Catuaba (em pó, bebida): o que é, para que serve, efeitos e mais

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A catuaba é um nome bastante ouvido nos últimos tempos. Foi principalmente nos carnavais que a bebida ganhou espaço e conquistou o paladar do público.

Apesar de soar uma novidade para uma parte dos consumidores, a catuaba já é conhecida há tempos — nascida em 1992, a Catuaba Selvagem é umas das marcas mais famosas da bebida alcoólica, senão a mais.

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Barata, fácil de encontrar e com sabor adocicado, o composto líquido só cresceu nos últimos anos e conquistou apreciadores fiéis. A prova disso é que em 2016 a marca atingiu os índices de 2,6 milhões de litros de bebida comercializadas.

Mas quem associa o nome catuaba somente à bebida alcoólica pode não saber que a substância é, na verdade, uma planta. Mais especificamente um arbusto naturalmente brasileiro, com crescimento em áreas do cerrado e mata atlântica.

No entanto, quem optar pelo produto industrializado vai encontrar, além da catuaba, um mix de ingredientes, como açúcar, extratos de guaraná, marapuama, álcool e vinho.

Mas não há uma receita original e cada marca pode variar a receita, incluindo xarope de maçã e outros aditivos.

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Alguns sugerem que a bebida tem propriedades revigorantes, afrodisíacas e estimulantes. Portanto, seu consumo — como bebida alcoólica ou como chá — poderia aumentar o apetite sexual, aflorar a libido e melhorar os sentidos.

Índice – neste artigo você vai encontrar as seguintes informações:

  1. O que é catuaba?
  2. Para que serve a catuaba?
  3. Propriedades medicinais
  4. Catuaba é afrodisíaca?
  5. Ingredientes da catuaba
  6. Como consumir?
  7. Efeitos colaterais
  8. Contraindicações
  9. Interação alimentícia e medicamentosa
  10. Curiosidades sobre a catuaba

O que é catuaba?

A erva na verdade é uma mistura de diversas plantas — entre raiz, caule e folhas —, pertencentes a uma mesma família, a Erythroxylaceae.

Para fins medicinais, a espécie mais utilizada apresenta cerca de 10 metros de altura, flores brancas e amareladas, com casca acinzentada.

Além disso, a planta tem lenticelas, que são irregularidades presentes no caule, arredondadas e pequenas. Externamente, a planta tem cor avermelhada, podendo variar em intensidades mais claras ou escuras.

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Geralmente, a sua utilização está associada aos fins terapêuticos empregados em tradições populares. Além de digestiva, diurética, expectorante e revitalizante, algumas pessoas atribuem capacidades estimulantes e afrodisíacas à planta.

O nome tem origens incertas. Alguns indicam que catuaba é resultado de catuçaba, nome dado pelos indígenas, que significaria “o que dá força”.

Independente da nomenclatura, a planta permeia as tradições e culturas há décadas e continua sendo consumida pela indicação de sua ação estimulante.

Mas além da fama de despertar os desejos, sugere-se que a planta tem efeitos benéficos diversos, como regulador do sono, antidepressivo e inibidor de infecções.

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Os estudos em torno da eficiência da planta ainda são escassos e não são capazes de confirmar os benefícios do seu consumo para impotência ou como estimulante.

Outros nomes da catuaba incluem:

  • Catuaba-Marapuama;
  • Catuaba-Selvagem;
  • Catuabinha;
  • Caramuru;
  • Tatuaba;
  • Alecrim-do-campo;
  • Catuaba-verdadeira;
  • Catuaba-pau.

Para que serve a catuaba?

Em geral, a planta está presente em tradições populares e, atualmente, está se popularizando devido a alta comercialização da versão alcoólica, principalmente em ambientes sociais e festas.

É importante ressaltar que há poucos estudos sobre a eficácia da planta, sobretudo em humanos. A partir de um estudo publicado pela Unicamp, foram identificados componentes capazes de estimular o relaxamento muscular e, de maneira leve, a ereção sexual.

Porém, os efeitos da substância ainda são pouco estudados e investigados pela ciência medicinal. Sobretudo porque a maioria das avaliações é realizada com animais.

Mas, de acordo com as tradições e empregos fitoterápicos, a catuaba pode ser altamente benéfica e estimulante.

No humor

Acredita-se que a catuaba, principalmente a casca, possui efeitos no humor, auxiliando na regulação e estabilização de distúrbios nervosos.

Problemas e disfunções psicológicas podem ser amenizadas com o consumo regular do chá de catuaba. Mas seu efeito é rápido e pouco duradouro, por isso ela age mais como um estimulante.

No cabelo

Com a crescente popularização da planta e a disseminação de sua fama energizante, produtos estéticos e cosméticos para cabelos começaram a integrar a substância em fórmulas de shampoos e cremes de tratamento.

Os produtos podem ser encontrados em farmácias comerciais e lojas de cosméticos, com preços variados.

Em geral, é utilizada uma porção de extrato da catuaba a fim de intensificar as propriedades revitalizantes do shampoo ou creme.

As indicações são para cabelos sem vida, enfraquecidos ou frágeis.

O extrato da catuaba, em geral, é apenas um composto adicionado na formulação e não altera a utilização comum do produto. Por isso, o uso pode ser diário ou alternado, sem prejudicar o couro cabeludo.

Saúde sexual

Melhorar a potência sexual, aumentar a libido e favorecer os estímulos sensoriais são ocasionados pelo estimulante natural, e que talvez sejam os benefícios mais atribuídos à catuaba.

Alguns estudos realizados com animais sugerem que consumir catuaba dilata os vasos sanguíneos e favorece a circulação. Como a dilatação dos vasos favorece a ereção no homem, essa pode ser uma das possíveis origens da fama de estimuladora sexual.

No cérebro

Aponta-se que a catuaba possui propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, sendo eficaz na proteção do sistema nervoso.

Além disso, ela pode prevenir ou retardar o envelhecimento precoce, melhorando aspectos relacionados à memória, concentração e aprendizado.

No sistema imunológico

Devido às indicações antibacterianas e anti-inflamatórias, o consumo de catuaba pode auxiliar no fortalecimento imunológico, evitando inflamações e infecções.

No coração

Como a planta favorece a circulação, atribui-se também propriedades cardioprotetoras a ela. A substância poderia, então, auxiliar no fortalecimento cardíaco, favorecendo as dilatações dos vasos sanguíneos.

Com a circulação sanguínea melhorada, há uma redução da pressão arterial, resultando em menores riscos cardíacos.

Sintomas de parkinson

Sugere-se que a catuaba possui efeitos antidegenerativos, retardando o envelhecimento precoce e agindo de forma antioxidante. Como o mal de Parkinson se apresenta pela degeneração celular neurológica, os sinais podem ser amenizados com o consumo regular da catuaba.

Devido à ação energética, a planta também pode funcionar como um estimulante mental, auxiliando na leitura e raciocínio lógico, por exemplo.

Essas práticas podem ter efeitos positivos nos casos de redução das capacidades mentais, neurológicas e doenças do sistema nervoso.

Melhora da TPM

Há relatos de que a catuaba pode auxiliar na regulação hormonal e diminuir os efeitos da TPM. Como também pode auxiliar na estabilização do humor, a planta é utilizada por mulheres que sofrem com tensão pré-menstrual intensas.

Propriedades medicinais

Apesar das maiores referências populares serem as afrodisíacas e contra a impotência sexual, indicações e estudos fitoterápicos (estudos das plantas para aplicações medicinais) atribuem à catuaba outras utilizações.

Entre as mais recorrentes e mais buscadas estão os efeitos:

  • Ansiolítico;
  • Digestivo;
  • Diurético;
  • Estimulante geral;
  • Expectorante;
  • Tônico capilar;
  • Vasodilatador.

Catuaba é afrodisíaca?

Um das propriedades mais comentadas e disseminadas da planta — seja na versão alcoólica ou em chá — é seu poder afrodisíaco. Popularmente, atribui-se à planta propriedades capazes de aumentar a libido e os estímulos sexuais.

A fama não é recente, pois os efeitos estimulantes são trazidos pelo uso dos povos indígenas, que atribuíam à planta a capacidade de deixar os homens mais viris e potentes.

Os recentes estudos da Universidade Federal de Santa Catarina apontam que pode haver propriedades estimulantes na catuaba, devido a dilatação dos vasos sanguíneos, mas que seu efeito não é imediato.

Pesquisas que debatem propriedades afrodisíacas são bastantes inconclusivas e até controversas.

Enquanto alguns pesquisadores apontam a capacidade de alguns alimentos aflorar os sentidos e os prazeres, outros especialistas sugerem que isso pode ocorrer devido às propriedades do alimento em estimular o fluxo sanguíneo e, junto com o sabor e o aroma agradáveis, elevar as percepções prazerosas.

Além disso, a catuaba em versão alcoólica pode ter seu poder afrodisíaco vindo exatamente do teor alcoólico, que provoca uma desinibição e relaxamento.

Ingredientes da catuaba

Enquanto o pó ou a planta da catuaba não conferem quantidades significativas de calorias e carboidratos, as bebidas alcoólicas possuem altos valores energéticos.

Isso é devido ao álcool, açúcares e aditivos que são misturados à catuaba.

Mas cada marca da versão alcoólica possui uma receita levemente diferenciada. A maioria é composta de vinho tinto, suco de maçã, guaraná, marapuama, catuaba e muito açúcar.

Um copo da bebida pode oferecer 226 calorias e 28 gramas de carboidratos, na versão original.

A marca mais popular, a Catuaba Selvagem, oferece ainda algumas variações da bebida, com a Selvagem com Açaí, sabor Piña Colada e Limão e Mel, que contém outros conservantes e saborizantes de limão, leite condensado, por exemplo.

As versões são mais adocicadas e apresentam aproximadamente o mesmo teor alcoólico.

Catuaba é vinho?

Mas seja na versão alcoólica original — que é um pouco mais seca e menos adoçada —, ou nas versões especiais, a bebida possui uma boa porcentagem de vinho.

Para quem gosta de bebidas mais doces, geralmente, a Catuaba Selvagem com açaí é mais escolhida. Na sua composição vão altos índices de açúcar e o açaí, que ajuda a adocicar o sabor.

Então não se pode considerar a catuaba exatamente um vinho, mas uma variação ou composto dele.

Como consumir?

A catuaba pode ser encontrada em casas de produtos naturais e fitoterápicos. Existem diversas opções que incluem as folhas, as cápsulas e o pó, além do composto alcoólico.

Chá de catuaba

Para o chá é preciso levar ao fogo meio litro de água. Após levantar fervura, adicione 2 colheres de folhas e casca de catuaba e deixe que o chá ferva por 3 minutos.

Para extrair bem as propriedades da planta, é preciso que a catuaba fique por infusão por mais 10 minutos. Após isso, basta coar e beber em seguida ou ao longo do dia.

A recomendação é ingerir entre 2 e 3 xícaras diariamente.

Cápsulas de catuaba

Todo uso de suplemento deve ser recomendado ou acompanhado por um profissional de saúde, mesmo que o produto seja de origem natural.

Há opções disponíveis de cápsulas de catuaba que podem ser tomadas diariamente em dosagens recomendadas segundo o profissional de saúde e o fabricante. Mas, em geral, a recomendação é de 1 ou 2 cápsulas por dia.

Ainda existem outros produtos que aliam algumas substâncias à catuaba, aumentando ou potencializando os efeitos energéticos. Entre os componentes adicionados podem estar o guaraná, marapuama, cafeína e açaí.

Também há energéticos que adicionam a catuaba como ingrediente secundário (com pequenas concentrações), por exemplo Extrato de Guaraná Arrebite com Catuaba.

Catuaba em pó

As partes da catuaba (folhas, raízes e caule) são ressecadas e moídas até se obter um pó de textura fina. O produto pode ser misturado em sucos, alimentos, como iogurtes, frutas ou no preparo de refeições.

Também é possível dissolver o pó em água ou fervê-la para consumir como chá.

Em geral, o produto em pó tende a apresentar menos reações gástricas porque não necessita do revestimento gelatinoso da cápsula, que pode ser o causador de dores estomacais.

Porém, algumas pessoas podem sentir leves alterações de sabor e consistência dos alimentos ou bebidas ao adicionar o pó.

O extrato pode ser adicionado aos alimentos 2 vezes por dia ou diluído em água e ingerido de manhã, na quantidade de aproximadamente 5g ou 1 colher colher de chá.

Bebida alcoólica

As bebidas podem ser ingeridas puras ou misturadas, compondo algum drink. Em geral, a catuaba alcoólica, consumida pura, é servida em temperatura ambiente ou gelada.

Algumas variações podem misturar a bebida com frutas, em adaptações das caipirinhas, ou com outros destilados.

Ressalta-se que o consumo frequente ou exagerado de álcool faz mal à saúde e pode trazer danos ao organismo. Além do teor alcoólico, as bebidas industrializadas possuem elevados níveis de açúcar e conservantes que, em excesso, podem ser prejudiciais.

Tintura de catuaba

Há produtos que são extratos especialmente desenvolvidos para os cabelos. O composto age como um tônico capilar.

Assim como prometem as versões em pó e chá, a tintura de catuaba é utilizada para dar mais vida ao cabelo, fortalecer e revigorar os fios.

O produto deve ser aplicado 1 vez ao dia, antes de deitar, diretamente no couro cabeludo, seguido de uma leve massagem capilar.

Custando em média 5 reais, o composto é encontrado em farmácias fitoterápicas e casas de produtos naturais e estéticos.

Efeitos colaterais

O consumo de catuaba em planta não apresenta efeitos colaterais muito severos, considerando os relatos disponíveis.

Pessoas mais sensíveis à substância podem apresentar alergia, dores de cabeça e irritação estomacal.

Além disso, pode haver a presença de alterações de humor, com sinais de agitação e irritação. Os sintomas tendem a ser rapidamente amenizados e a ingestão deve ser descontinuada.

No consumo da catuaba em cápsulas, dores estomacais devido à presença da gelatina ou silicone da cápsula podem se manifestar.

No caso de produtos cosméticos, é preciso estar atento às possíveis alergias à catuaba ou aos demais componentes da fórmula.

Para isso, é sempre recomendado realizar um teste alérgico antes de iniciar o uso com qualquer produto ou substância diferente.

O teste de alergia pode ser feito em casa, com a aplicação de uma pequena quantidade do produto na região do antebraço. Deve-se aguardar 24 horas e observar a região nesse tempo, verificando alterações na pele, vermelhidão ou coceira.

Versão alcoólica

Apesar de bastante popular nas festas, sendo inclusive chamada de bebida do amor, o consumo da catuaba alcoólica deve ser moderado.

A planta não causa efeitos colaterais intensos ou perigosos, segundo as pesquisas realizadas, mas os efeitos do excesso de álcool são bem maléficos ao organismo.

Os efeitos mais imediatos do álcool em excesso incluem agitação, desidratação, alterações gástricas e perda de consciência.

Por ser mais adocicada, a catuaba pode favorecer o consumo exagerado. Mas vale lembrar que o teor alcoólico da bebida é bastante alto.

O sabor mais agradável da bebida permite que ela seja consumida pura (invés de combinada com outras bebidas não alcoólicas, como sucos ou refrigerantes). Por isso, há uma tendência de ingerir maiores quantidades de álcool.

Mesmo que tenha altos níveis de açúcar, o consumo elevado pode causar uma hipoglicemia e levar ao coma alcoólico.

Consumir álcool frequentemente pode elevar os riscos de câncer, cirrose hepática e alterações no coração.

Contraindicações

Pessoas que apresentam problemas cardíacos, disfunções urinárias, como retenção de urina, além de glaucoma, não devem fazer uso de qualquer derivado de catuaba.

Além disso, mulheres grávidas ou que estejam amamentando não devem utilizar nenhuma substância sem o conhecimento do médico.

Crianças menores de 12 anos e pacientes que fazem uso de medicamentos contínuos devem consultar um especialista antes de ingerir ou consumir a catuaba.

Interação alimentícia e medicamentosa

Os chás e cápsulas não apresentam interações com outros medicamentos ou substâncias, nos relatos realizados. No entanto, a catuaba é bastante consumida na versão alcoólica e, devido a ação do álcool, pode ter seus efeitos aumentados.

A interação com o álcool favorece mudanças orgânicas, fazendo que o organismo eleve ou amenize os feitos.

Além disso, a bebida é, geralmente, consumida com outras substâncias energéticas e estimulantes, como o guaraná e a cafeína. Juntas, podem provocar agitação elevada, enjoos e taquicardia.

Curiosidades sobre a catuaba

O sucesso da catuaba selvagem

A base da bebida é o vinho tinto. Mas são adicionados xarope de maçã, guaraná e marapuama, além de altas quantidades de açúcar.

Apesar de doce, a catuaba selvagem apresenta 16% de teor alcóolico, valor bastante elevado. Uma cerveja, em média, possui 4,5% de álcool.

O preço da bebida também é mais popular do que a maioria dos vinhos ou destilados, variando entre 8 e 15 reais, em média — fator que auxiliou na popularização, sobretudo entre os mais jovens.

A Catuaba Selvagem, marca comercial, surgiu ainda em 1992, mas foi nos últimos anos que sua popularidade ascendeu. Apesar de ter outras concorrentes no mercado, geralmente é a Selvagem que vem primeiro à mente dos consumidores.

Talvez para aproveitar as atribuições afrodisíacas da planta, a Catuaba Selvagem se lançou no mercado reforçando a associação à sexualidade e sensualidade.

Para isso, o nome foi inspirado no filme Instinto Selvagem. Para quem não lembra ou não sabe, o clássico dos cinemas contou com Michael Douglas e Sharon Stone e foi um dos filmes de maior sucesso da época.

A identidade

A ilustração da embalagem, ou logomarca, é o ícone da bebida. Produzida por José Benício, prestigiado ilustrador brasileiro, a referência foi inspirada em Conan, um personagem heroico e forte. O desenho esboça um casal e remete a elementos fortes, enérgicos e viris.

Mas não é só uma chamada à força e à energia, pois a ilustração remete a um momento de sedução.

O sucesso e reconhecimento da logomarca foi tanto que, mesmo com mais de 20 anos no mercado, a Catuaba Selvagem optou por não alterar sua identidade e reproduz a ilustração original em suas embalagens.

Pouca coisa mudou nas mais de 2 décadas da bebida. A receita e a identidade da marca se mantêm fiéis às que eram comercializadas anos atrás.

O que sofreu leves alterações foi o formato da garrafa, mas a empresa aponta que houve um bom motivo: com a popularização da bebida e uma mudança nos hábitos dos consumidores, a catuaba começou a ser bebida diretamente da garrafa, principalmente em eventos abertos e na rua.

Assim, a empresa buscou adequar o formato da embalagem para facilitar o manejo e o consumo direto do produto.

Catuaba trata a impotência?

Estudo recente realizado pela Universidade Federal de Santa Catarina indica que a catuaba possui propriedades vasodilatadoras.

A ação no organismo, então, pode favorecer melhorias sexuais, pois melhora a irrigação sanguínea no pênis, auxiliando na ereção.

Qual o efeito da catuaba alcoólica?

Os efeitos são os mesmo de outras bebidas alcoólicas. O teor elevado de álcool pode fazer com que os sinais de embriaguez apareçam rapidamente.

Apesar de ser composta de vinho, as bebidas comercializadas não possuem uma receita única e misturam diversos conservantes e aditivos. Isso faz com que os efeitos no dia seguinte sejam mais acentuados do que os do vinho puro, por exemplo.

Os catulovers

A bebida possui um público tão fiel que, nos últimos anos, formaram-se grupos e comunidades de “catulovers”. Sim, apaixonados pela catuaba.

Principalmente no carnaval, época em que a bebida tem seu consumo elevado, as redes sociais apresentam diversas manifestações afetivas à bebida, dicas de drinks diferentes que foram testados e aprovados, além dos relatos sobre os supostos poderes afrodisíacos.


A catuaba é uma planta bastante conhecida nas tradições indígenas e nos usos fitoterápicos (tratamentos à base de plantas). Consumida como estimulante sexual, afrodisíaco e estimulante da libido, a planta conquistou mais espaço através da versão alcoólica.

Enquanto algumas pessoas continuam recorrendo à planta pelos benefícios que são, tradicionalmente, atribuídos a ela, poucos estudos científicos se desenvolvem a fim de comprovar os efeitos ao organismo.

No entanto, seu consumo moderado em forma de chá ou suplemento pode ser associado a hábitos de vida saudáveis, desde que indicados por um especialista de saúde.

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Referências

Freitas, K., Costa, K., Campos, P., Melo, F., Paula, T., & Matta, S. (2011). Effects of catuaba cristal® on the testis of wistar rats. Brazilian Archives Of Biology And Technology, 54(5), 901-906. doi: 10.1590/s1516-89132011000500007
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