Ressonância Magnética: o que é, preço, crânio, joelho, coluna, pelve

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Para visualizar melhor os órgãos internos, é preciso fazer uso de alguns instrumentos. Dentre os exames que permitem avaliar essas estruturas está a ressonância magnética, um tipo de procedimento que se utiliza de ondas magnéticas para gerar imagens.

Entenda o que é esse exame, quando deve ser feito e suas contraindicações a seguir!

Índice – neste artigo você vai encontrar as seguintes informações:

  1. O que é ressonância magnética?
  2. Aparelho de ressonância magnética
  3. Como funciona o exame de ressonância?
  4. Para que serve?
  5. Como é feito?
  6. Tipos
  7. Quanto tempo dura a ressonância magnética?
  8. Quais as vantagens e desvantagens?
  9. Contraindicações
  10. Quais os efeitos colaterais do contraste?
  11. Cuidados pré-exame e pós-exame
  12. O que pode afetar os resultados?
  13. Riscos
  14. Preço: qual o valor de uma ressonância magnética?
  15. Perguntas frequentes

O que é ressonância magnética?

A ressonância magnética, ou ressonância magnética nuclear, é um exame não invasivo que se utiliza de um campo magnético e de ondas de rádio para gerar imagens detalhadas dos órgãos e tecidos do corpo.

O campo magnético é a região próxima a um ímã e que influencia outros ímãs, materiais metálicos e correntes elétricas.

A máquina de ressonância é capaz de gerar campos magnéticos que, por sua vez, provocam agitação dos prótons (partículas presentes no organismo que contêm carga elétrica).

Essa agitação é captada pelo aparelho e transformada em imagens que revelam o interior do corpo.

Isso faz com que a ressonância magnética seja um dos exames mais precisos de diagnóstico por imagem, fornecendo informações em alta definição dos órgãos internos (mais detalhadas do que em outros exames) e em 3 dimensões: vertical, horizontal e com o corpo dividido em camadas.

Dessa forma, as utilidades da ressonância são inúmeras. Através dela é possível identificar anomalias no cérebro e na medula espinhal, visualizar tumores, cistos, câncer de mama, lesões e anormalidades nas juntas e articulações, e muitas outras coisas.

Aparelho de ressonância magnética

Como vimos anteriormente, o aparelho de ressonância magnética é capaz de gerar imagens detalhadas e em 3 dimensões das partes internas do corpo.

O aparelho é constituído por um grande eletroímã, que é, em linhas gerais, um ímã cujo campo magnético (que atrai metais e cargas elétricas) se forma através de uma corrente elétrica.

No caso do aparelho de ressonância magnética, os eletroímãs da máquina devem ser muito grandes e muito potentes.

Para criar o campo magnético, o aparelho se utiliza de uma bobina em que se enrolam fios de metal que é submetida à uma alta corrente elétrica contínua, formando o campo magnético.

Durante o exame, o eletroímã causa reações nos prótons do corpo. Cada próton possui um campo magnético com lados positivos e negativos. O eletroímã alinha os prótons, deixando-os prontos para reagir com frequências de rádio, como se eles ficassem enfileirados ou ordenados.

No momento em que se alinham ao campo magnético, os prótons emitem frequências de rádio que são captadas pela máquina, gerando a imagem.

Mas a tecnologia e a estrutura do aparelho fazem com que os prótons do corpo vibrem em velocidades distintas, formando imagens em 3 dimensões.

A estrutura cercada e fechada da máquina tem um motivo: é necessário isolar a captação de ondas para que não haja interferência nas imagens formadas.

Chamada de gaiola de Faraday, a estrutura que cerca o paciente protege o seu interior de ondas de rádio, estática e até de raios.

Todos esses detalhes fazem com que a máquina seja bem cara e custe até 3 milhões de dólares. Por essa razão, o preço dos exames feitos nesta máquina tendem a ser mais caros do que os outros.

Como funciona o exame de ressonância?

A maior parte do corpo humano é feito de moléculas de água, que, por sua vez, são constituídas de átomos de hidrogênio e oxigênio. No centro de cada átomo de hidrogênio existe uma partícula ainda menor chamada de próton.

Prótons são como ímãs minúsculos com polos positivos e negativos. Quando um paciente realiza um exame de ressonância magnética, o campo magnético gerado pela máquina faz com que os prótons se alinhem todos em uma única direção, prontos para reagir com as ondas de rádio.

Com os prótons alinhados, as ondas de rádio são direcionadas para uma parte específica do corpo a ser examinada fazendo com que os prótons se vibrem. Essa vibração é captada pelos receptores na máquina, fazendo com que ela saiba a localização exata dos prótons no corpo, possibilitando distinguir entre diferentes tipos de tecido.

Como os prótons dos tecidos se realinham em velocidades variáveis, eles acabam produzindo sinais diferentes, que, por sua vez, são traduzidos em imagens detalhadas do interior do corpo humano.

Funciona assim: da mesma maneira que milhões de pixels em um computador conseguem criar figuras complexas, os sinais emitidos pelos milhões de prótons no corpo são combinados, criando imagens.

Para que serve?

Podemos dizer que a principal função do exame é gerar imagens das partes internas do corpo. É através dessa capacidade que a máquina de ressonância magnética é capaz de cumprir os seguintes propósitos:

  • Identificar anomalias no cérebro e na medula espinhal;
  • Visualizar tumores, cistos e outras condições em diferentes áreas do corpo;
  • Auxiliar no diagnóstico de câncer de mama;
  • Gerar imagens de lesões e anormalidades nas juntas e articulações, como as das costas, joelhos, ombros, etc;
  • Auxiliar no diagnóstico de doenças cardiovasculares;
  • Visualizar alterações no fígado e outros órgãos abdominais;
  • Visualizar vasos sanguíneos (artérias e veias);
  • Avaliar o sistema urinário (rins, bexiga, próstata);
  • Auxiliar na avaliação de dores pélvicas em mulheres, ajudando a diagnosticar doenças como fibrose e endometriose;
  • Avaliar suspeitas de anormalidades no útero e riscos de infertilidade.

Esses são só alguns dos usos do exame de ressonância magnética, ainda é possível diagnosticar muitos outros problemas, como tumor no cérebro, esclerose múltipla e doenças autoimunes.

Como é feito?

A ressonância magnética, como o próprio nome já diz, se utiliza de um campo magnético para geração de imagens. Como consequência, durante a realização do exame, é necessário que o paciente tire todos os objetos de metal do corpo.

Ou seja, grampos de cabelo, relógios, óculos, sutiã com aros, perucas, aparelhos auditivos, anéis, brincos, colares e demais acessórios devem ser retirados. Isso deve ser feito não somente porque a presença do metal pode afetar as imagens, mas também por conta do campo magnético forte gerado pela máquina, que pode sugar o objeto, causando até lesões no paciente.

O aparelho de ressonância é como um ímã gigante. Por isso, algum objeto de metal mal segurado pelo paciente pode ser sugado pela máquina, danificá-la e até mesmo machucar o paciente.

Mesmo que pequenos, esse elementos ganham bastante força ao serem puxados para a máquina, fazendo com que simples moedas possam causar graves ferimentos.

Depois de retirar todos os metais, o paciente deve entrar na máquina. A máquina de RM tem o formato de uma rosquina gigante. Durante o teste, o paciente se deita sobre uma mesa móvel que desliza para dentro da abertura da máquina.

Um técnico supervisiona todo o procedimento em outra sala. Uma vez com o paciente posicionado, começa-se o exame.

Durante o procedimento, a parte interna da máquina, o imã propriamente dito, produz batidas repetitivas que podem parecer assustadoras para alguns pacientes, mas na verdade são só indicativos de que a máquina está funcionando corretamente.

O aparelho ainda conta com um microfone pelo qual é possível que o profissional responsável e o paciente conversem durante a sua execução.

No caso de pessoas que sofrem claustrofobia, o medo de permanecer em locais fechados e apertados, dá-se a opção de medicar o paciente antes para ajudar a diminuir os níveis de ansiedade.

Leia mais: Como controlar a ansiedade? 14 dicas para evitar crises

Quando o barulho feito pela máquina é muito alto, os profissionais podem fornecer protetores ou fones com música para ajudar a bloquear o ruído.

Nem sempre o paciente precisa entrar completamente no tubo. Se a lesão acontece no pé, por exemplo, é possível que a parte superior do corpo permaneça fora da máquina, o que reduz a ansiedade e desconforto.

Também vale ressaltar que, apesar da longa duração (às vezes o exame pode durar 1 hora ou mais), existem pausas.

As imagens normalmente são feitas em série e o profissional avisa para o paciente quando ele deve permanecer imóvel, dando tempo para o paciente coçar o nariz, mover o pé e outros movimentos semelhantes.

Tipos

Os aparelhos de ressonância magnética podem ter diferentes características técnicas campo magnético, dimensões do aparelho e recursos de captação, transmissão e processamento de imagens.

Isso faz com que existam diferentes tipos de RM dependendo do objetivo e do órgão a ser analisado. Entenda:

Ressonância magnética do crânio

A RM é mais comumente utilizada no cérebro e na medula espinhal, a porção mais alongada do sistema nervoso.

Nessa modalidade, o exame tem o intuito de diagnosticar aneurismas de vasos cerebrais, distúrbios do olho e ouvido interno, esclerose múltipla, traumatismos da medula espinhal, derrame, tumores e lesões cerebrais por trauma.

Ressonância magnética da pelve

Um dos usos da ressonância magnética é na região da pelve. Ela permite realizar avaliação dos órgãos que se localizam no abdómen inferior, o fundo da barriga.

Dessa forma, é possível estudar a bexiga, o útero, os ovários, a próstata e as vesículas seminais.

Normalmente, esse exame é realizado em conjunto com uma RM abdominal, passando a ser denominado por ressonância magnética abdmino-pélvica.

Ressonância magnética da coluna

A ressonância magnética também pode ser feita na coluna. É um dos melhores métodos para diagnosticar patologias como hérnias discais (ou hérnias de disco), espondilose (artrose da coluna), deslizamentos vertebrais, estenose vertebral (aperto da coluna) e diversas outras condições.

Dessa forma, o exame pode ser subdividido em quatro categorias, cada uma com maior ênfase às regiões da coluna:

  • RM da coluna cervical: próxima ao pescoço;
  • RM da coluna dorsal: região próxima ao tórax;
  • RM da coluna lombar: parte próxima ao umbigo;
  • RM da coluna lombo-sacral: parte final da coluna.

Ressonância magnética do coração e vasos sanguíneos

Essa modalidade de RM busca avaliar o tamanho e a função das cavidades cardíacas, a espessura e o movimento das paredes do coração, a extensão de um dano causado por um ataque cardíaco ou outra doença cardiovascular, bloqueios nos vasos sanguíneos e aneurismas.

Ressonância magnética de órgãos internos

A ressonância magnética de órgãos internos busca detectar tumores e outras anormalidades em diversos órgãos, como o fígado, rins, baço, pâncreas, útero, ovários e próstata.

Ressonância magnética do joelho, ossos e articulações

Essa modalidade auxilia os médicos a avaliar as articulações e identificar anormalidades causadas por lesões, como cartilagem e ligamentos danificados.

Outro objetivo é verificar a presença de alterações nos discos da coluna, infecções ósseas e tumores nos ossos ou tecidos moles.

Ressonância magnética da mama

A ressonância magnética da mama é mais específica. É utilizada, normalmente, em conjunto com a mamografia para detectar o câncer de mama quando há suspeita da doença.

Ressonância magnética aberta

No caso dos pacientes que são realmente claustrofóbicos e não conseguem entrar na máquina, existe a opção de fazer a ressonância magnética “aberta”.

A máquina aberta, em vez de ter o formato de rosca, tem um formato de “U”, entretanto, ela pode ser tão estreita quanto a máquina normal.

Em comparação com o método tradicional, pode haver uma redução da qualidade das imagens, mas, dependendo dos tipos de sintomas a serem analisados, ela pode ser mais útil.

Por exemplo, um paciente pode sentir uma dor nas costas, mas essa dor não parece quando ele está deitado. A máquina aberta permite analisar essa dor e suas consequências com o paciente inclinado, fornecendo dados mais realísticos sobre a condição.

Ressonância magnética com contraste

O contraste é um líquido que acentua a qualidade das imagens nos órgãos e vasos sanguíneos, tornando mais fácil transcrever formar os resultados.

Usa-se o contraste na ressonância magnética quando os médicos estão em busca de mais dados e maiores detalhes sobre o estado de saúde, tamanho, e composição do tecido corporal a ser analisado durante o exame.

A necessidade do uso do produto costuma variar de acordo com o local a ser examinado e da patologia específica que é investigada

Ao contrário das tomografias computadorizadas, que usam de iodo como material de contraste, a RM com contraste utiliza o gadolínio, outro composto químico que vai ajudar o equipamento a gerar imagens.

Esse medicamento é injetado através de uma via de acesso endovenoso no paciente durante toda a realização do exame, aumentando a acurácia do diagnóstico final.

Quanto tempo dura a ressonância magnética?

A duração da ressonância magnética vai depender muito do tipo de exame sendo realizado, da condição sendo observada e do objetivo da investigação.

De modo geral, a duração do exame pode variar de 30 minutos até 2 horas. Conforme for o objetivo do exame, o paciente pode até ver filmes, sentir cheiros, escutar sons, realizar tarefas cognitivas (como fazer cálculos de cabeça), apertar botões e outras coisas.

Para saber exatamente qual a duração do seu exame, converse com o seu médico para que ele lhe explique todo o procedimento.

Quais as vantagens e desvantagens?

Quando comparado a outros exames, a ressonância magnética traz algumas vantagens e algumas desvantagens. Entenda:

Vantagens

Os aparelhos de RM não utilizam radiação ionizante, o que pode ser considerado uma vantagem por algumas pessoas devido aos possíveis efeitos da substância.

Outro diferencial da RM é a capacidade de gerar imagens em qualquer dimensão (vertical, horizontal e longitudinal). Enquanto a tomografia é limitada a um só plano, o aparelho de ressonância magnética é muito mais versátil.

Desvantagens

As desvantagens do exame são as restrições ou dificuldades, entre elas:

  • Pessoas com obesidade podem ter dificuldade diante do tamanho da máquina (que não é ajustável);
  • Por ser fechado, o aparelho pode ser desconfortável para pacientes com claustrofobia;
  • Durante o exame, a máquina é muito barulhenta, o que pode assustar algumas pessoas, sobretudo crianças;
  • É necessário que o paciente fique completamente imóvel durante um longo período (o exame pode durar de 20 a 90 minutos);
  • Pessoas que também têm equipamentos ortopédicos, como pinos, placas e articulações não podem fazer o exame na área onde essas peças se encontram, pois pode haver distorção das imagens.

Contraindicações

Para a maior parte das pessoas não existe contraindicações ou riscos para saúde em se fazer a ressonância magnética. Contudo, existem algumas situações que podem impedir a realização do exame.

Casos em que o paciente possui algum dispositivo metálico que possa sofrer influência do campo magnético gerado pelo aparelho, por exemplo, é a situação mais comum de contraindicação.

Portanto, converse com seu médico antes de realizar o exame se você for portador de algum dos seguintes dispositivos:

  • Marca-passo cardíaco;
  • Desfibrilador cardíaco implantável;
  • Implante coclear;
  • Clipes vasculares metálicos;
  • Prótese vascular
  • Stent vascular;
  • DIU;
  • Próteses ortopédicas;
  • Fragmentos de metais no corpo (como projéteis de arma de fogo);
  • Tatuagens muito antigas (antigamente, as tintas podiam conter traços de metais).

Vale ressaltar que não são todos os dispositivos listados acima que contraindicam a realização de RM. Existem marca-passos que podem ser usados na ressonância, por exemplo.

Entretanto, é muito importante que você converse com a equipe médica e a informe de qualquer dispositivo artificial presente no corpo para que eles possam decidir se o exame é ou não seguro para você.

Contraindicações para ressonância magnética com contraste

Ainda existem as contraindicações para a ressonância magnética realizada com uso de contraste. Nesses casos, a injeção do composto gadolínio, é contraindicada para:

  • Pacientes com disfunção renal grave;
  • Pacientes que sofram de lesão renal aguda;
  • Pacientes que se submeteram a transplante hepático;
  • Recém-nascidos com até 4 semanas de idade.

Quais os efeitos colaterais do contraste?

Os efeitos colaterais do contraste são pouco comuns e, quando ocorrem, tendem a ser brandos, como coceira, irritação, tontura e vômito. Idosos, crianças e pessoas propensas às alergias podem receber contraste especial, com menor riscos à reação.

Em geral, os efeitos alérgicos ou colaterais ocorrem no local da aplicação, causando coceira, vermelhidão e dor, mas que tendem a melhorar rapidamente.

Cuidados pré-exame e pós-exame

Normalmente a ressonância magnética não requer nenhum preparo prévio, entretanto, dependendo do tipo de exame a ser realizado, pode ser solicitado ao paciente um jejum de 3 ou 4 horas.

Antes do exame, o paciente pode receber um roupão para realização do procedimento e deve retirar todo e qualquer objeto de metal, como anéis, colares e jóias para que não haja interferência na imagem.

No caso de pessoas que sofrem de claustrofobia, os médicos podem receitar um calmante ou sedativo para acalmá-la. Exceto nos casos em que o paciente teve de usar de algum sedativo, não existem muitos cuidados pós-exame e você pode seguir com suas atividades cotidianas normalmente.

Quando o exame foi feito com o uso de contraste, é necessário beber bastante água para ajudar a eliminar o líquido naturalmente.

Já as pessoas que precisaram ser sedadas durante, existem alguns cuidados e eles envolvem:

  • Não dirigir ou usar transporte público por pelo menos 24 horas;
  • Não operar maquinário por pelo menos 1 dia após o exame.

O que pode afetar os resultados?

Quando os resultados de uma ressonância magnética são afetados, isso normalmente se dá por alguma alteração na formação da imagem.

O principal motivo para essas alterações é a realização do exame com algum metal despercebido. Por exemplo, pessoas que têm placas e parafusos ortopédicos podem ter as imagens do exame alteradas se a prótese estiver muito próxima do local a ser examinado.

Durante o procedimento, também é necessário que o paciente fique imóvel. Se o paciente mexer-se demais, é capaz das imagens não ficarem nítidas.

Riscos

O exame de ressonância magnética é indolor e seguro. Algumas pessoas podem sentir-se desconfortáveis durante a realização, sobretudo se possuírem claustrofobia, podendo gerar um grau severo de ansiedade.

Apesar de não haver nenhum estudo comprovando que o exame de ressonância cause algum mal para o corpo humano, certos pacientes devem evitar a realização do exame sem antes conversar com o médico e medir os riscos e benefícios.

Preço: qual o valor de uma ressonância magnética?

O preço da ressonância magnética varia bastante de acordo com a complexidade da realização do exame, tempo de duração e da área a ser visualizada. Contudo, em média, o valor fica entre R$ 800 e R$ 1.000.

Perguntas frequentes

Grávida pode fazer ressonância magnética?

Depende. Mulheres grávidas têm a permissão para realizar o exame desde que haja indicação e necessidade, pois, apesar de não possuir radiação ionizante (que prejudica a gestante e o bebê), é melhor evitar a exposição às ondas magnéticas pelo menos durante os três primeiros meses de gestação.

Por esse motivo, sempre converse com seu médico antes de realizar qualquer exame. Os efeitos dos campos magnéticos sobre o corpo humano ainda não são completamente compreendidos e o médico pode recomendar um exame alternativo que ofereça menos riscos.

Ressonância magnética dói?

Não. A ressonância magnética é um exame indolor. Porém, desconfortos podem acontecer especialmente quando se faz um exame com contraste. Nesses casos, sintomas como náuseas, vômitos, irritação na pele e dor de cabeça podem acontecer.

Quem usa aparelho ortodôntico pode fazer RM?

Sim! Pessoas que usam aparelho ortodôntico podem fazer o exame desde que o seu objetivo não seja visualizar nada do pescoço para cima, pois o metal do aparelho pode prejudicar a qualidade de imagem.

Quem tem equipamentos ortopédicos (pinos, placas, parafusos e articulações) pode fazer ressonância magnética?

Normalmente, os pinos, placas, parafusos e articulações que são implantados em pacientes que sofreram lesões são feitos de titânio, que é um metal compatível com a ressonância magnética.

Contudo, apesar de não haver risco de lesões, não é possível avaliar o local onde os equipamentos ortopédicos estão, pois eles podem causar distorção das imagens.


A ressonância magnética é um exame simples, seguro, indolor e deve ser feito quando a equipe médica precisa visualizar os órgãos internos. Você já fez um exame de ressonância magnética? Como foi? Conte pra gente nos comentários!

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Fontes consultadas

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