A Dexametasona é uma substância medicamentosa que atua no tratamento de inúmeros distúrbios, a partir de sua potente ação anti-inflamatória e imunossupressora. Ela é classificada como corticoide.

Essa classe medicamentosa costuma precisar de mais atenção e orientação médica, considerando que pode facilmente causar efeitos colaterais. Além de agir de forma completa no organismo, podendo alterar seu funcionamento.

Pensando nisso, separamos algumas informações importantes sobre essa medicação. Confira:

Índice — neste artigo você vai encontrar:

  1. O que é Dexametasona?
  2. Dexametasona é corticoide?
  3. Para que serve a Dexametasona?
  4. Apresentações da Dexametasona
  5. Dexametasona serve para tosse?
  6. Qual a ação da Dexametasona?
  7. Qual a miligramagem disponível?
  8. Como usar Dexametasona?
  9. Quando a Dexametasona começa a fazer efeito?
  10. Quais os efeitos colaterais da Dexametasona?
  11. Dá sono?
  12. Preço: qual o valor médio da Dexametasona?

O que é Dexametasona?

A Dexametasona é uma substância presente na fórmula de diferentes medicações como princípio ativo — incluso remédios de administração oral, injetável ou tópica.

Esse fármaco é classificado pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) como um corticosteroide (ou corticoide). O que significa que tem ação predominantemente anti-inflamatória e imunossupressora.

Dessa forma, possibilita-se o seu uso no tratamento de diversas patologias: casos alérgicos graves, reumatismos, dermatopatias, endocrinopatias, edema cerebral, entre muitas outras.

É preciso destacar, entretanto, que essa medicação pode causar muitos efeitos colaterais, em especial quando utilizada por longos períodos. Por isso, é recomendado que seu uso só seja realizado quando outras terapias não forem eficazes ou possíveis.


Essas orientações têm como finalidade evitar complicações ao paciente. Dessa forma, quando realizado o tratamento com a Dexametasona, prioriza-se uma terapia intensiva por um curto período de tempo.

Dexametasona é corticoide?

Sim. A Dexametasona é uma substância medicamentosa do tipo corticoide. Essa classe terapêutica consiste em fármacos que são derivados do hormônio cortisol — este é produzido pelas glândulas suprarrenais, exercendo ação anti-inflamatória e imunossupressora.

Isso significa que esse tipo de medicação é indicada para tratar processos inflamatórios do organismo (artrite, lúpus, entre muitos outros). Mais que isso, como mencionado, atua como um imunossupressor.

Ou seja, sua ação suprime os mecanismos de defesa do corpo, o que pode ser necessário em caso de procedimentos como transplantes de órgãos e/ou enxertos.

Entretanto, os corticoides são um tipo de hormônio sintético e, diferente dos hormônios naturais do corpo, não atuam apenas onde está o problema. Com isso, como um efeito colateral, podem acabar alterando o funcionamento de todo o organismo — o que reforça a necessidade de manter o acompanhamento médico.

Para que serve a Dexametasona?

De acordo com as informações da bula, a Dexametasona é uma substância destinada ao tratamento de condições que carecem de efeitos anti-inflamatórios e imunossupressores dos corticosteroides — sua indicação ocorre, especialmente, em casos de tratamentos intensivos durante períodos curtos.

Além disso, há recomendações de forma mais específica. Confira as condições que podem requerer o uso dessa substância medicamentosa:

  • Pré-prova diagnóstica (exame diagnóstico) de Hiperfunção Adrenal (quando as glândulas supra-renais apresentam maior  produção de um ou mais hormônios);
  • Controle de casos alérgicos graves ou incapacitantes, quando não apresentados resultados satisfatórios com outros tratamentos —  estão inclusas condições como rinite alérgica sazonal ou perene, asma, dermatite de contato, dermatite atópica, etc;
  • Terapia auxiliar (a curto prazo) durante episódio agudo de distúrbios reumáticos como a artropatia psoriásica, artrite reumatoide, artrose pós-traumática, etc;
  • Tratamento de dermatopatias — dermatite herpetiforme bolhosa, complicações da síndrome de Stevens-Johnson, dermatite esfoliativa, psoríase grave, dermatite seborreica grave, etc;
  • Tratamento de problemas oftalmológicos (distúrbios alérgicos e inflamatórios graves, agudos e crônicos) — como conjuntivite aguda atópica, herpes zoster oftálmico, inflamação do segmento anterior do olho, etc;
  • Tratamento de condições endócrinas (hormonais) — insuficiência adrenocortical, tireoidite não-supurativa (tireoidite subaguda), distúrbio do metabolismo do cálcio associado ao câncer, etc;
  • Tratamento de pneumopatias — pneumonia de Loeffler (não-controlável por outros meios), tuberculose pulmonar fulminante ou disseminada (quando simultaneamente acompanhada de quimioterapia antituberculosa adequada), pneumonia aspirativa (pneumonite devido a alimento ou vômito), etc;
  • Tratamento de hemopatias (doenças no sangue) — púrpura trombocitopênica idiopática (adultos), trombocitopenia secundária (adultos), anemia hemolítica adquirida (auto-imune), eritroblastopenia, anemia hipoplástica congênita (eritroide);
  • Auxílio durante o período crítico de colite ulcerativa e doença de Crohn;
  • Indução de diurese (eliminação de urina) ou remissão da proteinúria (distúrbio em que há excesso de proteína sendo excretada na urina) na síndrome nefrótica sem uremia;
  • Tratamento paliativo de leucemias e linfomas do adulto e leucemia aguda da infância;
  • Tratamento de pacientes com edema cerebral (inchaço de uma região delimitada do cérebro ou de todo ele) por diferentes causas.

Além de todas as condições listadas, em que é comum a administração da Dexametasona, essa substância também pode ser indicada para tratar outros distúrbios. Para mais informações nesse respeito, você pode consultar a bula ou auxílio profissional.

Apresentações da Dexametasona

Conforme mostram as informações do tópico anterior, a Dexametasona é utilizada como terapia em diferentes casos, abrangendo diversos tipos de distúrbios.

Sendo assim, essa substância medicamentosa está disponível em diferentes tipos de apresentação (colírio, xarope, injetável, etc). O que facilita sua administração e eficácia nos tratamentos.

Na sequência, confira quais são essas apresentações e em quais casos podem ser indicadas:

Tópica (creme, pomada, gel)

Em alguns casos, pode ser feita a prescrição do uso da Dexametasona em apresentações tópicas — creme, pomada ou gel.

Isso pode ser necessário, por exemplo, no tratamento de doenças inflamatórias e pruriginosas (causam coceira) da pele. O que pode incluir problemas como:

  • Eczemas — ou seja, lesões das pregas cutâneas, com coceira e secreção;
  • Dermatites seborreicas — caracterizam-se por lesões avermelhadas e úmidas que costumam aparecer na face ou pescoço;
  • Neurodermatites — aparecimento de lesões secas e delimitadas da pele;
  • Psoríase grave — condição autoimune em que as células da pele se acumulam e formam escamas, manchas secas, entre outras complicações.

Injetável

A Dexametasona em versão injetável caracteriza-se como altamente eficaz e potente. Sua aplicação pode ser feita através da via intravenosa, intramuscular, intra-articular (aplicada na articulação), intralesional (aplicada no interior da lesão) ou nos tecidos moles (músculos, tecido gorduroso, tendões, nervos, etc).

De forma geral, as indicações de uso são bem semelhantes às demais apresentações. Ou seja, no tratamento de distúrbios em que se faz necessária a ação anti-inflamatória e imunossupressora.

Porém, sua ação no organismo é diferente e mais rápida e eficiente quando em comparação com outras apresentações. Por isso, é normalmente utilizada em tratamentos intensivos durante curtos períodos.

Além disso, vale destacar que apesar de poder ser utilizada (com prescrição médica) em todos os tratamentos previstos na bula da substância, essa versão pode também causar efeitos colaterais diferentes — retenção de líquidos, aumento de peso, pressão alta, níveis elevados de açúcar no sangue, etc.

Colírio

Quando necessário o uso oftalmológico da Dexametasona, isso é feito por meio de colírios que contam com essa substância ativa.

As medicações podem ser prescritas para o tratamento de condições como:

  • Blefarite — inflamação da pálpebra que afeta os cílios ou a produção lacrimal;
  • Conjuntivite aguda atópica;
  • Inflamação do segmento anterior do globo ocular; 
  • Traumatismo corneano (na córnea) por queimadura ou penetração de corpo estranho; 
  • Uveíte — inflamação da camada média do olho (úvea).

Além disso, também é comum que seja prescrito o uso desse tipo de colírio no pós-operatório de cirurgia na córnea (ceratoplastia). Essa indicação pode ser feita a fim de suprimir a reação do organismo após o enxerto realizado no procedimento — assim, inibindo a resposta inflamatória do organismo.

Comprimidos

A administração oral de comprimidos é uma prescrição bastante comum da Dexametasona.

De acordo com as informações da medicação, a apresentação pode ser indicada pelo(a) médico(a) para o tratamento de todos os distúrbios listados na bula da substância. Ou seja, é recomendada para casos em que é necessária a ação anti-inflamatória e/ou imunossupressora.

Nesse sentido, pode ser utilizada no tratamento de doenças osteomusculares, reumáticas, endócrinas, dermatológicas, oftálmicas, alérgicas, neoplásicas, entre outras.

Xarope/Elixir

O elixir é uma solução hidroalcoólica, o que significa que parte de sua composição é feita de água e outra de álcool.

Dexametasona pode ser encontrada em versões “xarope elixir” e outras apenas “elixir”. 

Sendo assim, a solução oral pode ser recomendada pelo(a) médico(a) em todas as condições prescritas na bula da substância — o que inclui distúrbios reumáticos, cutâneos, oculares, pulmonares, sanguíneos, etc.

Dexametasona serve para tosse?

A tosse pode aparecer como um sintoma de diferentes problemas: alergias, gripe, pneumonia, tuberculose, etc. Dentre esses, há alguns casos em que pode ser prescrito o uso da Dexametasona — como em algumas pneumonias e alergias graves.

Sendo assim, quando a tosse for um sintoma de algum dos distúrbios que a medicação trata, ocorrerá consequentemente um alívio desse incômodo.

Entretanto, considerando a forte ação da Dexametasona no organismo, ela não deve ser utilizada com frequência, nem para tratar problemas que sejam passíveis de outros cuidados.

Dessa forma, o ideal é buscar um(a) médico(a) a fim de diagnosticar o que está desencadeando a tosse e poder tratar o problema de forma adequada — indicando xaropes comuns ou prescrevendo outras terapias.

Qual a ação da Dexametasona?

De acordo com as informações da bula, a Dexametasona é classificada como um glicocorticoide sintético, com efeitos anti-inflamatórios potentes — 25 a 30 vezes mais que a hidrocortisona, outro tipo de corticoide.

Além disso, essa substância medicamentosa tem propriedades imunossupressora, antitumoral, antiemética (fármacos que evitam o vômito) e pequena atividade mineralocorticoide (influencia no equilíbrio do balanço de íons e água do corpo). 

Em muitos dos casos, é utilizada a fim de realizar ação anti-inflamatória, que ocorre a partir da supressão da migração de neutrófilos (agentes do sistema imunológico) no organismo.

Outro fator que está relacionado com a atuação da Dexametasona no corpo é o fato de que ela diminui a produção de mediadores inflamatórios e reverte o aumento da permeabilidade capilar — propriedade que permite a penetração de substâncias ou líquidos.

Sua ação imunossupressora se dá conforme outros remédios da mesma classe terapêutica. Ou seja, suprime os mecanismos de defesa do corpo, o que é necessário para ajudar o organismo a não rejeitar órgãos transplantados, por exemplo.

Por fim, vale destacar que a Dexametasona reduz a circulação dos glóbulos brancos (leucócitos) no sangue. Então, visto que eles estão relacionados à defesa do organismo, inibir sua ação é útil no caso de doenças autoimunes e até no tratamento de determinados tumores.

Qual a miligramagem disponível?

Considerando que a Dexametasona é apenas o princípio ativo de diferentes medicações, a miligramagem disponível vai variar conforme cada remédio e suas diferentes apresentações (comprimido, colírio, etc). Veja algumas das opções:

  • Bexeton — versão elixir, com 0,1mg/mL de Dexametasona;
  • Koidexa — versão elixir, com 0,1mg/mL ou 1mg/mL de Dexametasona;
  • Decadron — versão injetável, com 2mg ou 4mg de Dexametasona;
  • Maxidex — pomada para uso oftalmológico com 1mg/g ou colírio com 1mg/mL de Dexametasona;
  • Decadron — comprimido com 0,5mg ou 0,75mg ou 4mg de Dexametasona. Também disponível em versão elixir com 0,5mg/5mL da substância.

Considerando as diferentes apresentações e disponibilidade diversa de miligramagem, é importante ter em mente a importância do acompanhamento profissional. 

Como usar Dexametasona?

De acordo com as indicações da bula, a posologia da Dexametasona é variável e individualizada, segundo a gravidade do distúrbio em questão e a resposta do organismo do paciente. Nesse sentido, reforça-se o fato de que é necessário o acompanhamento médico.

Considerando que o(a) profissional poderá indicar qual a versão apropriada para cada tipo de tratamento — creme, injetável, xarope, comprimido, etc.

Mais do que isso, será possível prescrever instruções quanto à forma de administração. Embora, habitualmente, a dose inicial da Dexametasona possa variar entre 0,75 a 15mg por dia para adultos (uso oral ou injetável).

Destacando o fato de que para lactantes e crianças, a dose diária é menor. Apesar de que, de forma geral, a quantidade é ditada mais pela gravidade do problema do que pela idade ou peso corpóreo do paciente.

Quantas vezes ao dia tomar Dexametasona?

A dose diária vai variar conforme cada condição. Nesse sentido, a bula traz algumas informações com relação a quantas vezes tomar a Dexametasona ao longo do dia de acordo com diferentes quadros clínicos. Confira:

  • Doenças crônicas potencialmente fatais (como o lúpus) — a posologia inicial é de 2mg a 4,5 mg por dia;
  • Edema cerebral (em casos de terapia de manutenção para controle paliativo) — a posologia inicial é de 2mg (2 ou 3 vezes ao dia);
  • Doença aguda envolvendo risco de vida (reações alérgicas graves, neoplasias, etc) — a posologia inicial varia de 4mg a 10mg por dia, administrados em ao menos quatro doses fracionadas.

Em terapias combinadas, ou seja, junto a outras medicações ou cuidados, as doses sofrerão alterações conforme a associação. 

Vale destacar que esses são apenas alguns dos exemplos de ingestão diária, de forma que todos esses dados podem sofrer alterações (para mais ou menos). Sendo imprescindível seguir a recomendação médica quanto à forma de administrar a medicação em seu caso.

Quantos mL de Dexametasona por kg? 

Geralmente, a administração com base em kg é utilizada no caso de uso pediátrico, a fim de não exceder o limite suportado pelo organismo da criança. De forma que, em adultos, as doses costumam não apresentar variação por conta desse fator.

Sendo assim, quando a Dexametasona é prescrita para crianças (menores de 12 anos), a orientação é respeitar o limite de 6mcg a 40mcg por kg de peso (ou 0,235 a 1,25 mg por metro quadrado de superfície corporal), com administração uma ou duas vezes por dia.

Independente do critério médico para decidir qual a quantidade ideal, siga as recomendações prescritas pelo(a) profissional a fim de realizar um uso seguro.

Quando a Dexametasona começa a fazer efeito?

De maneira geral, a Dexametasona não demora para começar a fazer efeito quando entra em contato com o organismo. 

As informações dessa substância medicamentosa, indicam que no geral sua ação começa entre 10min e 60min após a ingestão oral ou aplicação tópica — em algumas situações, pode levar no máximo 2 horas para agir.

Vale destacar que, assim como ocorre com outras medicações, quando é feito o uso desse remédio por via injetável, a ação tende a ser mais rápida.

Também é importante destacar que para notar  alívio dos sintomas, muitas vezes é necessário esperar mais alguns dias de tratamento (seguindo a prescrição). Ou seja, o paciente pode não sentir de imediato uma melhora completa.

Quais os efeitos colaterais da Dexametasona?

O uso de qualquer substância medicamentosa pode causar efeitos colaterais. Mas é importante ter em mente que algumas pessoas podem não sofrer com nenhuma complicação, enquanto outras podem apresentar inclusive mais de uma reação adversa.

No caso da Dexametasona, a bula cita como possíveis efeitos colaterais:

  • Distúrbios líquidos e eletrolíticos: retenção de sódio e/ou líquido, insuficiência cardíaca congestiva (em pacientes suscetíveis), perda de potássio, alcalose hipocalêmica e hipertensão;
  • Músculo esqueléticas: fraqueza muscular, miopatia esteroide, perda de massa muscular, osteoporose, fraturas por compressão vertebral, necrose asséptica das cabeças femorais e umerais, fratura patológica dos ossos longos e ruptura de tendão;
  • Gastrointestinais: úlcera péptica, perfuração de intestino grosso e delgado (em pacientes com doença intestinal inflamatória), pancreatite, distensão abdominal e esofagite ulcerativa;
  • Dermatológicos: retardo na cicatrização de feridas, fragilidade da pele, acne, eritema, hipersudorese, dermatite alérgica, urticária, edema angioneurótico;
  • Neurológicos: convulsões, aumento da pressão intracraniana com papiledema (pseudotumor cerebral, geralmente após tratamento), tontura e dor de cabeça;
  • Psiquiátricos: depressão, euforia e distúrbios psicóticos;
  • Endócrinos: irregularidades menstruais, supressão do crescimento da criança, hiperglicemia, diminuição da tolerância aos carboidratos, manifestação do diabete melito latente, aumento das necessidades de insulina ou de agentes hipoglicemiantes orais em diabéticos, etc.;
  • Oftálmicos: catarata subcapsular posterior, aumento da pressão intra-ocular, glaucoma e exoftalmia;
  • Metabólicos: balanço nitrogenado negativo devido a catabolismo proteico;
  • Imunológicos: imunossupressão, reação anafilactóide e candidíase orofaríngea;
  • Hematológico: diminuição da contagem de linfócitos e contagem anormal de monócitos;
  • Cardiovasculares: hipertensão, arritmias, cardiomiopatia e ruptura do miocárdio (após infarto recente);
  • Outros: hipersensibilidade, tromboembolia, aumento de peso, aumento de apetite, náusea, mal-estar e soluços.

Vale destacar que a frequência com que ocorrem essas reações adversas é desconhecida. Lembrando que essas podem se manifestar tanto a partir do uso de qualquer versão do medicamento.

Além disso, também há informações quanto alguns efeitos colaterais raros que podem ocorrer a partir da administração dos comprimidos. Você pode conversar com o médico a respeito ou ler a bula do medicamento.

Dá sono?

Dentre os possíveis efeitos colaterais do uso da Dexametasona, não são mencionados distúrbios do sono (como a insônia ou sonolência excessiva). Essa reação é colocada apenas como uma complicação rara a partir do uso da substância em comprimidos.

Sendo assim, é muito difícil que alguém sinta alterações nos hábitos do sono durante o tratamento com a Dexametasona. Mas, em casos raros, pode ocorrer.

Se você sentir esse tipo de alteração, procure informar imediatamente o(a) médico(a) responsável. Assim, será possível diagnosticar se o problema está relacionado com o uso dessa medicação ou não — além de tomar as providências necessárias.

Preço: qual o valor médio da Dexametasona?

O preço dos remédios que contam com a Dexametasona em sua fórmula pode variar bastante. Em especial devido às formas diferentes de apresentação.

Na sequência, você pode conferir o preço* de algumas das opções disponíveis dessa substância medicamentosa:

  • Maxidex (colírio) — 1 frasco com 5mL de solução fica em torno de R$10;
  • Dexametasona Farmace (elixir) — 1 frasco com 100mL de solução custa em média R$10;
  • Decadron (injetável) — 1 ampola com 2,5mL de solução custa em média R$13;
  • Decadron (comprimidos) — a caixa com 20 comprimidos fica em torno de R$10;
  • Acetato de Dexametasona Teuto (creme) — 1 bisnaga com 10g de creme varia entre R$3 e R$9.

Na hora de realizar a compra, lembre-se de seguir a prescrição médica quanto a qual opção escolher. Siga também as recomendações quanto a administração do tratamento!

*Preços consultados em julho de 2020. Os valores podem sofrer alterações.


Todas as medicações precisam ser administradas com acompanhamento profissional, visto que a automedicação nunca é recomendada. Entretanto, algumas carecem ainda mais, como é o caso dos corticoides (tais como a Dexametasona).

Por isso, ficar atento às informações da bula e seguir as recomendações médicas é essencial.

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