O que é Histerectomia (total, abdominal, parcial), cirurgia, engorda?

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O que é Histerectomia?

A histerectomia é uma operação cirúrgica ginecológica que efetua a remoção do útero. O procedimento é usado tanto para evitar quanto para amenizar a propagação do câncer de colo de útero, além de tratar outros problemas, tais como:

  • Mioma (tumor formado a partir de tecido muscular) uterino;
  • Dor pélvica;
  • Sangramento uterino anormal;
  • Endometriose (anormalidade em que há presença da mucosa que reveste a face interna do útero fora da cavidade uterina);
  • Prolapso uterino (condição em que o útero se move para o interior da vagina devido ao enfraquecimento dos músculos que o suportam);
  • Dependendo do caso, ela pode também incluir a retirada dos anexos uterinos (trompas adjacentes e ovário), principalmente em situações de endometriose grave e câncer avançado.

Não existe um CID específico para histerectomia, pois não é uma doença. Mas o CID para as doenças que levam à necessidade de uma histerectomia são N99.3 para prolapso de cúpula de vagina pós-histerectomia, e O82.2 para parto por cesariana para histerectomia.

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O preço da operação varia muito por ter vários tipos e maneiras de ser realizada. Em geral, o valor da histerectomia laparoscópica e robótica são mais altos. A histerectomia abdominal custa, em média, R$10mil e a histeroscopia vídeo assistida, R$18mil.

Qual a diferença entre a histerectomia e a laqueadura?

A laqueadura, ou ligadura de trompas, é uma cirurgia de esterilização voluntária feminina. Ela consiste no corte ou na amarração/queimada das tubas uterinas, procedimentos que podem ser realizados de várias maneiras, como através da colocação de anéis de plástico, clipes de titânio, fios de sutura, entre outros, evitando que óvulos e espermatozoides fecundem.

A operação exige anestesia e o seu tempo de recuperação varia de acordo com a paciente e o tipo de anestesia utilizada. A prática de atividade pesada dentro de 48 horas após a cirurgia não deve ser realizada. A laqueadura não é um método anticoncepcional, mas sim definitivo (podendo ser reversível em alguns casos), e não previne doenças sexualmente transmissíveis.

Assim, enquanto a histerectomia tem o objetivo de tratar doenças e outros sintomas que afetem a qualidade de vida na mulher, a laqueadura é especificamente para esterilizar a mulher.

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Índice — neste artigo você irá encontrar as seguintes informações:

  1. O que é Histerectomia?
  2. Tipos de Histerectomia
  3. Como é realizada a cirurgia
  4. Que sintomas e patologias podem exigir uma Histerectomia?
  5. Cuidados antes da Histerectomia
  6. Cuidados na recuperação da Histerectomia
  7. Efeitos colaterais
  8. Prevenção

Tipos de Histerectomia

Os tipos de histerectomia são definidos de acordo com quais órgãos terão que ser retirados o que é decidido pelo médico baseado em cada caso específico.

Os tipos de histerectomia são:

Histerectomia parcial (histerectomia subtotal)

Apenas o corpo do útero é removido. Nesse caso, em que o colo do útero não é retirado, ainda é necessário fazer o exame de Papanicolau regularmente.

Histerectomia total

O corpo e o colo do útero são retirados.

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Histerectomia radical

Também chamada de histerectomia total ampliada, histerectomia total com anexectomia uni ou bilateral ou cirurgia de Wertheim-Meigs, nesse tipo de histerectomia há a remoção tanto do corpo quanto do colo do útero, dos ligamentos do órgão ou trompas de Falópio (salpingectomia), dos ovários (ooforectomia) e do tecido da vagina em torno do colo do útero. Geralmente é realizada quando existe uma neoplasia maligna (câncer) em estágio avançado.

Essa classificação atua decisivamente na maneira de como a cirurgia será realizada.

Como é realizada a cirurgia

Quem efetua a operação é um médico-cirurgião ginecológico, mas médicos cirurgiões também são habilitados. Nos casos em que a histerectomia seja necessária por neoplasia (câncer), a operação é normalmente realizada por cirurgiões oncológicos.

Todos os tipos de cirurgia são de médio ou grande porte, e devem ser realizados nos centros cirúrgicos de hospitais. Essas cirurgias duram, em média, 2 horas, mas varia de acordo com a intensidade das complicações.

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As maneiras de realizar o procedimento são:

Histerectomia vaginal

O cirurgião separa o útero de seus anexos e, em seguida, o retira através da vagina. A condição para que a cirurgia seja realizada desta maneira é a de que o útero não apresente variação de tamanho. O desconforto, nesse caso, é menor e a recuperação é mais rápida. O tempo de internamento é de 1 a 2 dias e o de recuperação é de 2 a 3 semanas.

Histerectomia laparoscópica

São realizados pequenos cortes de 5 a 10 mm na região abdominal ou na vagina (histerectomia laparoscópica vaginal). O médico que realiza o procedimento utiliza instrumentos longos e finos através desses cortes, e tem a ajuda de uma câmera acoplada a um telescópio. O útero é, então, removido, também pela vagina, em pedaços menores (morcelamento), assim como na histerectomia vaginal. O tempo de internamento é de 1 a 2 dias e o de recuperação é de 2 a 3 semanas.

Histerectomia robótica

É utilizada uma tecnologia 3D, visão de alta definição e braços robóticos que proporcionam uma alta precisão no procedimento. Diferencia-se da histerectomia laparoscópica por serem esses “robôs” que realizam a operação, enquanto o médico cirurgião assiste através de um monitor. O tempo de internamento é de 1 a 2 dias e o de recuperação é de 2 a 3 semanas.

Histerectomia abdominal

O útero é removido através de uma incisão vertical ou horizontal no abdômen. Embora cause mais desconforto e dor e exija mais tempo de recuperação, esse método é inevitável quando o volume uterino estiver maior devido a tumores e pólipos. O tempo de internamento é de 4 dias e o de recuperação é de 6 semanas.

Atenção!

Em alguns casos, o médico pode achar necessário mudar de histerectomia vaginal para histerectomia abdominal. A cirurgia mais utilizada é a abdominal, por facilitar a visualização da área pelo cirurgião, identificando melhor os tecidos e órgãos afetados.

Que sintomas e patologias podem exigir uma Histerectomia?

Estima-se que 16% das histerectomias são consideradas desnecessárias. Portanto, ela deve ser a última opção possível, ou seja, só deve ser realizada quando outros tratamentos não surtirem efeito e não houve outra opção menos invasiva e mais barata.

Ela é indicada para mulheres que apresentam complicações na região pélvica, como:

  • Câncer do útero ou do ovário (ou como preventivo);
  • Displasia (desenvolvimento anormal dos tecidos) cervical;
  • Leiomioma ou fibromioma uterino (aparecimento de tumores não cancerosos no útero);
  • Sangramentos anormais ou hemorragias incontroláveis;
  • Crescimento não maligno do útero e dos anexos;
  • Dor pélvica crônica;
  • Prolapso pélvico (falha na sustentação dos órgãos pélvicos);
  • Infecção pélvica severa;
  • Placenta percreta (implantação profunda da placenta na parede uterina);
  • Adenomiose ou outra endometriose severa;
  • Cirurgia de adequação sexual (feminina para masculina);
  • Algum outro dano irreparável ao útero.

Quando se trata de condições malignas, a histerectomia normalmente será total ou radical.

Cuidados antes da Histerectomia

É muito importante que a paciente se informe sobre a cirurgia a qual será submetida. Sabendo mais, ela se sentirá mais segura e isso pode ajudá-la emocionalmente no momento da operação.

Durante o internamento e no período pré-operatório, alguns procedimentos deverão ser realizados com a paciente. O profissional de enfermagem responsável deve habilitar a paciente para a cirurgia e prepará-la para a realização de exames físicos e laboratoriais.

Os procedimentos mais comuns são:

  • Verificar a roupa cirúrgica;
  • Tricotomia (raspagem dos pêlos da área em que haverá intervenção);
  • Antissepsia da pele (evita que a ferida cirúrgica infeccione);
  • Jejum absoluto por algumas horas antes da histerectomia;
  • Possível uso de antibióticos ou laxantes (preparo intestinal);
  • Exames de sangue;
  • Exames de urina;
  • Biópsia do endométrio (mucosa que recobre a face interna do útero);
  • Inserção de um cateter urinário na uretra para esvaziar a bexiga;
  • Dependendo da anestesia utilizada, outras precauções podem ser tomadas.

Durante a realização desses processos, deve-se sempre verificar os sinais vitais da paciente.

Acompanhamento psicológico

Essa operação pode afetar o equilíbrio psicológico da mulher, pois trata-se da remoção do que a maioria das mulheres tem como a representação de sua feminilidade, por associar-se ao seu papel reprodutor. Ou seja, apesar do alívio por tratar o câncer ou qualquer outra implicação que a tenha levado a precisar da histerectomia, ela pode se sentir menos mulher e até perder o apetite sexual. Nas mulheres que não têm filhos, o impacto da infertilidade pode ser ainda maior. Assim, essa condição pode afetar a sua autoestima, o seu relacionamento sexual e conjugal e a sua recuperação.

Por isso é importante que, caso a mulher tenha um parceiro, ele seja muito compreensivo com essa situação, e também que ela tenha, juntamente ao processo pré e pós-operatório, o apoio de um psicólogo.

Cuidados na recuperação da Histerectomia

O tempo de recuperação da cirurgia depende do tipo de procedimento realizado, mas pode variar de duas a oito semanas. Em casos de operações mais radicais, a recuperação completa pode chegar a 12 meses. O médico responsável pelo caso é quem irá decidir quando a paciente pode voltar às suas atividades diárias. Durante a reabilitação, devem ser tomados alguns cuidados. Veja:

Caminhada

Ficar o tempo todo na cama favorece a coagulação das veias (trombose), por isso são indicadas pequenas caminhadas em casa durante o dia, atividade que também acelera a cicatrização.

Curativos

A região do corte deve ser limpa regularmente, com água e sabão neutro ou de coco. Após o banho, deverá ser seca com uma toalha limpa e seca. O curativo geralmente é trocado de 12h em 12h, mas pode variar de acordo com a prescrição do enfermeiro chefe.

Dieta

Não há restrições de alimentação após a histerectomia, exceto quando o médico considere necessário.

Relação sexual

Cada corpo tem uma resposta individual após ser apresentado a intervenções como essa. Por isso, é necessário que haja orientação médica para saber quando é possível voltar a ter relações sexuais sem prejudicar a cicatrização. De início, não deve haver contato íntimo com o parceiro e as relações geralmente devem ser evitadas por um período de seis a oito semanas após a operação.

Quando a histerectomia é parcial, não há tanta alteração hormonal, portanto a libido (desejo sexual) e a lubrificação vaginal se mantêm. Entretanto, a retirada dos ovários e do colo do útero causam grande desnível hormonal, diminuição da lubrificação e pode haver menos apetite sexual.

Para isso, além da reposição dos hormônios é também recomendável o uso de lubrificantes durante o ato sexual. O prazer pode sim diminuir, mas ele está relacionado especialmente ao estímulo do clitóris e do canal vaginal, que não sofrem intervenção. Por outro lado, também é comum que o prazer aumente, pois após a histerectomia não existem mais os sintomas que levaram a mulher a realizar a cirurgia, como dores e hemorragia.

Esforço físico

O repouso é fundamental, especialmente nos primeiros dias após a cirurgia. Evite realizar movimentos bruscos, atividades físicas e, principalmente, levantar peso por pelo menos 3 meses.

Papanicolau

Conhecido também como citologia, trata-se de um exame para detectar doenças como câncer de colo de útero e do endométrio, infecções vaginais e doenças sexualmente transmissíveis. Esse exame preventivo deve continuar sendo realizado após a histerectomia parcial, pois o colo do útero também corre o risco de apresentar câncer.

Efeitos colaterais da Histerectomia

Algumas dificuldades terão que ser enfrentadas após a operação. São elas:

  • A histerectomia impede a gravidez, porém, são mulheres de 40 a 60 anos as que mais realizam essa operação, ou seja, mulheres que já passaram pela fase reprodutiva e já tiveram a oportunidade de ter filhos;
  • Se apenas o útero for removido, apesar da menstruação se romper, as cólicas permanecerão, devido à ovulação dos ovários. Se houver também a retirada dos ovários, que são responsáveis pela secreção do estrogênio, será necessária uma reposição hormonal e até prescrição de remédios para reduzir os sintomas característicos da menopausa, como calores, sudorese, alterações de humor e sono perturbado. Mulheres que não podem se submeter à terapia de reposição terão menopausa precoce e aumentam seus riscos de osteoporose e infarto do miocárdio;
  • Mesmo que os ovários não sejam retirados, eles podem falhar alguns anos após a cirurgia por ausência de irrigação sanguínea vinda do útero;
  • Nos primeiros dias, pode haver sangramento vaginal e cólicas abdominais. O ginecologista irá indicar medicamentos analgésicos, anti-inflamatórios e antibióticos para aliviar a dor e evitar infecções;
  • Podem surgir complicações para urinar;
  • Riscos relacionados a medicamentos usados na anestesia. Os mais graves incluem dano nos nervos, reações alérgicas e morte;
  • O útero produz uma substância chamada prostaciclina, que é responsável pela inibição da formação de coágulos sanguíneos. Assim, a remoção do útero pode aumentar as chances da mulher em ter tromboses, podendo aumentar, também, o risco de infartos;
  • Constipação é outra complicação frequente, que pode ser resolvida através de medicamentos, hidratação e uma dieta rica em fibras;
  • Fadiga;
  • Dores articulares;
  • Depressão;
  • Ansiedade;
  • Palpitações;
  • Desenvolvimento de cistos ovarianos benignos;
  • Insônia;
  • Irritabilidade;
  • Vagina encurtada.

Algumas complicações podem aparecer após o procedimento e são consideradas menos comuns:

  • Febre persistente;
  • Vômitos frequentes;
  • Dor abdominal mesmo após a medicação prescrita;
  • Sangramento vaginal superior ao da menstruação;
  • Inchaço, vermelhidão, odor fétido, presença de pus ou sangramentos no corte;
  • Infecções;
  • Lesões no intestino (vazamento de material fecal e infecções) e bexiga (incontinência urinária), que são órgãos vizinhos ao útero;
  • Prolapso vaginal.

Cerca de 35% das mulheres que realizam histerectomia passam por outra cirurgia relacionada no prazo de 2 anos. Os maiores riscos para a realização do procedimento são mulheres com câncer mais tardio e grávidas. A mortalidade varia de 1 a 6 mulheres a cada 1000 operações.

Casos de histerectomia por neoplasia uterina podem exigir tratamento posterior com quimio ou radioterapia.

Histerectomia engorda?

Não há uma explicação comprovada da razão, nem que a histerectomia realmente causa ganho de peso, mas existem muitos relatos de mulheres que engordaram após a cirurgia.

Mesmo assim, existem teorias que relacionam o procedimento com o ganho de peso, como a impossibilidade de praticar exercícios físicos por um bom tempo, o aumento da produção de progesterona e a diminuição dos níveis de estrógeno, fatores que intensificam e retenção de líquido pelo corpo.

Prevenção

Quando um médico constata que é necessário realizar a histerectomia, é importante que se consulte outros especialistas na área ginecológica para não correr o risco de realizar o procedimento sem necessidade. Afinal, existem muitos perigos e desvantagens em retirar úteros e anexos, então, enquanto for possível, deve-se tratar de uma maneira menos invasiva. No entanto, se as outras opiniões também acharem importante, significa que existe um risco caso a cirurgia não se realize.

Portanto, não há maneiras de prevenir a histerectomia. Quando ela é tida como necessária, deve ser realizada. O que pode-se fazer é prevenir fatores que levam à inevitabilidade do procedimento, como:

  • Realizar exames preventivos ginecológicos regularmente: identificar com antecedência o câncer de colo de útero;
  • Ter relações sexuais com preservativo, tomar a vacina de HPV entre 9 e 26 anos, evitar o uso de cigarros e evitar ter vários parceiros sexuais: minimizam as chances de apresentar displasia cervical (ou displasia do colo do útero) e das infecções pélvicas;
  • Praticar exercícios e manter o peso ideal: ajudam a prevenir o prolapso uterino.

A histerectomia, cirurgia de remoção do útero e seus anexos, se torna necessária quando existe alguma complicação na região pélvica feminina. Porém, muitas dessas complicações poderiam ter sido evitadas ou tratadas de uma forma menos invasiva caso fossem diagnosticadas anteriormente.

Portanto, compartilhe este texto para que mais mulheres conheçam sobre o assunto e possam praticar atitudes que evitem essa operação.

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54 Comentários

Atenção: os comentários abaixo são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.

  1. Sou mãe de um filho de 22 anos, na época fiz cesárea, correu tudo bem. Hoje aos meus 41 anos, descobri por meio de um ultrasvaginal, que tenho 2 miomas, sendo um dentro da parede do útero que causa um sangramento maior no período menstrual. A ginecologista sugeriu que fizesse a retirada do útero, já que não quero mais ter filhos, e tomo pílula desde que casei, há 23 anos e sou hipertensa. Ela me intimou a parar com a pilula por causa de risco de trombose por causa da pressão alta. Estou pesquisando muito sobre essa possibilidade da retirada do útero e trompas, mas os ovários vou deixar, pois estão ótimos. Considerando que mais pra frente nem poderei tomar hormônios pra reposição por causa dos riscos de trombose.

  2. Obrigada a todos pelos esclarecimentos, o site esta de parabéns por abordar um ponto tão importante para todas nós; estou próximo a fazer essa cirurgia e assim com muito medo, gostaria de fazer particular, mas creio em Deus que onde for ele estará comigo, gostaria muito que a rede publica procurasse fazer tal procedimento de maneira menos invasiva, com toda tecnologia existente para esse tipo de cirurgia por se tratar de um método que mexe muito com o psicológico da gente, deveria tratar com mais carinho e respeito pela vida humana, procurando orientar da melhor maneira possível, sem pensar no gasto, por se tratar de um órgão tão importante para todas nós.

  3. Oi sou Cléo tenho mioma e vou fazer essa cirurgia vou retirar o útero gostria de saber se isso afeta a libido da mulher to muito preocupada

  4. Meu nome é Rose, fiz a histectomia total tirei o útero e o colo, dia 26/06/2018, hoje dia 09/08/2018 faz 44 dias, fiz por videolaparoscopia , foi uma cirurgia tranquila, estava com muito medo, mas posso afirmar não senti dor nenhuma, no mesmo dia já andei, pedi para retirar a sonda da urina, e no outro dia já fui embora, perguntei ao meu medico se realmente ele havia me operado, pois nada senti e ainda não sinto.
    retornei ao trabalho com 15 dias e voltei a dirigir com 15 dias, aconselho as amigas que estão sofrendo como eu sofri com grandes hemorragias, não percam tempo não tenham medo, hoje posso dizer que tenho qualidade de vida e saúde.
    Agradeço todos os dias pelo medico maravilhoso e a Deus pois não acredito que nada senti.

  5. Oi gente , Boa tarde à tds tenho 41 anos e no dia 03/07/18
    Fiz a minha histerictomia total devido à endometriose que trato a mais ou menos uns 12 anos infelizmente não pude ter filhos mas não posso me sentir mal por isso a vida nos ensina a nos adaptar às situações adversas ainda sinto um pouco de dor mas estou me recuperando muito graças à DEUS e a minha família que me tem dado td apoio isso é fundamental pra nós nesse momento quero dizer meninas que não importa o motivo de fazermos essa cirurgia tenham força foco e fé confie em DEUS no seu médico e td vai dar certo bjss a tds !!!

  6. Boa noite. Tenho 34 anos não tenho filhos. Fiz a cirurgia 18/06/18 histerectomia total, estou com muita dor, inchaço nas pernas e muito cansada, estou muito preocupada mais deu tudo certo durante a cirurgia.

    • Boa tarde Daiane! Tenho 50 anos e também não tenho filhos. Depois de 3 cirurgias, sendo que a primeira fiz aos 30 anos, tudo por conta de endometriose, no dia 06 de junho deste ano, fiz a histerectomia total por videolaparoscopia. Nos primeiros dias também me sentia cansada e bastante inchada. A cirurgia em si, já nos deixa com essa sensação de cansaço. No meu caso, como eu vinha tendo muitas hemorragias, estava um pouco anêmica. Não tive muita dor, apenas nas costas por causa da posição por muito tempo na maca… Meu abdomem continua bem inchado principalmente no final do dia, mas conversando com o meu médico, ele me disse que é assim mesmo. A cicatrização interna é um pouco mais demorada e todos os cuidados devem ser tomados (não carregar peso, não varrer ou passar pano no chão, etc…) Depois de aproximadamente 10 dias tive um pequeno e bem clarinho sangramento, que segundo ele, também é normal. Se vc estiver insegura e com dúvidas, fale com o seu médico. Ninguém melhor que ele para te tranquilizar! Espero ter ajudado um pouco! Melhoras para você! Bj

  7. Estou pesquisando sobre histerectomia, terei q fzr retirada de mioma e ainda tenho os corpos uterinos separados, segundo a conclusão do exame, provavelmente relacionados a septo. Os relatos são importantes p quem está em dúvida.

  8. Achei excelente as informações e orientações. A matéria é bem completa. Meninas, lembrem-se que hoje em dia temos toda uma tecnologia que nos permite prevenir e se tratar com mais eficácia do que antigamente. Cada uma de nós se recupera de forma diferente e em tempos diferentes, é normal. Basta respeitar as orientações dos médicos e ter paciência na recuperação. É só dar tempo ao tempo. E lembrem-se: Nós, mulheres, temos coração de mãe, e coração de mãe é grande o suficiente para nos fazer capazes de amar toda criança.

  9. Meu nome é Gessica e estou pra fazer a cirurgia,estive com vários médicos que não me aconselharam a fazer a histerectomia pois eles eram de convênio médico.Pois estive com dois ginecologista recentemente e me aconselharam a fazer a hesterectomia total .Estou sofrendo a quase 4 anos com bastante sangramento e agora estou com uma leve anemia e estou a base de remédios que tomo 3 vezes ao dia .Estou anciosa pra fazer logo,confiu na minha fé em Deus que vai dar tudo certo.Parabens ao Sait e coragem e fé ao nosso grande Deus que vai dar tudo certo. Só Jesus Cristo Salva confie nele !

    • Fiz a histeroscopia por laparoscopia no dia 11/06/2018 pelo convênio Amil no Hospital Santa Joana. Meu médico maravilhoso e super profissional, estou me recuperando super bem. Poucas dores. Eu tinha polipos no endométrio. Procure um profissional competente. Boa sorte

    • Fica tranquila.Me chamo Hozana.Acabei de fazer histerectomia. Retirei o útero e as trompas.Fiz via vaginal.To me recuperando super bem.Fiz dia 12/06/18.Nem to tomando remédio pra dor mais,só antibiótico. Vai dar tudo certo.E parabéns o site.Explica tudo muito bem.

  10. Boa noite, gostei da matéria bem explicado, já fiz a cirurgia faz 12dias mas estou com muita dor, mas eu acho que é normal espero que passe logo .Obrigada pela matéria.

  11. Oi meu nome é josi acabei de passar pela histerectomia,seria parcial mas meu ovário estava grudado no útero,e outro após a separação do útero começou a sangrar por isso foi total, estou com dois dias de operada estou bem , graças a Deus mais ainda assustada ,gostei dos depoimentos pois me encorajava a enfrentar o que vier pela a frente.tenho 46 anos o meu problema era miomas e o útero crescendo,mais amém Deus é bom sempre bom.

  12. Tinha miomas, engravidei em janeiro/18, perdi em fevereiro e fiz curetagem. Fiz histerectomia total, com preservação dos ovários, há 14 dias, dia 18 de maio. Observei que as dores iniciais da cirurgia recente estão indo embora, mas uma dor persiste: dor ao evacuar. Já sentia esse incômodo ao menstruar e sempre ia embora com o fim do período, e é estranho que seja uma dor persistente até agora pós cirurgia, até para soltar gases. É como se tocasse em algum ponto inflamado ao expelir gases e fezes. Pesquisei na internet e vi um ou outro caso relatado. Faço xixi com facilidade. Alguém mais se sentiu assim? Marquei retorno com médico GO para um mês depois e em seguida, vou a um gastroenterologista, investigar essa dor. Deus nos proteja!

  13. Oi boa noite, hoje estou com 14dias que fiz essa cirurgia (histerectomia) e ainda sinto muitas dores, confesso que estou preocupada, pois minha barriga ainda está inchada e muito dolorida algumas mulheres que já fizeram dizem que sentir dores no início e normal, ta sendo difícil a minha recuperação, mas eu estou crendo na restauração pois creio em Deus que tudo Pode fazer

  14. Me chamo Stephania, sou de Minas e fiz esta cirurgia (histerectomia) pelo sus no projeto que tem em minha cidade (VIVA MULHER).
    CAUSA: Estava grávida de quase 9 meses, me deu pré-eclampsia, hemorragia interna, perdi meu filho, em 10 junho fará 2 anos, além do fato de perder meu filho tbm tiveram que fazer a retirada do útero às pressas, meses depois ainda com dores fui ao médico que me encaminhou para um ginecologista que me passou vários exames e a necessidade de uma cirurgia de urgência pois o colo do útero estava com uma inflamação grave que poderia indicar um câncer futuro, fiquei muito baqueada, mas era pela cura do corpo, pois tenho dois filhos por mim. Hoje infelizmente as maiores sequelas está no mental, a ansiedade, a depressão, mas Deus é comigo em tudo. E será com vcs tbm, fiquem com ele.

  15. Oi

    Fiz essa cirurgia dia 17/04/2018. Foi retirado o útero um ovário e trompas eu estava com endometriose, líquido no útero miomas. Confesso que fiquei com medo e triste pois tenho 31 anos, mas graças a Deus tenho duas filhas. Mesmo assim, saber que nunca mais vou poder engravidar me deixa um pouco triste. Mas voltando a cirurgia, deu tudo certo estou me recuperando bem.

    • Olá!

      Os valores da histerectomia variam muito de acordo com a região do país, bem como o tipo de procedimento que será feito. Se você possui plano de saúde, procure informar-se sobre as condições de cobertura pelo convênio. Também é possível realizar o exame por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

  16. Boa tarde, fiz histerectomia abdominal, retirei só útero ficaram os ovários, mais desde então tenho um corrimento que não melhora, já colhi swab não deu nada, e toda vez que tenho relação sexual eu sangro, não consegui retornar no médico, mais alguém teve esse problema após a cirurgia?

  17. Boa note,
    Minha medica faou que tenho de fazer a cirurgia,pois meu utero esta enorme(1018),tenho 49 anos,fiquei assustada,pois não consultei em outros médicos…

    • Olá Marcia,

      Caso esteja com dúvidas e não seja um caso emergencial, você tem o direito de ir atrás de uma segunda opinião. Por isso, tente conseguir uma consulta com outros médicos o mais rápido possível, para que eles avaliem o seu caso. Lembre-se, também, que você tem todo o direito de recusar um tratamento que não seja da sua vontade. No entanto, você também deve ter em mente que, caso não se submeta ao procedimento, podem haver consequências.

  18. Sou DM2 fiz a histerectomia no dia 19.02.18 desde de abril de 2017 vinha fazendo tratamento pra amenizar os sangramentos de 2 e 3 meses menstruada direito sem fala das dores cólicas fadiga ansiedade nervosismo e anemia muito forte devido o sangramento e ainda tinha um mioma subsceroso de 4 cm. Útero com 400 de volume estava tão desanimada com a situação pois onde eu ia leva uma mala com roupa absorvente e sem contar que fiquei 3 meses usando só roupa preta porque suja tudo passa vergonha ate que em Janeiro o ginecologista disse vamos fazer a cirurgia pois como sou DM2 meus exames todos recompensados ate que o medico pediu exames urgente devido meu estado pra Glória de Deus os exames deu tudo ótimo pra cirurgia fiz cirurgia imediatamente confesso a vcs hoje tem 24 dias de operada estou ótima não tive complicação pra cicatrizar Ja lavo louça organizo a casa mas sem esforço físico claro estou ótima dia 22.03 já quero volta a trabalha porque trabalho na área administrativa não tem perigo Algum
    Pra vc que esta passando pelo mesmo caso que passei pode fazer a cirurgia tranqüila muito em breve estarei aqui relato como estou amei o.poste de vc muito esclarecido em todas as duvidas tirando isso a cirurgia é só confia em Deus que da tudo certo lembro que quando Tava indo pro centro cirúrgico eu dizia senhor vem comigo senhor fica comigo segura na minha mão e não solta não me deixa só é foi assim com Deus na frente o final e claro que da tudo certo um abraço as que já fez e boa sorte as que vão fazer sucesso

    • Que bom, vi seu comentário e fiquei muito esperançosa, tenho 41 anos e vou fazer histerectomia abdominal pelo sus, ontem entreguei todos os exames, deu tudo normal graças a Deus estou agora só aguardando eles me ligarem pra ir fazer a cirurgia, confesso que estou apreensiva, os miomas estão muito grandes, mas lendo comentários como o seu me deixam mais encorajada! Que Deus nos abençoe”!

    • Obrigada Nélia Moraes, o seu relato me tranquilizou demais, pois estou muito preocupada, farei a cirurgia daqui uns dias.

    • Vou fazer semana que vem!(27 de junho)!
      Morrendo de medo,não da cirurgia em sí!Mas da recuperação!

    • Por favor preciso fazer essa cirurgia me indique esse médico hospital e quanto custa a cirurgia grata

    • Boa noite tenho que fazer essa cirurgia gostaria de saber o valor da cirurgia por favor qual médico e hospital.

  19. Infelismente muitas mulheres têm que fazer esse procedimento. Eu estou com 1 mioma de 7 centímetros, e o médico me disse que teria que retirar o útero…porque já fiz todos os tratamentos possíveis e não deu muito certo. Já tirei um mioma (miomectomia) já usei Zoladex e vários tipos de anticoncepcional. Mas eu não aceitei que tirasse o meu útero. ..pois ainda existe uma alternativa, que é a embolizacao. Vou tentar…e se Deus quizer vai dar certo. Esse site é ótimo. Explicou tudo de uma forma bem clara. Parabéns.

  20. Olá! Tenho 51 anos e fiz a cirurgia de remoção do útero e ovários há seis meses. Estava com um cisto grande no ovário e o oncologista mesmo descobrindo na sala de cirurgia que era benigno optou pela histerectomia total, com o meu consentimento prévio. Tive endometriose e a bexiga estava colada no útero, além do cisto. Decidi fazer reposição hormonal com testosterona e me sinto ótima, já voltei a correr e fazer as atividades que fazia anteriormente. Apesar de ser uma cirurgia aberta, tirando o inconveniente de uma cicatriz enorme a recuperação é tranquila, uma semana dolorida , só não pegar peso e caminhar todos os dias. Acredito que não terei nenhum problema, me sinto super bem.

  21. Muito esclarecedoras as informações…há uns dois meses fui diagnosticada com miomas…por estarem grandes, me causaram uma anemia profunda…cheguei a 3.6 de hemoglobina…fiz transfusão, tomei hidróxido de ferro e mudei a alimentação, estou melhor, a hemoglobina está subindo e vou passar pela cirurgia até o fim deste mês. Estou confiante que dará tudo certo, estou atenta e me cuidando, na esperança que minha qualidade de vida melhore, pois sofria muito com sangramento e dores intensas, além da fraqueza e cansaço… Obrigada pelos esclarecimentos!

  22. Oi, bom dia. Sou Recifense e moro na Itália a 8 anos. Fui na Ginecologista porque estava menstruando muito. Daí ela fez ecografia e viu que eu tinha três Miomas enormes, com 4, 6 e 10 centimetros. Me disse que iriam ter que tirar o útero, pois os miomas eram muito distantes um do outro.
    Na hora eu tive vontade de chorar. Mas na outra semana passei mal e fui socorrida e lá descobriram que eu estava com 5 de hemoglobina. Pra resumir, fui operada, tiraram o útero com os miomas e as trompas. Estou a dois dias que fizeram a cirurgia, estou bem, consigo fazer xixi, estou conseguindo liberar área, só não consigo fazer o número 2. Mas estou bem. Aconselho a todas Mulheres de ir ao ginecologista frequentemente, eu fui muito tarde. Mas agradeço a Deus por estar viva. Deus abençoe quem ler este texto e que Jesus os abençoe com saúde e salvação.

  23. Tenho 33 anos, e endometriose. Vou fazer essa cirurgia agora dia 19, e vai ser minha 10 cirurgia. Confesso que estou muito assustada.

  24. Boa Tarde!

    dependendo da idade da paciente, é recomendado que se retire também os ovários. fiz essa cirurgia em julho/2017, ia completar 52 anos, e retirei os ovarios

    • Olá, eu tenho 61 anos e vou ter de tirar o útero e os ovarios, atualmente em Portugal, em uma pequena cidade Caldas da Rainha.
      Estava despreocupada, pois me disseram que era simples, sendo 6 dias de internamento, e com uma recuperação rápida, que é um corte tipo de cesariana, e que devido a eu já ter tirado parte do útero, e agora aparecer lesão de alto grau, seria a única alternativa. Gostaria de saber se o pós operatório é muito doloroso e demorado.
      Não gostei dos depoimentos que li.Pensei que fosse mais simples.Já estou com medo, mas acho que não posso fazer mais nada.INFELIZMENTE.

      • Oi Angélica, eu fiz essa cirurgia, hoje estou com 49 dias operada, te confesso que também fiquei com medo na hora de realizar a cirurgia, mas orei pra Deus e deu tudo certo. Na hora não sente nada pq está anestesiada, depois de umas horas sente umas dores leves, suportável pq toma remédios e soro no hospital. Na primeira semana é mais difícil, eu sentia dores ao levantar da cama. Depois de 15 dias a gente se sente bem melhor, já pode fazer uns serviços leves, mas deve guardar a dieta por uns 60 dias e não pegar peso por 90 dias. Confia que tudo vai dar certo, pede a proteção de Deus. Uma ótima cirurgia e recuperação.

        • muito bom ouvir os relatos, tbm vou fazer a cirurgia no dia 10/08/2018, estou com um pouco de medo mas confio no meu Deus que tudo dará certo.
          Pra mim o pior são as dores.

  25. Devemos orar ao Senhor Deus para ficar longe de tudo isso.

    Devemos também conversar mais sobre isso, sem pudor ou receio de ofender as pessoas, principalmente do sexo feminino.

    Li tudo isso de cabo a rabo e aprendi muito.

    Tanto que compartilho agora com leitores de nosso site.

  26. tive um problema na veia ilíaca q passa pelo útero onde por uso de anticoncepcional, apresentei um diagnostico de trombose na veia ilíaca. Vou ser submetida ao procedimento cirúrgico de histerectomia total.

  27. Muito importante saber tudo sobre essa operação! Minha filha vai operar pois está com mioma muito grande! O útero está enorme mas com a graça de Deus não está diagnosticado essa doença horrível que vem matando muitas mulheres. Preocupante demais! Não queria que ela tirasse os ovários mas o médico dela acha que deve tirar, acho isso um absurdo. Aqui em Recife eles costumam fazer esse procedimento. Aqui mesmo nesse texto fala dos problemas que surgem com a retirada dos ovários. Vou copiar essa parte do texto e levar comigo para o hospital e conversar com ele. Agradeço por todas as informações!!

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