O ômega 3 é um ácido graxo essencial muito importante para o funcionamento do organismo. Por não ser produzido de forma natural pelo corpo, deve ser consumido sob a forma de gorduras.

Seu uso e seus reais benefícios, porém, geram algumas controvérsias. Esclareça alguns mitos e verdades que envolvem a substância:

Ômega 3 emagrece?

Por si só, o consumo de ômega 3 não emagrece. O que os estudos mostraram é que, quando aliado à exercícios físicos e uma dieta regular, o ômega 3 pode ajudar a combater processos inflamatórios e melhorar a circulação sanguínea, a saúde do coração e, consequentemente, o rendimento do exercício físico.

O que foi identificado por pesquisas ao redor do mundo é que o consumo de ômega 3 ajuda a manter o peso, e não necessariamente diminuir as medidas.

Então, podemos concluir que, como o ômega 3 ajuda a melhorar aspectos cardíacos e circulatórios, ele melhora a qualidade de vida e dos exercícios, possibilitando uma rentabilidade maior das práticas esportivas e garantindo maior gasto energético.

Até o presente momento, é dessa forma e somente dessa forma que se pode afirmar que o ômega 3 ajuda na perda de peso. Portanto, não pense que somente consumir ômega 3 vai te ajudar a perder peso. É muito importante manter um estilo de vida saudável, com a prática de exercícios e alimentação balanceada.

Converse com seu médico e nutricionista para saber mais informações sobre os riscos e benefícios do consumo de ômega 3. Se for o caso, alie o consumo a um estilo de vida saudável. Aí sim os resultados serão satisfatórios!

Ômega 3 é efetivo no tratamento de desordens psiquiátricas?

Apesar das pesquisas indicarem que sim, ainda não se sabe a real eficácia do ômega 3 para o tratamento de desordens psiquiátricas.

Alguns estudos sugerem que o ômega 3 é eficiente para prevenir o aparecimento de desordens como a depressão, transtorno bipolar e ansiedade, entretanto, não há nenhum efeito comprovado de que essa substância tenha ação significativa no tratamento dessas doenças. Os resultados, infelizmente, ainda são, em sua maioria, inconclusivos.

Caso você possua alguma dessas desordens psiquiátricas, busque acompanhamento de um especialista da área. Nunca se automedique ou deixe de seguir as recomendações médicas. Problemas psiquiátricos são sérios e merecem atenção redobrada de seus pacientes.

Ainda assim, isso não quer dizer que você deva evitar o consumo de ômega 3. Ele possui diversos benefícios comprovados, como a melhora das condições cardiovasculares e ação anti-inflamatória, além de ser um aliado da dieta e dos exercícios para a redução do peso.

Portanto, ao se utilizar do ômega 3 para melhorar a prática de exercícios e a alimentação, você estará também melhorando a sua qualidade de vida, o que, de fato, pode ser um grande aliado no tratamento de doenças psiquiátricas.

Podemos concluir, então, que o ômega 3 por si só não necessariamente trata a depressão e outras desordens psiquiátricas, mas que, seu uso aliado à melhora da qualidade de vida pode ter efeitos positivos no tratamento dessas doenças.

Quem já come muito peixe precisa fazer suplementação com ômega 3?

No caso das pessoas que moram no Brasil, sim, é necessário fazer a suplementação de ômega 3. Isso porque a fauna brasileira de peixes crustáceos é muito diferente da fauna nórdica, por exemplo.

Enquanto nesses países os animais são reservatórios dessa substância, no Brasil o caso é diferente. Isso acontece por causa do tipo de alimentação dos peixes brasileiros, que não é propícia para que o animal se torne naturalmente um reservatório de ômega 3.

Além disso, apesar de sermos um país costeiro, a maior parte do peixe consumido no nosso país é criado em cativeiro, ou seja, é alimentada com ração, o que também não propicia que o animal se torne uma boa fonte de ômega 3.

Ômega 3 melhora as funções do cérebro?

Há quem diga que o ômega 3 atua melhorando o cérebro, já que pode ser utilizado pelo corpo na composição dos neurônios. Entretanto, apesar de existir uma grande variedade de relatos de casos clínicos mostrando o consumo de ômega 3 melhora funções cognitivas, ainda não existem estudos suficientes para suportar essa afirmação com relativo grau de certeza.

Isso acontece porque as características das pessoas que se voluntariam para participar dessas pesquisas variam muito entre si, tornando a obtenção de resultados confiáveis mais difícil.

Ainda serão necessário alguns anos de pesquisa até que tenhamos respostas efetivas para esta pergunta e, nesse meio tempo, tanto a população em geral, quanto os próprios pesquisadores anseiam por uma resposta definitiva.

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