospital o quadro já havia evoluído e foi irreversível. A negligência e a má formação dos profissinais da saúde tbm auxiliam nos altos índices de mortalidade.

  3. Boa Noite! Infelizmente perdi minha mãe recentemente com essa doença, muito triste o médico chegar e falar prá você :
    Lamento mas fizemos tudo o que era possível mas ela não respondeu ao tratamento!!!! 😢😢😢😢

  4. O texto mais completo que já li sobre sepse. Meu padrasto foi para o hospital com a unha inflamada (encravada) e há 1 1/2 está na UTI. Ninguém fala nada, o quadro se agrava e a falta de informação é o que existe de pior. Os médicos deveriam esclarecer mais. Vejo o despreparo dos hospitais particulares.

  5. Meu Deus !!!!! Meu filho foi internado há 12 na UTI com diagnostico de Sepse Pulmonar + S.A.R.A (Síndrome da Angústia Respiratória Aguda) Ele tem 20 anos e é especial. Tem muitas limitações e não sabe se comunicar. Eu e meu esposo estamos apavorados com as sequelas que podem acontecer. Se tiver dores não saberá dizer. Fez traqueostomia ontem. Está em coma induzido desde que entrou na UTI. Estamos vivendo dias e noites de muita angústia. Diz o médico que a infecção começou lentamente se render ao tratamento. Jesus misericórdia!!!!! Não sei o que é mais preocupante : se o medo de perdê-lo ou o medo das sequelas.

  6. Lendo esta matéria, percebi que minha amada mãe estava com todos estes sintomas, estava fazendo tratamento de uma pneumonia, e os médicos não informaram que ela estava com está doença, depois de 14 dias internada veio a óbito, e só ficamos sabendo que ela teve choque séptico e septicemia pulmonar quando o médico veio nos avisar que ela tinha falecido, muita negligência.

  7. Material ótima, me ajudou a esclarecer bem o quadro clínico do meu sogro. Há um mês meu sogro está internado no hospital, foi pra fazer uma cirurgia de hérnia de disco e após cirurgia começou apresentar esses quadros da bactéria, mas no início nenhum dos médicos informaram que era Sepse, eu acabei descobrindo por uma conhecida que trabalha na área da saúde que poderia ser, fui pesquisar e achei essa matéria que explicava tudo. Hoje ele continua internado e lutando pra combater essa bactéria. Os primeiros sintomas foi pneumonia e água no pulmão, depois anemia e dificuldades pra respirar, aí já teve que entubar deixar sedado e assim foi complicando, começou a tomar mais de 11 medicação, começou fazer hemodiálise, pressão caindo e medição para poder mantê-la , mas o pior já passou agora por obra de Deus as coisa estão começando a melhor e logo ele sai dessa.
    18/06/2018

    • Oi, meu amigo. Estou com meu tio do mesmo jeito. Estou muito preocupado. Os leucócitos estavam ontem 26 mil. Muitas complicações, não sei o que fazer. Já faz 14 dias.

  8. Bom Dia
    Minha mãe ficou 7 dias com infecção generalizada, e esta a 5 dias no apartamento, os leococitos dela estão a 17 mil, o médico disse que seria viável ela já ir p casa, e tomar antibióticos de uso oral. Isso procede, porque ela esta tomando meropeném de 8h em 8h no hospital!.

  9. Perdi minha mãe no último dia 15.
    Ela foi internada para tratar de uma fratura no fêmur, mas poucos dias depois foi para UTI, apresentando crise respiratória. A médica disse que não tinha identificado nada nos pulmões.
    Após três dias, ela foi removida para um sala de observação, com uma certa melhora. Dias depois, foi diagnosticada com infecção pulmonar e sepse. Não colocaram cateter, apenas antibióticos e morfina.
    Em menos de uma semana, ela faleceu. A salas onde ela ficou estavam com temperaturas baixíssimas, até para mim que a acompanhava, e ela permaneceu com pouca roupa o tempo todo. Acho que houve negligência médica e estrutural.

  10. Muito,bom este texto.temos que ficar atentos que até uma infecção dentaria poderia aparecer esta terrível doença.Sou Paraplégico,e sempre estou atento a qualquer mudanças em meu corpo.

  11. Ótimo texto, muito esclarecedor, mas tenho uma amiga internada por isso, ela estsva fazendo quimioterapia, e isso com certeza não me deixou mais calmo, só me resta confiar na competência dos médicos.

  12. Meu filho teve, tratou durante 15 dias e está em casa e teve anemia. Agora apresenta fortes dores na perna esquerda, ele tem 9 anos, essas dores melhoram?

    • Olá Juliana,

      Se o seu filho apresenta qualquer sinal ou sintoma, é importante buscar ajuda médica para que este profissional avalie o quadro de saúde da criança. Lembre-se que a automedicação pode trazer sérios riscos à saúde do paciente.

  13. Ha 3 meses perdi minha mãe em decorrencia dessa infeccao, mas em nenhum momento fomos informados que ela ja vim com quadro de sepse.
    So foi informado no dia do obito que perguntei a causa da morte.
    Em nenhum momento eles medicaram minha mae com antibiotico. Hoje vendo estes esclarecimentos so me confirma a negligencia deles com a minha joia.

  14. Na verdade, é uma doença que alerta para o risco de sentir alguma coisa, algum sintoma que te incomoda e você vai adiando, ou para o despreparo dos médicos do SUS e dos Hospitais particulares também em não saberem diagnosticar a doença.
    Aliás estou viva, cientificamente falando, só por que não fiquei em casa sentindo dor mais um dia e principalmente pela vontade de Deus, por que depois de um mês inteiro no hospital, sem andar, usando fraldas, entre outras complicações graves, sair do hospital foi o milagre que vi acontecer diante dos meus olhos.

    Que fique o alerta, o texto é maravilhoso, muito completo.

    E que fique o alerta, esta doença é grave, silenciosa e se espalha muito, mais muito rápido…

  15. Uma pessoa estava internada na UTI com septicemia grave por 17 dias. Foi transferida para uma enfermaria. Quanto tempo permanece internada?

  16. Boa noite! É uma doença muito grave estou com um primo internado por conta dessa doença tem 15 dias com essa luta.

Deixe o seu comentário, nos preocupamos com sua opinião:

Por gentileza, escreva seu comentário
Por favor, insira seu nome aqui

Lamentamos a não possibilidade de dar-lhe conselho médico ou responder a questões médicas e farmacêuticas individuais através de e-mail, pois apenas um médico pode prestar tal atendimento. Embora tentemos responder a todos os comentários, opiniões e e-mails que recebemos em até dois dias úteis, nem sempre é possível devido ao grande volume que recebemos. Por favor, tenha em mente que qualquer solicitação ao Minuto Saudável está sujeita aos nossos Termos de Uso e Política de Privacidade, ao enviar, você indica sua aceitação.