Uma forte e aguda dor no peito seguida de dificuldade de respirar.

Esses podem ser sinais de um pulmão colapsado, o pneumotórax, que é uma doença que pode trazer sérios problemas.

Continue lendo para aprender mais sobre ela!

Índice – neste artigo você encontrará as seguintes informações:

  1. O que é pneumotórax?
  2. Quais os tipos de pneumotórax?
  3. O que causa pneumotórax?
  4. Grupos e fatores de risco
  5. Sintomas
  6. Como é feito o diagnóstico?
  7. Pneumotórax tem cura?
  8. Qual o tratamento?
  9. Medicamentos
  10. Convivendo
  11. Prognóstico
  12. Complicações
  13. Como prevenir pneumotórax?

O que é pneumotórax?

O pneumotórax, ou colapso pulmonar, é uma condição caracterizada pela entrada de ar na cavidade pleural, o espaço que fica entre os pulmões e a parede torácica.

Esse ar pode sair espontaneamente dos pulmões ou por feridas, assim como também pode entrar através de ferimentos.

Os pulmões costumam ficar em contato com as paredes torácicas, mas não colados. O que os mantêm na posição em que ficam é o vácuo.

Quando ar escapa para dentro da cavidade pleural, além de eliminar o vácuo, ele também pode aumentar a pressão da região, impedindo que o pulmão se encha por completo.


Em casos graves, boa parte do espaço pode ser ocupada por ar, o que impede o preenchimento normal dos pulmões.

É especialmente comum em homens muito altos e magros. A condição pode causar muita dor e dificuldade para respirar, além de sua gravidade ser elevada caso o paciente tenha alguma doença pulmonar extra.

Outras doenças pulmonares também aumentam as chances de o pneumotórax aparecer.

Leia mais: Pneumonia ou tuberculose? Saiba como diferenciar as doenças

A principal causa da condição é o aparecimento e subsequente ruptura de bolhas de ar abaixo da pleura, a camada de revestimento dos pulmões. Essas bolhas são chamadas de blebs.

O código do pneumotórax no CID-10 é o J93.

Quais os tipos de pneumotórax?

Existem alguns tipos diferentes de pneumotórax e todos podem ser divididos entre primários e secundários. Caso haja uma condição pulmonar que leve ao pneumotórax, trata-se da secundária, mas quando não há doença causando a condição, trata-se da primária.

Os tipos diferentes são eles:

Espontâneo

O pneumotórax espontâneo surge sem influência externa. Ele pode acontecer devido a uma doença presente, como câncer, asma ou tuberculose (o que o caracteriza como espontâneo secundário) ou sem doença evidente (primário).

As blebs, bolhas de ar dentro da camada protetora do pulmão, são encontradas na grande maioria dos casos espontâneos da doença, sejam devido a outras condições ou sem um motivo aparente.

Adquirido

O pneumotórax adquirido, por outro lado, é causado por interferência externa ao paciente.

Alguns procedimentos médicos, como punções de veias centrais, biópsias, cirurgias laparoscópicas, além de pancadas fortes ou cortes profundos podem causar a entrada de ar na cavidade onde os pulmões ficam.

Pneumotórax aberto

Um pneumotórax aberto é consequência de um trauma que causa uma abertura na parede torácica. É um tipo de pneumotórax adquirido já que costuma ser causado por ferimentos.

Quando um corte é feito no peito e fica aberto, o vácuo que mantém os pulmões juntos das paredes torácicas deixa de existir e o colapso pulmonar acontece, permitindo que ar entre na cavidade. O fechamento da ferida é essencial para reverter a situação.

Pneumotórax hipertensivo

O pneumotórax hipertensivo é uma emergência médica. Pode surgir da evolução de qualquer um dos dois tipos de pneumotórax já descritos. Ele acontece quando a pressão dentro da cavidade pleural se torna elevada demais em comparação com a pressão externa.

Isso pode fazer com que as veias cavas sejam pinçadas e obstruídas, o que reduz o fluxo de sangue venoso para o coração.

O tratamento deve ser feito de maneira imediata já que o pinçamento pode bloquear o fluxo sanguíneo. A morte é possível mesmo que o fluxo não esteja completamente bloqueado.

O que causa pneumotórax?

O pneumotórax acontece quando ar entra na cavidade pleural. Não é uma condição incomum e costuma acontecer espontaneamente com pessoas que estão nos grupos de risco, como aquelas que têm doenças pulmonares ou são fumantes. A doença exige um tratamento imediato em hospital. As principais causas são:

Blebs e bullae

Os principais causadores de pneumotórax espontâneo são as blebs e bullae.

Blebs são pequenos acúmulos de ar na pleura, a camada protetora que recobre a cavidade torácica. Quando esses acúmulos se rompem, o ar escapa, o que elimina o vácuo dentro da cavidade.

Esse vácuo é o que mantém os pulmões juntinhos da parede torácica. Com isso, passa a existir espaço para que o ar impeça o pulmão de se expandir completamente. Assim, ele colapsa.

As bullae são parecidas. A principal diferença é que elas são bem maiores, ao ponto de formar bolhas no tecido pulmonar.

Quando elas se rompem, a quantidade de ar que se espalha na cavidade é maior e, consequentemente, o colapso costuma ser mais sério.

Os acúmulos de ar podem estar presentes em qualquer pessoa, mas existem maiores chances de elas se formarem e estourarem em pessoas que fumam ou possuem doenças pulmonares.

Traumas

Traumas são causas frequentes de pneumotórax. Um impacto forte no peito pode causar rompimento do pulmão, de blebs ou de bullae, além de ter a capacidade de simplesmente deslocar o pulmão.

Caso o impacto seja forte, é possível que haja fratura das costelas, que também podem fazer a mesma coisa: perfurar a pleura e os pulmões.

Outro tipo de trauma que também pode causar o pneumotórax são cortes e perfurações.

Uma perfuração no peito — causada por facas, tiros ou qualquer outra coisa que possa romper o tecido corporal — é capaz de descolar os pulmões da parede torácica ao mesmo tempo que pode permitir que ar saia dos pulmões ou entre pelo corte.

Grupos e fatores de risco

Os principais fatores de risco são aqueles que facilitam a formação de blebs ou bullae, e atitudes que propiciam o rompimento deles. Além disso, a possibilidade de traumas também aumenta o risco de pneumotórax.

Alguns grupos com maior suscetibilidade a formação e rompimento das bolsas de ar na pleura são:

Homens

O sexo masculino apresenta mais incidências de pneumotórax em relação às mulheres. É um dos principais fatores de risco para a condição quando somados à altura elevada e peso reduzido.

Jovens adultos

A doença costuma se manifestar no início da vida adulta. A faixa etária com maior número de casos de pneumotórax é de pouco mais de 20 anos da idade.

Altura e magreza

Pessoas muito altas e magras têm maiores chances de desenvolver pneumotórax espontâneo. A relação entre os dois fatores existe, não é apenas ser magro ou ser alto, mas uma combinação de ambas as coisas.

Um Índice de Massa Corporal (IMC), que é medido a partir da divisão do peso pela altura ao quadrado (kg/altura²), baixo é indicador de risco para a doença.

Acredita-se que isso aconteça por causa de uma pressão de distensão maior nessas pessoas, o que cria uma pressão negativa na cavidade pulmonar elevada em relação aos outros.

Essa pressão negativa, ou seja, o vácuo que mantém os pulmões colados à parede torácica, faz com que blebs e bullae se formem na pleura com maior facilidade, o que por sua vez facilita a formação de pneumotórax.

Doenças pulmonares

Doenças pulmonares que podem ser variáveis, como enfisema bolhoso, asma, doença pulmonar obstrutiva (DPOC) e inclusive câncer de pulmão, aumentam as chances de um colapso de pulmão.

Fumantes

Fumantes têm uma chance elevada e é um fator fortemente associado ao pneumotórax. Existe também uma relação com a quantidade. Quanto mais cigarros por dia, maiores as chances do desenvolvimento do pneumotórax.

Leia mais: Tabagismo é o maior fator de risco de câncer nos homens

Histórico familiar

O histórico familiar é um indicativo de possibilidade para a doença. Se seus pais já tiveram um colapso de pulmão, suas chances são maiores, já que é possível que a genética aumente as chances de formação de blebs e bullae.

Pneumotórax anterior

A reincidência da doença é comum. Pessoas que já tiveram pneumotórax uma vez na vida têm grandes chances de desenvolver a condição novamente.

Montanhismo

Quanto mais alto estamos, menor a pressão atmosférica. Escaladas de montanha podem trazer alterações de pressão que são capazes de causar o rompimento de blebs e bullae.

Por isso, montanhismo pode causar pneumotórax naqueles que estão nos fatores de risco.

Viagens de avião

Da mesma forma que escalar montanhas, viagens de avião mudam a pressão atmosférica, já que quanto mais alto, menor a pressão. Isso também pode aumentar o risco de pneumotórax em pessoas que já tiveram a condição antes.

Mergulho

Mergulhos aumentam a pressão externa do corpo, o que afeta também os pulmões. Pessoas que estão nos grupos de risco têm mais chance de desenvolver pneumotórax nessa situação, especialmente se o paciente já teve a doença anteriormente.

O perigo está na hora de sair da água, pois ao voltar à superfície muito rápido, há uma alteração muito brusca de pressão, o que pode estourar ou formar blebs e bullae.

Sintomas

Os sintomas do pneumotórax são mais intensos quando a quantidade de ar na cavidade torácica é maior e, por isso, podem variar bastante. Além disso, outras doenças pulmonares também podem deixá-los mais intensos.

Os principais sintomas da doença são a dor torácica e a dificuldade de respiração, mas  cansaço, agitação e aceleração cardíaca podem aparecer.

Dor torácica

A dor no tórax é aguda, intensa e repentina, e acontece quando o pulmão colapsa e o ar entra na cavidade pleural.

É o principal sintoma da doença e está presente em até 90% dos pacientes.

Essa dor fica com o paciente até que a condição seja tratada ou, nos casos menos severos, a doença se resolva espontaneamente.

Dificuldade de respirar

A dificuldade de respiração está associada à falta de capacidade do pulmão de ser completamente preenchido por ar.

Nos casos mais leves, pode mostrar-se como uma leve falta de ar, porém, nos mais intensos, em que grande parte da cavidade pleural é preenchida por ar, o paciente pode ter grandes dificuldades de respiração e oxigenação.

Cansaço

Com a redução do fluxo de oxigênio no sangue, devido à diminuição da capacidade pulmonar durante o pneumotórax, o paciente pode se mostrar cansado e com dificuldades para realizar esforços.

Aceleração dos batimentos cardíacos

O coração de um paciente de pneumotórax costuma ficar acelerado devido à dor e à falta de oxigênio.

Cianose

Quando a doença é muito severa, o paciente pode enfrentar falta de oxigênio já que o pulmão não é capaz de se encher de ar. As extremidades — dedos, lábios, unhas por exemplo — podem ficar azulados, indicando falta de oxigênio, o que caracteriza a cianose.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico de pneumotórax é feito através de exame físico e confirmado por meio de exames de imagem. Os médicos responsáveis por tratar a condição são o clínico geral e o médico pneumologista.

Entre os exames que podem auxiliar o profissional estão:

Raios-X

O exame de raios-X cria uma imagem do interior do corpo e nele é possível observar a região do peito onde o pulmão deveria estar, mas que têm ar no lugar.

Além disso, por meio do exame de raios-X é possível identificar algumas blebs e bullae antes de elas se romperem.

Quando esse exame apresenta o espaço vazio entre os pulmões e a parede torácica, o diagnóstico de pneumotórax pode ser confirmado.

Tomografia computadorizada

A tomografia computadorizada é um exame que também utiliza raios-X para a criação de uma imagem. A diferença é que ele é capaz de criar uma imagem 3D a partir de diversas capturas de raios-X em pouquíssimo tempo.

Por ser muito mais detalhada, a tomografia computadorizada costuma ser usada em casos que exigem maiores detalhes da condição, como para verificar se existem outras blebs ou bullae, ou até mesmo outros pneumotórax pequenos demais para aparecer no exame de raios-X.

O detalhamento fornecido pela tomografia computadorizada também permite a prevenção e preparação para o rompimento de blebs e bullae.

Pneumotórax tem cura?

Sim. A cura do pneumotórax se dá quando o ar na cavidade pleural é removido, o que faz com que o pulmão ocupe seu espaço adequadamente novamente e tenha condições de ser completamente preenchido por ar.

Qual o tratamento?

O tratamento para pneumotórax é muito variado, dependendo da gravidade e das causas da condição. Lembre-se de que em qualquer caso, é importante ir ao médico para lidar com o pneumotórax.

É possível tratar a doença das seguintes formas:

Repouso e observação

Quando a condição é espontânea, o colapso é pequeno e não há outras doenças pulmonares, é possível que haja recuperação espontânea.

Nesses casos, o paciente deve ficar no hospital por 4 a 6 horas, em observação, em repouso e com administração de medicamentos analgésicos, que aliviam a dor.

O objetivo da observação é garantir que o pneumotórax não irá se expandir. Após o término desse período, outros exames de imagem devem ser feitos para verificar a estabilidade da doença.

Se ela estiver estável, o paciente pode ir para casa, tendo de voltar no dia seguinte para verificar que não houve alteração do quadro.

O paciente também deve voltar imediatamente se os sintomas se tornarem mais intensos.

Quando existe suspeita médica de que a condição pode piorar, o paciente pode ficar no hospital por até 24 horas antes de ser liberado, caso esteja estável.

O ar na cavidade pleural, quando o pneumotórax é pequeno, costuma ser reabsorvido em pouco tempo de maneira espontânea.

Drenagem torácica

Uma drenagem torácica consiste na inserção de um tubo no tórax do paciente. Através desse tubo, o ar dentro da cavidade é drenado, abrindo espaço para que o pulmão possa se expandir corretamente.

Este tratamento é usado nos casos mais severos da doença, em que a quantidade de ar na cavidade é grande, ou naqueles em que o paciente não está estável (respiração e batimentos cardíacos fracos, mesmo com um pneumotórax pequeno).

Também é esse o método de tratamento indicado quando a condição é criada de maneira secundária a outras doenças ou traumas.

O tratamento de drenagem é mantido até que o pulmão ocupe novamente seu devido lugar, com a eliminação do pneumotórax. Outras drenagens podem ser feitas em caso de recidivas.

A drenagem é efetiva inclusive em situações severas em que a veia cava pode estar sendo obstruída pela pressão do ar na cavidade pleural.

Nesse caso, é extremamente importante que o tratamento seja realizado de maneira emergencial, para evitar complicações e a morte.

Cirurgia (pleurectomia)

A pleurectomia é uma cirurgia que remove a pleura, a camada que reveste a cavidade torácica. É bastante invasiva e, por isso, não costuma ser realizada a não ser quando as recidivas são muito frequentes.

Essa cirurgia pode ser total ou parcial e tem como objetivo aderir o pulmão à parede torácica, já que sem a pleura, o processo de cicatrização promove a adesão.

Assim, sem pleura, não há como surgir acúmulos, e ar e os pulmões ficam grudados na parede torácica, evitando novos pneumotórax.

Fisioterapia

A fisioterapia é uma opção de tratamento para pneumotórax. Ela só é efetiva depois que o excesso de ar e possíveis líquidos são drenados, ou quando o colapso é muito pequeno. A fisioterapia, nesse caso, ajuda o corpo a absorver o que sobra mais depressa, através de exercícios respiratórios.

Para isso, o profissional deve acompanhar o paciente e indicar exercícios específicos.

Medicamentos

Os únicos medicamentos utilizados para pneumotórax são aqueles necessários para aliviar a dor da condição enquanto ela não se resolve. Alguns deles são:

Atenção!

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas neste site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

Convivendo

A recidiva de pneumotórax é comum, especialmente para aqueles que têm outros fatores de risco para a condição.

Por isso, mesmo depois de a condição ser resolvida, é importante realizar um acompanhamento médico frequente para encontrar possíveis blebs ou bullae que podem evoluir em pneumotórax.

Exercícios físicos devem ser evitados no primeiro mês após a conclusão do tratamento e caso os sintomas apareçam novamente, é essencial que o paciente busque atendimento médico.

Prognóstico

Apesar de a doença ser extremamente desconfortável e em alguns casos ser muito perigosa, o tratamento é relativamente simples e bastante efetivo.

Como a reincidência da doença é comum, é importante que o paciente faça acompanhamento médico e que siga as instruções médicas para evitar que outro pneumotórax se forme.

O prognóstico da doença é majoritariamente positivo e, inclusive, é possível voltar a fazer exercícios físicos aeróbicos depois da liberação médica.

Entretanto, é muito importante que periodicamente exames de raios-X sejam realizados para verificar a possível presença de outras blebs e bullae.

Complicações

Existem algumas complicações possíveis em decorrência do pneumotórax. São elas:

Pneumotórax hipertensivo

Apesar de ser classificada como um tipo de pneumotórax, esta versão da condição é uma complicação dela.

Quando a pressão no interior da cavidade pleural fica muito alta por causa do ar lá dentro, as veias cavas, que levam sangue sem oxigênio para o coração, podem ser pinçadas e obstruídas.

Isso faz com que o fluxo sanguíneo seja reduzido e o paciente possa a ir a óbito.

Edema pulmonar de reexpansão

O edema pulmonar de reexpansão é raro, mas possível logo após a reexpansão dos pulmões colapsados.

Após a remoção do ar do pneumotórax, quando os pulmões se expandem rápido demais, é possível que os órgãos liberem líquido que pode ficar acumulado e causar sérios problemas respiratórios.

Como prevenir pneumotórax?

É difícil prevenir o pneumotórax, especialmente os espontâneos já que raramente alguém está prestando atenção na presença de blebs ou bullae na pleura sem que haja um motivo para exames, visto que elas não causam sintomas.

Entretanto, é possível reduzir as chances da condição aparecer ou de rescindir:

Não fume

Fumar aumenta consideravelmente as chances de desenvolvimento de pneumotórax. Não fumar é um dos melhores meios de prevenir a doença.

Siga orientações médicas

Como existem muitas chances de recidivas, aqueles que já tiveram pneumotórax antes podem buscar evitá-las.

Seguir as orientações do médico é extremamente importante. Não fazer exercícios no mês seguinte a recuperação, por exemplo, pode evitar um novo pneumotórax.

Acompanhamento médico

O acompanhamento médico é importante para descobrir blebs e bullae antes de elas se transformarem em pneumotórax, o que pode permitir que o médico remova o ar das bolhas e evite a condição.

Pleurectomia

Nos casos de pacientes com muitas recidivas, a remoção da pleura pode prevenir o retorno do pneumotórax no futuro.


Você aprendeu que o pneumotórax é uma doença que pode causar sérios problemas respiratórios e que pode frequentemente rescindir. Compartilhe esse texto com seus amigos para que eles também aprendam mais sobre ela!

Publicado originalmente em: 29/06/2017 | Última atualização: 14/04/2019

Fontes consultadas


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23 comentários

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  1. Minha esposa teve pneumotórax, depois de 2 anos a bolha chegou a 15 cm, chegando a colar no tecido pleural. Alguns caso ela regride, em outros só aumenta.

  2. O que o paciente sente quando a bolha estoura?
    Essa bolha pode crescer/aumentar?Se sim, o que faria isso?
    Eu tenho uma pequena (0,9), foi constatado numa TC.
    Sou portadora da Síndrome do SAPHO. Grata pro resposta.

    1. Olá Renata!

      Lamentamos a impossibilidade de fornecer conselho médico ou responder a questões médicas e farmacêuticas individuais, pois somos impossibilitados pela ANVISA de prestar tal atendimento. Mas nós esperamos que você encontre respostas dentro de nosso site, através de informações como bulas ou até mesmo conteúdos e artigos. Se você acha que pode ter uma emergência médica, ligue para o seu médico ou 190 imediatamente.

  3. Olá meu nome é aldirene tenho 46 anos e fui diagnosticada com bolhas pleural sinto muitas dores,e dificuldades pra dormir a noite dói mais quando me deito,eu não sei o que tomar pra aliviar as dores pois o médico me falou que elas estavam pequenas com apenas 06cm não havia necessidades de cirurgia o pior de tudo são as dores,é eu não sei o que faço se alguém passa ou já passou por isso me ajude com uma resposta

  4. Tive esse problema 8 anos atrás e até hoje sinto um incômodo debaixo da costela. De acordo com o médico foi preciso tirar um pedaço do meu pulmão. Fiquei com o dreno por quase duas semanas. Fiquei 19 dias internada.
    Foi tenso.

  5. Preciso saber o que meu esposo tem ele tem dores nas costas a dois dias sente falta de ar e aperto do peito deixou o cigarro t 15 dias

    1. Olá Cristiane,

      Somente um médico é capaz de fornecer um diagnóstico preciso sobre as condições de saúde de um paciente. Recomendamos que seu esposo busque ajuda de um profissional de saúde para identificar qual é o problema e, se necessário, iniciar um tratamento.

  6. Estou na 4ª ocorrencia de pneumotorax espontâneo (todos pequenos sem a necessidade de fazer punção) e agora nao sei se devo fazer a cirurgia ou não. Tive em 2008, 2010, 2012 e agora em 2018.
    Essa bolha que estoura e causa o pneumotórax, depois de voltar ao normal, essa bolha continua lá? Os 4 pneumotorax que eu tive vieram da mesma bolha ou cada um é de uma bolha diferente?

    1. Olá Marcelo,

      Lamentamos a impossibilidade de fornecer conselho médico ou responder a questões médicas e farmacêuticas individuais, pois somos impossibilitados pela ANVISA de prestar tal atendimento. Mas nós esperamos que você encontre respostas dentro de nosso site, através de informações como bulas ou até mesmo conteúdos e artigos. Se você acha que pode ter uma emergência médica, ligue para o seu médico ou 190 imediatamente.

  7. Eu tive um a 8 anos por causa do cigarro e não consegui larga esse vício , mesmo com todo sofrimento que tive na mesa cirúrgica ????

  8. Não dou fumante, mas tenhi alguém na família que é e passou por situação de pneumotórax. Muito elucidador este material informativo.

  9. Me acidentei e quebrei 3 costelas 3 vértebra no pescoço e perfurei o pulmão,Gostaria de saber quanto tempo leva para me recuperar e levar minha vida ao normal?

    1. Olá, Diovany.
      A recuperação em casos de fraturas ou acidentes é sempre relativa. Com o uso correto dos medicamentos (quando indicados pelo médico), fisioterapia e outras terapias indicadas, a recuperação tende a ser boa e gradual. É necessário que haja acompanhamento fisioterápico, para que os movimentos sejam trabalhados, evitando que redução das capacidades motoras permaneçam. Converse sempre com o profissional médico ou de saúde que te acompanha, pois somente eles poderão indicar o tempo de recuperação.

  10. Meu sogro está internado com este problema mais o médico disse que por via do cigarro os pulmões dele está cheio de bolhas de ar , estão drenando uma mais devida a quantidade de bolhas eles disseram que não podem fazer mais nada e se for operar ele não volta com vida então vão deixar do jeito que está e se outra bolha se romper ele não aguentará . Muito triste velo daquele jeito. ????????

    1. Estou com este problema com meu cunhado.nao desisti ainda estou tentando saber mais a respeito deste assunto será mesmo que não existe solução para este problema?

  11. Olá, meu noivo teve um acidente, e, perfurou um pulmão. Esteve em coma, para ter uma melhor recuperação e aliviar as dores. Já melhorou, mas continua internado.
    Sou fumadora, que cuidados devo ter agora?

  12. Olá. Fiz tomografia do pulmão e apresentou bolhas de ar com 15mm e o medico falou que nao há o que fazer .e que a capacidade do pulmão esta muito reduzida. O que devo fazer

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