O Parkinson é uma doença hereditária e progressiva. A causa mais comum dessa doença são as mutações no gene leucine-rich repeat kinase 2 (LRRK2 ou dardaria).

Por isso, todos os medicamentos utilizados no tratamento ajudam no combate à dardarina. O problema é que a grande maioria desses remédios causam efeitos colaterais ou produzem resultados clínicos indesejados.

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Mas uma pesquisa recente descobriu que a forma ativa AdoCbl, presente na vitamina B12, pode agir como inibidor do LRRK2, amenizando a doença de Parkinson.

Os pesquisadores acreditam que a B12 possa ser recomendada para novos tratamentos.

A pesquisa foi feita pelo Instituto Biofisika, no País Basco em parceria com a Universidade Politécnica de Valência, na Espanha, e foi publicada na revista científica Cell Research.

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Vitamina B12

A vitamina faz parte de um complexo vitamínico chamado de complexo B. No total, são 8 vitaminas que fazem parte: B1, B2, B3, B5, B6, B7, B9 e B12.


O nutriente atua na formação de glóbulos vermelhos no sangue e no bom funcionamento do sistema nervoso. Por isso, o consumo de B12 pode ajudar a prevenir doenças cardíacas e relacionadas aos nervos e neurônios.

Alimentos de origem animal (carnes, peixes, ovos, leites, iogurtes, queijos) são os que contêm maior concentração dessa vitamina.

Mas essa vitamina é sensível ao calor, então a forma como esses alimentos são preparados pode influenciar a quantidade de vitamina B12 presente.


A B12 é uma vitamina importante para o organismo. Agora, com essa nova descoberta, o nutriente também poderá ser utilizado no tratamento de Parkinson garantindo mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Nature


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