O que é Derrame Pleural (Água no Pulmão), tratamento, pode matar?

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O que é derrame pleural (água no pulmão)?

O derrame pleural, ou água no pulmão, é o acúmulo de líquidos dentro da pleura, membrana que reveste o pulmão. Esse acúmulo comprime o órgão e causa dificuldade para respirar, dor no peito e falta de ar. Não é uma doença em si, mas uma manifestação comum de outras doenças.

A pleura é uma membrana dupla que reveste o pulmão e auxilia em seus movimentos. É composta por duas camadas: a pleura visceral, camada interior que fica colada ao pulmão, e a pleura parietal, uma camada mais externa que fica em contato com as outras estruturas anatômicas que envolvem o pulmão.

Já no interior da pleura, existe uma estrutura conhecida como cavidade pleural. Essa cavidade nada mais é do que um espaço de 0,02 milímetros que há entre as duas pleuras. Nela, encontra-se uma pequena quantidade de líquido seroso lubrificante, que auxilia na movimentação, impedindo o atrito quando o pulmão se enche ou se esvazia.

Esse líquido seroso é liberado na cavidade pleural através de capilares sanguíneos na camada mais externa da pleura (parietal). Depois, esse líquido é reabsorvido pelo sistema linfático, de modo que não forme um acúmulo do mesmo. Normalmente, encontra-se cerca de 15 mililitros desse líquido na pleura de uma pessoa normal.

A condição do derrame pleural acontece quando, por algum motivo, há superprodução do líquido seroso, ou quando o sistema linfático não consegue fazer a reabsorção. Assim, o líquido se acumula nessa cavidade e começa a comprimir o pulmão, diminuindo sua capacidade de armazenar ar.

Por não ser uma doença propriamente dita, é necessário investigar a verdadeira causa do derrame quando acontece.

Índice — neste artigo você encontrará as seguintes informações:

  1. O que é derrame pleural?
  2. Tipos e causas do derrame pleural
  3. Fatores de risco
  4. Derrame pleural e o câncer
  5. Sintomas
  6. Como é feito o diagnóstico do derrame pleural?
  7. Derrame pleural tem cura? Qual o tratamento?
  8. Complicações
  9. Há como prevenir o derrame pleural?

Tipos e causas do derrame pleural

O derrame pleural pode ser classificado de diversas formas e, uma delas, é de acordo com a composição química do líquido acumulado. Esse líquido pode ser desde o próprio fluido pleural, com pequenas alterações, até sangue e outras secreções.

Essa classificação se dá em:

Derrame transudativo

Caracterizado por um líquido pobre em células e proteínas, de cor clara e transparente, semelhante ao líquido pleural normal, esse tipo de derrame acontece por conta do aumento da pressão nos vasos sanguíneos ou por sangue pobre em proteínas. Sua causa mais comum é a insuficiência cardíaca, seguida por cirrose, ascite e hipoalbuminemia.

Derrame exsudativo

O líquido deste tipo de derrame é mais viscoso e opaco, rico em proteínas e células inflamatórias. Algumas vezes, pode estar acompanhado de sangue e pus. Esse líquido ocorre em detrimento de processos locais que provocam maior permeabilidade, o que resulta na entrada em abundância das proteínas, células e outros constituintes do líquido seroso.

Existem diversas causas para esse tipo de derrame, sendo as mais comuns: pneumonia (derrame pleural parapneumônico), câncer com metástase para a pleura, embolia pulmonar, doenças autoimunes como lúpus e artrite reumatóide, infecções virais e tuberculose.

Classificação quanto ao caráter

Os tipos de derrame também podem ser classificados de acordo com seu caráter, ou seja, o que realmente está na cavidade. Entenda:

Quilotórax

Acúmulo de linfa na cavidade pleural, que tem aparência leitosa devido ao conteúdo rico em gorduras. É causado, geralmente, por traumas na região toráxica, neoplasias, causas congênitas, infecções e trombose venosa do sistema da veia cava superior (no coração).

Quiliforme

O líquido é parecido com o do derrame quilotórax, porém é pobre em triglicerídeos e rico em colesterol.

Hemotórax

Fluido sanguinolento por conta de trauma, resultado de uma coagulopatia ou até mesmo de rompimento de algum vaso sanguíneo importante, como a aorta ou artéria pulmonar.

Empiema

Pus na cavidade pleural. Pode ser uma complicação resultante de uma pneumonia, toracotomia, abscessos e infecções.

Classificação quanto à localização

Outra maneira de se classificar um derrame pleural é de acordo com a sua localização na pleura. São eles:

Derrame infra-pulmonar ou subpulmonar

Ocorre na parte da pleura abaixo do pulmão. Não se sabe a razão do porquê o líquido não se estender para as partes laterais do espaço pleural;

Derrame loculado

Quando o derrame se mantém encapsulado em qualquer parte da pleura, sendo mais comum em hemotórax e empiemas;

Loculação entre as fissuras (tumor fantasma)

O pulmão é dividido em lobos que são separados por fissuras. Dentro delas, pode haver o acúmulo do líquido, tornando-o de difícil detecção no exame tradicional de radiografia do tórax, por isso o nome “tumor fantasma”.

Pulmão preso

Em último lugar, existe a possibilidade de um pulmão preso, fenômeno no qual uma camada fibrosa se forma e envolve o órgão, impedindo sua expansão. É, geralmente, causado por um empiema ou tumor. A falta de movimentação do pulmão aumenta a liberação do fluido transudativo, preenchendo a cavidade pleural mais rapidamente, o que causa o acúmulo do líquido.

Fatores de risco

Existem alguns fatores que risco que auxiliam no desenvolvimento de um derrame pleural. São eles:

  • Fumo e bebidas alcoólicas;
  • Pressão alta;
  • Insuficiência cardíaca;
  • Doenças autoimunes;
  • Histórico de contato com asbestos (amianto), substâncias altamente cancerígenas.

Derrame pleural e o câncer

Como mostrado anteriormente, o derrame pleural pode ser causado por tumores malignos. Em muitas das vezes, isso acontece pois as células cancerosas sofrem metástase e prejudicam a pleura. Além disso, ocasionalmente, o derrame pode surgir como um efeito colateral de terapias oncológicas, como radio e quimioterapia.

Os tipos de câncer mais comumente relacionados ao derrame pleural são:

Sintomas do Derrame Pleural

Em geral, os sintomas só são sentidos quando o derrame é de um tamanho moderado ou grande e, mesmo assim, algumas pessoas não chegam a sentir nada. É mais provável que o paciente tenha os sintomas apenas quando há inflamação na pleura, uma vez que, muitas vezes, eles são mascarados pelos sintomas da anormalidade causadora do derrame.

Alguns sintomas que podem ser sentidos são:

  • Falta de ar (dispneia), mesmo em repouso;
  • Dor no peito, especialmente ao respirar fundo;
  • Cansaço;
  • Soluço persistente;
  • Tosse seca;
  • Elevação entre as costelas (em casos mais graves).

Dependendo da causa, alguns pacientes podem apresentar febre. A dor no peito é frequentemente descrita como “pontadas”, e pode haver melhora do sintoma quando o paciente se deita do lado afetado. Há também a possibilidade de ortopneia, ou seja, a incapacidade de respirar facilmente em outras posições além de sentado ou em pé, com a coluna ereta.

Como é feito o diagnóstico do derrame pleural?

Havendo a suspeita de derrame pleural, o paciente deve contatar um clínico geral, que pode fazer exames físicos e ouvir a respiração através de um estetoscópio, tentando captar alterações. Caso o médico passe a suspeitar de um derrame, ele pode pedir alguns exames.

Entenda:

Radiografia do tórax

Quando há derrame pleural, a radiografia mostra uma anormalidade: parte da área do pulmão apresenta-se como uma mancha branca. Entretanto, ele dificilmente consegue detectar derrames muito pequenos e, por isso, pode haver a necessidade de outros exames.

Tomografia computadorizada (CT)

A tomografia computadorizada fornece imagens mais detalhadas do que a radiografia normal e pode detectar derrames menores.

Ultrassom do peito

O exame de ultrassom utiliza uma sonda que capta as ondas sonoras (ecos) e as converte em imagens, podendo mostrar o interior do corpo de maneira eficiente.Por isso, pode ser considerada uma alternativa aos exames de radiografia quando não se pode usar a radiação, como no caso de mulheres grávidas, por exemplo.

Toracocentese

Quando nenhum dos exames não invasivos dão resultados satisfatórios ou existe a necessidade de compreender a natureza do derrame, pode-se realizar uma toracocentese. Esse exame consiste em uma punção nas costelas, chegando até a pleura, para coletar o líquido nela contido e enviar para análise (biópsia).

Videopleuroscopia

A videopleuroscopia consiste na introdução de uma minicâmera para analisar a pleura, enquanto o paciente está sedado por uma anestesia geral. É um último recurso para investigar a presença de um derrame, caso nenhum dos exames anteriores tenha apontado resultados conclusivos.

Atenção!

É importante lembrar que raramente um derrame pleural vem desacompanhado, ou seja, acontece por si só, sem que outra doença o esteja causando. Em casos nos quais o derrame é detectado sem se saber a causa específica, há a necessidade de realizar outros exames para descobrir e tratar a anormalidade causadora.

Derrame pleural tem cura? Qual o tratamento?

Felizmente, o derrame pleural pode ser curado, mas ele pode reaparecer caso a condição que o causa não seja tratada. Por isso, o tratamento principal deve ser relacionado à doença causadora.

Para tratar o derrame em si, existem algumas alternativas. Confira:

Drenagem

Quando o derrame é muito grande e provoca muitos sintomas, é necessária uma drenagem do líquido através de uma toracotomia. Nesse processo, um tubo é inserido na cavidade pleural e drena o excesso de líquido presente. O procedimento é realizado com anestesia local, para que o paciente fique confortável, e pode ser realizado ao mesmo tempo em que se faz a toracocentese.

A drenagem pode ser necessária mais de uma vez, caso o fluido preencha a cavidade pleural novamente.

Pleurodese

Em casos nos quais há grande possibilidade de reincidência do derrame, como em pacientes com neoplasias malignas, pode-se realizar a pleurodese. Trata-se de um procedimento invasivo (cirurgia) que, através de cateteres ou tubos, injeta uma substância esclerosante que “cola” as paredes da pleura, eliminando o espaço onde o líquido se acumula. As substâncias mais comumente usadas são talco, nitrato de prata e citocinas proliferativas.

Essa cirurgia pode ser feita de diversos métodos, como através da toracotomia, por cateteres, tubos, e até mesmo por vídeo, utilizando uma minicâmera — procedimento que recebe o nome de VATS, Video-assisted Thoracoscopic Surgery.

Pleurectomia

Em casos extremos, como o de neoplasia maligna, pode-se realizar a pleurectomia, cirurgia na qual a parte afetada da pleura é removida. É recomendado também nos casos em que há infecção, como derrames exsudativos. No pós-operatório, o paciente ainda terá os fluidos drenados por alguns dias ou semanas.

Fisioterapia respiratória

Um tratamento complementar de extrema importância é a fisioterapia respiratória. Em geral, é recomendado que o paciente faça sessões de fisioterapia respiratória durante todo o tratamento, onde irá aprender exercícios que ajudarão a aumentar a amplitude respiratória, tratando problemas como a falta de ar e dores provenientes da respiração.

Complicações do derrame pleural

A maior parte dos casos de derrame pleural é resolvido facilmente. Muitas vezes, até mesmo sem a necessidade de tratamentos invasivos, porém, aqueles que os recebem, podem ter que arcar com algumas dores e desconforto, por conta das punções ou cirurgias.

Existem alguns casos em que há complicações perigosas, dependendo dos tratamentos feitos. Entenda:

Edema pulmonar

Pode ser um resultado de uma drenagem muito rápida durante a toracocentese;

Pneumotórax

Existe uma pequena possibilidade de que a pleura seja preenchida com ar ao invés de líquido e, assim, causar um fenômeno chamado pulmão colapsado, que causa falta de ar e, consequentemente, de oxigênio no sangue. Essa condição pode, também, acontecer nos dois pulmões e levar ao óbito;

Infecção ou sangramentos

As cirurgias podem, raramente, levar a infecções e sangramentos exagerados na pleura ou pulmão;

Sepse

Conhecida também como infecção generalizada, pode ser causada ou causadora do derrame, e dificulta a drenagem do líquido em casos avançados.

Caso o paciente tenha feito o tratamento e alguns sintomas persistam ou haja suspeita de alguma complicação, ele deve contatar o médico responsável pelos procedimentos imediatamente.

Há como prevenir o derrame pleural?

Não existe uma maneira exata de prevenir a água no pulmão e a única maneira conhecida de tentar isso é através da prevenção de doenças causadoras do derrame, quando possível.

Ter atitudes saudáveis, como se alimentar adequadamente e praticar exercícios físicos, ajuda a prevenir doenças cardiovasculares e certos tipos de câncer. Não fumar e reduzir o consumo de bebidas alcoólicas também ajuda no combate contra as doenças crônicas.

Outras medidas a serem tomadas é a adoção de hábitos higiênicos que ajudam a combater a proliferação de vírus, fungos e bactérias, evitando, assim, a contaminação das pessoas. Desse modo, evita-se os derrames causados por infecções.


O derrame pleural é uma condição comum, que pode acontecer com qualquer pessoa, e geralmente indica a presença de alguma doença mais séria. Por isso, é importante que as pessoas saibam reconhecer os sintomas e procurem um médico assim que possível.

Esse artigo busca informar o que é a água no pulmão, como reconhecê-la e como é feito o tratamento. Se você acha importante que as pessoas entendam com o que estão lidando, compartilhe esse texto e deixe mais pessoas informadas. Em caso de dúvidas, pergunte que nós respondemos!

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50 Comentários

Atenção: os comentários abaixo são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.

    • Olá Adriana,

      O tempo de tratamento depende muito do tipo de bactéria, do antibiótico e do quadro clínico do paciente. O tempo prolongado pode estar relacionado a dificuldades na identificação da bactéria ou ainda a resistência bacteriana. Nesses casos, geralmente, é utilizado mais de um tipo de antibiótico, na tentativa de identificar o melhor tratamento para eliminar a infecção, por isso o tempo de tratamento pode sim ser mais prolongado. Esperamos ter ajudado!

  1. agradecer pelos vossos comentarios isso fas nos crescer a cada veis mais, na verdade eu sinto as mesmas dores quase a 2 anos e ja fis muitos tratamentos que ate hoje nao resulta em nada.

  2. Estou mais confortável com esses esclarecimentos. Meu pai com 94 anos está com esse problema causado por pneumonia. Ele está internado ha dois dias respirando com aparelhos e tomando antibióticos. Espero que tratando a causa ele fique bom novamente.

  3. Obrigada pelo esclarecimento! tenho minha irmã internada a quase 4 meses. A principio teve uma parada renal aguda e depois foi constatado água no pulmão eu tinha muitas dúvidas quanto aos procedimentos, agora estou mais tranquila. Obrigada

    • A irmã está a 2 semanas
      Foi fazer cirurgia de vesícula. No seguinte já estava na UTI com pancreatite e de repente água nos pulmões. Agora está intubada…muito triste

  4. Muito bom o texto minha mãe está com os sintomas e foi esclarecedor. Hoje ela estará fazendo os exames ela tem 82 anos. Obrigada pelas informações.

  5. Meu sobrinha faleceu ontem com esse derrame sendo que os médicos não fizeram nada disso pra descobrir oq ele tinha só bateram raio x do tórax e viu q era esse derrame que ele tinha, sendo a urina dele estava muito escura, como café, e febre direto. Aí quando viram q era água no pulmão drenaram um lado do pulmão mas só um pouco e pos ele no oxigênio dias depois tirou o oxigênio e ele está bem, um dia depois ele tiveram q intubar ele, foi quando viram que o meu sobrinho está com sangue no pulmão e ele faleceu.😭😭
    Tão novo,tão cheio de vida só tinha apenas 11aninhos.
    Não sei posso está errado mas pra mim foi erro dos médicos.

    • Que Deus conforte a Família…Deus precisa de anjos e chamou seu sobrinho…ele olha por vocês agora…amém.

    • Aconteceu algo parecido com meu esposo,hoje em Di é muito difícil ter médicos aptos a certas doenças , meu esposo também veio a falecer fã 1 mês atrás 😥

    • minha mãe tem 92 anos e está internada faz 15 dias. Teve o derrame pleural, fez a drenagem e está se recuperando, apesar de ter uma febrinha quase todos os dias.
      Mas até agora está controlado, com muita atenção por parte dos médicos, devido a idade.

  6. Muito bom seu texto. Bem exclarecedor. Estou passando por esse problema no momento devido uma insuficiência cardíaca , mas demorou pros médicos descobrir que estou com derrame pleural , estava sendo tratada por crise asmática até uma médica bem atenciosa me ouvir e pedir um raio x do meu pulmão. E graças a Deus estou melhor mas foi aqui que descobrir o que realmente é um derrame pleural. Muito obrigado por essa informação que vc compartilha assim podemos ficar mais informados e atentos com nossa saúde. Beijos

  7. Sensacional.
    Estou internado há 5 dias tratando uma pneumonia que resultou em derrame pleural. Seu texto está perfeito, esclarecedor. Posso compartilhar no Facebook?

    • Olá, Leonardo!

      Muito obrigado pela leitura e pelo seu feedback! Sinta-se livre para compartilhar o link do nosso texto em qualquer rede social! Todos nós aqui da redação te desejamos melhoras e tudo de bom!

  8. Fiz a retirada da pleura, e serraram um pedaço de uma das minhas costelas, isto me causou um desconforto em minha coluna, além de minha respiração ficar mais pesada do lado da retirada da pleura, e no frio ou tempo muito úmido também sinto um desconforto respiratório. Então gostaria de saber o que posso fazer para melhorar minha qualidade de vida em relação a isso e se tem diferença do lado onde tive este problema, no caso é meu lado direito.

    • Olá Ric,

      É importante que você converse com seu médico, infelizmente não podemos fornecer conselho médico ou responder a questões médicas e farmacêuticas individuais, pois somos impossibilitados pela ANVISA de prestar tal atendimento. Somente um profissional de saúde está apto para indicar as melhores medidas de controle e convívio com a sua condição.

    • Olá William,

      Lamentamos a impossibilidade de fornecer conselho médico ou responder a questões médicas e farmacêuticas individuais, pois somos impossibilitados pela ANVISA de prestar tal atendimento. Mas nós esperamos que você encontre respostas dentro de nosso site, através de informações como bulas ou até mesmo conteúdos e artigos. Se você acha que pode ter uma emergência médica, ligue para o seu médico ou 190 imediatamente.

  9. Muito Bom! As informações estão bem claras. Acho que todas as informações queria ou pelo menos quase todas eu obtive.
    PARABÉNS!!!

    • Apesar do nome “água” no pulmão, o derrame pleural na verdade se refere ao acúmulo de líquidos no pulmão, dentre eles o sangue. Se você ou alguém que conhece foi diagnosticado com derrame pleural, mesmo que seja sangue, ainda é a mesma condição, e o médico saberá indicar o tratamento adequado ao caso.

  10. Eu estava com água no pulmão segunda-feira passada, fiz a drenagem e retiraram dois litros e duzentos ml de líquido do meu pulmão esquerdo. Vou voltar agora segunda-feira para a revisão, mas estou morrendo de medo de criar água novamente porque e horrível ficar sem ar

  11. Minha Mãe tem câncer de pulmão maligno e semana passada ela foi internada para, pois estava com esses sintomas e a voz dela mudou muito ficou fininha, sabe. Então ela foi Para o Cepon de Floripa, e foi internada e recebeu o procedimento com o Dreno para retirar a água do pulmão. Hoje faz exatamente 11 dias que ela esta internada, e hoje o medico cirurgião vai fazer outro procedimento com o Dreno. Minha Duvida é esse liquido quando retirado a possibilidade de tão rápido os pulmões ter água de novo? Ou esse procedimento é mais para ver se ficou algo ainda.

    • Olá Joanita,

      Quando o motivo do primeiro derrame não é erradicado, é só uma questão de tempo para que o pulmão se encha de água novamente. E quando digo questão de tempo, pode ser poucos dias! Por isso, existe a possibilidade de ela estar precisando de um dreno porque há líquido novamente. Tente estar no hospital no mesmo momento em que os médicos que cuidam dela estão, para poder conversar direito com eles.

      Melhoras para sua mãe!

    • Minha querida mãe faleceu pq voltou a água e nunca parava de sair mesmo com dreno, mas caso foi hepatite c. Cuide da sua mãe amiga, eu não pude

  12. Parabéns pelo site. Vcs são muito didáticos e esclarecedores.

    Gostaria de saber se um pequeno derrame pleural é justificativa suficiente para o pronto-socorro obrigar a internação de um paciente idoso de 83 anos em UTI, com nível de leucócitos dentro do normal a 3.500 e com PCR menor que 0,40; uma vez que a recomendação do médico intensivista do mesmo hospital tenha sido pela não internação do paciente idoso e sim buscar o tratamento clínico com especialista em pneumologia.

    Obrigado pela atenção.

    • Olá Francisco!

      Agradecemos seu comentário, mas lamentamos a impossibilidade de fornecer conselho médico ou responder a questões médicas e farmacêuticas individuais, pois somos impossibilitados pela ANVISA de prestar tal atendimento. Nós esperamos que você encontre respostas dentro de nosso site, através de informações como bulas ou até mesmo conteúdos e artigos. Se você acha que pode ter uma emergência médica, ligue para o seu médico ou 190 imediatamente.

  13. muito esclarecedor. mais tenho uma pergunta e espero que me ajudem. há mais de 10 anos fiz esta cirurgia de retirada da água da pleura e ultimamente sinto um grande desconforto na região ( pulmão direito ) na
    época os medicos responsáveis furarão duas vezes. um por engano. pois colocaram a chapa ao contrário. era um hospital universitário ( Barros Barreto – Belém/Pa). pergunto se a algum medicamento que possa aliviar as dores?

    • Olá, Sérgio!

      Lamentamos a impossibilidade de fornecer conselho médico ou responder a questões médicas e farmacêuticas individuais, pois somos impossibilitados pela ANVISA de prestar tal atendimento. Mas nós esperamos que você encontre respostas dentro de nosso site, através de informações como bulas ou até mesmo conteúdos e artigos. Se você acha que pode ter uma emergência médica, ligue para o seu médico ou 190 imediatamente.

  14. Gostei, mas não falou nada sobre a rigidez pulmonar que pode ocorrer após, antes ou durante o derrame pleural.

    • Olá Maria Rita, tudo bem?

      Gostaria de entender o quê você quer dizer com “rigidez pulmonar”, porque não ficou muito claro para nós.

      Durante o derrame pleural, pode haver falta de ar e dificuldade para respirar por conta da pressão que o líquido faz no pulmão, impedindo que ele se expanda. Dependendo do caso, pode-se formar uma camada fibrosa que prejudica a expansão do pulmão permanentemente, fenômeno conhecido como “pulmão preso”. Contudo, essas duas situações estão descritas no texto.

      Poderia explicar melhor essa rigidez para que possamos verificar a informação?

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