Quem tem um vida fisicamente ativa, sobretudo os corredores, está mais sujeito às lesões. Apesar de ser fundamental para a saúde, a atividade física pode facilitar quedas e processos inflamatórios.

Entre eles está a fascite plantar. O nome pode até não ser muito conhecido, mas o sintoma é: dor na sola do pé.

Ela pode ser localizada próxima ao calcanhar e estender-se por toda a sola. Às vezes, a dor é bastante intensa, fazendo com que a pessoa precise afastar-se dos esportes ou exercícios, podendo até mesmo prejudicar a rotina, como andar pequenas distâncias.

Índice — neste artigo você irá encontrar as seguintes informações:

  1. O que é Fascite plantar?
  2. Fascite plantar e o esporão de calcâneo
  3. Causas
  4. Grupos de risco
  5. Sintomas da fascite plantar: como identificar?
  6. Como é feito o diagnóstico da Fascite plantar?
  7. Fascite plantar tem cura?
  8. Qual o tratamento?
  9. Remédios: qual anti-inflamatório para fascite plantar?
  10. Tratamento caseiro: como tratar naturalmente fascite plantar?
  11. Complicações
  12. Como prevenir a Fascite plantar?
  13. Perguntas frequentes

 O que é fascite plantar?

A fascite plantar é uma inflamação na fáscia plantar, tecido que se estende na sola do pé ligando o calcanhar aos dedos. Trata-se de uma condição comum e dolorosa desencadeada pelo estresse e esforço excessivo na região.

A doença geralmente causa dor na sola do pé, desconforto ao caminhar ou correr e sensação de sensibilidade. A fascite plantar é uma das patologias mais comuns que atingem o pé e apresenta um empecilho ao paciente para realização de qualquer atividade que envolva movimentação.

O tratamento de fascite plantar é necessário para atingir a cura e não desencadear outras doenças semelhantes, como esporão de calcâneo.

Fascite plantar e o esporão de calcâneo

Por se apresentarem em regiões semelhantes, ambas doenças são frequentemente confundidas. No entanto, não são a mesma coisa.


Enquanto a fascite plantar é a inflamação na sola do pé, o esporão de calcâneo é uma protuberância óssea que cresce na base do osso do calcâneo, perto do local onde a fáscia plantar se prende.

Os dois possuem causas similares, através de múltiplos traumas ou sobrecarga na região dos pés, porém se diferem no diagnóstico.

Os testes realizados para fascite plantar englobam análise do histórico do paciente e procedimentos que provocam dor no local atingido pela inflamação.

Já o esporão de calcâneo somente deve ser diagnosticado através de exames de imagem, pois sua presença pode ou não manifestar sintomas.

O esporão e a fascite plantar podem ocorrer separadamente ou em conjunto. A fáscia, após longos períodos de inflamação, pode causar o esporão. Já o contrário, somente 5% dos pacientes com esporão de calcâneo passam a apresentar quadros de dor e inflamação na sola do pé.

Causas

A fáscia é um tecido fibroso que reveste os músculos de diversas partes do corpo e, no caso da fáscia plantar, tem como função principal amortecer o impacto enquanto os pés realizam movimentos sobre uma superfície. Quando há esforço, pressão e ações repetitivas em excesso, ocorre o estresse do tecido e, consequentemente, a inflamação denominada fascite plantar.

Normalmente, a doença ocorre só em um pé, mas pode ser bilateral. As causas da fascite plantar podem estar relacionadas com as seguintes situações:

Salto alto

Uso contínuo do salto alto costuma levar a diminuição da mobilidade do tendão de Aquiles. Ao encurtar esse músculo, que liga a panturrilha à região do tornozelo, favorece a fascite plantar.

Esportes

Esforço dos pés em treinos pesados e corridas de longa distância, principalmente em superfícies duras, como asfalto, pressionam as solas dos pés. Corredores são atingidos com frequência pela inflamação, por conta de não utilizarem calçados adequados para se exercitar ou pelo uso prolongado do mesmo tênis.

Alterações genéticas

Encurtamento da musculatura posterior da perna ou tensões em outras partes do corpo, como um desnivelamento de quadril, podem inflamar a fáscia plantar e gerar a doença.

Alterações genéticas nos pés, ou até mesmo possuir um padrão anormal de andar, pode afetar como o peso é distribuído pelo corpo quando se está em pé. Duas formas conhecidas de modificações no formato dos pés são:

  • Pé muito cavo: mais rígido e menos eficiente na absorção de impactos, o que ocasiona o encurtamento da fáscia;
  • Pé plano: comumente conhecido como pé chato. Também apresenta dificuldade em absorver impactos, gerando um contínuo estiramento da fáscia plantar.

Outros fatores que podem desencadear a doença:

  • Alguns antibióticos enfraquecem os tendões e podem causar a ruptura do tendão de Aquiles, como a ciprofloxacina (Cipro) ou Levofloxacina (Levaquin);
  • Estar com sobrepeso submete os pés a uma pressão maior;
  • Uso de calçados inadequados que não fornecem o suporte adequado para o arco do pé, como, por exemplo, calçados de sola plana;
  • Ser portador de certas doenças, como artrite reumatóide ou lúpus;
  • Condições traumáticas como entorses de tornozelos.

Grupos de risco

A fascite plantar é uma inflamação comum em homens e mulheres de meia-idade, entre os 40 e 60 anos, principalmente quando estão com sobrepeso. Outros grupos que correm o risco de contrair a doença:

  • Indivíduos que utilizam salto alto com frequência;
  • Obesos, em especial a população feminina;
  • Pacientes com alterações genéticas, como encurtamento da perna e pé plano ou cavo;
  • Atletas, principalmente corredores, saltadores, dançarinos e caminhantes;
  • Pessoas que necessitam permanecer muitas horas em pé durante o dia.

Sintomas da fascite plantar

Os sintomas de fascite plantar são os resultados do espessamento da fáscia, a presença de fibrose (aumento das fibras em um tecido) e calcificação do tecido. Por isso, as queixas mais comuns são:

Dor na sola do pé perto do calcanhar

É bastante comum que a pessoa consiga identificar a dor como originando-se no calcanhar. Muitas vezes, ela pode irradiar em direção aos dados, afetando toda a sola dos pés.

Também é possível haver quadros de dor ao permanecer muito tempo em pé, subir escadas, utilizar saltos altos ou praticar atividades físicas, principalmente caminhadas e corridas. 

Na maioria dos casos, a dor e sensibilidade nos pés permanecem durante o dia inteiro e aliviam após um período curto de repouso. Em situações mais graves, a dor se difunde até os dedos e tornozelo.

Dor e queimação após repouso

Geralmente, a dor na sola dos pés é mais intensa de manhã, depois de acordar, ou após um período em repouso. Normalmente, essa dor tende a ser mais intensa nos 10 primeiros minutos, após iniciar a movimentação, podendo reduzir e retornar novamente mais tarde.

Sensibilidade na sola do pé

Muitas pessoas podem perceber a sola dos pés sensível ao toque, com a piora da dor ou queimação quando há mais pressão na região.

Inchaço e vermelhidão

Devido à inflamação, pode ocorrer inchaço na região do tornozelo, vermelhidão e rigidez, dificultando a movimentação do calcanhar.

Como é feito o diagnóstico da fascite plantar?

O diagnóstico pode ser feito pelo ortopedista ou fisioterapeuta. Os exames são realizados a partir da análise dos sintomas do paciente e testes específicos que provocam dor no local atingido pela inflamação.

Exame físico

O profissional de saúde deve se concentrar em descobrir a causa da fascite plantar, assim iniciar com o paciente o tratamento adequado para regredir a inflamação e prevenir seu retorno.

É realizado uma investigação do histórico do paciente, avaliando as condições que fica exposto no ambiente de trabalho e ao realizar esportes.

Também é necessário analisar o formato do arco do pé do indivíduo e se os sapatos que costumam utilizar estão adequados para as atividades que realizam.

Para excluir a possibilidade da dor ser causada por um distúrbio neurológico, o paciente deve andar na ponta dos pés e calcanhar para que os sintomas sejam avaliados. A localização exata da fascite plantar só pode ser determinada após a região ser apalpada e comprimida.

A partir desses pequenos testes, o médico também procura por sinais de rigidez para garantir que os sintomas não são causados por uma limitação articular.

Outros exames

Exames de imagem, como radiografia, não são capazes de identificar a fascite plantar, mas o médico especialista pode requisitar a realização de algum para descartar a presença das seguintes doenças:

  • Esporão ósseo;
  • Fraturas por estresse;
  • Artrite;
  • Síndrome do túnel tarsal (compressão do nervo tibial);
  • Síndrome de reiter (doença reumatológica);
  • Entorse do tornozelo.

Fascite plantar tem cura?

Fascite plantar tem cura, mas o tratamento é lento, durando cerca de 1 ano à 18 meses, e depende do paciente realizá-lo corretamente para não esforçar mais a fáscia. Os métodos variam de procedimentos caseiros, utilização de remédios analgésicos ou anti-inflamatórios e fisioterapia.

Qual o tratamento?

O objetivo do tratamento da fascite plantar é desinflamar a região na intenção de melhorar a circulação sanguínea e, se houver nódulos, desfazê-los dos tendões. 

Fisioterapia 

  • Ondas de choque: nesse procedimento as ondas são direcionadas para área da dor do calcanhar na intenção de estimular a cicatrização. Geralmente é utilizado por fascite crônica que não responde a tratamentos mais conservadores;
  • Procedimento Tenex: procedimento pouco invasivo que remove o tecido danificado da fascite plantar sem precisar de cirurgia. Sob o guia do ultrassom, o médico insere uma agulha especial através da pele e atinge a parte inflamada do tendão. A agulha vibra rapidamente e logo tecido pode ser aspirado e removido;
  • Reflexologia: terapia que consiste na aplicação de pressão em determinados pontos reflexivos do pé, em busca de desequilíbrios de energia. O fisioterapeuta realiza uma massagem para estimular a área sensível, trazendo o benefício de reduzir a tensão, equilibrar a energia do corpo, melhorar a irrigação sanguínea e combater o estresse.

Alongamentos

Realizar alongamentos não cura a fascite plantar, porém auxilia no alívio dos sintomas temporariamente. O paciente não deve efetuar nenhum dos procedimentos a seguir sem antes se consultar com um médico especialista.

  • Para fortalecer a musculatura, puxar uma toalha com os dedos do pé fazendo 10 a 15 repetições, 3 a 4 vezes por dia;
  • Alongamento da planta do pé e da panturrilha, esticando a perna em uma superfície levemente inclinada durante 1 minuto. Realizar 3 séries de 15 repetições;
  • Puxar a ponta do pé com a mão e pressioná-lo contra a parede, por 30 segundos. 
  • Flexão dos dedos com rolamento do pé sob uma bola de tênis. O movimento ajuda a diminuir a tensão na fáscia plantar, consequentemente a dor. Realizar 10 a 15 minutos duas vezes ao dia; 
  • Inclinar-se contra uma parede com um joelho reto, o outro dobrado e o calcanhar no chão. O pé e o calcanhar se alongam de acordo que o corpo é inclinado. O paciente deve manter a posição por 10 segundos antes de relaxar, repetindo outras 20 vezes;
  • Inclinar-se e apoiar-se em uma bancada, separando os pés um de frente pro outro. Flexionar os joelhos e se abaixar, mantendo os calcanhares fixos no chão. A cada descida de 10 segundos os calcanhares e a sola do pé vão se esticar. Repita 20 vezes. 

Órteses

Para imobilizar e auxiliar no alongamento da fáscia é indicado utilizar tornozeleiras no período diurno e talas no período noturno.

No entanto, imobilização raramente é a melhor saída. Reeducação da atividade física, uso de palmilhas e exercícios específicos são indicados como soluções mais eficazes. 

Acupuntura 

A aplicação da acupuntura atinge a dor e a inflamação, e, quando associada à outras formas de reabilitação, auxilia na redução da sobrecarga nos pés (combinado com o uso de palmilhas) e na restauração de força e flexibilidade (combinado com a prática de exercícios).

Injeção

Em poucos casos, pode ser realizado a infiltração com corticosteroide, método evitado devido a possibilidade de problemas futuros, como a ruptura da fáscia. A aplicação da injeção pode fornecer alívios temporários para dor.

Alguns estudos também têm demonstrado benefícios com injeção de botox. A toxina botulínica é injetada na fáscia plantar para provocar a paralisia do nervo, o que gera reduções temporárias na dor, resposta semelhante do uso de corticoides.

Não há garantia do efeito durar a longo prazo, pois as aplicações não oferecem a cura da lesão. 

Cirurgia

Normalmente, o tratamento recomendado para fáscia plantar é exclusivamente conservador, no entanto, a fasciotomia plantar parcial é indicada após a falha de qualquer outro método durante 12 meses de tentativa ou após a ruptura da fáscia.

A fasciotomia plantar tem como objetivo aliviar a pressão da região da fáscia, mas não garante que ocorrerá melhora dos sintomas.

O procedimento libera parcialmente a fáscia plantar, mas há o risco de acontecer a liberação total e desencadear problemas, como pé chato adulto adquirido. 

Remédios: qual anti-inflamatório para fascite plantar?

Para alívio da dor, os profissionais de saúde costumam prescrever anti-inflamatórios que devem ser tomados aliados a outras terapias.

Os medicamentos geralmente indicados para o tratamento de fascite plantar são Dipropionato de Betametasona + Fosfato Dissódico de Betametasona, como Duoflan, Betatrinta e Permese.

Atenção!

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas neste site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

Tratamento caseiro: como tratar fascite plantar naturalmente?

Os tratamentos naturais ou caseiros não substituem a recomendação médica, mas podem ser aliados na recuperação do quadro. Assim, algumas medidas podem ser feitas em casa na intenção de reduzir a dor e a inflamação, como:

  • Compressa de gelo: duas vezes ao dia, aplicar uma compressa de gelo durante 15 minutos na sola dos pés. Em situações que a doença se encontra em seu estágio avançado é recomendado aplicar até 5 ou 6 vezes ao dia;
  • Repouso: evitar realizar atividades que agravam a dor;
  • Massagens nos pés: para quadros intensos de dor, como os que os portadores enfrentam pela manhã, é aconselhável realizar massagens na sola dos pés utilizando um cilindro;
  • Calçados e palmilhas: evitar calçados desconfortáveis, duros e inadequados para o tamanhos dos seus pés. Utilizar também palmilhas ortopédicas indicadas pelo ortopedista ou fisioterapeuta, de preferência feitas sob medida.

Complicações

Se a fascite plantar não for tratada corretamente e o tecido continuar a sofrer esforços excessivos, a fáscia pode entrar em processo de degeneração tornando a dor crônica.

Isso pode favorecer o aparecimento do esporão de calcâneo, uma protuberância óssea que cresce na sola do pé.

Caso o paciente modifique sua forma de andar para minimizar a dor, pode resultar em problemas nos pés, joelhos, quadril ou costas.

Como prevenir a fascite plantar?

A fascite plantar é uma doença fácil de se prevenir, basta dar atenção às necessidades dos pés e evitar aplicar esforço excessivo nas solas. As recomendações que podem ser seguidas para prevenir a inflamação são:

  • Corrigir alterações nos pés, como pé chato, cavo ou hiperpronação;
  • Realizar alongamentos antes e depois de exercícios físicos, para fortalecimento das estruturas do pé e tornozelo. A prática de atividades físicas deve ser moderada, com acompanhamento profissional, alternando entre exercícios que exijam maior esforço dos pés com atividades que os relaxem;
  • Caso o paciente esteja acima do peso, o ideal é a realização de reeducação alimentar para redução de alguns quilos;
  • Evitar caminhar descalço ou com calçados sem proteção e amortecimento adequado para a sola dos pés;
  • Não permanecer de pé parado durante muito tempo, principalmente em cima de calçados de salto alto;
  • Atividades como correr e pular não devem ser realizadas em pisos rígidos, pois desfavorece o amortecimento do impacto.

Perguntas frequentes

O que significa dor na sola do pé?

A dor na sola do pé pode ser indício de fascite plantar, que é a inflamação da região. Ela pode decorrer de um mal jeito ao praticar algum esporte ou fazer uma atividade comum, como subir escadas.

Qual a CID da fascite plantar?

Na Classificação Internacional de Doenças, a fascite plantar está listada sob o código M72.2   Fibromatose da fáscia plantar.

Qual o melhor remédio para fascite plantar?

É preciso, primeiro, que haja uma avaliação médica. Somente assim, anti-inflamatórios podem ser receitados. Porém, vale lembrar que o tratamento vai além do medicamentoso, devendo ser aliado à fisioterapia, repouso e órteses, em alguns casos.


A fascite plantar é uma inflamação comum que causa dificuldade para realização de qualquer atividade que envolva os pés. Apesar do tratamento ser simples, caso negligenciado, pode acarretar diversas complicações, além do esporão de calcâneo.

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Fontes consultadas


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29 comentários

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  1. Eu tenho fascite e fiz fisioterapia, usei betatrinta, usei garrafinha com gelo, deixei de praticar exercícios que forcem os pés e ainda tenho dor. Fico desesperada pensando em quando essa dorzinha incomoda vai passar. Achei o artigo bem completo e bem explicado.

  2. Excelente matéria, muito bem explorado o assunto é muito esclarecedor, +++

  3. Boa tarde ;
    Quero agradecer o belo esclarecimento sobre esse problema que afeta várias pessoas , inclusive eu !
    Estão de parabéns pela palavras usadas simples e de fácil entendimento a todos .

    Show !!!

  4. Excelente matéria, bem didática! Sou inventor do “aparelho proprioceptivo rollover”, utilizado com sucesso, também nos tratamentos de esporão de calcâneo e facite plantar. Vejam no You Tube: Equipamento criado por ator é usado pór fisioterapeutas para corrigir postura.

    1. Olá joão tudo bem?

      Eu e mais duas pessoas da família estamos tentando nos livrar da facite plantar.
      Qual o custo para a aquisição do cilindro auxiliar no tratamento da facete plantar?

  5. Bom dia. Minha fastite plantar até então desconhecida apareceu logo depois que contraí chikungunha. Até então não tinha nada disso. Agora é correr atrás pra tratar mais essa “injuança”. Trabalho maior parte do tempo sentado e pra aliviar estou alongando. Muito obrigado pela explicação. Esclareceu bastante. Muito obrigado.

  6. A parte que eu mais gostei foi a dos alongamentos, vou tentar fazer todos os que eu entendi. Acho que poderia ter fotos explicando os movimentos.

    1. No youtube tem uns vídeos muito bons, com exercícios e terapia com óleos, massagens, gelo… por profissionais fisioterapeutas! Aliviam realmente!!

  7. Eu morro de dores nos pés!!! No meu caso, as senti depois que tive Zika e logo em seguida médicos disseram que tive a Chikungunya. Nunca tive dores nos pés! Depois dessas doenças, nunca mais parei de sentir dores. Começaram no pé esquerdo, agora estou sentindo no direito. Vivo tomando ibuprofeno e qualquer um para aliviar as dores. Estou um pouco acima do peso, realmente, e ando muito. Além disso, trabalho em pé na maioria das vezes. Sem falar na idade!!! Bem esclarecedor. Obrigada a todos!!

  8. Muito boa as informações, parabéns ao resposáveis do site!

  9. Descobri hoje que estou com fascite plantar, quando fui recorre r ao acupunturista e disse-lhe que sentia dor como se tivesse uma ferida embaixo dos pes. Ja fui a varios medicos e nenhum me diagnosticou com essa doença.Esse acumputurista foi logo no lugar certo da dor e fez uma massagem na sola do pé e começou a aliviar a dor.
    Porque que os outros profissionais recorreram logo a anti-bioticos e a raio X?
    Gostei das explicações. Parabéns ao site tão util.

  10. Bastante esclarecedora a matéria sobre fascite plantar! Parabéns! Adquiri a fascite plantar após um treino de corrida, infelizmente ainda não consegui me livrar dos desconfortos dessa inflamação.

  11. Acho que meu caso se manifesta diferente, sinto como se tivesse caminhando sobre almofadinhas, não tenho dor, brinco dizendo que a sola dos meus pés não estão adormecidas mas sonolentas…Alguem já teve ou tem sintoma igual ?

    1. Se não tiver sensibilidade nas solas dos pés veja se não pode ser hanseníase. Às vezes vc sente como se estivessem dormentes, mas na vdd tá sem sensibilidade.

  12. Eu tenho fratura no calcanhar do pé direito, resultado de uma queda em escada quando estava gravida de sete meses. Graças a Deus meu filho não teve nada. Fiquei com sequelas por não pisar direito por causa da dor e hoje depois de 32 anos, estou com esporão, facite plantar e tendinite no pé esquerdo na altura do tendão de aquiles. Tive dengue, zika e logo em seguida chicungunya não sei como consigo fazer tantas coisas ao mesmo tempo com tanta dor. no ano passado fiz um exame de sangue e deu que ela ainda está no meu organismo 90% e já vão 5anos com ela.

  13. Sofro há alguns anos, desde que exercia a função de carteiro nos correios, mas o problema se agravou e cada vez mais violentas, as dores comprometem joelhos e quadris, mal posso dar conta de simples tarefas domésticas aos meus 42 anos…

  14. Excelente matéria…conteudo simples e objetivo… Mantenham essa qualidade!

  15. Sofro dessa doença a mais ou menos 1 ano. Já estou tratando com ondas elétricas e ultrassom, e estou melhorando graças a Deus. Pretendo voltar aos meus treinos de corrida logo logo. Minha fascite foi diagnosticada através de exame de imagem ultrassom.

  16. Descobri que tenho facite plantar há mais ou menos 1 mes, mas já sinto esse ardencia na sola dos pés há mais ou menos 1 ano.Gostei da matéria publicada, meu médico me indicou um Gel,para ser usado 3 vezes ao dia.alivia mas não acaba o incômodo.

  17. Sinto uma dor terrível, da vontade de tirar o pé fora, nem remédio, nem alongamento, nada melhora a dor, o que eu faço, trabalho no combate a dengue , ando muito

    1. Olá, Fabiane!

      É importante que você faça uma avaliação médica para identificar qual a melhor opção de tratamento no seu caso. Algumas medidas que podem ajudar a aliviar a dor incluem o uso de palmilhas, ficar em repouso quando possível e usar calçados adequados (evite aqueles sem elevação). Terapias alternativas como a acupuntura também podem ajudar.

  18. Já tentei de tudo o que foi indicado aqui, menos cirurgia. Fiz mais de 80 seções de fisioterapia, fiz também acupuntura duas a três vezes por mês durante três anos, fiz nove seções de ondas de choque durante nove semanas, e não obtive nenhum resultado.

  19. Eu também já tentei de tudo e nada de melhorar, dois anos sofrendo com isso , o pior que até dormindo sinto dor …….

  20. Olá.
    Tenho faceite plantar há 8 anos.
    As dores são intensa. Procurei por diversas vezes ajuda médica, e a recomendação médica é'
    Tomar anti inflamatório .
    Já não sei que grau o problema da faceite plantar está. Não tenho um atendimento adequado para ser um procedimento de forma correta.
    Agradeço pela postagem.
    Está postagem é esclarecedora a respeito desse assunto.

  21. Estou com essas dores a mais de seis meses. Já fiz fisio, tomei corticoides e não passa. Pelo que li nos comentarios isso não vai passar tão cedo.

  22. Andei de salto alto desde os 13 anos. Hj tenho 74. Tenho dores nos pés dia e noite. Meu ortopedista me receitou andar na grama descalso. Experimentem. Onde vamos andar na grama?

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