Medicamentos isentos de prescrição: todo o cuidado é pouco

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Ao primeiro sinal de algum desconforto, como dores de cabeça, azia e congestão nasal os medicamentos isentos de prescrição costumam ser procurados. Sem ser necessária a apresentação de receita, muitos deles são facilmente adquiridos em farmácias e drogarias, porém assim como os demais, também podem oferecer riscos.

Para que não haja consumo exagerado, é obrigatório que os fármacos não estejam à disposição nos balcões. Pedir informação ao farmacêutico é importante para evitar o consumo sem necessidade.

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Os Medicamentos Isentos de Prescrição chegam a ser 30% do total de fármacos comercializados no Brasil. Os MIP’s mais consumidos são os antiácidos, anti-histamínicos, hepatoprotetores e também os analgésicos. Antes de ingeri-los é importante entender a sua real função para a saúde:

Analgésicos

Usados para combater dores em geral, eles também podem atuar como antitérmicos. Pacientes que possuem hipertensão ou problemas cardíacos precisam ter cautela. Pessoas com insuficiência hepática ou renal não devem utilizar  por muito tempo a medicação. Além de poder causar problemas renais e lesões na pele, os analgésicos podem mascarar doenças mais sérias.

Antiácidos

Utilizados para tratar casos de azia, acidez, queimação e desconforto estomacal eles são contraindicados para pacientes que possuem insuficiência renal. O medicamento não deve ser usado por pessoas com hipersensibilidade a qualquer componente dos antiácidos.

Anti-histamínicos

São usados para atuar contra os sintomas de alergia. O lado negativo dos anti-histamínicos são as reações que podem ser causadas: tontura, sonolência e em crianças é possível que até ocorram convulsões. Os anti-histamínicos combatem a coriza, nariz trancado, eczemas, picadas de insetos e também urticárias.

Hepatoprotetores

Utilizados para combater as náuseas, vômitos, enxaquecas e problemas digestivos. São contraindicados durante a gestação, lactação e em casos de hipersensibilidade aos componentes da substância.

Orientação

O consumidor nem sempre sabe exatamente o medicamento que precisa. Conversar com o farmacêutico e relatar os sintomas é o necessário para que ele indique o mais correto. Contudo, em problemas mais graves é importante realizar a visita ao médico para obter o diagnóstico correto do problema.

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