A influenza A é famosa pelas grandes epidemias gripais, que matam milhares de pessoas.
Com o intuito de prevenir essa gripe, vários cientistas buscam desenvolver uma vacina que projeta o organismo.
Métodos realizados todos os anos analisavam as mutações dos vírus baseados nas ligações com glóbulos vermelhos. O que, em geral, funcionava bem para os diferentes subtipos virais. Mas nem todos.
O H3N2 não faz essa ligação e, por isso, não era possível relatar muitas mutações e produzir vacinas compatíveis.
Um método novo de laboratório, chamado de HINT, analisa os 422 tipos de vírus, buscando identificar quais são as mutações que os vírus usam para se fortalecer e escapar dos medicamentos e da imunidade humana.
O processo ajuda no aprimoramento e produção de vacinas e utiliza, como amostragem, pessoas que estão infectadas pelo vírus da gripe. Isso permite uma análise mais verdadeira, uma vez que se pode estudar como o microrganismo age no corpo.
A pesquisa foi publicada no jornal Scientific Reports.
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Gripe A (H3N2)
O H3N2 é um subtipo de vírus da influenza. É mais comum entre aves e porcos, mas pode ser passado para seres humanos que tiverem o contato com animais ou pessoas infectadas.
A infecção por esse tipo de vírus tem tratamento e cura, mas se não for diagnosticada rapidamente pode levar à morte.
Dores de cabeça, no corpo e musculares, febre alta, cansaço, tosse e coriza são sintomas da gripe A.
A vacina da gripe distribuída pelo Sistema Único de Saúde (SUS) aos grupos de risco também atua contra o H3N2 (além de combater o H1N1 e a influenza B).
Gestantes, idosos com mais de 60 anos e crianças que tenham entre 6 meses e 5 anos, podem procurar uma unidade básica de saúde para tomar a vacina quando a campanha de vacinação começar.
O vírus H3N2 variante da gripe A pode ser prevenido com medidas simples: cobrir a boca e o nariz ao espirrar ou tossir, lavar as mãos com frequência. Mas essas atitudes podem ser combinadas com a vacina potencializando a prevenção.
Fonte: CDC