O que é Carcinoma Basocelular, sintomas, tratamento, tipos e fotos

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O que é o carcinoma basocelular?

O carcinoma basocelular (CBC), também chamado de basalioma, é um câncer de pele que se desenvolve nas células basais, ou seja, na camada externa da pele.

Ele raramente se espalha para outras partes do corpo, mas pode crescer e destruir células adjacentes. É o tipo de câncer de pele mais comum e frequentemente surge em regiões expostas ao sol como rosto, pescoço e mãos.

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Este tipo de câncer é mais comum em pessoas de pele clara e é mais raro na pele escura. É o menos agressivo dos cânceres de pele e, frequentemente, é curado.

Pode ser perigoso quando localizado próximo do cérebro ou ossos. Em 70% dos casos aparece no nariz, mas também é comum em outras partes do rosto, como nas orelhas, pescoço, couro cabeludo, dorso e ombros.

A doença pode ser encontrada no CID-10 (Classificação Internacional de Doenças) através do código C44.

Índice – neste artigo você encontrará as seguintes informações:

  1. O que é o carcinoma basocelular?
  2. Tipos
  3. Causas
  4. Grupos de risco
  5. Sintomas
  6. Fotos de carcinoma basocelular
  7. Como é feito o diagnóstico?
  8. Carcinoma basocelular tem cura?
  9. Qual o tratamento?
  10. Recidiva
  11. Medicamentos para carcinoma basocelular
  12. Prognóstico
  13. Complicações
  14. Como prevenir
  15. Perguntas frequentes

Tipos

Existem diversos padrões em que o carcinoma basocelular pode se instalar. Elas são a mesma doença, mas cada uma possui suas particularidades.

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Nodular-ulcerativo

Frequentemente este tipo de CBC se liga a epiderme. Ele é formado por largas ilhas tumorais na derme. Elas podem ser redondas ou ovais. Este é o tipo de carcinoma basocelular mais comum.

Micronodular

Este tipo de CBC é parecido com o nodular-ulcerativo, porém seus agrupamentos celulares são muito pequenos. É o tipo mais agressivo, podendo se espalhar com maior facilidade para os arredores.

Pigmentado

No carcinoma basocelular pigmentado, o câncer forma ilhas de tumor redondas ou ovais de cor escura devido a acúmulos de melanina, o pigmento da pele.

Cístico

O carcinoma basocelular cístico possui um formato redondo ou oval largo e em seu centro existem secreções.

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Infiltrativo

O CBC infiltrativo é comum e agressivo. Suas células se infiltram entre o colágeno da pele.

Morfeico

As células deste tipo de CBC formam um tecido conjuntivo denso.

Superficial

O carcinoma basocelular superficial se adere à epiderme, a superfície da pele.

Causas

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Como todo câncer, o carcinoma basocelular é causado pela multiplicação errática e descoordenada de células. Esta multiplicação pode ser causada por diversos fatores. São eles:

Exposição excessiva ao sol

Especialmente na infância e adolescência, a exposição ao sol forte frequente e sem proteção pode causar mutação celular. A mutação pode levar de 10 a até 50 anos para se manifestar como um carcinoma.

Exposição a agentes químicos

Arsênico (encontrado em fertilizantes) e alcatrão (presente no cigarro) podem causar alterações celulares capazes de evoluir em um câncer.

Exposição a radiação ionizante

Radiação ionizante é qualquer onda eletromagnética capaz de desprender átomos de moléculas. Estamos expostos a radiação ionizante o tempo todo, vindo do próprio campo eletromagnético do planeta ou do espaço, porém existem fontes artificiais que podem fazer diferença. Por exemplo, aparelhos de raio-X usam radiação ionizante para conseguir suas imagens.

Utilizar o aparelho de raio-X uma vez não é o bastante para causar câncer, mas pessoas que trabalham com o aparelho precisam usar proteção como aventais de chumbo, já que a exposição prolongada e diária durante anos de trabalho pode ser prejudicial.

Grupos de risco

Pele clara

A pele clara facilita o desenvolvimento de cânceres de pele devido a maior sensibilidade a raios ultravioleta (UV).

Exposição a raios UV

Os raios ultravioleta são, em maioria, emitidos pelo sol, porém é possível ser afetado por eles em camas de bronzeamento. Eles são divididos em UV-A, UV-B e UV-C.

Raios UV-C são completamente absorvidos pela atmosfera e não são uma preocupação, mas os raios UV-B e UV-A conseguem chegar a superfície da Terra. Eles são os principais responsáveis pelas queimaduras e câncer de pele.

A exposição constante aos raios ultravioleta pode causar mutações nas células da pele, podendo causar câncer, mas em doses baixas eles são benéficos, sendo necessários para produção da vitamina D.

Radioterapia

Radioterapia é um tipo de tratamento que usa radiação para reduzir o tamanho de tumores. Apesar de seu uso no tratamento de câncer, inclusive no carcinoma basocelular, a exposição à radiação não controlada pode levar a cânceres diferentes.

Quando a radioterapia é usada para tratar um câncer em um órgão interno, a radiação tem que passar pela pele e isso pode facilitar o aparecimento de carcinomas.

Raios-X

Raios-X também usam radiação. A quantidade de radiação usada em um exame de raio-X é menor do que a de um tratamento de radioterapia, mas a repetição e exposição prolongada pode ser causa de alterações celulares que causam câncer.

Exposição a arsênico

Arsênico é um material que é liberado em erupções vulcânicas, mas que pode ser encontrado em diversos lugares, desde na atmosfera até na água. A exposição a esse material pode causar cânceres.

Histórico familiar

Se alguém de sua família já teve carcinoma basocelular, suas chances de ter a doença são mais altas do que a de alguém que não a possui no histórico familiar.

Idade avançada

A principal causa do carcinoma basocelular é a exposição ao sol. Quanto mais velha a pessoa é, mais tempo sua pele teve para sofrer exposição aos raios solares e mais alta a chance de desenvolver câncer de pele.

Homens

Aproximadamente 35% dos homens desenvolvem carcinoma basocelular enquanto apenas 25% das mulheres sofrem da condição.

Imunidade baixa

Quando o sistema imunológico está deficiente, ele tem maior dificuldade de impedir o crescimento errático das células do corpo, o que facilita o desenvolvimento de câncer.

Sintomas

Carcinoma basocelular é um câncer de pele pouco agressivo que se mostra com maior frequência em regiões afetadas pelo sol, como rosto, pescoço e mãos, mas nada impede que ele apareça em outros lugares. O tumor pode ter variados aspectos.

Lesões que não fecham

Um ferimento que não cicatriza durante semanas pode ser sinal de carcinoma basocelular. Ele pode cicatrizar e voltar a sangrar em algum tempo.

Mancha avermelhada

Frequente no rosto, uma mancha avermelhada ou rosada pode ser um sinal de CBC. Esta lesão pode formar uma crosta que coça, mas pode ficar no lugar sem causar desconforto algum.

Tumor rosado

Um nódulo pequeno e duro com crostas no centro pode surgir. Ele cresce vagarosamente e de maneira contínua e pode ser acompanhado por vasos sanguíneos na superfície. É um sinal de câncer de pele.

“Pinta” irregular

Em alguns tipos de carcinoma basocelular, o tumor pode ser confundido com um nevo ou pinta. Seu formato costuma ser irregular. Ele se apresenta como uma protuberância brilhante que pode ter cor rosada, vermelha ou branca, mas em pessoas de cabelo escuro pode se apresentar marrom ou preta, o que causa a confusão com pintas.

Aparência de cicatriz

Com coloração clara, o tumor pode ter a aparência de uma cicatriz com bordas indefinidas. Ela é brilhante e é um sinal de um tumor invasivo.

Regra ABCD

Você pode realizar o autoexame para identificar um carcinoma em estágio inicial. Apenas o médico pode fazer o diagnóstico, mas é bom ter este conhecimento para saber quando ir ao médico investigar.

Cada letra representa uma característica a se procurar em uma mancha encontrada na pele que está sob suspeita.

Assimetria

Imagine uma linha no meio da pinta e verifique se os dois lados são iguais. A falta de simetria costuma ser um sinal de que as células estão se reproduzindo de maneira errática, então, se a pinta não tiver os dois lados iguais, pode ser um sinal de que é um câncer de pele.

Bordas irregulares

Se as bordas forem serrilhadas ou de qualquer maneira irregulares, é bom ir ao médico para investigar mais a fundo.

Cor

As pintas devem ter apenas uma cor. Se houver diversas cores nela, pode ser um sinal de câncer de pele.

Diâmetro

Pintas não crescem. Se a sua manchinha está aumentando de tamanho com o tempo, vá ao médico para investigar.

Fotos de carcinoma basocelular

Aqui você pode ver imagens de alguns tipos de basalioma. Nem todos irão se parecer com estes, mas alguns podem ser assim:

Carcinoma basocelular com veias
Carcinoma basocelular no rosto
Carcinoma basocelular ulcerado no nariz
Carcinoma basocelular nodular ao microscópio
Carcinoma basocelular pigmentado
Carcinoma basocelular ulcerado

Como é feito o diagnóstico?

É comum que o médico dermatologista seja capaz de identificar um carcinoma basocelular em um exame físico através da dermatoscopia, que usa uma lupa para analisar a pele, porém, por garantia e para que haja o diagnóstico diferencial de um melanoma (o tipo de câncer de pele mais agressivo) outros exames costumam ser realizados.

Dermatoscopia digital

A dermatoscopia digital utiliza fotografias digitais ampliadas de toda a pele do paciente. O exame mostra detalhadamente o que pode ou não ser um câncer de pele.

Microscopia confocal

Para a realização deste exame de imagem, um laser de diodo é utilizado como fonte de luz para que uma máquina possa visualizar os detalhes da estrutura celular da pele. A resolução das imagens é próxima a de um microscópio e não é necessário o corte do tecido.

Biópsia

Para a biópsia, é extraído um pedaço do tecido do tumor que será analisado no microscópio para que haja a identificação das células presentes. A partir da biópsia o diagnóstico é dado.

Carcinoma basocelular tem cura?

Apesar de ser um câncer, quando em estágios iniciais, seu índice de cura é próximo dos 100%. Quanto maior for o tumor, mais extenso é o tratamento. Apesar de raramente haver metástase do CBC, ele pode se espalhar para os tecidos ao redor, tornando o tratamento mais prolongado.

Qual o tratamento?

Existem alguns métodos de tratamento do carcinoma basocelular. Sua escolha depende da profundidade, localização, tamanho e idade do paciente, além do resultado estético. O tratamento costuma poder ser realizado no próprio consultório médico e é rara a necessidade de hospitalização. São eles:

Curetagem e eletrodissecção

Este tratamento costuma ser usado para tumores pequenos e possui taxa de cura de aproximadamente 95%. Costuma formar uma cicatriz branca e redonda e por isso pode não ser recomendável para o rosto, onde os resultados cosméticos são indesejáveis.

O tratamento consiste em anestesiar a área que em seguida é raspada com uma cureta, um aparelho cortante com a cabeça em forma de anel. Em seguida, uma caneta de eletrocauterização destrói resíduos do tumor e impede o sangramento.

Laser de CO2

O laser de CO2 destrói as células cancerígenas pelo calor, assim como a eletrodissecção, porém ela é mais precisa e poupa a região. É recomendada para tumores mais superficiais. Este laser também pode reduzir as cicatrizes causadas por outros tratamentos.

Interferon alfa

Interferon é uma proteína que é usada no tratamento de várias doenças de pele, desde infecções bacterianas e fúngicas até tumores. A proteína é injetada diretamente no tumor e ajuda o corpo no combate as células cancerígenas. Estudos apontam uma taxa de cura de 86 a 96%.

A vantagem deste tratamento é que não deixa nenhuma cicatriz ou sequela estética. Entretanto, é necessário haver muitas visitas ao médico. O tratamento dura 3 semanas e são necessárias 3 injeções por semana.

Cirurgia micrográfica de Mohs

A cirurgia micrográfica de Mohs é uma técnica meticulosa. Ela consiste na retirada de uma camada fina do tecido tumoral. Esta camada é então analisada no microscópio, onde as células do tumor são identificadas.

Em seguida, outra camada é retirada e o processo se repete até que não haja células tumorais na camada retirada, o que significa que todo o tumor foi removido.

Apesar de trabalhosa, a técnica é precisa. Ela consegue remover o tumor por completo, retirando o mínimo possível da pele saudável.

Normalmente, a retirada de um tumor envolve uma margem de segurança que é baseada na visão do cirurgião, enquanto na técnica de Mohs o microscópio é utilizado, reduzindo margens de erro.

Esta técnica é utilizada em lugares como o rosto, já que danifica o mínimo possível do tecido saudável e também tem a maior taxa de cura, alcançando os 98%.

Excisão cirúrgica

Com anestesia local e o uso de um bisturi, o tumor é removido por inteiro junto de uma margem de segurança de pele saudável. O tecido removido é enviado para um laboratório que irá analisar se o tumor todo foi retirado em um microscópio.

Caso o exame indique que ainda existem células tumorais, a excisão pode ser repetida. Esta técnica possui taxa de cura de 95% assim como a curetagem e eletrodissecção.

Radioterapia

Utilizando radiação, a radioterapia não exige cortes ou anestesia. A radiação é jogada no tumor e suas células são destruídas. O processo precisa ser repetido várias vezes no decorrer de algumas semanas.

A radioterapia pode ser usada em tumores onde a cirurgia é complicada ou em idade avançada ou estágios de saúde precários, quando cortes e anestesia podem ser problemáticos. A taxa de cura é de 90% já que não há controle preciso da identificação de células tumorais.

Os danos da radiação afetam apenas a região adjacente ao tumor, mas pode haver problemas estéticos. Além disso, a radiação pode causar outro câncer de pele em anos posteriores.

Criocirurgia

Este tratamento pode ser utilizado em pacientes com sensibilidade a anestesia e com problemas com hemorragia. Ele consiste na utilização de nitrogênio líquido para congelar o tumor, que cai nos dias seguintes a aplicação.

Sua taxa de cura varia entre 85 e 90% e este método não costuma ser utilizado. É um método bastante efetivo contra tumores superficiais.

Medicamentos tópicos

Existem alguns medicamentos tópicos que podem ser utilizados. Eles só são aprovados para tumores específicos. Este tratamento possui taxa de 80 a 90% de cura e só é usado em tumores superficiais. Sua principal desvantagem é que não há como verificar quanto do tumor foi removido ou se a remoção foi completa.

Recidiva

Pacientes que já tiveram CBC são mais propensos a ter a doença novamente no decorrer dos anos. Após receber um diagnóstico, visitas ao dermatologista devem se tornar rotina.

O médico deve procurar por toda a superfície da pele por sinais de câncer de pele, não apenas no lugar onde ele já esteve. Carcinoma basocelular no nariz ou no couro cabeludo são especialmente propensos a recidivas.

Medicamentos para carcinoma basocelular

O tratamento para carcinoma basocelular não costuma precisar de medicamentos, mas existem casos em que eles são usados:

Tratamento tópico

CBC em metástase

Nas raras ocasiões em que o CBC faz metástase e a remoção cirúrgica não é possível, existe um medicamento que pode ser usado para a remoção do tumor. Nos casos em que há metástase, o carcinoma basocelular está tremendamente avançado e as chances de cura são bastante reduzidas.

O medicamento usado nesses casos é o Vismodegibe.

Atenção!

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas neste site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

Prognóstico

Quando encontrado cedo, o carcinoma basocelular possui taxas de cura de quase 100%. Ele não é um câncer agressivo, seu crescimento é lento e ele raramente faz metástase.

A recidiva pode acontecer, mas se o paciente estiver atento, basta repetir o tratamento. Após tratar um CBC, o paciente pode ter uma vida perfeitamente normal.

Complicações

Quando não tratado o CBC pode se espalhar e danificar os tecidos adjacentes ao tumor. Seu crescimento é lento, mas presente. As feridas abertas por ele podem causar infecções e, dependendo da região onde ele estiver, pode afetar os olhos.

Lesões grandes ou que afetam vasos ou nervos aumentam as chances de recidiva.

Apesar de raro, o carcinoma basocelular pode fazer metástase. Isso significa que suas células podem se espalhar para outras partes do corpo. CBC é um câncer pouco agressivo mas não deixa de ser um câncer que é capaz de matar e seu tratamento é indispensável.

Os órgãos mais comumente afetados pela metástase do carcinoma basocelular são os linfonodos, pulmões, ossos e fígado.

Como prevenir

Apesar de o CBC ser curável e não ser muito agressivo, a prevenção ainda é mais indicada. Existem algumas maneiras de prevenir o câncer de pele.

Conheça sua pele

Conhecer sua pele é um passo importante. Saber onde existem manchas e pintas pode facilitar a procura de cânceres que se apresentam como marcas novas no corpo.

Sombra em horários de pico solar

Entre as 10 da manhã e as 4 da tarde é quando o sol está mais forte. Evite ficar exposto à luz solar por muito tempo, especialmente nestes horários.

Use protetor solar

Evitar queimaduras solares reduz suas chances de desenvolver câncer de pele. Isso é especialmente importante para crianças e adolescentes. Use sempre protetor solar de amplo espectro (UVA/UVB) de FPS 15 ou superior.

Quando for ficar no sol por tempos prolongados, é recomendável usar protetor resistente à água e com FPS 30 ou superior. A reaplicação é necessária quando houver suor em excesso ou depois de nadar.

Proteja recém-nascidos

Protetor solar não pode ser usado em bebês com menos de 6 meses de idade, portanto eles devem ser protegidos do sol.

Faça auto-exames e frequente o médico

Procure por sinais de câncer de pele com frequência e vá ao médico dermatologista para fazer um exame completo de pele uma vez por ano.

Perguntas frequentes

Algumas dúvidas podem existir:

Carcinoma basocelular pode virar melanoma?

Não. Eles são cânceres diferentes justamente pelo tipo de célula afetada. O carcinoma basocelular afeta as células basais enquanto o melanoma se origina dos melanócitos. Um não pode se transformar no outro.

Se já tive carcinoma basocelular posso ter de novo?

Sim. Se todo o tecido do tumor foi retirado ele não volta a crescer, mas nada impede que outro tumor apareça.

Além disso, se você já teve um, você se encontra no grupo de risco para ter outro. Mas não se preocupe, outro carcinoma basocelular terá a mesma gravidade do primeiro. Faça o auto-exame e visite o dermatologista regularmente.

Carcinoma basocelular mata?

Ele pode matar, mas sua taxa de cura é extremamente alta, especialmente quando encontrado no início. A doença não deve ser levada na brincadeira pois ainda é um câncer, mas é um dos cânceres com maior taxa de cura e menor mortalidade.


Carcinoma basocelular é um tipo de câncer de pele pouco agressivo e com altas taxas de cura. Porém, a prevenção é muito importante e o uso de protetor solar é indispensável para evitar desenvolver esta doença.

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