A insuficiência cardíaca é um tipo de doença que impede que o sangue seja bombeado com a quantidade e frequência necessária para que o organismo consiga funcionar da maneira correta. Atualmente, as incidências da insuficiência cardíaca congestiva são muito maiores, sendo uma das principais causas de morte no Brasil e no mundo. Os idosos são os mais afetados por essa patologia.

Quanto mais rápido surgem os sintomas maiores são as chances de que o problema não consiga ser revertido com tanta facilidade. A doença pode afetar diretamente o dia a dia de quem sofre com essa disfunção, principalmente durante a práticas de atividades físicas.

Como acontece

Alguns fatores podem causar a insuficiência cardíaca congestiva, como: idade avançada, pressão alta, histórico de infarto, diabetes, anemia, obesidade, consumo excessivo de bebidas alcoólicas, disfunções cardíacas, problemas reumáticos e aumento do tamanho do coração.

Por esses e outros motivos, é necessário sempre estar atentos aos sintomas, que muitas vezes podem passar despercebidos. Entre os principais sinais estão: falta de ar, inchaço, cansaço excessivo, alteração dos batimentos cardíacos, escarro com sangue e falta de apetite.

Complicações

O mau funcionamento do coração pode afetar o corpo de diversas formas. Quando ocorre alguma alteração no bombeamento de sangue, a capacidade de oxigenação acaba sendo prejudicada, causando problemas para outros órgãos, como os rins. Devido ao aumento da pressão arterial, o pulmão pode sofrer com o acúmulo de líquidos, dificultando a respiração.

Diagnóstico médico

Após a identificação de algum dos sintomas, é necessário buscar atendimento médico. Durante a consulta ele irá realizar uma análise clínica e pedir exames para confirmação de alguma alteração. Também para o diagnóstico alguns exames devem ser realizados: ecocardiograma, eletrocardiograma, raio-x do tórax, teste ergométrico e cateterismo cardíaco.

Tratamento adequado

Quando o diagnóstico médico comprova a existência da insuficiência cardíaca congestiva, o uso de medicamentos como Espironolactona, Furosemida, Hidroclorotiazida, Enalapril e Metoprolol podem ser prescritos.

Apesar disso, algumas medidas alternativas como modificações no estilo de vida podem ser benéficas. Largar o vício do cigarro, praticar atividades físicas frequentemente, controlar o peso, além de reduzir a quantidade de sal da alimentação, são maneiras simples de se evitar o desenvolvimento do problema ou, no mínimo, de controlá-lo.

Quando os remédios não dão conta da doença, uma operação cirúrgica pode ser necessária, como acontece no caso das insuficiências cardíacas graves, onde o transplante de coração passa a ser considerado.

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