A gravidez de risco é um assunto muito popular e preocupante entre mulheres que desejam engravidar ou já estão grávidas.

É comum que os possíveis riscos na gravidez se desenvolvam em mulheres que já tenham algum problema antes de engravidar ou não tomem os devidos cuidados durante a gestação.

É importante atentar-se aos cuidados e em qualquer situação, optando sempre pela procura de um ou uma profissional da saúde.

Até porque a gravidez de risco pode trazer consequências ruins tanto para a mulher quanto para o bebê.

O que pode ser considerado uma gravidez de risco?

A gravidez de risco é diagnosticada quando há possibilidade de comprometimento na saúde da mãe ou do bebê.

Mulheres com doenças crônicas antes da gestação, que desenvolveram alguma alteração após a fecundação ou já tiveram alguma gravidez de riscos precisam ficar atentas.

Adolescentes de até 17 anos ou mulheres com faixa etária de acima de 35 anos, que possuam doenças cardíacas, pulmonares, distúrbios de coagulação e tromboembólicos, diabete e hipertensão arterial têm tendências maiores a uma gravidez de risco.

Qual é o CID de gravidez de risco?

A gravidez de risco pode ser encontrada na CID-10, que é a Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde, pelo código: Z35 — Supervisão de gravidez de alto risco.


Em qual idade é maior a chance de uma gravidez de risco?

A chance de ocorrer uma gravidez de risco costuma ser maior em mulheres com mais de 35 anos ou adolescentes com menos de 17 anos.

Isso acontece porque, após os 35 anos, a mulher possui menos óvulos e é menos fértil, tendo maior possibilidade de abortos espontâneos e doenças genéticas no bebê, como a Síndrome de Down. 

Antes dos 17 anos, as adolescentes são mais propensas às alterações gestacionais, além de poder haver mais dificuldades em um pré-natal responsável.

Quais são os sintomas de uma gravidez de risco? 

Os sintomas de uma gravidez de risco podem manifestar-se em qualquer período da gestação e desconfortos como estes podem surgir:

  • Dor ao urinar;
  • Sangramento;
  • Inchaço repentino no corpo;
  • Dores ao caminhar;
  • Tontura e desmaio;
  • Aceleração repentina dos batimentos cardíacos.

Quando a gravidez é diagnosticada, são realizados vários exame e testes laboratoriais.

Outras condições bastante comuns, que indicam riscos gestacionais, são:

Pressão alta 

A pré-eclâmpsia aparece, em geral, após a 20º semana de gestação e pode causar sintomas como dores de cabeça, visão embaçada, inchaços pelo corpo e dores abdominais. 

É um quadro grave caracterizado pelo aumento da pressão arterial, podendo resultar em consequências mais graves para a mãe e bebê.

Sangramento

É comum entre as mulheres que estão no período gestacional se depararem com sangramentos genitais no 4° ou 5° mês de gestação. Muitas vezes, eles não indicam nenhuma condição grave, mas — em outras — podem ser um sinal de alerta.

Sintomas como febre, tonturas, cólicas e desmaios podem ser alguns desconfortos presentes.

Durante o período final da gravidez, o sangramento pode suspeitar o risco de descolamento da placenta. Quadro grave, onde pode ocorrer interrupção do fluxo de nutrientes e oxigênio para o bebê.

Quais os cuidados com a gravidez de risco?

Quando o assunto é gravidez de risco, as mulheres devem ficar atentas aos cuidados e prevenções.

Entre eles podemos incluir:

  • Repousar;
  • Ter uma alimentação equilibrada;
  • Ir à consulta com obstetra regularmente;
  • Controlar o peso;
  • Não fumar e consumir bebidas alcoólicas.

Em geral, seguir as dicas acima juntamente com a presença de orientações médicas podem ser ótimas formas para conseguir bons resultados durante esse período.


A gravidez de risco pode ser um problema na vida de qualquer mulher. É muito importante dar atenção aos sintomas e prevenções dos mesmos, sempre optando pela procura de um acompanhamento feito por um(a) profissional da saúde em qualquer situação.

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