Redação Minuto Saudável
29/06/2017 15:33

O que é Histerectomia (total, abdominal, parcial), cirurgia, engorda?

O que é Histerectomia?

A histerectomia é uma operação cirúrgica ginecológica que efetua a remoção do útero. O procedimento é usado tanto para evitar quanto para amenizar a propagação do câncer de colo de útero, além de tratar outros problemas, tais como:

  • Mioma (tumor formado a partir de tecido muscular) uterino;
  • Dor pélvica;
  • Sangramento uterino anormal;
  • Endometriose (anormalidade em que há presença da mucosa que reveste a face interna do útero fora da cavidade uterina);
  • Prolapso uterino (condição em que o útero se move para o interior da vagina devido ao enfraquecimento dos músculos que o suportam);
  • Dependendo do caso, ela pode também incluir a retirada dos anexos uterinos (trompas adjacentes e ovário), principalmente em situações de endometriose grave e câncer avançado.

Não existe um CID específico para histerectomia, pois não é uma doença. Mas o CID para as doenças que levam à necessidade de uma histerectomia são N99.3 para prolapso de cúpula de vagina pós-histerectomia, e O82.2 para parto por cesariana para histerectomia.

O preço da operação varia muito por ter vários tipos e maneiras de ser realizada. Em geral, o valor da histerectomia laparoscópica e robótica são mais altos. A histerectomia abdominal custa, em média, R$10mil e a histeroscopia vídeo assistida, R$18mil.

Qual a diferença entre a histerectomia e a laqueadura?

A laqueadura, ou ligadura de trompas, é uma cirurgia de esterilização voluntária feminina. Ela consiste no corte ou na amarração/queimada das tubas uterinas, procedimentos que podem ser realizados de várias maneiras, como através da colocação de anéis de plástico, clipes de titânio, fios de sutura, entre outros, evitando que óvulos e espermatozoides fecundem.

A operação exige anestesia e o seu tempo de recuperação varia de acordo com a paciente e o tipo de anestesia utilizada. A prática de atividade pesada dentro de 48 horas após a cirurgia não deve ser realizada. A laqueadura não é um método anticoncepcional, mas sim definitivo (podendo ser reversível em alguns casos), e não previne doenças sexualmente transmissíveis.

Assim, enquanto a histerectomia tem o objetivo de tratar doenças e outros sintomas que afetem a qualidade de vida na mulher, a laqueadura é especificamente para esterilizar a mulher.

Índice — neste artigo você irá encontrar as seguintes informações:

  1. O que é Histerectomia?
  2. Tipos de Histerectomia
  3. Como é realizada a cirurgia
  4. Que sintomas e patologias podem exigir uma Histerectomia?
  5. Cuidados antes da Histerectomia
  6. Cuidados na recuperação da Histerectomia
  7. Efeitos colaterais
  8. Prevenção

Tipos de Histerectomia

Os tipos de histerectomia são definidos de acordo com quais órgãos terão que ser retirados o que é decidido pelo médico baseado em cada caso específico.

Os tipos de histerectomia são:

Histerectomia parcial (histerectomia subtotal)

Apenas o corpo do útero é removido. Nesse caso, em que o colo do útero não é retirado, ainda é necessário fazer o exame de Papanicolau regularmente.

Histerectomia total

O corpo e o colo do útero são retirados.

Histerectomia radical

Também chamada de histerectomia total ampliada, histerectomia total com anexectomia uni ou bilateral ou cirurgia de Wertheim-Meigs, nesse tipo de histerectomia há a remoção tanto do corpo quanto do colo do útero, dos ligamentos do órgão ou trompas de Falópio (salpingectomia), dos ovários (ooforectomia) e do tecido da vagina em torno do colo do útero. Geralmente é realizada quando existe uma neoplasia maligna (câncer) em estágio avançado.

Essa classificação atua decisivamente na maneira de como a cirurgia será realizada.

Como é realizada a cirurgia

Quem efetua a operação é um médico-cirurgião ginecológico, mas médicos cirurgiões também são habilitados. Nos casos em que a histerectomia seja necessária por neoplasia (câncer), a operação é normalmente realizada por cirurgiões oncológicos.

Todos os tipos de cirurgia são de médio ou grande porte, e devem ser realizados nos centros cirúrgicos de hospitais. Essas cirurgias duram, em média, 2 horas, mas varia de acordo com a intensidade das complicações.

As maneiras de realizar o procedimento são:

Histerectomia vaginal

O cirurgião separa o útero de seus anexos e, em seguida, o retira através da vagina. A condição para que a cirurgia seja realizada desta maneira é a de que o útero não apresente variação de tamanho. O desconforto, nesse caso, é menor e a recuperação é mais rápida. O tempo de internamento é de 1 a 2 dias e o de recuperação é de 2 a 3 semanas.

Histerectomia laparoscópica

São realizados pequenos cortes de 5 a 10 mm na região abdominal ou na vagina (histerectomia laparoscópica vaginal). O médico que realiza o procedimento utiliza instrumentos longos e finos através desses cortes, e tem a ajuda de uma câmera acoplada a um telescópio. O útero é, então, removido, também pela vagina, em pedaços menores (morcelamento), assim como na histerectomia vaginal. O tempo de internamento é de 1 a 2 dias e o de recuperação é de 2 a 3 semanas.

Histerectomia robótica

É utilizada uma tecnologia 3D, visão de alta definição e braços robóticos que proporcionam uma alta precisão no procedimento. Diferencia-se da histerectomia laparoscópica por serem esses “robôs” que realizam a operação, enquanto o médico cirurgião assiste através de um monitor. O tempo de internamento é de 1 a 2 dias e o de recuperação é de 2 a 3 semanas.

Histerectomia abdominal

O útero é removido através de uma incisão vertical ou horizontal no abdômen. Embora cause mais desconforto e dor e exija mais tempo de recuperação, esse método é inevitável quando o volume uterino estiver maior devido a tumores e pólipos. O tempo de internamento é de 4 dias e o de recuperação é de 6 semanas.

Atenção!

Em alguns casos, o médico pode achar necessário mudar de histerectomia vaginal para histerectomia abdominal. A cirurgia mais utilizada é a abdominal, por facilitar a visualização da área pelo cirurgião, identificando melhor os tecidos e órgãos afetados.

Que sintomas e patologias podem exigir uma Histerectomia?

Estima-se que 16% das histerectomias são consideradas desnecessárias. Portanto, ela deve ser a última opção possível, ou seja, só deve ser realizada quando outros tratamentos não surtirem efeito e não houve outra opção menos invasiva e mais barata.

Ela é indicada para mulheres que apresentam complicações na região pélvica, como:

  • Câncer do útero ou do ovário (ou como preventivo);
  • Displasia (desenvolvimento anormal dos tecidos) cervical;
  • Leiomioma ou fibromioma uterino (aparecimento de tumores não cancerosos no útero);
  • Sangramentos anormais ou hemorragias incontroláveis;
  • Crescimento não maligno do útero e dos anexos;
  • Dor pélvica crônica;
  • Prolapso pélvico (falha na sustentação dos órgãos pélvicos);
  • Infecção pélvica severa;
  • Placenta percreta (implantação profunda da placenta na parede uterina);
  • Adenomiose ou outra endometriose severa;
  • Cirurgia de adequação sexual (feminina para masculina);
  • Algum outro dano irreparável ao útero.

Quando se trata de condições malignas, a histerectomia normalmente será total ou radical.

Cuidados antes da Histerectomia

É muito importante que a paciente se informe sobre a cirurgia a qual será submetida. Sabendo mais, ela se sentirá mais segura e isso pode ajudá-la emocionalmente no momento da operação.

Durante o internamento e no período pré-operatório, alguns procedimentos deverão ser realizados com a paciente. O profissional de enfermagem responsável deve habilitar a paciente para a cirurgia e prepará-la para a realização de exames físicos e laboratoriais.

Os procedimentos mais comuns são:

  • Verificar a roupa cirúrgica;
  • Tricotomia (raspagem dos pêlos da área em que haverá intervenção);
  • Antissepsia da pele (evita que a ferida cirúrgica infeccione);
  • Jejum absoluto por algumas horas antes da histerectomia;
  • Possível uso de antibióticos ou laxantes (preparo intestinal);
  • Exames de sangue;
  • Exames de urina;
  • Biópsia do endométrio (mucosa que recobre a face interna do útero);
  • Inserção de um cateter urinário na uretra para esvaziar a bexiga;
  • Dependendo da anestesia utilizada, outras precauções podem ser tomadas.

Durante a realização desses processos, deve-se sempre verificar os sinais vitais da paciente.

Acompanhamento psicológico

Essa operação pode afetar o equilíbrio psicológico da mulher, pois trata-se da remoção do que a maioria das mulheres tem como a representação de sua feminilidade, por associar-se ao seu papel reprodutor. Ou seja, apesar do alívio por tratar o câncer ou qualquer outra implicação que a tenha levado a precisar da histerectomia, ela pode se sentir menos mulher e até perder o apetite sexual. Nas mulheres que não têm filhos, o impacto da infertilidade pode ser ainda maior. Assim, essa condição pode afetar a sua autoestima, o seu relacionamento sexual e conjugal e a sua recuperação.

Por isso é importante que, caso a mulher tenha um parceiro, ele seja muito compreensivo com essa situação, e também que ela tenha, juntamente ao processo pré e pós-operatório, o apoio de um psicólogo.

Cuidados na recuperação da Histerectomia

O tempo de recuperação da cirurgia depende do tipo de procedimento realizado, mas pode variar de duas a oito semanas. Em casos de operações mais radicais, a recuperação completa pode chegar a 12 meses. O médico responsável pelo caso é quem irá decidir quando a paciente pode voltar às suas atividades diárias. Durante a reabilitação, devem ser tomados alguns cuidados. Veja:

Caminhada

Ficar o tempo todo na cama favorece a coagulação das veias (trombose), por isso são indicadas pequenas caminhadas em casa durante o dia, atividade que também acelera a cicatrização.

Curativos

A região do corte deve ser limpa regularmente, com água e sabão neutro ou de coco. Após o banho, deverá ser seca com uma toalha limpa e seca. O curativo geralmente é trocado de 12h em 12h, mas pode variar de acordo com a prescrição do enfermeiro chefe.

Dieta

Não há restrições de alimentação após a histerectomia, exceto quando o médico considere necessário.

Relação sexual

Cada corpo tem uma resposta individual após ser apresentado a intervenções como essa. Por isso, é necessário que haja orientação médica para saber quando é possível voltar a ter relações sexuais sem prejudicar a cicatrização. De início, não deve haver contato íntimo com o parceiro e as relações geralmente devem ser evitadas por um período de seis a oito semanas após a operação.

Quando a histerectomia é parcial, não há tanta alteração hormonal, portanto a libido (desejo sexual) e a lubrificação vaginal se mantêm. Entretanto, a retirada dos ovários e do colo do útero causam grande desnível hormonal, diminuição da lubrificação e pode haver menos apetite sexual.

Para isso, além da reposição dos hormônios é também recomendável o uso de lubrificantes durante o ato sexual. O prazer pode sim diminuir, mas ele está relacionado especialmente ao estímulo do clitóris e do canal vaginal, que não sofrem intervenção. Por outro lado, também é comum que o prazer aumente, pois após a histerectomia não existem mais os sintomas que levaram a mulher a realizar a cirurgia, como dores e hemorragia.

Esforço físico

O repouso é fundamental, especialmente nos primeiros dias após a cirurgia. Evite realizar movimentos bruscos, atividades físicas e, principalmente, levantar peso por pelo menos 3 meses.

Papanicolau

Conhecido também como citologia, trata-se de um exame para detectar doenças como câncer de colo de útero e do endométrio, infecções vaginais e doenças sexualmente transmissíveis. Esse exame preventivo deve continuar sendo realizado após a histerectomia parcial, pois o colo do útero também corre o risco de apresentar câncer.

Efeitos colaterais da Histerectomia

Algumas dificuldades terão que ser enfrentadas após a operação. São elas:

  • A histerectomia impede a gravidez, porém, são mulheres de 40 a 60 anos as que mais realizam essa operação, ou seja, mulheres que já passaram pela fase reprodutiva e já tiveram a oportunidade de ter filhos;
  • Se apenas o útero for removido, apesar da menstruação se romper, as cólicas permanecerão, devido à ovulação dos ovários. Se houver também a retirada dos ovários, que são responsáveis pela secreção do estrogênio, será necessária uma reposição hormonal e até prescrição de remédios para reduzir os sintomas característicos da menopausa, como calores, sudorese, alterações de humor e sono perturbado. Mulheres que não podem se submeter à terapia de reposição terão menopausa precoce e aumentam seus riscos de osteoporose e infarto do miocárdio;
  • Mesmo que os ovários não sejam retirados, eles podem falhar alguns anos após a cirurgia por ausência de irrigação sanguínea vinda do útero;
  • Nos primeiros dias, pode haver sangramento vaginal e cólicas abdominais. O ginecologista irá indicar medicamentos analgésicos, anti-inflamatórios e antibióticos para aliviar a dor e evitar infecções;
  • Podem surgir complicações para urinar;
  • Riscos relacionados a medicamentos usados na anestesia. Os mais graves incluem dano nos nervos, reações alérgicas e morte;
  • O útero produz uma substância chamada prostaciclina, que é responsável pela inibição da formação de coágulos sanguíneos. Assim, a remoção do útero pode aumentar as chances da mulher em ter tromboses, podendo aumentar, também, o risco de infartos;
  • Constipação é outra complicação frequente, que pode ser resolvida através de medicamentos, hidratação e uma dieta rica em fibras;
  • Fadiga;
  • Dores articulares;
  • Depressão;
  • Ansiedade;
  • Palpitações;
  • Desenvolvimento de cistos ovarianos benignos;
  • Insônia;
  • Irritabilidade;
  • Vagina encurtada.

Algumas complicações podem aparecer após o procedimento e são consideradas menos comuns:

  • Febre persistente;
  • Vômitos frequentes;
  • Dor abdominal mesmo após a medicação prescrita;
  • Sangramento vaginal superior ao da menstruação;
  • Inchaço, vermelhidão, odor fétido, presença de pus ou sangramentos no corte;
  • Infecções;
  • Lesões no intestino (vazamento de material fecal e infecções) e bexiga (incontinência urinária), que são órgãos vizinhos ao útero;
  • Prolapso vaginal.

Cerca de 35% das mulheres que realizam histerectomia passam por outra cirurgia relacionada no prazo de 2 anos. Os maiores riscos para a realização do procedimento são mulheres com câncer mais tardio e grávidas. A mortalidade varia de 1 a 6 mulheres a cada 1000 operações.

Casos de histerectomia por neoplasia uterina podem exigir tratamento posterior com quimio ou radioterapia.

Histerectomia engorda?

Não há uma explicação comprovada da razão, nem que a histerectomia realmente causa ganho de peso, mas existem muitos relatos de mulheres que engordaram após a cirurgia.

Mesmo assim, existem teorias que relacionam o procedimento com o ganho de peso, como a impossibilidade de praticar exercícios físicos por um bom tempo, o aumento da produção de progesterona e a diminuição dos níveis de estrógeno, fatores que intensificam e retenção de líquido pelo corpo.

Prevenção

Quando um médico constata que é necessário realizar a histerectomia, é importante que se consulte outros especialistas na área ginecológica para não correr o risco de realizar o procedimento sem necessidade. Afinal, existem muitos perigos e desvantagens em retirar úteros e anexos, então, enquanto for possível, deve-se tratar de uma maneira menos invasiva. No entanto, se as outras opiniões também acharem importante, significa que existe um risco caso a cirurgia não se realize.

Portanto, não há maneiras de prevenir a histerectomia. Quando ela é tida como necessária, deve ser realizada. O que pode-se fazer é prevenir fatores que levam à inevitabilidade do procedimento, como:

  • Realizar exames preventivos ginecológicos regularmente: identificar com antecedência o câncer de colo de útero;
  • Ter relações sexuais com preservativo, tomar a vacina de HPV entre 9 e 26 anos, evitar o uso de cigarros e evitar ter vários parceiros sexuais: minimizam as chances de apresentar displasia cervical (ou displasia do colo do útero) e das infecções pélvicas;
  • Praticar exercícios e manter o peso ideal: ajudam a prevenir o prolapso uterino.

A histerectomia, cirurgia de remoção do útero e seus anexos, se torna necessária quando existe alguma complicação na região pélvica feminina. Porém, muitas dessas complicações poderiam ter sido evitadas ou tratadas de uma forma menos invasiva caso fossem diagnosticadas anteriormente.

Portanto, compartilhe este texto para que mais mulheres conheçam sobre o assunto e possam praticar atitudes que evitem essa operação.

15/01/2019 16:36

Redação Minuto Saudável

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  • Vou fazer histerectomia total dia 04/07/18 to com medo tenho mioma e endometriose.vou fazer pelo o sus.

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  • Oi gente , Boa tarde à tds tenho 41 anos e no dia 03/07/18
    Fiz a minha histerictomia total devido à endometriose que trato a mais ou menos uns 12 anos infelizmente não pude ter filhos mas não posso me sentir mal por isso a vida nos ensina a nos adaptar às situações adversas ainda sinto um pouco de dor mas estou me recuperando muito graças à DEUS e a minha família que me tem dado td apoio isso é fundamental pra nós nesse momento quero dizer meninas que não importa o motivo de fazermos essa cirurgia tenham força foco e fé confie em DEUS no seu médico e td vai dar certo bjss a tds !!!

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  • Meu nome é Rose, fiz a histectomia total tirei o útero e o colo, dia 26/06/2018, hoje dia 09/08/2018 faz 44 dias, fiz por videolaparoscopia , foi uma cirurgia tranquila, estava com muito medo, mas posso afirmar não senti dor nenhuma, no mesmo dia já andei, pedi para retirar a sonda da urina, e no outro dia já fui embora, perguntei ao meu medico se realmente ele havia me operado, pois nada senti e ainda não sinto.
    retornei ao trabalho com 15 dias e voltei a dirigir com 15 dias, aconselho as amigas que estão sofrendo como eu sofri com grandes hemorragias, não percam tempo não tenham medo, hoje posso dizer que tenho qualidade de vida e saúde.
    Agradeço todos os dias pelo medico maravilhoso e a Deus pois não acredito que nada senti.

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  • Oi sou Cléo tenho mioma e vou fazer essa cirurgia vou retirar o útero gostria de saber se isso afeta a libido da mulher to muito preocupada

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    • Fiz histectomia vai fazer dois anos ,tenho 42 anos correu tudo bem na minha cirurgia minha recuperação foi ótima ,quando ao libido da mulher no ato sexual a minha não influenciou em nada tive relação com 60 dias de operada doeu um pouco mais depois correu tudo bem.

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    • Olá Cléo!

      Dependendo do procedimento, pode haver alterações hormonais, o que aumenta as chances de impacto na libido. Converse com seu médico para que ele esclareça suas dúvidas.

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  • Obrigada a todos pelos esclarecimentos, o site esta de parabéns por abordar um ponto tão importante para todas nós; estou próximo a fazer essa cirurgia e assim com muito medo, gostaria de fazer particular, mas creio em Deus que onde for ele estará comigo, gostaria muito que a rede publica procurasse fazer tal procedimento de maneira menos invasiva, com toda tecnologia existente para esse tipo de cirurgia por se tratar de um método que mexe muito com o psicológico da gente, deveria tratar com mais carinho e respeito pela vida humana, procurando orientar da melhor maneira possível, sem pensar no gasto, por se tratar de um órgão tão importante para todas nós.

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    • Oi Eliane, vc falou tudo eu também vou ter que retirar o meu útero e confesso que estou com muito medo! Infelizmente o público eu não estou me sentindo táo segura mas é como vc disse está nas mãos de Deus! 😥😢😖

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    • Meu nome é Lena tenho 49 anos, fiz histerectomia total abdominal, o médico retirou útero e trompas, faz 36 dias hoje, consultei cinco ginecologistas antes de me submeter a cirurgia, que foi necessária devido ao alto volume do meu útero e ao sangramento abundante. Sofro de enxaquecas que pioraram muito devido ao uso de anticoncepcionais. Hoje estou bem, tive uma recuperação muito boa, o cirurgião excelente. Os primeiros dias realmente são dolorosos pq vc precisa andar um pouco, ir ao banheiro, tomar banho... de resto só repouso. Fiquei um mês na casa da minha mãe p/ me recuperar totalmente. Medo vc sente, mas depois passa, tem q confiar em Deus. Fiquei triste pq gostaria de ter tido outro filho,mas Deus me concedeu ter um, maravilhoso e companheiro, agradeço sempre por isso. Espero q essa mensagem seja proveitosa e desejo ótima recuperação p/ todas. Fiquem c/ Deus.

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  • Sou mãe de um filho de 22 anos, na época fiz cesárea, correu tudo bem. Hoje aos meus 41 anos, descobri por meio de um ultrasvaginal, que tenho 2 miomas, sendo um dentro da parede do útero que causa um sangramento maior no período menstrual. A ginecologista sugeriu que fizesse a retirada do útero, já que não quero mais ter filhos, e tomo pílula desde que casei, há 23 anos e sou hipertensa. Ela me intimou a parar com a pilula por causa de risco de trombose por causa da pressão alta. Estou pesquisando muito sobre essa possibilidade da retirada do útero e trompas, mas os ovários vou deixar, pois estão ótimos. Considerando que mais pra frente nem poderei tomar hormônios pra reposição por causa dos riscos de trombose.

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  • oi menina.. boa noite , meu nome e Raquel , tenho 32 anos , faço faculdade de noite curso técnico de tarde e trabalho na parte da manha , sou mae de uma mocinha de 8 anos ...onde eu engravidei sem querer aos meus 24 anos , estava planejando minha vida para engravida nos meus 35 anos . quando eu estive se formada e estabilizada . mais amem . o que esta me matando . nao sinto mais vontade de mais nada . não quero mais ir trabalha não quero estuda . quero fica perto da minha mãe , eu olho pra minha filha eu choro. isso e normal . tenho dor na sola dos meus pes , quando acordo , doí muito . vou no medico e digo o acontecido ( é normal ...) to de sao cheio de cetoprofeno. ja fiz exames de sangue eletrocardiograma e vou passa com consulta com o anestesista. chego no serviço eu começo a chora quando sento em minha mesa . ligo pra minha mãe ir me buscar. por estes tempos eu estou sem ir trabalha ja 2 dias . na atual situação do país tenho medo de perder meus 3 anos de emprego.( sempre fui pro ativa ) não me arrumo mais . sinto que o mundo esta em minhas costas . eu não quero chora mais eu choro muito a cada consulta , que nei uma idiota. é normal fica assim, eu só quero fica perto da minha mãe. me sinto segura perto dela. não quero me vitimiza . sempre tive fama de casca grossa. a sensação que eu tenho . eu nunca estive tao judiada, mal assistida , psicologicamente falando. estava vendo , se um casal quiser não querer ter mais filho (vasectomia ou laqueadura) a burocracia que é .. passa em psicologo um monte de coisa. e eu que me encontro nesta situação. eu lamento minha filha ser sozinha eu lamento minha filha deperder do amor alheio no futuro eu já lamento tanto da solidão da minha filha e a minha também , É bem difícil.

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    • Ola Raquel, passei pela cirurgia faz 45 dias e confesso q mudei muito tbem. Sou normalmente muito calma e alegre, porém estou sofrendo com mudança de humor constante, fico irritada, muito inchaço, dor na sola do pé e tbem
      So quero ficar em casa. Conversei com meu medico, ele pediu para esperar 3 meses, pois nosso corpo esta se acostumando com a nova formação, caso isto não melhore, será necessário entrar com medicação.

      Espero te-la ajudado

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    • Raquel querida, estás com sintomas de depressão. E ninguém sai da depressão sozinha. Precisas de medicamentos e acompanhamento psicológico. Um bom ombro amigo também ajuda, mas só ele não resolve.

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    • Procure um neurologista ele vai te ajuda

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  • Fiz a cirurgia retirada total estou com 46 anos foi tudo bem graças à Deus faz 28 dias com Deus no comando sempre

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    • Bom dia sou Angela fiz a sirugia histertomia total tem 46 dias hoje e tenho 36 anos graças a Deus não sentir nada, estou me policiando em relação ao repouso estou seguindo a risca as indicações médica, Gracas ao meu bom Deus estou ótima.

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  • Boa noite, me chamo Luciana, tenho 46 anos. Hoje faz 49 dias que submeti a histerectomia total e confesso que antes de fazê lá eu estava morrendo de medo, mas graças à Deus, tudo correu perfeitamente bem. Eu não tive nenhuma dor, somente um desconforto para ir ao banheiro fazer o número 2. Mas comecei a me alimentar bem, comer muito feijão,, mamão e tomar muita água que ajuda muito. Por me sentir bem , acho que abuso um pouco em relação em pegar peso, pois tem que esperar 3 meses para esse tipo de abuso. Para as pessoas que ainda vão submeter à essa cirurgia, tenham confiança primeiramente em Deus E ao seu médico, porque no final acaba tudo bem. Por enquanto eu não tomo hormônios, somente espalho um gel que chama oestrogel, no braço à noite, para aliviar os calores que passei a sentir depois de 20 dias após a cirurgia. Confesso que está dando resultado, pois eram bem frequentes e agora é só de vez em quando.

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  • Boa tarde. Fiz essa cirurgia. Histerectomia radical. Estou passando muito bem. Fiz por vídeo. Não sinto nada. Estou ótima e com qualidade de vida bem melhor. Deus abençoe todos os médicos. Realizei essa cirurgia no Inca l no RJ. Tive um sangramento pós menopausa. Gostei muito do recado sobre a cirurgia. Parabéns a todos.

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  • Olá, tenho 20 anos e tenho endometriose e ovário policísticos, fui em alguns médicos e eles falaram que videolaparoscopia já não é mais um opção, que já é certeza que terei que tirar um ovário e o outro esta indo pelo mesmo caminho e todos os médicos ficam me colocando medo por eu ser nova de mais, desde meu primeiro diagnostico venho me sentindo sozinha, como se ninguém se importasse, sai do meu trabalho, eu estou tão assustada que nem sei o que fazer, as pessoas próximas a mim parecem não notar e não acho que seja obrigação delas, mas isso assusta, me sentir só é horrivel

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  • Meu nome sonia, tenho 59 anos, mãe 11 vezes, com 3 abortos, nascidos 8 de partos normais , a última gravidez foi com 47 anos . Porém tem uns 3 anos q o ginecologista detectou q eu estava com um polipo enorme no ultero, e apesar do medo grande d cirugia, preferi tirar o ultero ovário e trompas, confiei em Deus em primeiro lugar, doutor foi excelente, isso ajudou muito! Devo agradecimentos ao doutores Serginho Francisco juntamente com doutor Juliano q tudo fez para q desse certo ! Cidade Barra do pirai. Segundo os disseram seu muito trabalho tive q ser intubada, mais graças a Deus estou aqui. Senti muito mas primeiras semanas, hoje com 29 dias de operada estou melhor! Ainda no repouso , SÓ chatiada por não poder sair e tbm comer algumas coisas, como o peixe q estava com muita vontade de comer, e acabei comendo um pedacinho de filé de tilapia hoje, espero q não faça mau, até se alguém de vcs souber sobre se faz mau ou não, Me diz por favor. Tenho medo de inflamar por dentro, por fora ja cicatrizou. Sinto ainda umas queimacoes em volta do corte por dentro, será q é assim ? Ando bem dentro de casa, estou repousando. Espero em Deus ficar boa por completo. Boa sorte a vc q ainda vai fazer! Fe é importante ! E os médicos conta muito. um abraço a todos

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    • Eu também estou operada, foi retirado o útero e erguida a bexiga. Tenho um casal de filhos. Estava tendo muitos problemas de saúde como útero com mioma, cisto no ovário e com a bexiga baixa. Faz 10 dias da minha cirurgia, estou super bem. Pouquinho de dor no local onde foram feitos os cortes por dentro, ainda tendo sangramento e cólica, mas creio que seja normal. Compartilho da fé em Deus que tudo está sob o controle dEle e ficarei ótima logo. :)

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  • Meu nome e Adriane ja fiz cirugias pra retirar miomas e fibrose e cedência tenho 37 anos e estou com mais 4 miomas mais o ginecologista que atende na minha cidade de recusa a fazer a retirada do útero fiz cauterização a um mês sinto muitas dores de cólica o que devo fazer

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    • Olá, Adriane.
      É importante conversar com o profissional para que suas dúvidas sejam esclarecidas. Em alguns casos, a cirurgia pode não ser recomendada, por isso é necessário que o profissional avalie seu quadro.
      Converse com o profissional que te atende e, se restarem dúvidas e for possível, procure outros especialistas.

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  • Meu nome é Rosana tenho 57 anos e hoje fazem 17 dias que fiz histerectomia total por conta de um nódulo solido dentro de um cisto no ovário direito.
    Estou super bem, a cirurgia foi rápida pois em 24 horas estava em casa almoçando. Precise tomar antibiótico após uma semana pois a barriguinha que fica em cima do corte abafou a cicatrização e inflamou um pouco, mas do resto estou super bem. Graças a Deus resultado todos negativos.
    Me assustei com a matéria quando li antes de fazer a cirurgia, mas no meu caso deu tudo certo.

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  • Olá!
    Tenho 43 anos, não tenho filhos. A uns 8 anos identificaram um mioma fora do útero e venho tendo monitorando anual pelo meu ginecologista. Porém nós últimos 2 anos o sangramento durante o período menstrual aumentou muito. Meu médico me informou três opções, 1) tomar medicamentos durante o período menstrual para redução do sangramento e dor, com objetivo de controlar o crescimento dos miomas, e a anemia moderada mas constante, que já estavam na parede do útero; 2) colocar DIU até a chegada da menopausa ou 3) remover o útero e colo.
    Bem comecei com a medicação, fiz uso por um ano. Ajudou no início mas os sintomas retornaram. Este mês após o exame anual conversei com meu médico e optamos pela remoção do útero e colo.
    Meu médico não faz mais cirurgia, então me indicou outro médico, mas para uma tomada de decisão optei por consultar mais dois, que operam este mesmo tipo de problema. Na primeira consulta o médico foi bem direto e prático, esclareceu algumas dúvidas e já estava pronto para ir ao centro cirúrgico em 30 dias...mesmo assim passou segurança. Porém ainda tenho uma consulta com outro especialista no dia 19/03/2019, que operou uma amiga com um quadro muito mais complicado e preservou seu útero para que possa tentar uma gravidez, já que é o sonho dela e do marido. Mesmo não sendo o meu caso, querer um filho neste momento, quero ver o que tem a dizer sobre o meu quadro e se me sinto mais segura e estou tentando agenda com o terceiro que foi a indicação do meu médico.
    No meu caso não tenho risco, mas farei a cirurgia o quanto antes para ter uma melhor qualidade de vida.
    Também tenho muitas preocupações, como anestesia, problemas de circulação, ansiedade extrema e receio de antecipar a temida menopausa. Tenho fé em Deus que tudo acontecerá no momento certo e com o médico certo, pois na na vida é por acaso. Já estou com quase todos os exames pré operatórios prontos e aproveitei para fazer check up cardíaco e angiologico, quanto menos duvidas na cabeça melhor o corpo responde, assim penso.
    Em breve dou notícias!
    Fiquem firmes e não deixem de ter um apoio psicológico antes e depois, isso ajuda muito.

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  • Oi meninas,fiz histerictomia total no último dia 20/03/19 os primeiros dias foram tensos,mas agora estou ficando bem,meu corte foi vertical á cima do umbigo pois meu útero estava grande demais.

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  • Oi gente! Sou Rose, tenho 53 anos,sou técnica em enfermagem e faço acompanhamento de mioma a muitos anos. Sofria com sangramentos intensos que levava à anemia, e cólicas muito fortes. À três anos foi indicado a histerectomia pela minha ginecologista, mas essa veio a se aposentar e fui parar fila de espera do SUS.Fiz a histere no dia 28/03/2019.A cirurgia levou 1:30hs,foi tranquila. Porém quando a anestesia acabou senti fortes dores abdominais e a resposta que tinha, é que era assim mesmo, é uma cirurgia de grande porte, retiram-se órgãos, por isso a dor. Pedi analgésicos mais potentes pois não suportava mais as dores e foi prescrito Tramal EV, que amenizou um pouco.Recebi alta médica depois de dois dias.Ainda sinto dores ao urinar e defecar, mas vai melhorando dia a dia. Para não ficar constipada como ameixa seca três vezes por dia,deixada em um copo com água de um dia p o outro. Não tive sangramento vaginal em momento nenhum. Tenho dificuldade em me movimentar, (levantar,sentar,deitar, andar, me virar na cama), por causar dor, ainda tenho gazes e tomo remédio pra amenizar.Se tivesse lido esse artigo antes da cirurgia, não teria feito. Espero me recuperar direitinho, sem problemas e voltar ao trabalho e atividades diárias. Boa sorte a todas que necessitam passar pelo procedimento. Confiem em Deus e no seu médico. Abraços.

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  • Olá a todas fiz histerectomia parcial em 2006 tinha 18 anos gracas a Deus ocorreu tudo bem tive uma ótima recuperação, só que não tive muito acompanhamento médico faço meus exames de rotina normal nunca deram nada mais notei que minha lubrificação diminuiu a libido com o tempo também, engordei 17 kilos, a 3 anos fiz cirurgia nos seios para tirar nódulos em ambos os seios estava com os seios inflamados decorrência de sobrepeso, parei para me analisar e notei que estou com alguma disfunção hormonal a algum tempo, logo no início de operada me consultei com um médico que me alertou sobre quando eu iria começar a fazer a reposição hormonal disse a ele que estava me sentindo bem e que logo procuraria um médico endocrinologista e cá está eu 12 anos após com vários sintomas de menopausa,

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  • Olá, tenho que fazer uma isterectomia daqui um mês por conta do meu utero que esta imenso cheio de miomas e estou buscando informacoes à respeito deste procedimento e seus depoimentos estão sendo muito válidos para minha preparação,tenho 41 anos, 4 anos de casada e não fazemos planos de ter filhos, mesmo que somos apaixonados por crianças.
    Então, já venho com esse diagnóstico há 6 meses e só agora resolvi operar e sabe o que me impulsionou e me deu muita coragem foi a força que minha cunhada tem pois a mesma acabara de fazer a retirada total de uma mama por conta de um câncer e também a perda da minha mãe que faleceu há 5 meses, portando se eu sobrevivi a perda da Pessoa mais especial da minha vida e tenho um exemplo lindo da minha cunhada, penso que estou preparada para tudo nessa vida.
    Sem esquecer que confio plenamente em Deus e nos Seus propósitos aqui na terra, por fim decidi e estou confiante de que ja deu tudo certo!
    Bjss

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    • Olá, Patrícia.
      Ficamos felizes em poder contribuir com informações. Desejamos boa sorte no procedimento e uma rápida recuperação!

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  • Boa tarde fiz uma histerectomia total estava com um câncer no colo do útero hoje faz sete dias confesso que até no quarto dia foi muito tenso muitos gases mais hoje estou me sentindo bem melhor estou tendo um pouco de sagramento foi fui ao meu médico e ele me examinou e ele disse que eum estava muito bem só tenho que agradecer à Deus é só ter fé que td da certo

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