Estresse, ansiedade e tensão são comuns no cotidiano, mas quando passam a estar mais presentes em nossa vida, é preciso cuidado.

Um dos distúrbios causados por esses fatores em excesso é o bruxismo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), no mundo, cerca de 30% das pessoas possuem essa condição. No Brasil, a taxa chega a 40%.

O bruxismo é um transtorno ligado a questões emocionais, que faz com que as pessoas criem o hábito involuntário de morder e ranger os dentes enquanto dormem.

A ação acaba desgastando os dentes, causando dores de cabeça e até distúrbios da articulação entre a mandíbula e o crânio (temporomandibular).

Conheça esse transtorno e saiba as formas de tratá-lo!

Índice – neste artigo você vai encontrar as seguintes informações:

  1. O que é o bruxismo?
  2. Tipos de bruxismo
  3. Bruxismo Infantil
  4. Qual a diferença entre bruxismo e briquismo?
  5. Causas
  6. Fatores de risco
  7. Quais os sintomas do bruxismo?
  8. Como diagnosticar o bruxismo?
  9. Bruxismo tem cura?
  10. Qual o tratamento para bruxismo?
  11. Tratamento complementar
  12. Tratamento caseiro para bruxismo
  13. Medicamentos
  14. Complicações
  15. Prevenção
  16. Perguntas frequentes

O que é o bruxismo?

O bruxismo é um transtorno em que o indivíduo morde ou range os dentes, de forma involuntária ou semivoluntária, durante o sono (bruxismo noturno) ou acordado em situações de estresse (briquismo).

Enquanto o briquismo é mais relacionado ao estresse, ansiedade ou uso de medicações, o bruxismo noturno é considerado um distúrbio de movimento relacionado ao sono, que pode ser desencadeado também pelo uso de medicamentos, por distúrbios neurológicos ou alterações respiratórias (como apneia).

Independente do tipo, a condição gera o desgaste nos dentes e dores na região da cabeça, ouvido e mandíbula.

Muitas pessoas não têm consciência que possuem o distúrbio e só descobrem quando consultam um dentista, que identifica sinais de desgaste nos dentes.

O bruxismo não possui cura, mas devido aos avanços da medicina existem diferentes tratamentos para cada tipo do transtorno, visando oferecer qualidade de vida ao paciente.

Na Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID-10), o bruxismo é classificado pelo código K07.6 —  Transtornos da articulação temporomandibular.

Tipos de bruxismo

O bruxismo se divide entre 2 tipos: o diurno, chamado de briquismo e bruxismo em vigília, e o noturno, conhecido por bruxismo do sono:

Diurno (em vigília)

O bruxismo diurno (denominado briquismo) consiste no ato de apertar os dentes nos períodos em que a pessoa está acordada, sendo uma ação semi-voluntária.

Em geral, pode ser considerado um hábito ou uma ação viciosa (tique nervoso).

Sua causa é relacionada a um alto nível de estresse, tanto físico quanto emocional, ou como efeito colateral do uso de alguma medicação, como aquelas para o tratamento de ansiedade e Parkinson.

Em longo prazo, o briquismo pode provocar dores de cabeça e problemas na articulação da mandíbula.

Noturno (do sono)

Já o bruxismo do sono consiste no apertar e ranger dos dentes, feito de forma involuntária, enquanto a pessoa dorme.

Como, em geral, o paciente pode friccionar ou deslizar os dentes uns nos outros, a ação faz com que haja um desgaste nos dentes, prejudicando a saúde bucal.

São vários os fatores que podem desencadear esse problema, que é dividido em primário, quando não há nenhuma relação a alterações do organismo, e secundário, em que está relacionado ao uso de medicação (fluoxetina, paroxetina), distúrbios respiratórios (ronco, apneia) ou problemas neurológicos.

Bruxismo Infantil

O bruxismo é comum de ocorrer em crianças até os 6 anos, devido aos dentes estarem crescendo e se acomodando na gengiva. Mesmo sendo relativamente frequente na idade, é preciso que um especialista acompanhe o caso para não gerar complicações.

O bruxismo do sono, que faz a criança apertar os dentes enquanto dorme, é geralmente relacionado à ansiedade e alterações emocionais.

Quando há situações de estresse, por exemplo, mudança de escola, separação dos pais ou rotina agitada, outros sinais podem ser observados, como urinar na cama (enurese) e sonambulismo.

Além disso, há uma prevalência de condições alérgicas ou alterações respiratórias em crianças diagnosticadas com bruxismo do sono. Por isso, infecções do trato respiratório podem influenciar no desenvolvimento do bruxismo infantil, como a rinite, asma e outras alergias.

Qual a diferença entre bruxismo e briquismo?

Bruxismo e briquismo são condições em que o paciente aperta ou fricciona os dentes a ponto de causar dores e afetar a estrutura dentária.

Porém, o briquismo ocorre quando a pessoa está acordada, sendo considerado um hábito ou resposta semi-voluntária diante de situações de estresse. Já o bruxismo noturno é uma ação involuntária, sendo considerado um distúrbio do sono.

Causas

A causa exata do bruxismo ainda não é esclarecida, mas os fatores emocionais, genéticos e comportamentais podem estar relacionados, sobretudo quando se apresentam em conjunto. Ou seja, o bruxismo, diurno ou noturno, é uma condição multifatorial:

Estresse

Quando passamos por períodos em que houve muita preocupação, ansiedade e estresse, a sobrecarga emocional pode provocar o bruxismo.

Manter uma rotina desgastante, física ou emocionalmente, pode desencadear respostas involuntárias do organismo.

Normalmente, pessoas que desenvolvem bruxismo noturno mediante situações estressantes tendem a parar com o ranger dos dentes quando o fator emocional é melhorado.

Porém, se ocorrer briquismo, é possível que se estabeleça um hábito de apertar os dentes, que pode permanecer mesmo sem condições estressantes.

Personalidade

Algumas personalidades tendem a desenvolver o bruxismo com maior facilidade, por exemplo, entre aquelas que são mais agressivas, hiperativas, ansiosas e competitivas.

O bruxismo surge nessas personalidades como uma forma do corpo expressar a energia guardada, quando se encontra em determinadas situações como brigas, competições, etc.

Medicamentos

O bruxismo pode ser provocado por remédios de uso contínuo, como alguns medicamentos utilizados para depressão, doença de Parkinson, autismo ou distúrbios de concentração.

Esses medicamentos agem no organismo e tem como efeito colateral o desenvolvimento de bruxismo em algumas pessoas.

Genética

Quando há casos de bruxismo na família, há probabilidade que a condição possa aparecer em algum outro membro.

Cerca de 21% a 50% dos pacientes que possuem bruxismo têm um parente de primeiro grau, como irmãos, que apresentou a condição durante a infância.

Transtorno obsessivo compulsivo

O transtorno obsessivo compulsivo, ou TOC, pode estar associado ao bruxismo noturno ou ao briquismo.

Quando o transtorno não é devidamente tratado, as situações de estresse decorrentes da condição podem ser intensas, desencadeando o ranger dos dentes durante o dia ou à noite.

Fatores de risco

Alguns hábitos podem fazer com que o bruxismo se desenvolva, são eles:

Consumo de álcool

O consumo de álcool pode ter relação com o bruxismo noturno, podendo dobrar as chances de ocorrer um episódio.

A bebida afeta o sistema nervoso central. Sobretudo se consumo for próximo à hora de dormir, pode gerar agitação, alterar a ativação muscular e reduzir a qualidade do sono.

Cafeína

Café, chás, energéticos e refrigerantes contêm cafeína em sua composição, que é uma substância estimulante.

Abusar desses produtos ou ingeri-los perto da hora de dormir pode afetar a qualidade do sono e estimular o sistema cerebral, o que pode desencadear um episódio de bruxismo.

Tabagismo

Fumar estimula o desenvolvimento de bruxismo devido à nicotina, substância estimulante presente no cigarro.

Ela é capaz de afetar neurotransmissores de dopamina (hormônio do bem-estar) e gerar o funcionamento involuntário da mandíbula, que resulta no desenvolvimento do bruxismo.

Em fumantes, a chance de casos de bruxismo é 3 vezes maior do que nos não fumantes.

Idade

O bruxismo pode aparecer em diferentes fases da vida, mas é comum de surgir na infância, geralmente associado ao nascimento dos dentes, e tende a desaparecer após a arcada dentária estar completa.

Condições estressantes

Tanto o estresse físico quanto o emocional podem ser um fator de risco para o bruxismo. Situações que gerem ansiedade frequente, rotinas exaustivas ou atividades fisicamente desgastantes podem estar associadas.

Casos na família

Quando se tem um parente próximo com bruxismo, há maiores riscos da condição se manifestar também.

Quais os sintomas do bruxismo?

Devido ao ato de ranger, apertar ou raspar os dentes, é comum que o paciente apresente dores na articulação da mandíbula e de cabeça. Além disso, com o tempo, podem ocorrer:

  • Dentes achatados, fraturados, lascados ou soltos;
  • Dores no maxilar e pescoço;
  • Dificuldade de abrir a boca pela manhã;
  • Zumbido no ouvido;
  • Músculos da mandíbula cansados ​​ou tensos;
  • Mastigação travada (a boca não abre ou fecha completamente);
  • Dor de ouvido;
  • Estalo ou clique quando movimenta a articulação da boca;
  • Interrupções durante o sono;
  • Feridas ou sangramento na gengiva.

Leia mais: Distúrbios do sono aumentam as chances de ter Alzheimer

Como diagnosticar o bruxismo?

Os profissionais responsáveis por diagnosticar e tratar o bruxismo são o odontologista, o psiquiatra e o fonoaudiólogo.

A condição pode ser diagnosticada depois que surgem alguns sintomas relacionados, como as dores de cabeça, ou quando o dentista observa o desgaste dos dentes.

Por isso, o diagnóstico consiste em observar os indícios da condição (como deterioração dentária) e pelo relato do paciente.

Mas alguns exames podem auxiliar no diagnóstico:

Radiologia intra-oral (raio x da boca)

O exame de imagem é capaz de observar fraturas, desgastes ou alterações nos dentes, além de permitir a análise das estruturas da mandíbula e gengivas.

Detecção de força de mordida

O exame consiste em uma placa ou molde bucal com sensores que medem a força sofrida. O paciente morde o equipamento a fim de verificar a força, intensidade ou se há alterações na realização de algum movimento.

Assim, é possível analisar a saúde dos músculos envolvidos na mastigação.

Polissonografia

A maioria dos casos de bruxismo acontece durante o sono, por isso um exame que poderá diagnosticar a doença sem deixar dúvidas é a polissonografia (exames do sono).

Ele é útil para identificar o grau dos movimentos do bruxismo e pode também descartar outros transtornos que possam estar por trás da dor na mandíbula ou dor de ouvido, podendo ser:

  • Distúrbios dentários;
  • Distúrbios do ouvido, como infecções;
  • Problemas com a articulação temporomandibular (ATM).

O teste é indolor e realizado com a colocação de sensores (semelhantes a pequenos adesivos) em determinadas partes do corpo, a como cabeça. O procedimento pode registrar informações sobre a respiração, atividade cerebral e muscular.

Bruxismo tem cura?

Infelizmente, a cura total para o bruxismo ainda não existe. Mas a medicina tem avançado, atualmente existem diversos tratamentos que podem amenizar a condição.

Qual o tratamento para bruxismo?

Os tratamentos costumam ser multidisciplinares, envolvendo terapias psicológicas, comportamentais e farmacológicas. Os recursos mais indicados para o tratamento do bruxismo são:

Uso de placa dentária

Um dos tratamentos mais utilizados em casos de bruxismo são as chamadas placas interoclusais flexíveis e as placas rígidas de acrílico. Elas são feitas a partir do formato da boca do paciente, de modo que ajudam a corrigir os movimentos e reduzir o atrito entre os dentes, evitando o desgaste e prevenindo dores na mandíbula.

Aparelho

Utilizar aparelho ortodôntico pode ajudar no tratamento do bruxismo, pois auxilia na correção da arcada dentária e na melhorar do encaixe.

Exercícios

Nos casos considerados leves de bruxismo, os exercícios para relaxar a mandíbula e os dentes podem ser recomendados.

Eles podem ser feitos em casa, seguindo instruções do dentista, ou no próprio consultório. Existe também fisioterapia para a região da face, que pode auxiliar nas dores causadas pelo bruxismo.

Acompanhamento psicológico

Muitas vezes, a origem do bruxismo são os fatores emocionais, como a ansiedade ou o Transtorno Obsessivo Compulsivo. Nesses casos, o tratamento psicológico é fundamental para reduzir o estresse mental.

No entanto, em geral, todos os pacientes com bruxismo são beneficiados com a terapia, logo que o ato de apertar os dentes tende a se agravar com situações de estresse ou ansiedade.

Botox

A toxina botulínica, popularmente conhecida por botox, é uma aliada no tratamento de bruxismo e briquismo.

Sendo aplicada nos músculos da face, responsáveis pelos movimentos da mandíbula, ela auxilia no alívio da força que é realizada quando o paciente fecha a boca.

O resultado aparece depois de até 3 semanas de aplicação da toxina e sua duração, dependendo do caso, pode durar de 4 até 6 meses.

A aplicação de botox é feita por agulha e seringa, mas não apresenta dor ao indivíduo e é realizada de forma rápida.

Tratamento complementar

Existem no mercado os tratamentos alternativos, que também podem auxiliar o organismo a diminuir o hábito de ranger ou pressionar os dentes:

Meditação e yoga

Essas duas atividades físicas são recomendadas para quem sofre de bruxismo, pois muitos casos ocorrem pelo excesso de estresse e ansiedade.

Ao realizar uma destas atividades o corpo tende a relaxar, fazendo com que aos poucos a pessoa lide melhor com as emoções, promovendo a redução dos episódios de bruxismo.

Acupuntura

A acupuntura consiste em utilizar pequenas agulhas nos pontos que causam o problema — no caso do bruxismo, é na região da face.

A terapia pode auxiliar a eliminar dores, relaxar e acalmar a mente, promovendo também a circulação e cuidando do sistema imunológico.

Tratamento caseiro para bruxismo

O tratamento do bruxismo deve ser feito com profissionais especializados. Mas algumas dicas, feitas em casa, podem trazer bons resultados para aliviar os incômodos causados pela condição.

Para ajudar a diminuir as dores na região das mandíbulas é possível fazer uma compressa quente, deixando por 20 minutos no local em que dói.

Além disso, algumas medidas reduzem o estresse da rotina e trazem melhorias para todo o corpo, como:

  • Tomar chá de camomila, lavanda, alecrim ou erva-cidreira antes de deitar, para relaxar;
  • Colocar cheiros florais, específicos para ambientes, no cômodo de dormir pode auxiliar no sono;
  • Tomar banhos quentes para relaxar o corpo.

Leia mais: Remédios caseiros para dor de dente: como reduzir o incômodo?

Cremes dentais

Para auxiliar a redução da sensibilidade dentária provocada pelo desgaste dos dentes, existem alguns cremes dentais que podem ser benéficos para quem convive com o bruxismo:

Medicamentos

Os medicamentos são utilizados como auxiliares no tratamento de bruxismo, portanto, são indicados para controle de estresse, ansiedade e dores.

Podem ser receitados:

Atenção!

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas nesse site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

Complicações

O bruxismo causa desgaste anormal do esmalte dos dentes e das gengivas, que podem gerar quebra, fissuras e danos definitivos em dentes mais frágeis e distúrbios nas articulações temporomandibulares (ATMs), ocasionando dor no ato de comer.

O bruxismo não é um transtorno perigoso, mas pode causar dano permanente aos dentes, crises de dor de cabeça e dor de ouvido. Por essa razão, é importante procurar um dentista e buscar, em conjunto a outros profissionais, a melhor forma de tratamento.

Prevenção

Algumas dicas podem ajudam a prevenir casos de bruxismo ou briquismo, são elas:

  • Tenha uma boa noite de sono;
  • Pratique exercícios físicos de sua preferência;
  • Não mascar chicletes em excesso;
  • Não morder objetos duros, como pontas de canetas;
  • Escute músicas calmas antes de dormir;
  • Utilize técnicas de relaxamento, como a respiração;
  • Reduza o estresse no cotidiano;
  • Faça terapia para aliviar as emoções e ajudar no comportamento;
  • Reduza o consumo de álcool;
  • Pare de fumar.

Leia mais: Mude os hábitos e descubra como dormir bem

Perguntas frequentes

O bruxismo é considerado uma doença?

Não, o bruxismo se classifica como uma desordem do organismo, bastante relacionada ao estresse. Ele se manifesta pelo ato de ranger ou apertar os dentes (durante o sono ou acordado), o que provoca um desgaste nos dentes e faz o indivíduo sofrer de dores de cabeça.

Quanto custa uma placa de bruxismo?

A placa é moldada pelo dentista especialmente para o paciente. O valor depende do material da placa, que pode ser de silicone ou acrílico. Se for uma placa de acrílico, o preço é em torno de R$500, já a placa de silicone custa em média R$250.

A placa de bruxismo pode curar este problema?

Não, porque ainda não existe a cura para o bruxismo. Mas devido aos avanços da medicina há diferentes tratamentos para melhorar a qualidade de vida de quem possui bruxismo.

Como saber se estou com bruxismo?

Se você apresenta muita dor de cabeça logo ao acordar ou durante o dia, sente dor na mandíbula ao mastigar os alimentos, podem ser sintomas do bruxismo. Dor de ouvido, dentes fraturados, lascados e sensibilidade dentária também podem indicar a condição.


A ida ao dentista regularmente é importante não só para detectar cáries e realizar limpezas, mas também para que o especialista consiga detectar um quadro de bruxismo ainda no início.

Compartilhe este artigo com seus amigos e familiares para que eles conheçam os sintomas do bruxismo e saibam como se prevenir ou tratar a doença!

Publicado originalmente em: 30/06/2017 | Última atualização: 07/02/2019

Fontes consultadas

Minuto Saudável: Somos um time de especialistas em conteúdo para marketing digital, dispostos a falar sobre saúde, beleza e bem-estar de maneira clara e responsável.

Editor Médico

Dr. Paulo Caproni

CRM/PR 27.679

Graduado em Medicina pela PUCPR. Residência Médica em Medicina Preventiva e Social pela USP. MBA em Gestão Hospitalar e de Sistemas de Saúde pela FGV.

Farmacêutica Responsável

Dra. Francielle Mathias

CRF/PR 24612

Farmacêutica generalista, com Mestrado em Ciências Farmacêuticas, ambos pela Unicentro. Doutorado em Farmacologia pela UFPR.

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6 comentários

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    1. Tenta usar a placa pra bruxismo, me ajuda bastante. Quando durmo sem, já acordo com dor de cabeça e um pouco de dor tb nos dentes.

  1. Estou sofrendo com dores na gengiva doi muito quando fico menstruada e quando a menstruação vai embora doi mais ainda a gengiva lado esquerdo! É como se estivesse latejando no local! E não tem nada que possa a dor.

  2. Tenho um filho de 12anos que desenvolver bruxismo.Começou quando ele tinha 6 anos de idade.Depois deu uma parada.Ele fez um tratamento com uma neuropsiquiatra.tivemos bons resultado.Só q quando ele completou 11anos piorou. Peço ajuda.

    1. Olá, Raquel.
      Caso o tratamento não esteja sendo continuado, é importante retornar ao especialista e dar prosseguimento. Como pode haver um fundo emocional em alguns tipos de bruxismo, é importante que a terapia seja mantida para que os sinais não retornem. Caso a terapia já esteja em andamento, é importante sinalizar ao profissional a piora dos sintomas, para que haja uma reformulação do tratamento.
      Somente uma avaliação médica, junto com o acompanhamento da progressão do quadro, pode determinar os melhores tratamentos para o seu filho.

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