Redação Minuto Saudável
29/06/2017 15:33

O que é Histerectomia (total, abdominal, parcial), cirurgia, engorda?

O que é Histerectomia?

A histerectomia é uma operação cirúrgica ginecológica que efetua a remoção do útero. O procedimento é usado tanto para evitar quanto para amenizar a propagação do câncer de colo de útero, além de tratar outros problemas, tais como:

  • Mioma (tumor formado a partir de tecido muscular) uterino;
  • Dor pélvica;
  • Sangramento uterino anormal;
  • Endometriose (anormalidade em que há presença da mucosa que reveste a face interna do útero fora da cavidade uterina);
  • Prolapso uterino (condição em que o útero se move para o interior da vagina devido ao enfraquecimento dos músculos que o suportam);
  • Dependendo do caso, ela pode também incluir a retirada dos anexos uterinos (trompas adjacentes e ovário), principalmente em situações de endometriose grave e câncer avançado.

Não existe um CID específico para histerectomia, pois não é uma doença. Mas o CID para as doenças que levam à necessidade de uma histerectomia são N99.3 para prolapso de cúpula de vagina pós-histerectomia, e O82.2 para parto por cesariana para histerectomia.

O preço da operação varia muito por ter vários tipos e maneiras de ser realizada. Em geral, o valor da histerectomia laparoscópica e robótica são mais altos. A histerectomia abdominal custa, em média, R$10mil e a histeroscopia vídeo assistida, R$18mil.

Qual a diferença entre a histerectomia e a laqueadura?

A laqueadura, ou ligadura de trompas, é uma cirurgia de esterilização voluntária feminina. Ela consiste no corte ou na amarração/queimada das tubas uterinas, procedimentos que podem ser realizados de várias maneiras, como através da colocação de anéis de plástico, clipes de titânio, fios de sutura, entre outros, evitando que óvulos e espermatozoides fecundem.

A operação exige anestesia e o seu tempo de recuperação varia de acordo com a paciente e o tipo de anestesia utilizada. A prática de atividade pesada dentro de 48 horas após a cirurgia não deve ser realizada. A laqueadura não é um método anticoncepcional, mas sim definitivo (podendo ser reversível em alguns casos), e não previne doenças sexualmente transmissíveis.

Assim, enquanto a histerectomia tem o objetivo de tratar doenças e outros sintomas que afetem a qualidade de vida na mulher, a laqueadura é especificamente para esterilizar a mulher.

Índice — neste artigo você irá encontrar as seguintes informações:

  1. O que é Histerectomia?
  2. Tipos de Histerectomia
  3. Como é realizada a cirurgia
  4. Que sintomas e patologias podem exigir uma Histerectomia?
  5. Cuidados antes da Histerectomia
  6. Cuidados na recuperação da Histerectomia
  7. Efeitos colaterais
  8. Prevenção

Tipos de Histerectomia

Os tipos de histerectomia são definidos de acordo com quais órgãos terão que ser retirados o que é decidido pelo médico baseado em cada caso específico.

Os tipos de histerectomia são:

Histerectomia parcial (histerectomia subtotal)

Apenas o corpo do útero é removido. Nesse caso, em que o colo do útero não é retirado, ainda é necessário fazer o exame de Papanicolau regularmente.

Histerectomia total

O corpo e o colo do útero são retirados.

Histerectomia radical

Também chamada de histerectomia total ampliada, histerectomia total com anexectomia uni ou bilateral ou cirurgia de Wertheim-Meigs, nesse tipo de histerectomia há a remoção tanto do corpo quanto do colo do útero, dos ligamentos do órgão ou trompas de Falópio (salpingectomia), dos ovários (ooforectomia) e do tecido da vagina em torno do colo do útero. Geralmente é realizada quando existe uma neoplasia maligna (câncer) em estágio avançado.

Essa classificação atua decisivamente na maneira de como a cirurgia será realizada.

Como é realizada a cirurgia

Quem efetua a operação é um médico-cirurgião ginecológico, mas médicos cirurgiões também são habilitados. Nos casos em que a histerectomia seja necessária por neoplasia (câncer), a operação é normalmente realizada por cirurgiões oncológicos.

Todos os tipos de cirurgia são de médio ou grande porte, e devem ser realizados nos centros cirúrgicos de hospitais. Essas cirurgias duram, em média, 2 horas, mas varia de acordo com a intensidade das complicações.

As maneiras de realizar o procedimento são:

Histerectomia vaginal

O cirurgião separa o útero de seus anexos e, em seguida, o retira através da vagina. A condição para que a cirurgia seja realizada desta maneira é a de que o útero não apresente variação de tamanho. O desconforto, nesse caso, é menor e a recuperação é mais rápida. O tempo de internamento é de 1 a 2 dias e o de recuperação é de 2 a 3 semanas.

Histerectomia laparoscópica

São realizados pequenos cortes de 5 a 10 mm na região abdominal ou na vagina (histerectomia laparoscópica vaginal). O médico que realiza o procedimento utiliza instrumentos longos e finos através desses cortes, e tem a ajuda de uma câmera acoplada a um telescópio. O útero é, então, removido, também pela vagina, em pedaços menores (morcelamento), assim como na histerectomia vaginal. O tempo de internamento é de 1 a 2 dias e o de recuperação é de 2 a 3 semanas.

Histerectomia robótica

É utilizada uma tecnologia 3D, visão de alta definição e braços robóticos que proporcionam uma alta precisão no procedimento. Diferencia-se da histerectomia laparoscópica por serem esses “robôs” que realizam a operação, enquanto o médico cirurgião assiste através de um monitor. O tempo de internamento é de 1 a 2 dias e o de recuperação é de 2 a 3 semanas.

Histerectomia abdominal

O útero é removido através de uma incisão vertical ou horizontal no abdômen. Embora cause mais desconforto e dor e exija mais tempo de recuperação, esse método é inevitável quando o volume uterino estiver maior devido a tumores e pólipos. O tempo de internamento é de 4 dias e o de recuperação é de 6 semanas.

Atenção!

Em alguns casos, o médico pode achar necessário mudar de histerectomia vaginal para histerectomia abdominal. A cirurgia mais utilizada é a abdominal, por facilitar a visualização da área pelo cirurgião, identificando melhor os tecidos e órgãos afetados.

Que sintomas e patologias podem exigir uma Histerectomia?

Estima-se que 16% das histerectomias são consideradas desnecessárias. Portanto, ela deve ser a última opção possível, ou seja, só deve ser realizada quando outros tratamentos não surtirem efeito e não houve outra opção menos invasiva e mais barata.

Ela é indicada para mulheres que apresentam complicações na região pélvica, como:

  • Câncer do útero ou do ovário (ou como preventivo);
  • Displasia (desenvolvimento anormal dos tecidos) cervical;
  • Leiomioma ou fibromioma uterino (aparecimento de tumores não cancerosos no útero);
  • Sangramentos anormais ou hemorragias incontroláveis;
  • Crescimento não maligno do útero e dos anexos;
  • Dor pélvica crônica;
  • Prolapso pélvico (falha na sustentação dos órgãos pélvicos);
  • Infecção pélvica severa;
  • Placenta percreta (implantação profunda da placenta na parede uterina);
  • Adenomiose ou outra endometriose severa;
  • Cirurgia de adequação sexual (feminina para masculina);
  • Algum outro dano irreparável ao útero.

Quando se trata de condições malignas, a histerectomia normalmente será total ou radical.

Cuidados antes da Histerectomia

É muito importante que a paciente se informe sobre a cirurgia a qual será submetida. Sabendo mais, ela se sentirá mais segura e isso pode ajudá-la emocionalmente no momento da operação.

Durante o internamento e no período pré-operatório, alguns procedimentos deverão ser realizados com a paciente. O profissional de enfermagem responsável deve habilitar a paciente para a cirurgia e prepará-la para a realização de exames físicos e laboratoriais.

Os procedimentos mais comuns são:

  • Verificar a roupa cirúrgica;
  • Tricotomia (raspagem dos pêlos da área em que haverá intervenção);
  • Antissepsia da pele (evita que a ferida cirúrgica infeccione);
  • Jejum absoluto por algumas horas antes da histerectomia;
  • Possível uso de antibióticos ou laxantes (preparo intestinal);
  • Exames de sangue;
  • Exames de urina;
  • Biópsia do endométrio (mucosa que recobre a face interna do útero);
  • Inserção de um cateter urinário na uretra para esvaziar a bexiga;
  • Dependendo da anestesia utilizada, outras precauções podem ser tomadas.

Durante a realização desses processos, deve-se sempre verificar os sinais vitais da paciente.

Acompanhamento psicológico

Essa operação pode afetar o equilíbrio psicológico da mulher, pois trata-se da remoção do que a maioria das mulheres tem como a representação de sua feminilidade, por associar-se ao seu papel reprodutor. Ou seja, apesar do alívio por tratar o câncer ou qualquer outra implicação que a tenha levado a precisar da histerectomia, ela pode se sentir menos mulher e até perder o apetite sexual. Nas mulheres que não têm filhos, o impacto da infertilidade pode ser ainda maior. Assim, essa condição pode afetar a sua autoestima, o seu relacionamento sexual e conjugal e a sua recuperação.

Por isso é importante que, caso a mulher tenha um parceiro, ele seja muito compreensivo com essa situação, e também que ela tenha, juntamente ao processo pré e pós-operatório, o apoio de um psicólogo.

Cuidados na recuperação da Histerectomia

O tempo de recuperação da cirurgia depende do tipo de procedimento realizado, mas pode variar de duas a oito semanas. Em casos de operações mais radicais, a recuperação completa pode chegar a 12 meses. O médico responsável pelo caso é quem irá decidir quando a paciente pode voltar às suas atividades diárias. Durante a reabilitação, devem ser tomados alguns cuidados. Veja:

Caminhada

Ficar o tempo todo na cama favorece a coagulação das veias (trombose), por isso são indicadas pequenas caminhadas em casa durante o dia, atividade que também acelera a cicatrização.

Curativos

A região do corte deve ser limpa regularmente, com água e sabão neutro ou de coco. Após o banho, deverá ser seca com uma toalha limpa e seca. O curativo geralmente é trocado de 12h em 12h, mas pode variar de acordo com a prescrição do enfermeiro chefe.

Dieta

Não há restrições de alimentação após a histerectomia, exceto quando o médico considere necessário.

Relação sexual

Cada corpo tem uma resposta individual após ser apresentado a intervenções como essa. Por isso, é necessário que haja orientação médica para saber quando é possível voltar a ter relações sexuais sem prejudicar a cicatrização. De início, não deve haver contato íntimo com o parceiro e as relações geralmente devem ser evitadas por um período de seis a oito semanas após a operação.

Quando a histerectomia é parcial, não há tanta alteração hormonal, portanto a libido (desejo sexual) e a lubrificação vaginal se mantêm. Entretanto, a retirada dos ovários e do colo do útero causam grande desnível hormonal, diminuição da lubrificação e pode haver menos apetite sexual.

Para isso, além da reposição dos hormônios é também recomendável o uso de lubrificantes durante o ato sexual. O prazer pode sim diminuir, mas ele está relacionado especialmente ao estímulo do clitóris e do canal vaginal, que não sofrem intervenção. Por outro lado, também é comum que o prazer aumente, pois após a histerectomia não existem mais os sintomas que levaram a mulher a realizar a cirurgia, como dores e hemorragia.

Esforço físico

O repouso é fundamental, especialmente nos primeiros dias após a cirurgia. Evite realizar movimentos bruscos, atividades físicas e, principalmente, levantar peso por pelo menos 3 meses.

Papanicolau

Conhecido também como citologia, trata-se de um exame para detectar doenças como câncer de colo de útero e do endométrio, infecções vaginais e doenças sexualmente transmissíveis. Esse exame preventivo deve continuar sendo realizado após a histerectomia parcial, pois o colo do útero também corre o risco de apresentar câncer.

Efeitos colaterais da Histerectomia

Algumas dificuldades terão que ser enfrentadas após a operação. São elas:

  • A histerectomia impede a gravidez, porém, são mulheres de 40 a 60 anos as que mais realizam essa operação, ou seja, mulheres que já passaram pela fase reprodutiva e já tiveram a oportunidade de ter filhos;
  • Se apenas o útero for removido, apesar da menstruação se romper, as cólicas permanecerão, devido à ovulação dos ovários. Se houver também a retirada dos ovários, que são responsáveis pela secreção do estrogênio, será necessária uma reposição hormonal e até prescrição de remédios para reduzir os sintomas característicos da menopausa, como calores, sudorese, alterações de humor e sono perturbado. Mulheres que não podem se submeter à terapia de reposição terão menopausa precoce e aumentam seus riscos de osteoporose e infarto do miocárdio;
  • Mesmo que os ovários não sejam retirados, eles podem falhar alguns anos após a cirurgia por ausência de irrigação sanguínea vinda do útero;
  • Nos primeiros dias, pode haver sangramento vaginal e cólicas abdominais. O ginecologista irá indicar medicamentos analgésicos, anti-inflamatórios e antibióticos para aliviar a dor e evitar infecções;
  • Podem surgir complicações para urinar;
  • Riscos relacionados a medicamentos usados na anestesia. Os mais graves incluem dano nos nervos, reações alérgicas e morte;
  • O útero produz uma substância chamada prostaciclina, que é responsável pela inibição da formação de coágulos sanguíneos. Assim, a remoção do útero pode aumentar as chances da mulher em ter tromboses, podendo aumentar, também, o risco de infartos;
  • Constipação é outra complicação frequente, que pode ser resolvida através de medicamentos, hidratação e uma dieta rica em fibras;
  • Fadiga;
  • Dores articulares;
  • Depressão;
  • Ansiedade;
  • Palpitações;
  • Desenvolvimento de cistos ovarianos benignos;
  • Insônia;
  • Irritabilidade;
  • Vagina encurtada.

Algumas complicações podem aparecer após o procedimento e são consideradas menos comuns:

  • Febre persistente;
  • Vômitos frequentes;
  • Dor abdominal mesmo após a medicação prescrita;
  • Sangramento vaginal superior ao da menstruação;
  • Inchaço, vermelhidão, odor fétido, presença de pus ou sangramentos no corte;
  • Infecções;
  • Lesões no intestino (vazamento de material fecal e infecções) e bexiga (incontinência urinária), que são órgãos vizinhos ao útero;
  • Prolapso vaginal.

Cerca de 35% das mulheres que realizam histerectomia passam por outra cirurgia relacionada no prazo de 2 anos. Os maiores riscos para a realização do procedimento são mulheres com câncer mais tardio e grávidas. A mortalidade varia de 1 a 6 mulheres a cada 1000 operações.

Casos de histerectomia por neoplasia uterina podem exigir tratamento posterior com quimio ou radioterapia.

Histerectomia engorda?

Não há uma explicação comprovada da razão, nem que a histerectomia realmente causa ganho de peso, mas existem muitos relatos de mulheres que engordaram após a cirurgia.

Mesmo assim, existem teorias que relacionam o procedimento com o ganho de peso, como a impossibilidade de praticar exercícios físicos por um bom tempo, o aumento da produção de progesterona e a diminuição dos níveis de estrógeno, fatores que intensificam e retenção de líquido pelo corpo.

Prevenção

Quando um médico constata que é necessário realizar a histerectomia, é importante que se consulte outros especialistas na área ginecológica para não correr o risco de realizar o procedimento sem necessidade. Afinal, existem muitos perigos e desvantagens em retirar úteros e anexos, então, enquanto for possível, deve-se tratar de uma maneira menos invasiva. No entanto, se as outras opiniões também acharem importante, significa que existe um risco caso a cirurgia não se realize.

Portanto, não há maneiras de prevenir a histerectomia. Quando ela é tida como necessária, deve ser realizada. O que pode-se fazer é prevenir fatores que levam à inevitabilidade do procedimento, como:

  • Realizar exames preventivos ginecológicos regularmente: identificar com antecedência o câncer de colo de útero;
  • Ter relações sexuais com preservativo, tomar a vacina de HPV entre 9 e 26 anos, evitar o uso de cigarros e evitar ter vários parceiros sexuais: minimizam as chances de apresentar displasia cervical (ou displasia do colo do útero) e das infecções pélvicas;
  • Praticar exercícios e manter o peso ideal: ajudam a prevenir o prolapso uterino.

A histerectomia, cirurgia de remoção do útero e seus anexos, se torna necessária quando existe alguma complicação na região pélvica feminina. Porém, muitas dessas complicações poderiam ter sido evitadas ou tratadas de uma forma menos invasiva caso fossem diagnosticadas anteriormente.

Portanto, compartilhe este texto para que mais mulheres conheçam sobre o assunto e possam praticar atitudes que evitem essa operação.

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15/01/2019 16:36

Redação Minuto Saudável

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Ver comentários

  • Tinha miomas, engravidei em janeiro/18, perdi em fevereiro e fiz curetagem. Fiz histerectomia total, com preservação dos ovários, há 14 dias, dia 18 de maio. Observei que as dores iniciais da cirurgia recente estão indo embora, mas uma dor persiste: dor ao evacuar. Já sentia esse incômodo ao menstruar e sempre ia embora com o fim do período, e é estranho que seja uma dor persistente até agora pós cirurgia, até para soltar gases. É como se tocasse em algum ponto inflamado ao expelir gases e fezes. Pesquisei na internet e vi um ou outro caso relatado. Faço xixi com facilidade. Alguém mais se sentiu assim? Marquei retorno com médico GO para um mês depois e em seguida, vou a um gastroenterologista, investigar essa dor. Deus nos proteja!

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    • Estou assim ,oq era o seu?

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    • Fiz hestectomia total e tambem sinto essa dor ao evacuar.meu retorno será dia 22...estou um pouco preocupada.Ah... hoje fez 06 dias ..e agora to sentindo uma colica.Vou relatar tudo no dia 22 ao meu medico.

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  • Oi meu nome é josi acabei de passar pela histerectomia,seria parcial mas meu ovário estava grudado no útero,e outro após a separação do útero começou a sangrar por isso foi total, estou com dois dias de operada estou bem , graças a Deus mais ainda assustada ,gostei dos depoimentos pois me encorajava a enfrentar o que vier pela a frente.tenho 46 anos o meu problema era miomas e o útero crescendo,mais amém Deus é bom sempre bom.

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  • Boa noite, gostei da matéria bem explicado, já fiz a cirurgia faz 12dias mas estou com muita dor, mas eu acho que é normal espero que passe logo .Obrigada pela matéria.

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  • Meu nome é Gessica e estou pra fazer a cirurgia,estive com vários médicos que não me aconselharam a fazer a histerectomia pois eles eram de convênio médico.Pois estive com dois ginecologista recentemente e me aconselharam a fazer a hesterectomia total .Estou sofrendo a quase 4 anos com bastante sangramento e agora estou com uma leve anemia e estou a base de remédios que tomo 3 vezes ao dia .Estou anciosa pra fazer logo,confiu na minha fé em Deus que vai dar tudo certo.Parabens ao Sait e coragem e fé ao nosso grande Deus que vai dar tudo certo. Só Jesus Cristo Salva confie nele !

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    • Fica tranquila.Me chamo Hozana.Acabei de fazer histerectomia. Retirei o útero e as trompas.Fiz via vaginal.To me recuperando super bem.Fiz dia 12/06/18.Nem to tomando remédio pra dor mais,só antibiótico. Vai dar tudo certo.E parabéns o site.Explica tudo muito bem.

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      • ola me chamo Simone, moro no RJ, vc é de onde?
        Estou buscando médico por aki no RJ que seja especialista em fazer a HT via so Vaginal.

        Vc precisou por tela na bexiga? Gostaria muito de falar com vc e trocar experiencia.

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    • Fiz a histeroscopia por laparoscopia no dia 11/06/2018 pelo convênio Amil no Hospital Santa Joana. Meu médico maravilhoso e super profissional, estou me recuperando super bem. Poucas dores. Eu tinha polipos no endométrio. Procure um profissional competente. Boa sorte

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  • Achei excelente as informações e orientações. A matéria é bem completa. Meninas, lembrem-se que hoje em dia temos toda uma tecnologia que nos permite prevenir e se tratar com mais eficácia do que antigamente. Cada uma de nós se recupera de forma diferente e em tempos diferentes, é normal. Basta respeitar as orientações dos médicos e ter paciência na recuperação. É só dar tempo ao tempo. E lembrem-se: Nós, mulheres, temos coração de mãe, e coração de mãe é grande o suficiente para nos fazer capazes de amar toda criança.

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  • Estou pesquisando sobre histerectomia, terei q fzr retirada de mioma e ainda tenho os corpos uterinos separados, segundo a conclusão do exame, provavelmente relacionados a septo. Os relatos são importantes p quem está em dúvida.

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  • Boa noite. Tenho 34 anos não tenho filhos. Fiz a cirurgia 18/06/18 histerectomia total, estou com muita dor, inchaço nas pernas e muito cansada, estou muito preocupada mais deu tudo certo durante a cirurgia.

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    • Vc é da onde? Vc tirou tudo na cirurgia?

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    • Oi Daiane! Qual foi seu diagnóstico para que você precisasse fazer a histerectomia?

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    • Boa tarde Daiane! Tenho 50 anos e também não tenho filhos. Depois de 3 cirurgias, sendo que a primeira fiz aos 30 anos, tudo por conta de endometriose, no dia 06 de junho deste ano, fiz a histerectomia total por videolaparoscopia. Nos primeiros dias também me sentia cansada e bastante inchada. A cirurgia em si, já nos deixa com essa sensação de cansaço. No meu caso, como eu vinha tendo muitas hemorragias, estava um pouco anêmica. Não tive muita dor, apenas nas costas por causa da posição por muito tempo na maca... Meu abdomem continua bem inchado principalmente no final do dia, mas conversando com o meu médico, ele me disse que é assim mesmo. A cicatrização interna é um pouco mais demorada e todos os cuidados devem ser tomados (não carregar peso, não varrer ou passar pano no chão, etc...) Depois de aproximadamente 10 dias tive um pequeno e bem clarinho sangramento, que segundo ele, também é normal. Se vc estiver insegura e com dúvidas, fale com o seu médico. Ninguém melhor que ele para te tranquilizar! Espero ter ajudado um pouco! Melhoras para você! Bj

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  • Vou fazer histerectomia total dia 04/07/18 to com medo tenho mioma e endometriose.vou fazer pelo o sus.

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  • Oi gente , Boa tarde à tds tenho 41 anos e no dia 03/07/18
    Fiz a minha histerictomia total devido à endometriose que trato a mais ou menos uns 12 anos infelizmente não pude ter filhos mas não posso me sentir mal por isso a vida nos ensina a nos adaptar às situações adversas ainda sinto um pouco de dor mas estou me recuperando muito graças à DEUS e a minha família que me tem dado td apoio isso é fundamental pra nós nesse momento quero dizer meninas que não importa o motivo de fazermos essa cirurgia tenham força foco e fé confie em DEUS no seu médico e td vai dar certo bjss a tds !!!

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  • Meu nome é Rose, fiz a histectomia total tirei o útero e o colo, dia 26/06/2018, hoje dia 09/08/2018 faz 44 dias, fiz por videolaparoscopia , foi uma cirurgia tranquila, estava com muito medo, mas posso afirmar não senti dor nenhuma, no mesmo dia já andei, pedi para retirar a sonda da urina, e no outro dia já fui embora, perguntei ao meu medico se realmente ele havia me operado, pois nada senti e ainda não sinto.
    retornei ao trabalho com 15 dias e voltei a dirigir com 15 dias, aconselho as amigas que estão sofrendo como eu sofri com grandes hemorragias, não percam tempo não tenham medo, hoje posso dizer que tenho qualidade de vida e saúde.
    Agradeço todos os dias pelo medico maravilhoso e a Deus pois não acredito que nada senti.

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  • Oi sou Cléo tenho mioma e vou fazer essa cirurgia vou retirar o útero gostria de saber se isso afeta a libido da mulher to muito preocupada

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    • Fiz histectomia vai fazer dois anos ,tenho 42 anos correu tudo bem na minha cirurgia minha recuperação foi ótima ,quando ao libido da mulher no ato sexual a minha não influenciou em nada tive relação com 60 dias de operada doeu um pouco mais depois correu tudo bem.

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    • Olá Cléo!

      Dependendo do procedimento, pode haver alterações hormonais, o que aumenta as chances de impacto na libido. Converse com seu médico para que ele esclareça suas dúvidas.

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  • Obrigada a todos pelos esclarecimentos, o site esta de parabéns por abordar um ponto tão importante para todas nós; estou próximo a fazer essa cirurgia e assim com muito medo, gostaria de fazer particular, mas creio em Deus que onde for ele estará comigo, gostaria muito que a rede publica procurasse fazer tal procedimento de maneira menos invasiva, com toda tecnologia existente para esse tipo de cirurgia por se tratar de um método que mexe muito com o psicológico da gente, deveria tratar com mais carinho e respeito pela vida humana, procurando orientar da melhor maneira possível, sem pensar no gasto, por se tratar de um órgão tão importante para todas nós.

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    • Oi Eliane, vc falou tudo eu também vou ter que retirar o meu útero e confesso que estou com muito medo! Infelizmente o público eu não estou me sentindo táo segura mas é como vc disse está nas mãos de Deus! 😥😢😖

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    • Meu nome é Lena tenho 49 anos, fiz histerectomia total abdominal, o médico retirou útero e trompas, faz 36 dias hoje, consultei cinco ginecologistas antes de me submeter a cirurgia, que foi necessária devido ao alto volume do meu útero e ao sangramento abundante. Sofro de enxaquecas que pioraram muito devido ao uso de anticoncepcionais. Hoje estou bem, tive uma recuperação muito boa, o cirurgião excelente. Os primeiros dias realmente são dolorosos pq vc precisa andar um pouco, ir ao banheiro, tomar banho... de resto só repouso. Fiquei um mês na casa da minha mãe p/ me recuperar totalmente. Medo vc sente, mas depois passa, tem q confiar em Deus. Fiquei triste pq gostaria de ter tido outro filho,mas Deus me concedeu ter um, maravilhoso e companheiro, agradeço sempre por isso. Espero q essa mensagem seja proveitosa e desejo ótima recuperação p/ todas. Fiquem c/ Deus.

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  • Sou mãe de um filho de 22 anos, na época fiz cesárea, correu tudo bem. Hoje aos meus 41 anos, descobri por meio de um ultrasvaginal, que tenho 2 miomas, sendo um dentro da parede do útero que causa um sangramento maior no período menstrual. A ginecologista sugeriu que fizesse a retirada do útero, já que não quero mais ter filhos, e tomo pílula desde que casei, há 23 anos e sou hipertensa. Ela me intimou a parar com a pilula por causa de risco de trombose por causa da pressão alta. Estou pesquisando muito sobre essa possibilidade da retirada do útero e trompas, mas os ovários vou deixar, pois estão ótimos. Considerando que mais pra frente nem poderei tomar hormônios pra reposição por causa dos riscos de trombose.

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  • oi menina.. boa noite , meu nome e Raquel , tenho 32 anos , faço faculdade de noite curso técnico de tarde e trabalho na parte da manha , sou mae de uma mocinha de 8 anos ...onde eu engravidei sem querer aos meus 24 anos , estava planejando minha vida para engravida nos meus 35 anos . quando eu estive se formada e estabilizada . mais amem . o que esta me matando . nao sinto mais vontade de mais nada . não quero mais ir trabalha não quero estuda . quero fica perto da minha mãe , eu olho pra minha filha eu choro. isso e normal . tenho dor na sola dos meus pes , quando acordo , doí muito . vou no medico e digo o acontecido ( é normal ...) to de sao cheio de cetoprofeno. ja fiz exames de sangue eletrocardiograma e vou passa com consulta com o anestesista. chego no serviço eu começo a chora quando sento em minha mesa . ligo pra minha mãe ir me buscar. por estes tempos eu estou sem ir trabalha ja 2 dias . na atual situação do país tenho medo de perder meus 3 anos de emprego.( sempre fui pro ativa ) não me arrumo mais . sinto que o mundo esta em minhas costas . eu não quero chora mais eu choro muito a cada consulta , que nei uma idiota. é normal fica assim, eu só quero fica perto da minha mãe. me sinto segura perto dela. não quero me vitimiza . sempre tive fama de casca grossa. a sensação que eu tenho . eu nunca estive tao judiada, mal assistida , psicologicamente falando. estava vendo , se um casal quiser não querer ter mais filho (vasectomia ou laqueadura) a burocracia que é .. passa em psicologo um monte de coisa. e eu que me encontro nesta situação. eu lamento minha filha ser sozinha eu lamento minha filha deperder do amor alheio no futuro eu já lamento tanto da solidão da minha filha e a minha também , É bem difícil.

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    • Ola Raquel, passei pela cirurgia faz 45 dias e confesso q mudei muito tbem. Sou normalmente muito calma e alegre, porém estou sofrendo com mudança de humor constante, fico irritada, muito inchaço, dor na sola do pé e tbem
      So quero ficar em casa. Conversei com meu medico, ele pediu para esperar 3 meses, pois nosso corpo esta se acostumando com a nova formação, caso isto não melhore, será necessário entrar com medicação.

      Espero te-la ajudado

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    • Raquel querida, estás com sintomas de depressão. E ninguém sai da depressão sozinha. Precisas de medicamentos e acompanhamento psicológico. Um bom ombro amigo também ajuda, mas só ele não resolve.

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    • Procure um neurologista ele vai te ajuda

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  • Fiz a cirurgia retirada total estou com 46 anos foi tudo bem graças à Deus faz 28 dias com Deus no comando sempre

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    • Bom dia sou Angela fiz a sirugia histertomia total tem 46 dias hoje e tenho 36 anos graças a Deus não sentir nada, estou me policiando em relação ao repouso estou seguindo a risca as indicações médica, Gracas ao meu bom Deus estou ótima.

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  • Boa noite, me chamo Luciana, tenho 46 anos. Hoje faz 49 dias que submeti a histerectomia total e confesso que antes de fazê lá eu estava morrendo de medo, mas graças à Deus, tudo correu perfeitamente bem. Eu não tive nenhuma dor, somente um desconforto para ir ao banheiro fazer o número 2. Mas comecei a me alimentar bem, comer muito feijão,, mamão e tomar muita água que ajuda muito. Por me sentir bem , acho que abuso um pouco em relação em pegar peso, pois tem que esperar 3 meses para esse tipo de abuso. Para as pessoas que ainda vão submeter à essa cirurgia, tenham confiança primeiramente em Deus E ao seu médico, porque no final acaba tudo bem. Por enquanto eu não tomo hormônios, somente espalho um gel que chama oestrogel, no braço à noite, para aliviar os calores que passei a sentir depois de 20 dias após a cirurgia. Confesso que está dando resultado, pois eram bem frequentes e agora é só de vez em quando.

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  • Boa tarde. Fiz essa cirurgia. Histerectomia radical. Estou passando muito bem. Fiz por vídeo. Não sinto nada. Estou ótima e com qualidade de vida bem melhor. Deus abençoe todos os médicos. Realizei essa cirurgia no Inca l no RJ. Tive um sangramento pós menopausa. Gostei muito do recado sobre a cirurgia. Parabéns a todos.

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  • Olá, tenho 20 anos e tenho endometriose e ovário policísticos, fui em alguns médicos e eles falaram que videolaparoscopia já não é mais um opção, que já é certeza que terei que tirar um ovário e o outro esta indo pelo mesmo caminho e todos os médicos ficam me colocando medo por eu ser nova de mais, desde meu primeiro diagnostico venho me sentindo sozinha, como se ninguém se importasse, sai do meu trabalho, eu estou tão assustada que nem sei o que fazer, as pessoas próximas a mim parecem não notar e não acho que seja obrigação delas, mas isso assusta, me sentir só é horrivel

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  • Meu nome sonia, tenho 59 anos, mãe 11 vezes, com 3 abortos, nascidos 8 de partos normais , a última gravidez foi com 47 anos . Porém tem uns 3 anos q o ginecologista detectou q eu estava com um polipo enorme no ultero, e apesar do medo grande d cirugia, preferi tirar o ultero ovário e trompas, confiei em Deus em primeiro lugar, doutor foi excelente, isso ajudou muito! Devo agradecimentos ao doutores Serginho Francisco juntamente com doutor Juliano q tudo fez para q desse certo ! Cidade Barra do pirai. Segundo os disseram seu muito trabalho tive q ser intubada, mais graças a Deus estou aqui. Senti muito mas primeiras semanas, hoje com 29 dias de operada estou melhor! Ainda no repouso , SÓ chatiada por não poder sair e tbm comer algumas coisas, como o peixe q estava com muita vontade de comer, e acabei comendo um pedacinho de filé de tilapia hoje, espero q não faça mau, até se alguém de vcs souber sobre se faz mau ou não, Me diz por favor. Tenho medo de inflamar por dentro, por fora ja cicatrizou. Sinto ainda umas queimacoes em volta do corte por dentro, será q é assim ? Ando bem dentro de casa, estou repousando. Espero em Deus ficar boa por completo. Boa sorte a vc q ainda vai fazer! Fe é importante ! E os médicos conta muito. um abraço a todos

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    • Eu também estou operada, foi retirado o útero e erguida a bexiga. Tenho um casal de filhos. Estava tendo muitos problemas de saúde como útero com mioma, cisto no ovário e com a bexiga baixa. Faz 10 dias da minha cirurgia, estou super bem. Pouquinho de dor no local onde foram feitos os cortes por dentro, ainda tendo sangramento e cólica, mas creio que seja normal. Compartilho da fé em Deus que tudo está sob o controle dEle e ficarei ótima logo. :)

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  • Meu nome e Adriane ja fiz cirugias pra retirar miomas e fibrose e cedência tenho 37 anos e estou com mais 4 miomas mais o ginecologista que atende na minha cidade de recusa a fazer a retirada do útero fiz cauterização a um mês sinto muitas dores de cólica o que devo fazer

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    • Olá, Adriane.
      É importante conversar com o profissional para que suas dúvidas sejam esclarecidas. Em alguns casos, a cirurgia pode não ser recomendada, por isso é necessário que o profissional avalie seu quadro.
      Converse com o profissional que te atende e, se restarem dúvidas e for possível, procure outros especialistas.

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