O que é Icterícia, causas, sintomas, em bebês e tratamento

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O que é icterícia?

A icterícia, também conhecida por amarelão, é caracterizada pela cor amarelada da pele e da parte branca dos olhos. Ela é primariamente um sintoma. Acontece quando há acúmulo de bilirrubina no sangue, um pigmento amarelo que é produzido pelo corpo quando as hemácias são degradadas. A bilirrubina normalmente passa pelo fígado e é eliminada pelas fezes.

Hemácias são os glóbulos vermelhos, que dão a coloração vermelha para o sangue e são responsáveis por levar oxigênios às células do corpo.

Se algo impede a bilirrubina de ser eliminada, ela se acumula na pele e dá a coloração amarelada da doença.

Essa condição é comum em recém nascidos e não é motivo de preocupação caso dure menos de dois dias.

Índice – neste artigo você encontrará as seguintes informações:

  1. O que é icterícia?
  2. Causas
  3. Icterícia neonatal
  4. Grupos de risco
  5. Sintomas
  6. Não é icterícia!
  7. Como é feito o diagnóstico da icterícia?
  8. Icterícia tem cura?
  9. Qual o tratamento?
  10. Medicamentos para icterícia
  11. Prognóstico
  12. Complicações
  13. Como prevenir a icterícia?

Causas

A bilirrubina é um pigmento criado naturalmente pelo corpo quando hemoglobinas velhas ou danificadas são decompostas. O pigmento amarelo é enviado para o fígado, onde é misturado com a bile, que é enviada à vesícula biliar e usada no processo de digestão.

Essa substância é eliminada, em maior parte, através das fezes. Uma pequena quantidade pode ser liberada pela urina.

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Se algo impede alguma parte deste processo e a bilirrubina não pode ser eliminada, ela se acumula no sangue. A icterícia aparece quando a concentração de bilirrubina é de mais de 2 mg por decilitro (dL, 100 ml) de sangue.

Em recém nascidos, devido ao estresse do parto, a bilirrubina pode ser mais alta naturalmente e só é considerada icterícia a partir dos 5 mg/dL. Nesse ponto, a cor amarelada começa a ficar perceptível na pele do paciente.

Diversas doenças, medicamentos e condições podem causar o acúmulo de bilirrubina no sangue. Alguns exemplos são:

Hepatite

A hepatite é uma inflamação do fígado. Ela pode ser causada por vírus e, na grande maioria dos casos, leva à icterícia por impedir que a bilirrubina seja transportada para a vesícula biliar.

Doença hepática alcoólica

Uma lesão no fígado provocada pelo consumo excessivo de álcool por um longo período de tempo — doença hepática alcoólica — pode bloquear o caminho do pigmento amarelo, fazendo com que ele se concentre no sangue e vá para a pele e os olhos.

Febre amarela

A febre amarela é transmitida pela picada de um mosquito infectado pelo flavivirus. Ela tem esse nome pois, além de outros sintomas, causa insuficiência hepática, que leva a icterícia, deixando a pele do paciente amarela.

Obstrução do ducto biliar

Obstruções do ducto biliar podem ser causadas por cálculos do fígado ou, em casos mais raros, por tumores que podem estar no duto ou no pâncreas. Sem o tubo biliar, a bilirrubina não consegue passar para a vesícula e fica presa.

Colestase da gravidez

Os hormônios que agem normalmente durante a gravidez podem reduzir o ritmo de movimento da bile pelos canais biliares. Isso faz com que a capacidade de metabolização de bilirrubina do fígado fique reduzida. Se houver excesso, o pigmento volta para o sangue, causando icterícia.

Colangite

A colangite é um tipo de doença auto-imune que afeta os dutos biliares, causando a destruição e a cicatrização deles, dependendo do tipo da doença. Essa destruição ou obstrução por cicatrizes impede a bilirrubina de ser eliminada, causando a icterícia.

Hemólise

Algumas condições podem causar a ruptura exagerada de glóbulos vermelhos no sangue, aumentando a produção de hemoglobina e por consequência, a de bilirrubina, que se for maior do que a capacidade de processamento do fígado, permitirá que o pigmento se acumule.

Doença de Wilson

Esta doença rara e hereditária impede o fígado de liberar o cobre do organismo na bile, causando acúmulos e danos no órgão. Isso pode resultar em acúmulos de outras substâncias, como a bilirrubina, que leva a icterícia.

Síndrome de Crigler-Najjar

Outra doença hereditária rara, a síndrome de Cringler-Najjar pode causar icterícia grave e levar à encefalopatia bilirrubínica, uma intoxicação cerebral causada pelo excesso da substância no cérebro.

Medicamentos

Alguns medicamentos e substâncias são capazes de causar a icterícia. São eles:

  • Acetaminofeno (em doses altas e superdosagem);
  • Certas ervas medicinais como extrato de chá verde, pirrolizidina, kava e cavalinha;
  • Ferro ingerido em grandes quantidades.

Toxinas

De maneira similar, algumas toxinas podem causar danos ao fígado e causar a icterícia, como é o caso da toxina do cogumelo Amanita phalloides — a cicuta verde, um cogumelo extremamente venenoso.

Icterícia neonatal

Ao nascer, o bebê possui uma quantidade extra de glóbulos vermelhos dos quais não precisa fora do útero.

Nos primeiros dias de vida, a criança pode apresentar icterícia em decorrência da decomposição destes glóbulos extras, que são muitos para que o pequeno fígado metabolize rápido o bastante.

É normal que isso aconteça. Entre 50 e 80% dos bebês apresentam icterícia na primeira semana de vida.

A condição é ainda mais comum quando os tipos sanguíneos do bebê e da mãe são diferentes, tendo incompatibilidade do sistema ABO. Isso porque a mãe e o bebê compartilham sangue através do cordão umbilical.

Assim, os glóbulos vermelhos da mãe, incompatíveis com os da criança, estão em seu corpo quando ela nasce e precisam se decompor, produzindo ainda mais bilirrubina.

O amarelado costuma surgir no segundo dia de vida quando o bebê nasce depois da 37ª semana de gestação, portanto é comum que ainda esteja no hospital quando isso acontece. A coloração deve desaparecer em cinco a sete dias por si só, mas o pediatra deve ser avisado. Caso a coloração não desapareça, é necessário levar o bebê ao médico.

A icterícia neonatal pode ser dividida em cinco estágios que variam de acordo com a quantidade de bilirrubina no sangue da criança. O amarelo surge quando há mais de 5 mg de bilirrubina por decilitro (100 mL) de sangue.

Estágio 1

Com 6 mg/dL de bilirrubina, classifica-se a icterícia de estágio 1. Neste estágio, a coloração amarela afeta apenas do pescoço do bebê para cima.

Estágio 2

9 mg/dL do pigmento são necessários para este estágio, que apresenta o amarelo estendendo-se até o umbigo, sem afetar os membros.

Estágio 3

Com 12 mg/dL, a icterícia alcança os joelhos, ainda sem afetar os braços. É a partir deste estágio que deve haver investigação sobre a razão da icterícia, que pode ser algum problema no fígado ou nos canais biliares.

Estágio 4

Os membros são afetados quando a concentração de bilirrubina alcança 15 mg/dL. Apenas as mãos e pés mantém a coloração normal.

Estágio 5

Com mais de 18 mg/dL de bilirrubina no sangue, o corpo todo da criança fica amarelado.

Existem riscos relacionados à icterícia neonatal quando ela é muito intensa e, apesar de os riscos serem pequenos, cuidados médicos devem ser tomados.

Os perigos diminuem conforme o tempo de vida do recém nascido se estende. Isso quer dizer que nas primeiras 12 horas de vida da criança, uma icterícia de estágio 2 pode ser perigosa, mas depois de 72 horas de vida o risco só se torna alto a partir do estágio 3.

Entretanto, o estágio 4 e 5 sempre são perigosos para recém nascidos e devem ser examinados pelo médico.

O tratamento costuma durar de um a dois dias, mas pode ser necessário que dure mais tempo e a mãe pode receber alta antes do bebê, mas a criança deve ser liberada em breve, em segurança.

Grupos de risco

Todos podem desenvolver icterícia, mas alguns grupos são mais suscetíveis às causas do sintoma do que outros. São eles:

Grávidas

Hormônios da gravidez podem reduzir o ritmo do movimento da bile pelos ductos biliares e causar icterícia.

Recém nascidos

Frequentemente afetados pela icterícia a partir do segundo dia de vida, a icterícia neonatal costuma ser benigna e desaparece em uma semana, mas é importante observar o desenvolvimento da condição.

A condição é mais comum em bebês prematuros do que nos nascidos a termo. Também é mais comum que um bebê asiático tenha icterícia do que os de outras etnias.

Alcoólatras

O álcool é metabolizado no fígado e se for usado com muita frequência durante muito tempo pode danificar o órgão, reduzindo sua capacidade e causando icterícia.

Hepáticos

Pessoas com doenças que afetam o fígado como cirrose e hepatites virais podem sofrer com a icterícia pois o metabolismo e o transporte da bilirrubina podem estar afetados e reduzidos pela condição.

Medicamentos

Diversos medicamentos são metabolizados pelo fígado e, assim com no caso do álcool, o uso contínuo por longos períodos de tempo pode causar danos no órgão, levando ao acúmulo de bilirrubina no sangue.

Pessoas com lesões no fígado

Lesões no fígado, causadas por doenças anteriores ou traumas, podem incapacitar ou debilitar o órgão, causando icterícia.

Sintomas

A própria icterícia já é um sintoma. É caracterizado por acúmulo de bilirrubina no sangue e é possível visualizar o sintoma através do amarelamento da pele e da esclera (o branco dos olhos).

Existem alguns sinais que, somados à icterícia, podem servir de alerta para doenças graves. Se você tiver icterícia e qualquer um dos seguintes sinais, procure um médico:

  • Dor abdominal e sensibilidade;
  • Sonolência, agitação, confusão ou qualquer alteração mental;
  • Sangue nas fezes ou fezes negras;
  • Vômito com sangue;
  • Febre;
  • Facilidade em formar hematomas ou apresentar sangramentos.

Idosos

A icterícia em idosos, na maioria dos casos, é causada por bloqueio dos dutos biliares. É frequente que este bloqueio seja câncer.

Porém, é comum que outros sintomas que costumam acompanhar doenças no fígado passem despercebidos em pessoas de mais idade.

Hepatite viral causa menos dor em idosos e, nessa faixa etária, a confusão mental causada por encefalopatia hepática pode ser confundida com demência.

Suspeitas de câncer aparecem quando um nódulo é encontrado ou quando o paciente perde muito peso rápido demais e sem motivo aparente.

Não é icterícia!

Alguns alimentos, como abóboras e cenouras, são ricos em betacarotenos, o pigmento que os deixa alaranjados. Comer muitos destes alimentos pode deixar a pele amarelada, mas o mesmo não acontece com os olhos.

Caso isso aconteça, não precisa se preocupar. Seu corpo irá eliminar os betacarotenos e a pele voltará a cor normal em breve.

Como é feito o diagnóstico da icterícia?

A icterícia costuma ser um sintoma de uma doença afetando o fígado e pode ser identificada pela coloração amarela da pele e da esclera, o branco do olho. Depois disso, exames são feitos para buscar qual a causa desse acúmulo de pigmentação no corpo do paciente. Os exames são:

Exame físico

O médico pode colocar o dedo na testa do paciente, fazer pressão e retirar o dedo. A pele deve ficar esbranquiçada. Caso ela fique amarela, existe bilirrubina em excesso no corpo do paciente.

Testes de função hepática

Estes testes são realizados em amostras de sangue e buscam identificar o funcionamento do fígado baseado na quantidade de enzimas hepáticas encontradas nas amostras. Através disso, é possível descobrir se o problema está no funcionamento do fígado ou se é um bloqueio do ducto biliar.

Exames de imagem

Ultrassonografia, tomografia computadorizada e ressonância magnética podem ser utilizadas para a identificação de obstrução no ducto biliar caso os testes de função hepática apontem para isso.

É importante saber o tamanho da obstrução e se ela é um cisto, um tumor ou um cálculo hepático para que o tratamento possa ser feito de maneira adequada.

Colangiopancreatografia por ressonância magnética (CPRM)

Este exame de imagem é feito para a análise precisa de bloqueios do duto biliar e pancreáticos. Este exame usa um líquido de contraste que aparece brilhante da ressonância magnética, mostrando com clareza os dutos que se deseja observar.

É um exame de alta precisão para a identificação de bloqueios nos dutos biliares e pancreáticos.

Exames de sangue

Outros exames de sangue, como hemograma e culturas de sangue, podem ser feitos para a identificação de outras doenças que possam ser suspeitas de causar a icterícia com base nos exames clínicos.

Biópsia hepática

A biópsia pode ser usada caso os exames anteriores não tenham sido capazes de revelar a causa da icterícia. Suspeitas de hepatite viral, uso de medicamentos ou toxinas podem requerer uma biópsia do fígado.

Laparoscopia

Caso os outros exames não tenham explicado o bloqueio do fluxo da bile, uma laparoscopia pode ser feita. Ela consiste em uma pequena incisão na qual um tubo de visualização é inserido. O médico pode observar diretamente o fígado e os ductos biliares.

Bilirrubinômetro cutâneo

Em bebês recém nascidos, o bilirrubinômetro cutâneo é usado. Ele é um aparelho não invasivo que é colocado na testa da criança e, através de luzes, pode identificar a quantidade de bilirrubina no sangue. Apesar de não ser tão preciso quanto exames de sangue, é prático e rápido.

Icterícia tem cura?

Sim, a icterícia tem cura. Dependendo da causa, ela pode ser mais difícil de alcançar e, em casos onde a doença causadora não tem cura, os sintomas podem ser tratados. No geral é possível evitar e se tratar da icterícia.

Qual o tratamento?

O tratamento depende da causa. No caso de icterícia neonatal, a condição deve desaparecer em alguns dias, mas quando é um caso em adultos ou uma exceção infantil, é possível que haja causas que precisam de tratamento, que varia de caso a caso.

Porém, existem meios específicos para reduzir o nível de bilirrubina no corpo da pessoa independente da causa.

Fototerapia

Fototerapia é uma técnica usada para reduzir a quantidade de bilirrubina no sangue. O bebê é deitado em um berço de luz, com a pele exposta e os olhos cobertos por uma máscara protetora.

A luz forte, azul e de frequência de onda alta é capaz de transformar a bilirrubina em lumirrubina, uma substância não tóxica e solúvel em água, que pode ser processada pelos rins e eliminada na urina e nas fezes, sem precisar passar pelo fígado.

Hemodiálise

Casos graves de icterícia, chamados de hiperbilirrubinemia, tem mais de 18 mg de bilirrubina por litro de sangue. Nesses casos, devido a toxicidade da substância, a fototerapia pode não ser eficiente o bastante e a hemodiálise pode ser usada para filtrar o sangue e retirar o pigmento dele.

A hemodiálise é um procedimento de filtragem de sangue através de uma máquina. Ela costuma fazer o trabalho que o rim não consegue fazer em casos de insuficiência renal, mas pode ser usada no caso de hiperbilirrubinemia já que o processo de filtragem é necessário e o rim, mesmo saudável, não faria isso sem que a bilirrubina fosse convertida em lumirrubina.

Medicamentos para icterícia

Não existem medicamentos para eliminar o excesso de bilirrubina do sangue e, apesar de alguns poderem aliviar algumas causas temporariamente, não é indicado se medicar sem orientação médica específica para sua situação.

Alguns medicamentos que podem ser indicados para lidar com uma causa da icterícia podem piorar a situação se a causa for outra. Por exemplo, o Epocler é um medicamento capaz de eliminar toxinas do fígado, mas não é indicado para quem possui cirrose, que também causa icterícia.

Atenção!

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas neste site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

Prognóstico

O prognóstico depende da causa. Doenças crônicas como a cirrose encaminham o órgão para a falência completa e exigem um transplante. Já uma infecção simples no fígado pode ser curada em pouco tempo, eliminando a infecção e a icterícia sem deixar nenhuma sequela.

A icterícia neonatal, na maior parte das vezes, desaparece sozinha em pouco tempo, sem tratamento e sem consequências. Ainda que precise de tratamento com fototerapia, pode-se esperar a recuperação completa.

Complicações

A maior parte dos problemas relacionados à icterícia não são consequência direta dela, mas sim da doença que a está causando. Problemas do fígado são sérios e devem ser investigados.

Porém, o excesso de bilirrubina pode trazer consequências, especialmente em recém-nascidos, que podem ser mais facilmente afetados pela substância.

Querníctero

Bilirrubina é uma substância que o corpo produz, mas também é uma substância tóxica. Em baixas quantidades, o corpo consegue fazer a metabolização mas, quando ela se acumúla em grandes quantidades no sangue de recém nascidos, que são os únicos suscetíveis a essa doença, pode, em raras ocasiões, afetar o sistema nervoso central.

A concentração de bilirrubina no sangue para que essa condição apareça é de 20 mg/dL, uma quantidade extremamente alta.

Por afetar o cérebro, a doença pode causar sérios problemas, entre eles hipotonia (perda de elasticidade muscular), crises de apneia (incapacidade de respirar) e espasticidade durante a doença, e sequelas como anomalias no tônus muscular, problemas de equilíbrio, transtornos motores, déficit intelectual, alterações de personalidade e sensoriais.

Apesar de incomum, essa doença é a razão para que exista a necessidade de observação próxima e tratamento de bebês nascidos com icterícia.

Como prevenir a icterícia?

Não é possível prevenir a icterícia em recém-nascidos, mas adultos podem evitar a doença com os cuidados adequados à saúde.

Cuidar da alimentação

Uma alimentação saudável evita doenças e mantém os órgãos saudáveis. Evitar colesterol alto pode evitar o acúmulo de bilirrubina.

Consumir bebidas alcoólicas com moderação

Manter o fígado funcionando adequadamente é importante para evitar a icterícia e problemas hepáticos. Beber demais causa lesões no fígado que podem trazer problemas sérios.

Vacinação contra hepatite

A hepatite viral é uma das causas mais comuns de icterícia. Vacinar-se previne esta doença.


A icterícia é um sintoma claro que deixa a pele e os olhos amarelados e pode representar problemas sérios do fígado, mas também é comum e frequentemente inofensiva em recém nascidos, mas deve ser observada de perto nestes casos para evitar condições mais graves.

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4 Comentários

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  1. Muitô útil a informação. Quase enlouqueci quando tive alta e o meu bebê ficou internado. O médico falou que poderia ficar com doenças neurológicas.

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