Laxante emagrece? Entenda qual o efeito e os riscos do remédio

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Revisado por: Dra. Francielle Tatiana Mathias (CRF/PR 24612) – Farmacologista

Essa dúvida nunca esteve tão em alta e por motivos tão preocupantes. Pelo polêmico uso feito por celebridades ou pela busca incessante por um corpo “perfeito”, muitas pessoas se questionam sobre a hipótese de usar laxante para emagrecer. Mas, o laxante no organismo não provoca perda de peso, e sim um desinchaço.

O medicamento deve ser usado somente quando necessário e após prescrição médica, pois são vários os riscos causados quando utilizado em excesso e para essa finalidade.

Pensando nisso e na importância de esclarecer os riscos do uso de laxante para o emagrecimento, discutimos no texto a seguir como funciona o laxante no organismo, quando ele deve ser usado e as complicações que pode trazer.

Índice — neste artigo você encontrará as seguintes informações:

  1. Para que serve o laxante?
  2. Qual o efeito do laxante no organismo?
  3. Como tomar?
  4. Afinal, tomar laxante emagrece?
  5. Riscos no uso do laxante
  6. Laxante e bulimia: qual a relação?
  7. Laxantes naturais
  8. Como perder peso com saúde?

Para que serve o laxante?

O laxante é um tipo de medicamento usado para ajudar no funcionamento do intestino, aliviando condições como prisão de ventre. Ele também pode ser utilizado durante o preparatório de procedimentos cirúrgicos.

Por isso, só é recomendado para pessoas que sofrem com constipação ou que precisam passar por algum procedimento cirúrgico que exige essa “limpeza” intestinal, como no caso de exames como a colonoscopia, feita para examinar o cólon e o reto.

Com exceção dessas condições, o uso de laxante não deve ser feito. Além disso, quando usado, deve ser por prescrição médica. Há sérios riscos na automedicação e isso se aplica ao uso do laxante.

Qual o efeito do laxante no organismo?

A ação desse medicamento é a de provocar contrações intestinais, que ajudam a estimular a eliminação das fezes. Esse estímulo é diferente dependendo do laxante usado.

Os principais tipos de laxantes são divididos da seguinte forma:

  • Estimulantes ou irritativos: provocam maior contração da musculatura intestinal, acelerando a evacuação;
  • Osmóticos: são os laxantes que absorvem a água para o interior do cólon (processo chamado de osmose) e favorecem os movimentos intestinais;
  • Formadores de bolo fecal (ou de volume): também absorvem água, mas para formar bolos fecais mais volumosos, o que ajuda na eliminação e estímulo da contração muscular intestinal;
  • Lubrificantes: promovem um amolecimento do bolo fecal e por isso tornam as fezes mais fáceis de serem evacuadas.

A farmacêutica e doutora em farmacologia Francielle Tatiana Mathias também respondeu algumas das dúvidas mais comuns sobre o efeito do laxante no organismo:

Quanto tempo dura o efeito de um laxante?

De maneira geral, esses medicamentos são tomados uma vez ao dia e a ação laxativa ocorre de 6 a 12 horas após a ingestão do medicamento”, orienta. Pode ser diferente para cada pessoa, pois fatores como peso, tipo de laxante e alimentos ingeridos pelo paciente interferem nesse tempo.

O uso prolongado de laxantes pode prejudicar a absorção de outros medicamentos?

Se forem utilizados em excesso (acima da dose recomendada) e ocorrer diarreia intensa, podem sim prejudicar a absorção de outros medicamentos. No caso do anticoncepcional, por exemplo, se a diarreia ocorrer de 3 a 4 horas após tomar o contraceptivo, é como se o medicamento não tivesse sido tomado”, explica.

Como tomar?

Os laxantes podem ser tomados em forma de comprimidos, xaropes ou geleias (fitoterápicos). Além disso, podem ser utilizados por via retal. De acordo com cada tipo, a orientação de uso é diferente, algo que deve ser avaliado e feito pelo médico responsável por acompanhar o paciente.

Entre as opções de laxantes em comprimidos, há os medicamentos feitos a base do princípio ativo bisacodil, que possuem efeito mais imediato. Nesses casos, a recomendação é que esses laxantes sejam tomados, de preferência, durante o período da noite. Por demorar de 6h a 12h para começar o efeito, ao tomar antes de dormir, é possível se programar para ir ao banheiro pela manhã.

Outro cuidado que deve ser feito é em relação aos alimentos consumidos junto a esse tipo de laxante. Os produtos que reduzem a acidez estomacal, por exemplo, devem ser evitados.

Leite, antiácidos (hidróxido de alumínio e magnésio) e inibidores da bomba de prótons (Omeprazol, por exemplo) favorecem a perda rápida do revestimento entérico, isto é, o revestimento que impede a dissolução do medicamento para que ele chegue intacto até o intestino e que impede a liberação do princípio ativo no local errado, digamos assim.

Pode tomar laxante todos os dias?

Não. Segundo a farmacêutica e doutora em farmacologia Francielle Tatiana Mathias, o laxante é um medicamento utilizado em casos específicos como uma prisão de ventre pontual ou antes da realização de alguns exames para esvaziamento do intestino. “O uso contínuo pode causar intestino preguiçoso, desidratação e perda (depleção) de íons importantes como o potássio”, completa.

Afinal, tomar laxante emagrece?

Não. Apesar de provocar uma sensação de emagrecimento, não é essa a ação do medicamento no organismo. Ele ajuda o intestino a funcionar melhor e dessa forma provoca desinchaço e, em excesso, desidratação. Ou seja, a sensação de perda de peso é apenas a perda de água do organismo. Após a pessoa se hidratar e repor os líquidos perdidos, esse peso volta.

Por isso é falso dizer que o laxante emagrece, pois o medicamento não possui nenhuma interferência em relação a absorção de calorias (um processo que acontece no sistema digestivo), já que sua ação ocorre no intestino.

Isso significa que o laxante proporciona apenas uma espécie de estímulo artificial do intestino grosso, para que o paciente consiga esvaziá-lo. No entanto, esse estímulo deve acontecer somente após o organismo ter sido capaz de absorver todos os nutrientes e calorias dos alimentos ingeridos.

Quando o organismo não apresenta problemas como a prisão de ventre, geralmente o inchaço abdominal não ocorre. Por isso que a sensação de quem toma o laxante pode ser de perda de peso, mas é apenas uma ilusão.

Além disso, o laxante quando tomado de forma inadequada pode provocar desidratação. Esses fatores contribuem para essa falsa sensação de emagrecimento.

Portanto, tomar esse medicamento com essa intenção pode causar sérios riscos à saúde. Quem deseja perder peso deve procurar um nutricionista e um educador físico, para reduzir as medidas de forma saudável.

Leia mais: Alimentação Saudável: o que é, benefícios, como ter, cardápio, dicas

Com a prática de exercícios físicos e uma dieta balanceada, além do emagrecimento, há muitos outros benefícios.

Riscos no uso do laxante

O uso prolongado de laxante pode causar uma série de riscos à saúde, principalmente quando usado de forma contínua e em excesso. Alguns dos problemas causados incluem  diarreia, cólicas intensas, hemorroidas e assadura, devido ao desgaste causado pela ação do medicamento. Outros riscos no uso indiscriminado incluem:

Efeito rebote ou dependência

Ao contrário do que se acredita, o uso excessivo de laxantes pode deixar o intestino ainda mais preguiçoso, piorando a constipação. Com o uso contínuo, o organismo acaba se acostumando a receber o laxante para que a evacuação ocorra.

De certa forma, o organismo se torna viciado na ação do medicamento e não funciona sem ele. Assim, essa dependência acaba sendo não só psicológica, mas também física.

Desequilíbrio dos eletrólitos

Os eletrólitos são minerais de carga positiva e negativa que atuam na regulação de diversos processos no organismo. Perdemos, naturalmente, esses minerais através dos fluidos corporais, como suor, urina e em casos de diarreia e vômito.

Para que os níveis de eletrólitos estejam sempre em equilíbrio, os rins e alguns hormônios específicos trabalham para isso.

No entanto, o laxante pode causar esse desequilíbrio por provocar, quando usado de forma inadequada, uma desidratação mais severa do organismo, o que acaba provocando uma eliminação em excesso desses eletrólitos.

As complicações desse desequilíbrio podem ser leves e provocarem sintomas passageiros como sensação de cansaço, tonturas e dores musculares. No entanto, também podem causar danos mais graves e prolongados à saúde, como confusão mental, convulsões, alterações na pressão arterial e alterações no batimento cardíaco.

Problemas renais e cardíacos

Como visto, o desequilíbrio causado nos níveis de eletrólitos pelo uso inadequado de laxante pode provocar uma série de complicações, comprometendo o funcionamento de órgãos vitais como rins e coração.

A perda de potássio, condição chamada de hipocalemia, por exemplo, pode provocar alterações graves no ritmo cardíaco.

Desidratação

A ação do laxante pode causar desidratação no paciente, pois tende a provocar perda de sais minerais, líquidos e a redução de potássio no sangue, quando usado por longo período. O paciente nessa condição pode apresentar baixa produção de urina e sede em excesso.

Provoca irritação da mucosa intestinal

Alguns estudos mostram que o uso de laxantes de forma contínua pode ser a causa da maior prevalência de casos de pacientes que sofrem com inflamação e irritação da mucosa gástrica, devido ao fato desses medicamentos causarem uma evacuação em um tempo mais curto.

Além disso, o uso contínuo e sem prescrição médica do laxante pode interferir na absorção de micronutrientes essenciais para a saúde, justamente pela irritação provocada na mucosa do intestino, que afeta células importantes nesse processo de absorção.

Desequilíbrio da microbiota

Nosso intestino possui uma quantidade grande de bactérias, boas e ruins, que ajudam o organismo a se manter em ordem.

No entanto, o uso excessivo de laxantes pode acabar provocando uma perda das bactérias boas, que ajudam o organismo a reter os minerais essenciais para a saúde, como o magnésio, cálcio, potássio e sódio. Essa condição recebe o nome de desequilíbrio da microbiota.

Possível aumento do risco de câncer colorretal

Um estudo publicado pelo jornal Annals of Epidemiology avaliou uma possível relação entre o uso de laxantes não produzidos a base de fibras e uma maior incidência de casos de câncer colorretal (CCR).

A pesquisa concluiu que o risco de casos de CCR em pessoas que fazem o uso do medicamento é maior quando comparados aos pacientes que não utilizam esse tipo de laxante.

Entre os laxantes a base de fibras, a pesquisa não obteve resultados significativos para afirmar uma relação de risco.

Laxante e bulimia: qual a relação?

A bulimia nervosa é um um tipo de transtorno alimentar grave, no qual o paciente apresenta hábitos alimentares compulsivos seguidos de episódios chamados de comportamentos compensatórios.

Assim, buscam a perda de peso por indução de vômito, praticando atividades físicas até a exaustão, permanecendo em jejum ou consumindo diuréticos, inibidores de apetite e laxantes.

De acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), caracteriza-se como um quadro de bulimia nervosa quando o paciente apresenta comportamentos compensatórios no mínimo uma vez por semana durante três meses.

A autoestima baixa, assim como a distorção de imagem corporal, são alguns dos fatores que levam as pessoas a buscarem os métodos mais nocivos à saúde apenas visando o emagrecimento.

O uso do laxante feito com essa finalidade pode ser um indício de bulimia nervosa. Esse é mais um motivo pelo qual o uso do medicamento nunca deve ser feito sem orientação médica.

No caso de pacientes com bulimia nervosa, as complicações causadas no organismo devido a esses comportamentos compensatórios envolvem problemas gastrointestinais, desidratação, arritmia cardíaca, danos a esmaltação do dente, inflamação na garganta e sangramentos, causados principalmente pelos vômitos induzidos e pelos laxantes.

Pressão estética e a busca por um corpo “perfeito”

Há muitas questões por trás da pergunta “Laxante emagrece?”. Discutir esse tipo de dúvida é também discutir autoestima, bulimia, distúrbio de imagem e o quanto as pessoas sofrem com pressão estética.

Além das complicações causadas à saúde física, esse tipo de comportamento traz danos graves à saúde mental, que deveria ser tratada na mesma medida e com a mesma importância que outras condições clínicas.

Não é errado buscar um padrão de beleza que te faça feliz, mas isso deve ser feito de forma saudável (física e psicologicamente), com acompanhamento médico, exercícios físicos e uma boa alimentação.

Até mesmo quando o uso de remédios para emagrecer se faz necessário, isso deve ser feito com prescrição médica e acompanhamento adequado.

Nos casos de bulimia e anorexia, por exemplo, o acompanhamento psicológico é indispensável. Trabalhar a autoestima, o amor próprio e buscar referências de pessoas que inspiram uma vida mais saudável, nesse sentido, pode ajudar no tratamento.

Laxantes naturais

Como visto, o laxante não é um remédio emagrecedor e por isso nunca deve ser usado com esse objetivo. No entanto, a constipação é um problema que afeta muitas pessoas e precisa ser resolvido.

Mas, até mesmo para pessoas que convivem com a condição, o laxante não deve ser a primeira opção de tratamento, principalmente para uso contínuo.

Em primeiro lugar, é preciso buscar ajuda de um médico para conseguir entender qual a causa dessa constipação. A partir disso, pode-se começar um tratamento mais adequado, pois o médico saberá se é necessário ou não o uso de medicamentos.

Como medidas iniciais, as pessoas que sofrem com intestino preso podem seguir três dicas básicas:

  • Incluir alimentos ricos em fibras à alimentação;
  • Praticar exercícios físicos;
  • Ingerir bastante água, mantendo-se sempre hidratado.

Entenda como as fibras podem ajudar e conheça outros tipos de laxantes naturais que podem ser incluídos na dieta:

Fibras

As fibras solúveis e insolúveis, como as presentes em alimentos como raízes, hortaliças e alimentos integrais ajudam na formação do bolo fecal, o que ajuda a acelerar o processo digestivo.

No entanto, além de ingestão de fibras, é fundamental não esquecer de compensar também no consumo de água, uma vez que as fibras retêm água. Dessa forma, podem acabar piorando a constipação por ficarem paradas no intestino.

Com o consumo de água adequado, isso não ocorre, o que facilita o trânsito intestinal e o processo de evacuação.

Algumas opções de alimentos ricos em fibras são:

  • Vegetais: alface, abóbora, abobrinha, aspargos, beterraba, brócolis, acelga, pepino, pimentão, rabanete, vagem, quiabo, batata-doce, rúcula, erva-doce, espinafre etc.;
  • Frutas: mamão, ameixa, banana, amora, caju, abacaxi, coco fresco, damasco, kiwi, maçã com casca, maracujá, manga, uva, tangerina, morango etc.;
  • Leguminosas: ervilha, lentilha, feijão, grão-de-bico, soja;
  • Cereais: semente de chia, linhaça, aveia, granola.

Alimentos probióticos

Os alimentos probióticos podem ajudar na constipação, pois possuem alguns componentes alimentares que não são digeridos no estômago e por isso, ao chegarem no intestino, estimulam a proliferação de algumas bactérias benéficas que se alojam no local.

Além disso, ajudam a induzir os movimentos peristálticos, auxiliando na eliminação das fezes. Algumas opções de alimentos probióticos incluem o kefir, kombucha e iogurtes.

Leia mais: Passo a passo: como fazer kefir de água e de leite?

Óleos minerais

Os óleos minerais, como o óleo de rícino, são considerados laxantes naturais estimulantes, pois provocam uma irritação intestinal que estimula as contrações no intestino grosso, o que favorece a passagem das fezes.

No entanto, mesmo sendo um estimulante natural, também possui algumas restrições de uso. Gestantes, mulheres que estão amamentando, pessoas com doenças como a Doença de Crohn, obstrução intestinal crônica e colite ulcerativa, por exemplo, não devem tomá-lo.

Como perder peso com saúde?

Se a sua intenção é perder peso, espero que até aqui você já tenha se convencido do quanto é perigoso o uso do laxante com essa finalidade e, portanto, passe longe dessa ideia.

Contudo, não é preciso desanimar ou abandonar a vontade de emagrecer, pois isso pode  ser feito de maneira saudável.

Para quem prefere seguir dietas, há opções que não são tão restritivas e que possibilitam o consumo de nutrientes essenciais para a saúde, como a própria pirâmide alimentar, dieta Dukan e a dieta dos pontos, por exemplo.

No entanto, antes de começar alguma dessas dietas ou qualquer outra, é fundamental conversar com um nutricionista.

Entre outras formas de emagrecer de forma saudável estão inclusas também as seguintes dicas:

Exercícios físicos

Praticar exercícios físicos é uma das teclas mais batidas quando se fala de emagrecimento saudável, pois estar em movimento não é só gastar calorias. São vários os benefícios para a saúde presentes em uma rotina de exercícios.

Dentro dessa dica, as possibilidades são muitas:

  • Musculação;
  • Crossfit;
  • Treino funcional;
  • Corrida;
  • Aulas aeróbicas como step e jump;
  • Caminhadas;
  • Esportes como futebol, vôlei, basquete etc.;
  • Natação.

Leia mais: Exercícios para perder barriga: como fazer, aeróbicos e abdominais

Reeducação alimentar

A  reeducação alimentar é uma mudança de hábitos alimentares que tem como princípio o equilíbrio. É um dos caminhos mais indicados para quem quer perder peso de forma saudável, mas não quer manter uma dieta restritiva.

Para começar essa reeducação, é importante conversar com um nutricionista. Esse é o profissional mais capacitado para orientar sobre essas mudanças e ajudar a montar cardápios que sejam possíveis para o dia a dia de cada pessoa.

Algumas sugestões para começar essa mudança nos hábitos alimentares são:

  • Reduzir o consumo de alimentos ricos em açúcares e gorduras;
  • Incluir mais frutas e vegetais nas refeições;
  • Consumir porções mais reduzidas;
  • Não pular nenhuma refeição, principalmente o café da manhã;
  • Adicionar proteínas a dieta;
  • Consumir alimentos integrais;
  • Ingerir bastante água;
  • Comer mais devagar, mastigando bem em todas as refeições.

Sono de qualidade

Para emagrecer com saúde também é importante priorizar uma boa noite de sono. Dormir pouco afeta o emagrecimento, pois interfere na produção de substâncias que regulam o apetite.


O uso do laxante para o emagrecimento não deve ser uma ideia difundida. Isso porque os riscos para a saúde física e mental são altos nesse tipo de comportamento.

É possível perder peso de forma saudável buscando uma reeducação alimentar, adotando atividades físicas ao dia a dia e aumentando a qualidade de vida, de modo geral. O uso do laxante, sendo assim, deve ser feito somente quando há prescrição médica.

Buscamos neste artigo alertar sobre os riscos do uso inadequado deste medicamento. Compartilhe esse texto para que mais pessoas possam ter conhecimento sobre essas complicações. Obrigada pela leitura!

Fontes consultadas

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