O que é Cirrose Hepática, Biliar, pós-necrótica, sintomas e mais

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O que é a cirrose?

A cirrose é uma doença difusa crônica do fígado que altera as funções das células dele e dos sistemas de canais biliares e sanguíneos (bloqueando-os), transformando o tecido formado pelas suas células originais em tecido fibroso, por um processo habitualmente chamado fibrose ou esclerose.

O termo “cirrose” é utilizado para designar a fibrose no fígado e é o resultado de diversos processos que prejudicam toda a estrutura e o trabalho do fígado. A cirrose faz com que o fígado produza tecido de cicatrização no lugar das células saudáveis que morrem.

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Então, o fígado para de desempenhar as suas funções normais, como: produzir bile (um agente emulsificador de gorduras), auxiliar na manutenção dos níveis normais de açúcar no sangue, produzir proteínas, metabolizar o colesterol, o álcool e alguns medicamentos, entre outras.

É considerada uma doença terminal do fígado para onde convergem diversas doenças diferentes, levando a complicações decorrentes da destruição de suas células, também da alteração da sua estrutura e do processo inflamatório crônico. Acomete mais os homens acima dos 45 anos, mas pode também atingir as mulheres.

Índice – neste artigo você encontrará as seguintes informações:

  1. O que é a cirrose?
  2. Causas
  3. Quais os tipos de cirrose?
  4. Sintomas da cirrose
  5. Qual profissional devo procurar? E qual o diagnóstico?
  6. Tratamento
  7. Grupos e fatores de risco
  8. Gravidez da cirrose
  9. Complicações e prognóstico
  10. Como prevenir?

Causas

Uma das principais causas da cirrose ainda é o abuso do álcool, como o fígado é responsável pela metabolização dessa substância, se ele é exposto a doses excessivas de álcool, então sofre danos em seus tecidos vitais que comprometem seu funcionamento.

Outras causas da doença são as hepatites crônicas, provocadas pelos vírus B e C, e pelo uso de determinados medicamentos, assim como pela hepatite auto-imune. Desenvolveu-se uma crença popular de que a cirrose hepática é doença de alcoólatras, contudo, todas as doenças que levam à inflamação crônica do fígado (hepatopatia crônica) podem desenvolver a cirrose.

Doenças metabólicas:

  • Deficiência de alfa-1-antitripsina.
  • Doença de Wilson.
  • Hemocromatose.

Distúrbios vasculares:

  • Insuficiência cardíaca direita crônica.
  • Síndrome de Budd-Chiari.

Cirrose biliar:

  • Cirrose biliar primária.
  • Cirrose biliar secundária a obstrução crônica.
  • Colangite esclerosante primária.

Entre outras causas da doença, podemos citar:

  • Hepatite autoimune.
  • Lesão hepática induzida por drogas ou toxinas.
  • Lesão hepática induzida pelo álcool.
  • Hepatites virais B, C e D.
  • Atresia biliar.
  • Insuficiência congênita de ductos intra-hepáticos (Síndrome de Alagille).
  • Cirrose criptogênica (causa desconhecida).

Quais os tipos de cirrose?

A cirrose hepática é o tipo mais comum e afeta o fígado, surgindo devido ao processo crônico e progressivo de inflamações (hepatites), fibrose e, por fim, formam-se múltiplos nódulos, caracterizando a cirrose.

A cirrose divide-se em 3 tipos, vejamos quais são:

Cirrose hepática

É a de maior ocorrência, afeta o fígado desta forma: há uma destruição das células hepáticas (necrose) e sobre essa necrose formam-se tecidos cicatriciais. Assim, sobre ele, que é parecido com uma ferida cicatrizada, começam a se regenerar com deficiência.

Este processo se repete, formando nódulos de aspecto granular e alterando a estrutura do fígado. O processo é irreversível e se não tratado no início pode ser fatal.

Entre as causas da cirrose hepática estão:

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  • Hepatites crônicas provocadas pelos vírus B e C.
  • Hepatite auto-imune.
  • Uso de determinados medicamentos.

Porém a maior causa da cirrose hepática é o consumo abusivo do álcool. Segundo pesquisadores, de 50% a 90% dos cirróticos são alcoólatras. O fígado é o responsável pelo metabolismo do álcool, que se consumido em doses excessivas chega a destruir os tecidos vitais e prejudica o funcionamento do órgão.

Cirrose biliar

É causada pela obstrução dos canais biliares, quase sempre por cálculos (pedras), ou por tumores.

Cirrose pós-necrótica

É causada por uma necrose em áreas consideráveis do fígado, este tipo de necrose pode ser causada pelo uso de drogas, pela exposição a inseticidas, bactérias, etc.

Este tipo, ao contrário dos outros dois, não se trata de uma doença progressiva. Se restar parte do tecido hepático saudável, não há perigo de vida, mesmo apesar da área destruída.

Sintomas da cirrose

Os sinais e sintomas que o paciente da cirrose poderá sentir são:

  • Fraqueza.
  • Falta de apetite.
  • Coceira por todo o corpo.
  • Abdômen e pernas inchadas.
  • Vômito com sangue devido ao sangramento das varizes do esôfago;
  • Insuficiência renal.
  • Atrofia muscular.
  • Atrofia testicular.
  • Rubor das palmas das mãos.
  • Flexão dos dedos das mãos.
  • – Aumento das mamas nos homens.
  • Aumento das glândulas salivares localizadas ao nível das bochechas.
  • Neuropatia periférica que é a perturbação das funções do sistema nervoso.
  • Náuseas.
  • Vômitos.
  • Perda de peso.
  • Dor abdominal.
  • Constipação.
  • Fadiga.
  • Aumento do fígado.
  • Olhos e pele amarelados (icterícia).
  • Urina escura.
  • Perda de cabelo.
  • Ascite (presença de líquido na cavidade abdominal).
  • Efalopatia hepática (síndrome que provoca alterações cerebrais provocadas pelo mau funcionamento do fígado) nos casos mais avançados.

A cirrose pode também, durante muito tempo, evoluir sem causar sintomas. Na sua fase inicial, praticamente não há presença de sintomas, tornando difícil fazer o seu diagnóstico precoce, pois a parte ainda saudável do fígado consegue compensar as funções da parte lesada durante muito tempo.

Em uma fase mais avançada da doença podem surgir:

  • Desnutrição.
  • Hematomas.
  • Aranhas vasculares (veias azuis).
  • Sangramentos de mucosas (especialmente gengivas).
  • Icterícia (“amarelão”) novamente.
  • Ascite (“barriga-d’água”).
  • Hemorragias digestivas: por diversas causas, entre elas devido a rompimento de varizes no esôfago, que leva o paciente a expelir sangue pela boca e nas fezes.
  • Encefalopatia hepática: processo causado pelo acúmulo de substâncias tóxicas que leva a um quadro neurológico que pode variar entre dificuldade de atenção e coma.

O desenvolvimento da cirrose costuma ser bastante lento e não ser percebido por anos. Dependendo do paciente e da causa da cirrose poderá ter sintomas predominantes.

Qual profissional devo procurar? E qual o diagnóstico?

O médico especialista será o gastroenterologista, e o diagnóstico definitivo da cirrose poderá ser feito por biópsia hepática (obtida por punção do fígado com agulha especial) e análise microscópica do material retirado neste exame.

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Na maioria dos casos, o paciente chega ao consultório médico com os sintomas típicos da doença e o médico poderá solicitar:

Avaliação complementar mais simples:

  • Ecografia.
  • Endoscopia digestiva.
  • Exames de sangue: os quais são suficientes para estabelecer o diagnóstico clínico, dispensando a biópsia.

Testes laboratoriais:

  • Função hepática: o sangue é verificado para o excesso de bilirrubina, que é um produto das células vermelhas do sangue de quebrar, bem como para certas enzimas que podem indicar danos no fígado.
  • Função renal: o sangue é verificado para creatinina, conforme a função renal pode diminuir em fases posteriores da cirrose (cirrose descompensada).
  • Testes para hepatite B e C: o sangue é verificado para os vírus da hepatite. O diagnóstico da cirrose é facilitado quando há um histórico de uso excessivo de bebidas alcoólicas ou exames de sangue positivos para os vírus da hepatite B ou C.
  • Coagulação: A sua relação normalizada internacional (INR) está marcada para a capacidade do seu sangue a coagular.

Outros exames:

  • Elastografia por ressonância magnética ou a elastografia transitória: estes testes de imagem não invasivos detectar endurecimento ou de endurecimento do fígado e pode eliminar a necessidade de uma biópsia do fígado.
  • Outros exames de imagem: MRI, CT e ultrassom criar imagens do fígado.
  • Biópsia: uma amostra de tecido (biópsia) não é necessariamente necessário para o diagnóstico de cirrose. No entanto, o médico pode usá-lo para identificar a gravidade, extensão e causa de danos no fígado.

Tratamento da cirrose

Tratamento para a dependência de álcool

As pessoas com cirrose causada pelo abuso de álcool devem parar de beber. Se tiver cirrose, é essencial para parar de beber, visto que qualquer quantidade de álcool é tóxico para o fígado.

Se parar o uso de álcool for difícil, o médico pode recomendar um programa de tratamento para a dependência de álcool.

Perda de peso

Pacientes com cirrose causada por uma doença hepática gordurosa não alcoólica pode tornar-se mais saudável, se perder peso e controlar seus níveis de açúcar no sangue.

É importante para manter a ingestão adequada de proteínas durante a tentativa de perda de peso no cenário de cirrose.

Medicamentos para controlar a hepatite

Os medicamentos podem limitar ainda mais danos nas células do fígado provocadas por hepatite B ou C através de tratamento específico destes vírus.

Medicamentos para controlar outras causas e sintomas de cirrose

Os medicamentos podem retardar a progressão de determinados tipos de cirrose do fígado. Por exemplo, para as pessoas com cirrose biliar primária (agora conhecido como colangite biliar primária) que é diagnosticada mais cedo, a medicação pode atrasar significativamente a progressão para cirrose.

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Transplante

O transplante de fígado é o único tratamento totalmente eficaz para os pacientes da cirrose hepática, contudo, pode haver melhoras se o agente agressor que originou a cirrose, como o álcool ou o vírus da hepatite for suspenso. A primeira coisa a se fazer, normalmente, diante do diagnóstico de cirrose é eliminar o agente agressor, no caso de álcool e drogas, ou combater o vírus da hepatite.

O transplante está indicado apenas em situações em que o risco do procedimento é inferior ao risco esperado sem o procedimento, se não houver indicação de transplante deve-se manter acompanhamento médico periódico para a detecção precoce de complicações e, posteriormente, tendo a intervenção cirúrgica.

Mas também é um tratamento difícil de ser conseguido pela falta de doadores, complexidade da cirurgia e do controle ao longo prazo da rejeição.

O tratamento basicamente consiste na supressão do consumo de álcool ou drogas, se for o caso, enfatizando uma nutrição adequada, que inclua suplementação vitamínica. Para cada uma das complicações da cirrose exige um tratamento específico que o médico indicará.

Medicamentos para cirrose que o médico poderá indicar:

Atenção! 

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas nesse site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

Grupos e fatores de risco

Na cirrose encontramos os seguintes fatores e grupos de risco:

Uso excessivo de álcool (sendo o mais comum):

Nos homens, estima-se que o consumo de 60 a 80 gramas de álcool por dia por 10 anos estabelece risco para o desenvolvimento de cirrose, já nas mulheres, de 40 a 60 gramas.

Histórico familiar:

A hemocromatose envolve mais homens que mulheres e é associada a diabetes, cardiopatia e pigmentação de pele. A deficiência de alfa-1 antitripsina é associada a doença pulmonar e aparecimento em pacientes mais jovens.

A doença de Wilson é sugerida pela coincidência de anormalidades neurológicas e faixa etária mais jovem.

Hábitos pessoais e exposições:

Dentre todos os fatores, o etilismo merece ênfase especial devido à sua prevalência.

  • Infecção pelos vírus da hepatite B ou C.
  • Algumas doenças genéticas (por exemplo, Doença de Wilson).
  • Hepatite auto-imune.
  • Cirrose biliar primária.
  • Homens: acima de 55 anos estão mais sujeitos a cirrose, doenças biliares e neoplasias hepatobiliares.
  • Mulheres: são mais sujeitas a hepatite autoimune quando jovens e na meia-idade, ou cirrose biliar primária acima dos 40 anos (a última é 9 vezes mais frequente em mulheres do que em homens).

Gravidez da cirrose

Descrita pela escala de Child-Pugh, a gravidez da cirrose é baseada em parâmetros clínicos e laboratoriais. De acordo com esses resultados, os pacientes são classificados em 3 classes: A, B e C, sendo que C é a mais grave.

Os pacientes classificados como Child C tem uma taxa de mortalidade acima de 60% nos próximos 2 anos. Há também a classificação MELD, baseada na gravidade das análises de sangue.

Tanto o Child quanto o MELD são modos de padronizar a gravidade da cirrose, servindo também como base para a lista de transplante hepático. Este, até o momento, é o único tratamento efetivo para a cirrose.

Complicações

Se o tratamento não for iniciado precocemente ou não adequadamente, as seguintes complicações poderão ocorrer:

  • Peritonite bacteriana espontânea.
  • Encefalopatia hepática.
  • Síndrome hepatorrenal e hepatocarcinoma.

Pressão arterial:

Quando elevada nas veias que abastecem o fígado (hipertensão portal). A cirrose retarda o fluxo normal do sangue através do fígado, aumentando assim a pressão na veia que traz o sangue a partir do intestino e do baço para o fígado.

Inchaço nas pernas e abdômen:

A hipertensão portal pode causar fluido a se acumular nas pernas (edema) e no abdome (ascite). O edema e a ascite, também podem resultar da incapacidade do fígado para fazer o suficiente de determinadas proteínas do sangue, tais como a albumina.

Aumento do baço (esplenomegalia):

A hipertensão pode também causar alterações no baço, os glóbulos brancos diminuída e plaquetas no sangue pode ser um sinal de cirrose com hipertensão portal.

Sangramento:

A hipertensão portal pode causar sangue para ser redirecionado para as veias menores, levando-os a aumentar de tamanho e tornam-se varizes.Tensas pela carga extra, estas veias menores podem estourar, causando uma hemorragia grave.

Com risco de vida hemorragia ocorre mais comumente quando veias do esôfago inferior (varizes esofágicas) ou do estômago (gástricas) de ruptura. Se o fígado não pode fazer fatores de coagulação suficiente, este pode também contribuir para a hemorragia contínua. As infecções bacterianas são um gatilho comum para sangrar.

Infecções:

O paciente pode ter infecções de dificuldade lutando. Ascites pode levar a peritonite bacteriana espontânea, uma infecção grave.

Desnutrição:

A cirrose pode tornar mais difícil para o seu corpo para processar os nutrientes, levando à fraqueza e perda de peso.

Acumulação de toxinas no cérebro (encefalopatia hepática):

Um fígado danificado por cirrose não é capaz de limpar as toxinas do sangue, bem como uma lata de fígado saudável. Estas toxinas podem acumular-se no cérebro e causar confusão mental e dificuldade de concentração. Sintomas encefalopatia hepática pode variar de fadiga e comprometimento leve na cognição da falta de resposta ou coma.

Icterícia:

Ocorre quando o fígado doente não remove a bilirrubina suficiente, um produto de resíduos de sangue, de seu sangue. Icterícia provoca amarelamento da pele e do branco dos olhos e escurecimento da urina.

Doença óssea:

Alguns pacientes não têm resistência óssea e pode ter maior risco de fraturas.

Aumento do risco de câncer de fígado:

Uma grande proporção de pessoas que desenvolvem câncer de fígado que se forma dentro do fígado em si tem cirrose.

Aguda a crônica insuficiência hepática:

Alguns pacientes acabam enfrentando falência de múltiplos órgãos. Pesquisadores acreditam que esta é uma complicação distinta em algumas pessoas que têm cirrose, mas eles não entendem completamente as suas causas.

Como prevenir?

Vacinação

Quando a cirrose é de origem viral, sua melhor prevenção é através da vacinação contra Hepatite B, e também passar por rigorosos critérios de controle do sangue usado em transfusões, do uso de preservativos nas relações sexuais e o uso individualizado de seringas pelos usuários de drogas injetáveis.

Evitar o uso abusivo de álcool ou fazer a parada total do consumo

Apesar de apenas uma minoria das pessoas que bebem demais desenvolverem a cirrose, o risco aumenta proporcionalmente quanto à quantidade e ao tempo de consumo

Estudos indicam que doses acima de 20g de álcool por dia (o equivalente a duas latas de cerveja ou duas taças de vinho, ou duas doses de destilado) são suficientes para, em certos homens, causar doença.

Nas mulheres, a metade desta dose, ou seja, 10 gramas de álcool por dia, já pode provocar cirrose.

Importante: as pessoas que aparentemente são “resistentes” ao álcool, ingerindo com frequência álcool e não ficam embriagadas (bêbadas), podem não ter o fígado tão resistente, e desenvolver cirrose sem nunca terem ficado bêbadas.


Cuidado com o consumo excessivo do álcool! Agora, compartilhe este artigo com os seus amigos, para que mais pessoas entendam e saibam dos riscos da cirrose!

Referências

http://www.hepcentro.com.br/cirrose.htm
http://www.mdsaude.com/2009/07/cirrose-hepatica.html
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cirrose_hep%C3%A1tica
https://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/cirrose/
https://www.abcdasaude.com.br/gastroenterologia/cirrose
https://www.tuasaude.com/sintomas-de-cirrose-hepatica/

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5 Comentários

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  1. Esta matéria tirou minhas duvida meu marido esta com cirrose, antes de ler estava muito preocupada mais já deu para resolver um pouco,

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