Hepatite B: vacina, cura, sintomas, o que é, tratamento e mais

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O que é Hepatite B

Conhecida também por “soro-homóloga”, a Hepatite B é uma doença transmitida pelo vírus VHB (ou HBV), da família Hepadnaviridae, o qual tem preferência por hepatócitos (células do fígado), caracterizando uma inflamação do fígado. Este vírus pode sobreviver ativo no ambiente externo por vários dias. Seu período de incubação dura, em média, de 1 a 4 meses.

O vírus pode agredir as células do fígado diretamente ou então pelas células do sistema de defesa, quando ao combaterem a infecção acabam causando um processo inflamatório crônico.

Em locais de maior incidência da Hepatite B, estima-se que 8% a 25% das pessoas têm o vírus e 60% a 85% já foram expostas a ele. No Brasil, 15% da população já foi contaminada e 1% é portadora crônica.

Segundo a Organização Mundial da saúde (OMS), aproximadamente 350 milhões de pessoas estão infectados de forma crônica pela hepatite B; número duas vezes maior que os infectados pela hepatite C. Também 10 vezes superior aos infectados pelo HIV/AIDS.

Apenas nos Estados Unidos, segundo o Centro de Controle de Doenças (CDC) acontecem entre 140.000 a 320.000 novas infecções a cada ano por Hepatite B. Já nos países de terceiro mundo, a doença já se tornou endêmica.

A Hepatite B chega a ser 20 vezes mais contaminante do que o HIV. As formas de contaminação das duas doenças são similares.

Um adulto infectado pelo vírus da hepatite B tem 95% de chances de curar-se espontaneamente, e ele ficará imune a ela. A maioria das infecções quando curada, têm atuação de vacina. Contudo, em crianças os riscos para desenvolver-se para crônica são maiores.

A OMS também estima que aproximadamente 2 milhões de pacientes por ano morrem devido a complicações da doença. E cerca de 2 bilhões de pessoas que já entraram em contato com o vírus, 350 milhões são portadores crônicos da doença e 50 milhões de casos surgem por ano.

Índice – neste artigo você encontrará as seguintes informações:

  1. O que é Hepatite B
  2. Tipos de Hepatite B
  3. Causas
  4. Quais as fases da Hepatite B?
  5. Os sintomas da Hepatite B
  6. Qual profissional devo procurar? E qual o diagnóstico?
  7. Tratamento para Hepatite B
  8. Grupos e fatores de risco
  9. Complicações/Prognóstico
  10. Como prevenir? É transmissível?

Tipos de Hepatite B

Além da Hepatite dividir-se em A, B, C, D, E, F e G, no caso da Hepatite B, ela pode ser:

  • Hepatite aguda: quando a infecção tem curta duração. Os profissionais de saúde consideram a forma crônica quando a doença dura mais de seis meses.
  • Hepatite crônica: quando a doença dura mais de 6 meses, o risco de tornar-se crônica depende da idade na qual ocorre a infecção, as crianças estão mais propensas.
  • Hepatite fulminante: é a forma clínica mais grave e grande risco de vida. elevado risco de morte, ocorre em menos de 1% dos pacientes que adquirem o vírus.

O risco de doença crônica com má evolução é maior em quem usa bebida alcoólica, em bebês que adquirem a doença no parto e em pessoas com baixa imunidade (pacientes com AIDS, em quimioterapia, ou submetidos a transplante de órgãos, por exemplo).

Causas

A hepatite B já é considerado um problema de saúde global grave. Estima-se que há 2 bilhões de pessoas infectadas pela doença, sendo que cerca de 90% destas apresentam a forma aguda da doença e podem se recuperar totalmente.

Por ano, morrem mais de 1 milhão de pessoas no mundo em consequência da Hepatite B.

O maior número de casos de hepatite B acomete pessoas entre 25 a 44 anos de idade e dos 15 aos 24 anos de idade, sendo que os homens são mais propensos do que as mulheres para contrair o vírus da doença eles têm 3 vezes mais chances.

Na África, Ásia e certas regiões do Sul e do Leste da Europa, cerca de 10% da população pode estar cronicamente infectada pela Hepatite B. Já em outro locais, como na América do Norte e Norte da Europa, a quantidade de pessoas infectadas é bem menor, pois os habitantes destas regiões são vacinados quando crianças ou ao nascerem, enquanto os outros são mais carentes na área de saúde.

Cerca de 350 milhões estão em fase crônica, ou seja, serão portadoras do vírus durante o resto das suas vidas.

Quais as fases da Hepatite B?

A Hepatite B desenvolve-se em fases e, ao chegar em sua forma crônica, torna-se variável e pode se relacionar a diversos fatores, como:

  • Idade em que ocorreu a infecção.
  • Tempo de infecção.
  • Idade atual do paciente.

Contudo, a progressão da Hepatite vai depender do equilíbrio entre o sistema imune do paciente e atuação do vírus no organismo. A doença quando crônica pode evoluir para 3 fases, vejamos quais são elas:

Fase tolerante

Fase em que o sistema imune reconhece o vírus e passa a tolerá-lo, ocorre com maior frequência na infância e em pacientes com menos de 40 anos de idade.

O sistema imunológico nesta fase terá um comportamento pouquíssimo agressivo em relação ao vírus. Assim, os danos causados ao fígado serão pequenos ou quase inexistentes.

Exames de sangue de rotina (enzimas hepáticas, por exemplo) não demonstram alterações nesta fase. Porém, resultados dos testes HBsAg, HBeAg e DNA serão positivos.

Tem duração de 20 a 30 anos, entretanto observa-se melhor esta fase nos pacientes infectados após os 40 anos, que são casos raros.

Liberação imune

Após um período que varia de 10 a 40 anos, a Hepatite B pode evoluir para esta fase, a qual o sistema imunológico deixa de ignorar a infecção e começa a tentar eliminar o vírus de forma rápida.

Isto acaba prejudicando as células do fígado, pois ao tentar atacar o vírus, ele atacará também a célula que o hospeda. Embora tenha essas complicações, esta fase pode passar despercebida.

Também, por causa da destruição celular, os exames de sangue irão apresentar seus resultados alterados, especialmente nas transaminases. Por ser uma fase grave e ter longa duração, esses fatores vão indicar como serão os danos hepáticos de cada paciente, ou seja, se este precisará ou não de alguma intervenção terapêutica.

Fase inativa

Depois de ficar um tempo variável de liberação viral, a infecção volta a ficar inativa. Os resultados nos níveis virais serão muito baixos e os exames rotineiros (transaminases, etc.) serão praticamente normais, não ocasionando inflamação ou progressão da fibrose.

Ainda, o resultado do HBsAg será sempre positivo e indicará a presença da infecção. Já os indicadores de replicação viral (HBeAg e DNA) serão negativos e, um anti-HBe positivo indicará menor risco de transmissão da Hepatite B.

Vale lembrar que nesta fase, o vírus pode se reativar, fato que ocorre devido ao desequilíbrio entre o sistema imunológico e a convivência com o vírus. Se isto acontecer, o paciente corre o risco de desenvolver uma cirrose.

Os sintomas da Hepatite B

Os sintomas podem ser melhor percebidos e desenvolvidos nas crianças acima de 5 anos de idade do que nos adultos. Mas 75% chegam a desenvolver os sintomas da Hepatite B, que podem ser:

  • Febre.
  • Fadiga.
  • Perda de apetite.
  • Dor abdominal.
  • Dor nas articulações.
  • Icterícia (cor amarelada na pele ou dos olhos).
  • Náuseas.
  • Vômitos.
  • Mal-estar generalizado.
  • Urina de coloração escura.
  • Fezes de cor clara.

Estes sintomas começam a diminuir de 10 a 15 dias, e a icterícia, que tende a desaparecer em 6 a 8 semanas em média.

A hepatite aguda pode passar despercebida, pois alguns casos são assintomáticos e a maioria dos pacientes consegue eliminar o vírus e se curar definitivamente. E menos de apenas 5% dos casos o vírus consegue permanecer no organismo e a Hepatite B torna-se crônica.

A hepatite B crônica também pode não apresentar sintomas por muitos anos, o que não significa que esses pacientes possam desenvolver cirrose hepática ou o câncer de fígado. Na maioria das vezes em que o médico é procurado, o paciente já apresenta os sintomas de insuficiência hepática crônica, que são:

  • Icterícia.
  • Aumento do baço.
  • Acúmulo de líquido na cavidade abdominal (ascite).
  • Distúrbios de atenção e de comportamento (encefalopatia hepática).

A evolução dessa forma da doença dependerá dos seguintes fatores:

  • Replicação do vírus.
  • Resposta do sistema imunológico.
  • Consumo de álcool.
  • Demais infecções por outros vírus.

Mais de 95% de adultos que adquirem hepatite conseguem se curar, e cerca de 1% a 5% dos adultos não se curam da infecção e desenvolvem a hepatite crônica. Cerca de 25% a 40% podem desenvolver cirrose e câncer de fígado ao longo de décadas.

Nas crianças o risco da doença evoluir para crônica é maior, em torno de 90% em recém nascidos e 50% na infância.

Qual profissional devo procurar? E qual o diagnóstico?

O clínico geral pode atender o paciente com suspeita de Hepatite B e fazer o diagnóstico. Este será feito com base nos exames físicos e de sangue, que determinarão os valores das “transaminases” ou “aminotransferases”, bem como a presença de antígenos do vírus na detecção do DNA viral.

Entre os exames e métodos mais utilizados para diagnosticar a Hepatite B estão:

Anti-HBV

É o exame mais simples para se detectar os anticorpos da hepatite B, mas ele só irá mostrar se o paciente teve ou não contato com o vírus. O Anti-HBV não mostra se o paciente ainda está infectado.

Se o resultado for positivo, será necessário a realização de exames complementares.

Biópsia de fígado (biópsia hepática)

Há casos em que ela pode ser necessária, ela é realizada para um diagnóstico mais determinado e terapêutico. Além de ser um dado importante, porque a Hepatite é difusa e relativamente homogênea em todo o fígado.

Um pequeno fragmento, maior do que 1,6 cm é usado para fazer a biópsia. O resultado da biópsia junto com histórico médico do paciente e o resultado de todos os outros exames de sangue são essenciais para o especialista realizar um diagnóstico preciso.

A biópsia também permite identificar o grau de comprometimento do fígado; além de auxiliar o médico para determinar o prognóstico de evolução da doença e a possível necessidade e forma de tratamento.

A confirmação do diagnóstico é feita por meio de exames de sangue, que vão detectar anticorpos ou partículas do vírus da Hepatite B. Para a Hepatite do tipo crônico faz-se o exame chamado antígeno de superfície do vírus B (HBsAg), que quando o reagente for positivo indicará a presença do vírus e a possibilidade de transmissão.

HBsAg e anti-HBs

Este exame consegue detectar o antígeno do vírus, o HBsAg após 4 semanas da provável infecção. Se o resultado for positivo indica uma infecção ativa e, se negativo, consequentemente, o paciente não estará infectado.

Pacientes que têm uma cura espontânea conseguem resultados negativos do HBsAg passados quatro meses da infecção. Depois que o HBsAg é eliminado do corpo, os anticorpos deste antígeno, chamados de anti-HBs normalmente aparecem.

Eles são responsáveis pelo fortalecimento do sistema imunológico e pesquisas mostram que todas as pessoas que são vacinadas contra a Hepatite têm uma boa imunidade e apresentam resultado esperado no anti-HBs.

Anti-HBc

É um antígeno produzido no fígado pela parte central do vírus da hepatite B. No início da infecção este anticorpo é do tipo IgM, o qual caracteriza a fase aguda da infecção.

Anticorpos do tipo IgG também se formam, só que em menor proporção. Então, quando o vírus é eliminado ou a doença torna-se crônica, o anti-HbcIgM desaparece, permanecendo sempre o anti-HbcIgG, como marcador da passagem ou presença do vírus B.

HBeAg, anti-Hbe e as mutações pré-core

O antígeno -eda hepatite B HBeAg e seu anticorpo, o anti-HBe são indicadores muito úteis para determinar a probabilidade que um paciente infectado tem para transmitir a Hepatite B.

Quando o exame HBeAg apresenta resultado positivo, o paciente possui altas chances de transmitir o vírus. Este exame é um marcador/indicador de doença mais antiga, ou seja, quando o sistema imunológico conseguiu eliminar ou diminuir sensivelmente o tipo primitivo do vírus.

Isto também pode indicar a existência de um estado menos ativo do vírus, com menor risco de transmitir a infecção. Contudo, o material genético pode sofrer mutações estruturais, em uma região do vírus chamada de “pré-core”.

Esta mutação resulta em uma inatividade do vírus da hepatite B para produzir o HBeAg, mesmo que o vírus esteja se reproduzindo ativamente. Ou seja, devido à esta mutação podemos ter um resultado negativo do HBeAg, mas o vírus permanecerá ativo no paciente.

DNA do vírus da hepatite B

O DNA do vírus da hepatite B é o exame mais específico que existe. Quando indica altos níveis de DNA, significa uma atividade viral e reprodução contínua do vírus. Já, quando apresentar níveis baixos ou um resultado indetectável, estará associado com a fase inativa da hepatite B.

Pacientes com aproximadamente 1 milhão de partículas virais por mililitro indicam que tem a doença adormecida, enquanto os que apresentam mais do que 1 milhão de partículas virais por mililitro são os que têm a doença ativa.

O PCR (Polymerase Chain Reaction Reação em Cadeia da Polimerase)

É o método mais sensível para se obter o nível de DNA, ele determinará níveis muitos baixos de partículas virais, mas é um método muito caro e, consequentemente, de difícil acesso.

Tratamento para Hepatite B

O tratamento para a Hepatite B tem como objetivo aliviar os sintomas e afastar o risco de complicações; também não há um consenso sobre a indicação de medicamentos antivirais. Além de não ser todos os pacientes que precisam de tratamento imediato.

O médico indica que o paciente modere as atividades físicas, porém não é necessário ficar em repouso, pois não afeta a evolução para hepatite crônica ou fulminante.

Há remédios que inibem a replicação do vírus e atuam no controle da resposta inflamatória, contudo não possui tratamento medicamentoso específico para a doença. A maioria dos medicamentos é para:

  • Náuseas.
  • Vômitos.
  • Coceira.
  • Administração endovenosa de líquidos (soro) que podem ser usados ocasionalmente.

Quando a Hepatite é do tipo fulminante, ela exigirá cuidados intensivos em hospital, podendo necessitar de transplante hepático de urgência. E, muitos dos casos de hepatite crônica B necessitam tratamento para evitar a evolução da doença e o risco de desenvolver cirrose e complicações.

Os tratamentos geralmente são realizados de duas formas por medicamentos, são eles:

  • Interferon: injetável por via subcutânea.
  • Interferon peguilado: formado pelas medicações de uso oral.

Os interferons, tem a vantagem de ser a única opção com prazo definido de tratamento, geralmente cerca de um ano. Contudo, quantidade de pacientes com resposta ao uso do interferon na hepatite B é reduzido, cerca de 15% a 20% abaixo.

Os efeitos adversos restringem o uso do interferon a casos selecionados com maior chance de resposta.

A maioria dos pacientes que precisam de tratamento são candidatos ao uso por prazo indeterminado de medicação oral. Os medicamentos atualmente disponíveis e indicados pelo médico são:

Fitoterapia

A administração de plantas medicinais para a hepatite B não é o tratamento principal da doença, mas pode complementá-lo, principalmente quanto aos sintomas agudos, na melhora das náuseas e vômitos. Entre os mais indicados estão:

  • Boldo chileno: possui ações digestivas e hepáticas, além de estimular a secreção salivar, biliar e gástrica.
  • Quebra-pedra: apresentou atividade contra hepatite B (in vitro e in vivo).
  • Picão ou picão-grande.
  • Alcachofra.
  • Cardo-mariano.

Atenção! 

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas nesse site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

Grupos e fatores de risco

 

Entre os mais afetados e com maior risco de ter a Hepatite B estão:

  • Indivíduos com mais de um parceiro sexual.
  • Relação sexual sem proteção.
  • Usuários de drogas injetáveis.
  • Profissionais da saúde que tenham contato com sangue ou outros fluídos corporais.
  • Dependentes de transfusão sanguínea e hemodiálise (atualmente o risco é menor do que anos atrás).
  • Profissionais de manicure.

Complicações/Prognóstico

Se não houver os devidos cuidados com o paciente da Hepatite, as seguintes complicações poderão surgir:

  • Evoluir para cirrose hepática e câncer de fígado (carcinoma hepatocelular).
  • Ascite.
  • Hemorragias digestivas.
  • Peritonite bacteriana espontânea.
  • Encefalopatia hepática.
  • Desenvolvimento de carcinoma hepato-celular.

Demais complicações decorrentes da fase crônica são devidas às lesões prolongadas do fígado.

Como prevenir? É transmissível?

A melhor e mais eficaz maneira de prevenir a Hepatite B é tomando a vacina no período correto, na infância. Contudo, também os órgãos de saúde estimulam campanhas para vacinação das crianças e jovens e toda a população considerada de risco para a infecção. Outros meios de prevenção são:

  • Evitar o contato com sangue infectado ou de quem se desconheça o estado de saúde.
  • Não compartilhar objetos cortantes e perfurantes, nem instrumentos usados para a preparação de drogas injetáveis.
  • Sempre usar preservativo nas relações sexuais.
  • Realizar tatuagens, colocação de piercings e tratamentos com acupuntura só se os instrumentos utilizados estiverem adequadamente esterilizados.
  • Deve-se usar luvas, máscara e óculos de proteção quando houver possibilidade de contato com sangue ou secreções corporais.

A vacina para hepatite B deve ser feita em todos os recém-nascidos, iniciando o esquema vacinal já no primeiro mês de vida. São três doses da vacina contra a hepatite B, assim distribuídas: a segunda 30 dias depois da primeira e a terceira, seis meses depois da primeira.

Adultos não vacinados e que não tiveram a doença também podem fazer uso da vacina, que está especialmente recomendada a pessoas que cuidam de pacientes, a profissionais da área da saúde, aos portadores do vírus da hepatite C, alcoolistas e a indivíduos com quaisquer outras doenças hepáticas.

A Hepatite B é altamente transmissível, podendo ocorrer das seguintes formas:

  • Via perinatal ou transmissão vertical: da mãe para o feto na gravidez, durante e após o parto; por via horizontal, através de pequenos ferimentos na pele e nas mucosas; pelo uso de drogas injetáveis e por transfusões de sangue (risco que praticamente desapareceu desde que o sangue dos doadores passou a ser rotineiramente analisado).
  • Relações sexuais: constituem outra via importante de transmissão da hepatite B, considerada uma doença sexualmente transmissível (DST), porque o vírus atinge concentrações altas nas secreções sexuais.
  • O vírus da hepatite B está presente no sangue, na saliva, no sêmen e nas secreções vaginais da pessoa infectada.
  • Transfusões de sangue foram a principal via de transmissão da doença, circunstância que se tornou rara com a obrigatória testagem laboratorial dos doadores e rigoroso controle dos bancos de sangue.
  • Uso compartilhado de seringas, agulhas e outros instrumentos entre usuários de drogas.
  • Contato acidental de sangue ou secreções corporais contaminadas pelo vírus, com mucosa ou pele com lesões também transmitem a doença.

Os riscos da Hepatite são grandes! É preciso informar para que todos tenham os devidos cuidados para não contrair nem transmitir a Hepatite B. E agora que você já sabe,compartilhe este artigo para que mais pessoas sejam informadas!

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5 Comentários

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  1. Pedro obrigado…
    Também tenho a hepatite, e as tuas palavras já dão uma força… Mas espero que melhores assim como eu. Abraços.

  2. No momento leio essas informações no leito do hospital. O qual estou internado faz uma semana. Eu que to sentindo na pele esse efeito posso deixar registrado aqui que é muito importante tomar a vacina e fazer sexo com proteção. O que não ocorreu comigo.
    As náuseas são horríveis… não vale a pena nem por um dia ter esse sintoma. falo sério e te garanto que nenhum prazer esta acima desse risco. PROTEJAM-SE

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