A depressão pós-parto é um processo complicado na sua vida materna. Uma série de mudanças ocorrem devido à chegada do bebê, e a condição faz com que a mulher não se sinta preparada em enfrentar a rotina.

Podem ocorrer mudanças bruscas de humor, crises de choro sem motivo e falta de motivação. Além disso, a depressão pós-parto pode atrapalhar a relação da mãe com o bebê, inclusive, colocando a integridade da criança em risco.

E, por se tratar de um situação em que a vida dos dois (mãe e filho) está em risco, é necessário que haja algum tipo de tratamento que seja eficaz para conter a doença.

Mas aí vem a boa notícia: a Agência Federal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (FDA) aprovou o primeiro medicamento contra depressão pós-parto.

Trata-se do Zulresso, um remédio à base de uma substância chamada allopregnanolone, capaz de intervir no cérebro.

Porém só estará disponível nos EUA, e ainda em um programa de saúde restrito do país, já que é preciso um lugar seguro, como consultório e clínicas especializadas, para que aconteça a aplicação do remédio.

Esse controle é necessário pois uma das precauções é que a paciente sejam monitorados durante todo o procedimento, pois se for usado de forma particular, pode haver o risco de sedação excessiva e perda súbita de consciência.

Novo remédio é promissor nas pesquisas

O Zulresso, para ser liberado, precisou passar por dois estudos clínicos para confirmar a sua eficácia.


O medicamento é aplicado de forma intravenosa, ou seja, por meio de uma injeção na veia, depositando o medicamento diretamente na corrente sanguínea.

Pelos estudo, o Zulresso mostrou ser superior a outros medicamentos, pois após 30 dias já foi possível ver uma melhora dos quadros.

Tratamento convencional de depressão pós parto

Até então, quando uma mulher era diagnosticada com essa doença, o tratamento usado geralmente era o mesmo para os outros casos de depressão, com antidepressivos comuns.

E em alguns casos, a mãe também era orientada a fazer o uso desses medicamentos junto com as psicoterapias, que são terapias psicológicas usadas para tratar problemas ligados ao emocional.

O novo medicamento pode trazer resultados mais rápidos, sobretudo se for aliado ao acompanhamento psicológico.

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No Brasil, cerca de 1 em cada 4 mulheres sofre com essa condição. Além dos medicamentos e aconselhamento clínico, medidas simples como o apoio da família, parceiro(a) e amigos é fundamental para as mães.

Fonte: Health Day


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