Caxumba: o que é, CID, transmissão, tratamento, sintomas, vacina

6

Revisado por: Dr. Paulo Caproni (CRM/PR 27679) – Medicina Preventiva e Social

O que é caxumba?

A caxumba (papeira), também conhecida como parotidite epidérmica, é uma doença infecciosa cuja transmissão se dá através das vias respiratórias, por gotículas de saliva, secreções nasais e contato próximo com pessoas infectadas.

Costuma afetar as glândulas salivares, também conhecidas como parótidas, causando inflamação, inchaço e dor.

Como existem diversas aglomerações de glândulas salivares ao redor do nosso rosto, incluindo próximas aos ouvidos, a doença pode causar um inchaço bem característico e ter como uma das possíveis complicações, apesar de rara, a surdez de um ou dos dois ouvidos.

Não existe um tratamento específico para a caxumba, mas há maneiras de preveni-la. Uma das principais é através da vacinação, recomendada para todos os bebês maiores de 1 ano de idade.

Uma vez que a pessoa foi infectada pela caxumba e se curou, é como se tivesse tomado a vacina, ou seja, ela fica imune. Isso não significa que se trata de uma doença inofensiva, pois algumas das suas complicações incluem infertilidade, meningite, encefalite e risco de morte.

Você pode encontrar a caxumba na Classificação Internacional de Doenças, o CID-10, através do código B26.

Saiba mais sobre essa infecção viral no texto a seguir!

Índice – neste artigo você vai encontrar as seguintes informações:

  1. O que é caxumba?
  2. Causas
  3. Como a caxumba é transmitida
  4. Fatores de risco
  5. Sintomas
  6. Como é feito o diagnóstico?
  7. Tem cura?
  8. Qual o tratamento?
  9. Convivendo
  10. Medicamentos
  11. Prognóstico
  12. Complicações
  13. Como prevenir a caxumba?
  14. Perguntas frequentes

Causas

A caxumba é uma doença causada pelo vírus da parotidite, pertencente à família Paramyxoviridae. Esse vírus é transmitido através da saliva, de mucos que podem sair do nariz, por exemplo, e através do contato.

Começa a causar sinais e sintomas após 16 ou 18 dias desde o primeiro contato (período de incubação). Inicialmente, o vírus se instala no nariz e na garganta, onde se multiplica até cair na corrente sanguínea e começar a afetar outras partes do corpo.

O vírus afeta especialmente as glândulas parótidas, conhecidas como as glândulas salivares, causando inflamação, dor e inchaço. Elas estão espalhadas por todo o rosto, incluindo em áreas próximas às orelhas e no pescoço, por exemplo.

Quando a infecção começa a se manifestar e causar inflamação, o paciente pode sentir dificuldade de engolir e a doença pode afetar os ouvidos, podendo levar à surdez.

Se não tratada corretamente, a caxumba pode começar a afetar outros lugares do corpo, gerando complicações graves, como a meningite e a encefalite, que podem levar os pacientes à morte.

Como a caxumba é transmitida?

Causada pelo Paramyxovirus, a caxumba é uma doença altamente contagiosa. A transmissão acontece pelo contato direto com gotículas de saliva de pessoas infectadas, e a doença se espalha mais no inverno e primavera, atingindo especialmente as crianças.

As principais vias de transmissão são:

  • Tosse;
  • Espirros;
  • Fala;
  • Dividir copos e utensílios com outras pessoas;
  • Não lavar as mãos direito;
  • Tocar objetos ou superfícies contaminadas.

Por isso, a doença é especialmente transmissível em ambientes fechados e com aglomeração de pessoas. Portanto, se você ou o seu filho estão infectados, é melhor evitar esses lugares para minimizar os riscos de contagiar outras pessoas.

Contudo, mesmo assim é possível se prevenir da caxumba através da vacinação, que permite aos pacientes imunes se expor a esse tipo de situação sem ter de se preocupar com a contaminação.

Fatores de risco

Existem alguns fatores de risco que podem te deixar mais exposto à caxumba. São eles:

Falta de vacinação

Uma das formas mais efetivas de prevenir a caxumba é através da vacina. No Brasil, todas as crianças devem ser vacinadas contra a doença. A primeira dose é feita quando a criança completa 1 ano de idade e a segunda dose aos 15 meses.

Vale lembrar que a vacina contra a caxumba faz parte do calendário nacional de imunização e está disponível de maneira gratuita em unidades de saúde de todo o país.

Pessoas até 19 anos e que não sabem se foram vacinadas ou não devem tomar as duas doses de uma vez e pessoas entre 9 e 49 anos devem tomar apenas uma única dose. Pessoas que já foram atingidas pela doença não correm o risco de ser afetadas por ela novamente, pois já estão imunes.

Mulheres grávidas, por outro lado, não devem tomar a vacina. Já pacientes imunodeficientes devem sempre consultar um médico antes de tomar qualquer tipo de vacina.

Estação do ano

Apesar de poder acontecer em qualquer época do ano, reconhecidamente, a caxumba é mais comum no final do inverno e início da primavera, principalmente porque é nessa época que a umidade do ar fica mais baixa e há mais disseminação de pólen (fazendo as pessoas espirrarem mais e espalharem mais gotículas de saliva).

Além disso, as mudanças de temperatura costumam ser constantes e nem todos os lugares prezam pela circulação adequada de ar, aumentando os riscos de contrair doenças diversas.

Idade

A faixa etária que se encontra em mais risco para adquirir caxumba são crianças de 2 a 12 anos de idade. Portanto, lembre-se de vacinar seus filhos.

Baixa na imunidade

Pessoas com a imunidade baixa sempre têm maior risco para infecções virais e bacterianas, justamente por conta do corpo não conseguir combatê-las corretamente.

Ou seja, indivíduos imunodeprimidos por conta de HIV, câncer, uso de corticoides orais ou quimioterapia devem ficar atentos a surtos de caxumba e tomar medidas preventivas, como evitar locais com aglomeração, caso não tenham sido vacinados.

Sintomas

Em aproximadamente 30% dos casos, não há a presença de sintomas, o que facilita a proliferação do vírus. Entretanto, quando ocorrem, costumam afetar mais a garganta e o sistema respiratório, especialmente quando o paciente ainda é criança.

Nos estágios iniciais, a caxumba pode causar os seguintes sintomas:

  • Febre;
  • Calafrios;
  • Dores de cabeça;
  • Dor na hora de engolir;
  • Fraqueza na mandíbula;
  • Aumento das glândulas salivares próximas às orelhas;
  • Surgimento de edema e/ou inchaço no rosto;
  • Vermelhidão nos olhos;
  • Alterações respiratórias inespecíficas, como tosse ou espirros.

Também é possível que aproximadamente 30% dos homens adultos apresentem um inchaço doloroso nos testículos, um processo chamado de orquite.

Nas mulheres, pode acontecer o inchaço do nos ovários, representando uma incidência em 5% das pacientes. Ambos os processos podem resultar em infertilidade se não forem tratados corretamente.

Agora, os sintomas que costumam surgir após 2 ou 3 semanas de infecção são:

  • Dor e inchaço nas glândulas salivares, localizadas na região do pescoço;
  • Mal-estar;
  • Dor de garganta;
  • Inflamação na garganta;
  • Perda de apetite;
  • Náuseas;
  • Vômitos.

Em casos mais graves, a caxumba pode causar complicações como surdez, meningite e, muito raramente, levar o paciente à morte. Nas crianças menores de 5 anos de idade, se a doença não for tratada corretamente, pode acontecer a perda da audição.

Como é feito o diagnóstico?

Os profissionais mais capacitados para diagnosticar e tratar a caxumba são o clínico geral, pediatra e infectologista.

Primeiramente, o médico fará o exame físico, levando em conta o histórico do paciente e seus respectivos sintomas.

Caso haja suspeitas de caxumba, o médico vai tentar confirmar o diagnóstico através de exames de sangue.

Esses exames buscam encontrar anticorpos para o vírus da parotidite circulando no organismo. Quando presentes, eles denunciam a infecção viral e o diagnóstico é confirmando.

Tem cura?

Sim! A caxumba tem cura, embora não exista um tratamento específico para a doença. Normalmente, escolhe-se aliviar os sintomas através do uso de anti-inflamatórios, antitérmicos e analgésicos.

O paciente, então deve ser observado de perto para evitar possíveis complicações.

Qual o tratamento?

Como dito anteriormente, não existe um tratamento específico para caxumba, contudo, é possível curá-la. Para que isso aconteça, uma série de recomendações são feitas pelos médicos. Entenda:

Medicamentos para aliviar os sintomas

Quando se tem caxumba, os medicamentos utilizados visam atacar os sintomas, então remédios da classe dos anti-inflamatórios, antitérmicos e analgésicos são utilizados. Quando há complicações, como a meningite, os medicamentos também visam diminuir os sintomas.

Hidratação e repouso

Especialmente quando os adultos sofrem com a caxumba, as principais recomendações são o repouso e a hidratação. Deve-se fazer isso para que o corpo se recupere bem das agressões causadas pela doença.

Quando as crianças são infectadas pela doença, é possível que elas não tenham de fazer tanto repouso, contudo, é importante que tenham uma rotina leve e evitem ir a lugares com muitas pessoas, pois a doença pode ser transmitida com muita facilidade nesses locais.

Priorizar alimentação pastosa

Por conta do inchaço que acontece nas glândulas salivares, que dificulta a ingestão de alimentos, uma boa medida a ser tomada é a ingestão de alimentos moles e pastosos, como mingau, creme de legumes, arroz cozido, purê de batata, ovos mexidos e sopa.

Nesses momentos também é importante evitar alimentos ácidos, como frutas cítricas, pois elas podem provocar irritações.

Leia mais: Açaí (fruta, na tigela): como fazer, origem, benefícios, engorda?

Foco na higiene bucal

A higiene bucal já é muito importante no dia a dia, contudo, ela deve ser ainda mais rigorosa durante a caxumba, pois isso evita o surgimento de novas infecções. Ou seja: escove bem os dentes e passe enxaguante bucal sempre.

Uma outra dica para aliviar os sintomas e melhorar o tratamento é fazer gargarejos com água morna e sal, pois esse processo ajuda a diminuir a inflamação e a irritação, diminuindo o tempo de cicatrização.

Para fazê-lo, coloque uma colher (sopa) de sal grosso em meio copo de água morna e misture bem. Simples, não?

Compressas mornas

Uma das maneiras interessantes de combater os sintomas é aplicar, várias vezes por dia, compressas mornas sobre a região inchada. Esse processo ajuda a diminuir e desconforto e o inchaço promovido pela doença.

Nos adultos, o tempo de recuperação demora em torno de 16 dias. Nas crianças, esse tempo é menor, em torno de 10 a 12 dias.

Para fazer as compressas basta umedecer um pano em água morna ou usar bolsas térmicas e aplicar na região inchada por 10 ou 15 minutos.

Como saber se está melhorando?

Quando o tratamento está fazendo efeito, dentro de 3 a 7 dias já é possível perceber através da diminuição do inchaço, dor, febre e demais incômodos causados pela doença.

Como saber se está piorando?

É possível saber que a doença está piorando quando, após 3 dias do início do tratamento, acontecerem sintomas como dor nas partes íntimas, náuseas intensas, vômitos, aumento da febre, aumento da intensidade da dor de cabeça e em outras partes do corpo.

Quando acontece, não hesite em procurar um clínico geral o mais rápido possível, pois isso é muito importante para evitar as complicações como meningite, pancreatite, surdez e infertilidade.

Convivendo

O tratamento da caxumba envolve repouso, por isso, enquanto você não começar a melhorar, é importante manter a paciência e ficar de cama, pelo menos até a febre ir embora.

Também é necessário se manter isolado das demais pessoas a fim de evitar que a doença se espalhe. No caso de dores, é possível utilizar os medicamentos analgésicos receitados pelo seu médico, sempre se lembrando de não fazer o uso de aspirina, pois esse medicamento pode causar complicações.

Nos casos de dor e desconforto, compressas de água quente ou fria podem ajudar. Além disso, dar preferência para refeições macias e fáceis de serem mastigadas, evitar alimentos ácidos e beber muita água são medidas a ser tomadas para se recuperar mais rápido.

Medicamentos

Dentre os possíveis medicamentos que podem ser utilizados no tratamento de caxumba estão:

Lembrando que esses medicamentos são para aliviar os sintomas, e não para tratar a doença em si.

Atenção!

JAMAIS use aspirina para doenças virais, pois a sua utilização tem sido associada ao desenvolvimento de Síndrome de Reye, a qual pode levar à insuficiência hepática e morte.

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas neste site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

Prognóstico

Apesar de não existir um tratamento específico para a caxumba, o prognóstico geralmente é bom. Para pacientes que não têm problemas de imunidade, a caxumba pode ser curada com certa facilidade pelo próprio organismo, sendo necessário apenas tratar os sintomas.

Complicações

A caxumba pode trazer algumas complicações para o organismo quando não tratada. Elas são potencialmente graves, embora não ocorram com frequência. São elas:

Inflamação

A maior parte das complicações da caxumba envolvem inflamação e inchaço em algum local do corpo, como:

  • Testículos: conhecida como orquite, essa condição é caracterizada pelo inchaço dos testículos de homens que já atingiram a puberdade. É muito dolorosa, mas raramente leva à infertilidade;
  • Pâncreas: conhecida como pancreatite, causa sintomas como dor na parte superior do abdômen, náuseas e vômitos;
  • Ovários e seios: mulheres que já atingiram a puberdade podem ter inflamação nos ovários, conhecido como ooforite ou ovarite, ou nos seios, conhecida como mastite. Raramente essa condição causa infertilidade;
  • Cérebro: infecções virais, como a caxumba, podem levar à encefalite, que pode causar problemas neurológicos e trazer risco de morte;
  • Membranas e fluidos ao redor do cérebro e medula espinhal: conhecida como meningite, essa complicação pode acontecer se o vírus da caxumba se espalhar pela corrente sanguínea e infectar o sistema nervoso central.

Perda de audição

Apesar de raro, pode acontecer da caxumba levar o paciente a perder a audição em um ou nos dois ouvidos.

Aborto

Não há comprovação científica ainda, mas especialistas especulam que contrair caxumba nos estágios iniciais da gravidez pode levar ao aborto espontâneo.

Como prevenir a caxumba?

Para prevenir a caxumba, é necessário tomar algumas medidas. A principal e mais eficiente delas é a vacinação. Entenda:

Vacina da caxumba

As vacinas contra a caxumba são a tríplice viral, que também imuniza contra o sarampo e a rubéola, e a tetra viral, que, além de rubéola e do sarampo, também imuniza contra a varicela.

Elas fazem parte do calendário de vacinação e são oferecidas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A vacinação ocorre em duas doses, sendo a primeira quando o bebê completa 1 ano e outra aos 15 meses.

Dessa idade até os 19 anos, pessoas que não sabem se foram vacinadas podem se prevenir tomando 2 doses de uma só vez. Já pessoas em 19 e 49 anos devem tomar uma única dose.

Leia mais: tomar vacina pode causar autismo?

Ainda assim, existem restrições para o uso da vacina. Entenda:

Quem deve tomar?

Pessoas que devem tomar a vacina são:

  • Mulheres que não estão grávidas;
  • Crianças em idade escolar;
  • Trabalhadores de hospitais, escolas e creches;
  • Pessoas que viajam para locais onde pode haver risco de infecção.

Quem não deve tomar a vacina?

Converse sempre com o seu médico ou profissional de saúde para avaliar cada caso, mas em geral você não deve tomar a vacina se:

  • Estiver grávida, especialmente durante as semanas iniciais;
  • Tiver alergia à gelatina;
  • For alérgico ao antibiótico neomicina;
  • Estiver com o sistema imune comprometido;
  • Se estiver tomando esteroides ou fazendo quimioterapia, a não ser que os benefícios superem os riscos da vacinação.

Quem não precisa tomar a vacina?

Você não precisa tomar a vacina se:

  • Já tomou a vacina antes;
  • Já foi infectado pela caxumba.

Efeitos colaterais da vacina

A maioria das pessoas não sente nenhum efeito colateral por conta da vacina, contudo, alguns podem experienciar febre leve, erupções cutâneas e dor nas articulações por um curto período de tempo.

Não existe nenhuma evidência científica que relacionando a vacina da caxumba com o autismo.

Perguntas frequentes

É possível pegar caxumba mais de uma vez?

Raramente. Normalmente, quando você já foi infectado uma vez, não volta a ser infectado novamente. Contudo, se a infecção se manifestou apenas de um lado, pode ser que volte a se manifestar do outro.

Estarei totalmente imunizado com a vacina contra caxumba?

Mais ou menos. Quem se vacinou contra a caxumba está imune contra a doença. Caso você não saiba se tomou ou não a vacina, pode tomá-la novamente.

Contudo, as doses da vacina tríplice viral não possuem uma eficácia muito grande contra a caxumba. Aproximadamente, apenas 60% das pessoas são imunizadas com uma única dose e 80% com duas doses.

Além disso, a eficácia da vacina vai se perdendo ao longo dos anos.

O que não pode fazer na caxumba?

Durante a infecção por caxumba é importante ficar de cama, não comer alimentos que necessitem muita mastigação e nem alimentos ácidos, e evitar lugares com aglomeração de pessoas ou muito fechados, pois você pode transmitir a doença para frente.

Por quanto tempo posso transmitir a caxumba?

A partir do momento em que a pessoa é infectada, ela já é capaz de transmitir o vírus. Após estar curada, ela para de transmitir. Esse período varia entre 7 e 9 dias, sendo que ela é mais infecciosa durante o 1º e 5º dia de infecção.

Como saber se a caxumba desceu para os testículos?

A caxumba pode afetar os testículos e gerar uma inflamação denominada orquite. Alguns sinais que devem ser observados para identificar o acometimento da região envolvem febre, suor excessivo na região íntima, ardor e queimação próximos aos testículos, além de inchaço e, em alguns casos, presença de sangue na urina.

Caxumba pode deixar o homem estéril?

Caso os dois testículos sejam acometidos gravemente pela caxumba, sim, o homem pode ficar estéril ou infértil. Entretanto, isso acontece raramente, pois o mais comum é que a caxumba afete apenas um testículo, mantendo a função normal do que não foi afetado. Ou seja, o homem, nesse caso, não fica infértil.


A caxumba é uma doença altamente contagiosa, de fácil tratamento mas que deve ser prevenida por conta de suas complicações, que podem ser severas como a meningite e a encefalite.

Já teve caxumba? Vacinou seus filhos? Vai vacinar? Conte para gente nos comentários!

Fontes consultadas

Dr. Paulo Caproni (CRM/PR 27.679 | CRM/SC 25.853 | CRM/SP 144.063), graduado em Medicina pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Residência Médica em Medicina Preventiva e Social pela USP-SP (PROAHSA). MBA em Gestão Hospitalar e de Sistemas de Saúde (CEAHS) pela FGV-SP

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas (20 votos, média: 4,90 de 5)
Loading...

6 Comentários

Atenção: os comentários abaixo são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.

  1. Estou com 77 anos. 2ª feira última, ao acordar senti pressão dolorosa lado direito abaixo da orelha. Não tenho febre até o momento, (Lembrar que já tive caxumba na pré-adolescência e passado algum tempo, mesmo na adolescência, outra vez).

    Minha medicação é um anti inflamatório em drágeas e uso de ” Hirodoid ” para passar no local e bastante repouso e não pegar peso.

    Parece-me que seja um surto. Procure vacinar-se por precauções.

  2. Olá sou cabeleireiro tenho 53 anos estou com caxumba depois de atender um cliente que estava com caxumba a duas semanas,enquanto o atendia conversamos bastante sobre vários assuntos .no outro dia de madrugada acordei já com dores abaixo das orelhas e com febre,estou assim já fas 5 dias vou procurar um posto de saúde pra relatar o acontecimento e tomaras vacinas

  3. Muito bom .bem esplicado ,meu filho de seis anos ta de caxumba e eu to com trinta e sete ainda não tive.sera que ainda corro risco.

Deixe o seu comentário, nos preocupamos com sua opinião:

Por gentileza, escreva seu comentário
Por favor, insira seu nome aqui

Lamentamos a não possibilidade de dar-lhe conselho médico ou responder a questões médicas e farmacêuticas individuais através de e-mail, pois apenas um médico pode prestar tal atendimento. Embora tentemos responder a todos os comentários, opiniões e e-mails que recebemos em até dois dias úteis, nem sempre é possível devido ao grande volume que recebemos. Por favor, tenha em mente que qualquer solicitação ao Minuto Saudável está sujeita aos nossos Termos de Uso e Política de Privacidade, ao enviar, você indica sua aceitação.