Luiza (Minuto Saudável)
11/03/2019 08:00

Astigmatismo: o que é, sintomas, teste, lentes de contato, cirurgia

A visão é um dos sentidos mais importantes do corpo humano, pois ela é responsável por cerca de 85% das informações processadas no cérebro.

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Por isso, problemas de visão podem causar incômodo e, em alguns casos, atrapalhar a realização de atividades. Entre as alterações está o astigmatismo, uma condição bem comum que deixa a imagem distorcida e borrada.

Você sofre dessa condição e gostaria de entender melhor? Então confira este artigo na íntegra!

Índice – neste artigo você vai encontrar as seguintes informações:

  1. O que é astigmatismo?
  2. Tipos
  3. Astigmatismo infantil
  4. O que é astigmatismo alto?
  5. Qual a diferença entre astigmatismo e miopia?
  6. Astigmatismo e hipermetropia
  7. O que causa o astigmatismo?
  8. Fatores de risco do astigmatismo
  9. Sintomas
  10. Como é feito o diagnóstico de astigmatismo?
  11. Tem cura?
  12. Tratamento: como corrigir astigmatismo?
  13. Cirurgias oculares
  14. Qual a melhor lente para quem tem astigmatismo?
  15. Convivendo com alterações de visão
  16. Prognóstico
  17. Complicações
  18. Como prevenir o astigmatismo?
  19. Perguntas frequentes

O que é astigmatismo?

O astigmatismo é uma condição oftalmológica, em que a superfície do olho (córnea), que deveria ser arredondada e lisa, tem um formato ovalado, causando um distúrbio de visão.

Nesses casos, ocorre um erro de refração, na qual o olho não consegue convergir a luz de maneira uniforme na retina.

Como consequência, a pessoa enxerga as imagens fora de foco, fazendo as coisas parecerem distorcidas e embaçadas, tanto para objetos que estão longe quanto perto.

Essa condição pode ocorrer em crianças ou em adultos e sua incidência é bem comum. A origem do problema é, na maioria das vezes, hereditária, mas o astigmatismo também desenvolver por algum tipo de trauma ocular.

O tratamento é feito com lentas para corrigir a visão ou, em alguns casos, cirurgia.

Tipos

Existem diversas classificações para o astigmatismo, que são definidas através dos fatores clínicos (miopia e hipermetropia associados) e das características que cada uma apresenta.

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Entre as nomenclaturas mais conhecidas temos:

Astigmatismo miópico

É caracterizado por dois erros refrativos simultâneos, como o astigmatismo e miopia (dificuldade em enxergar objetos distantes). Essa anomalia visual é mais frequente em crianças, causando dificuldades cognitivas na escola devido à baixa qualidade da visão.

Astigmatismo hipermetrópico

É considerada uma condição muito comum em ambos os sexos e, como o próprio nome diz, é a junção do astigmatismo com hipermetropia (dificuldade em enxergar objetos próximos).

Quando presente em crianças, essa condição deve ser corrigida antes dos 6 anos de idade, pois pode acarretar grandes perdas de visão (ambliopia).

Astigmatismo regular ou interno

Podem ser classificados como regulares, também chamados de internos, os casos de astigmatismo que decorrem de uma diferença na curvatura da córnea. Em sua maioria, esses casos são hereditários.

Astigmatismo irregular ou externo

O astigmatismo considerado irregular é aquele em que os meridianos são diferentes, ou seja, a curvatura do olho acaba não sendo uniforme.

Pode ser considerado um tipo mais raro de astigmatismo e sua causa pode ser natural ou também em decorrência de inflamações.

Astigmatismo infantil

Especificamente nesse caso, a detecção e o tratamento precoce é fundamental. Segundo dados do Ministério da Saúde, 30% das crianças em idade escolar apresentam alguma condição ocular, que acaba influenciando no desempenho escolar.

É importante ressaltar que a primeira consulta oftalmológica deve ocorrer no primeiro ano de vida da criança, independente de nunca ter havido queixas sobre isso, afinal de contas, a maioria das crianças não sabe explicar se enxerga bem ou mal, uma vez que para elas sua visão é “normal”.

Os problemas oftalmológicos nas crianças costumam ser resolvidos com a introdução dos óculos.

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Para as menores, existem armações especiais, emborrachadas e mais resistentes, podendo conter elásticos que prendem na parte posterior, a fim de evitar quedas.

O que é astigmatismo alto?

O astigmatismo é uma condição decorrente de alterações na córnea e que provocam desvios de visão. A pessoa com astigmatismo alto tem maior dificuldade para enxergar, devido ao maior grau, e sensação de distorção de imagem agravada.

Em casos de graus mais elevados, uma característica que deve ser levada em consideração é de que as  lentes acabam ficando mais grossas.

Pensando nisso, diversas empresas e marcas acabaram desenvolvendo um tipo de lente ideal para cada faixa de grau de astigmatismo.

Agora quando você for mandar fazer sua armação já sabe que deve se atentar quanto a isso.

Qual a diferença entre astigmatismo e miopia?

Astigmatismo e miopia são duas condições que causam dificuldades para enxergar, porém, com aspectos diferentes. A principal característica que difere as condições é a maneira como a pessoa enxerga.

No astigmatismo, a luz forma múltiplos pontos focais na retina. Isso faz com que o paciente enxergue objetos embaçados em longas ou curtas distâncias.

Já a miopia é uma condição hereditária, em que o olho é ligeiramente mais longo do que o ideal, ocasionando dificuldades para enxergar de longe. Em geral, comum que a alteração se estabilize em torno dos 20 a 25 anos — ou seja, o grau não se altera mais.

Astigmatismo e hipermetropia

A hipermetropia, ao contrário da miopia, é a condição que causa dificuldade para enxergar objetos próximos, principalmente na leitura.

Da mesma forma que o astigmatismo, a hipermetropia é uma condição que pode ser revertida com cirurgia refrativa, em que a superfície da córnea é remodelada.

Além disso, a dificuldade para enxergar pode ser corrigida com a utilização de óculos de grau ou lentes de contato.

O que causa o astigmatismo?

O astigmatismo é uma condição que ocorre quando se apresenta um erro refrativo decorrente da curvatura da córnea. Como consequência, a visão pode ficar distorcida.

Em muitos casos essa condição está presente desde o nascimento, podendo coexistir com outras alterações como miopia e hipermetropia.

Leia mais: Diabetes pode levar à perda da visão

Fatores de risco do astigmatismo

O astigmatismo é uma condição muito comum e que, na maioria das vezes, a pessoa já nasce com a alteração. Ou seja, as chances de desenvolver essa alteração de visão está altamente relacionada com o histórico familiar.

Porém, existem algumas condições além dessa que podem auxiliar no processo de desenvolvimento do astigmatismo. São elas:

  • Erros de refração, como miopia;
  • Parto prematuro;
  • Idade avançada;
  • Outras doenças oculares, como ceratocone (doença degenerativa);
  • Prurido ocular (coceira nos olhos);
  • Trauma ocular ou cirurgia.

Sintomas

Entre os sintomas mais comuns do astigmatismo está a visão embaçada ou duplicada, com mais de um ponto focal. Em alguns casos, dependendo do grau de deficiência, essa alteração pode não ser percebida.

Aqui estão alguns dos sintomas da condição:

Dificuldade de leitura

A principal característica do astigmatismo é a dificuldade para enxergar, com a sensação de visão desfocada, podendo ser de perto ou de longe.

Fotofobia

Outro fator que pode gerar incômodo para os pacientes de astigmatismo é a fotofobia, ou sensibilidade à luz. Pode ser em graus diversos, causando incômodo mais leve ou extrema aversão a qualquer incidência luminosa.

Dificuldade de ver objetos próximos ou distantes

O ideal é que os olhos tenham a curvatura igual em todas as direções, o que faz com que a luz seja focada na retina. Quando isso não acontece, o resultado são os problemas de refração e as dificuldades para enxergar, no caso do astigmatismo, tanto de perto como de longe.

Piora da percepção visual à noite

Essa condição também pode ser chamada de nictalopia e é causada por uma disfunção dos bastonetes (células responsáveis pela visão em ambientes escuros). Algumas doenças podem desencadear essa condição ou em alguns casos devido a distrofias da retina.

Olhos cansados e dores de cabeça

Estes sintomas podem ocorrer devido ao esforço feito para enxergar, como é o caso das hipermetropias, miopias e astigmatismo.

Como é feito o diagnóstico de astigmatismo?

Ao primeiro sinal de visão embaçada ou desfocada, é importante recorrer a um oftalmologista.

Alguns testes oculares podem ser aplicados, a fim de diagnosticar o astigmatismo. Entre as formas de verificação temos:

Teste de visão

Nesse primeiro momento, o médico vai recomendar que você leia um cartaz de diagramação padrão, que fica posicionado a mais ou menos 5 metros de distância.

Com isso, ele poderá definir se sua visão está adequada ou mensurar qual seria a sua capacidade ocular.

Em alguns casos, como crianças, pode ser necessário aplicar um colírio de dilatação da pupila. O procedimento facilita a observação da estrutura ocular e auxilia no diagnóstico de alterações de visão.

Normalmente, a pupila permanece dilatada de 12 a 24 horas.

Teste de refração

Já neste segundo momento, o oftalmologista utilizará uma máquina de lentes, chamada de phoropter, a fim de determinar qual lente se encaixa melhor para sua visão.

É a partir desse procedimento não-invasivo que o médico irá definir qual seu grau oftalmológico. Enquanto o médico trocas as lentes, o paciente tem que ir indicando qual a melhor opção para a sua visão.

Em alguns casos, pode se fazer necessário o uso do retinoscópio (aparelho portátil para examinar a retina) para refinar o diagnóstico. Além disso, pode ser necessário fazer a utilização de um colírio em crianças e jovens,  a fim de dilatar a pupila para ter um diagnóstico mais preciso.

Ceratometria

Este procedimento tem como objetivo medir a curva da córnea. O oftalmologista pode fazer o teste a fim de ajustar as lentes de contato e verificar se existe a necessidade de uma cirurgia de correção da córnea.

Topografia da córnea

O exame de topografia mede a curvatura da córnea por meio de um equipamento que pode, inclusive, diagnosticar diversas patologias corneanas.

Esse procedimento serve como um exame complementar, a fim de avaliar a necessidade e possibilidade de uma cirurgia ou não.

A topografia da córnea pode, ainda, auxiliar no diagnóstico de ceratocone, uma doença bastante associada ao astigmatismo, por meio de medições específicas da córnea.

Tem cura?

Não. Entretanto, os pacientes que possuem esta disfunção podem recorrer a métodos de correção, com a introdução de óculos de grau ou lentes de contato. Além disso, existe o recurso de cirurgia, tanto a laser quanto com lentes intraoculares.

Tratamento: como corrigir astigmatismo?

O tratamento do astigmatismo pode ser feito através da utilização de lentes de contato ou óculos de grau.

Vale lembrar que essas opções servem como um auxílio para melhorar a visão, porém, não curam a condição. Para isso, é preciso recorrer a uma cirurgia que modifique a curvatura da córnea.

Óculos de grau

As lentes dos óculos de uma pessoa com astigmatismo devem ser curvas, a fim de contrariar a forma da córnea que está prejudicando a visão.

Caso o seu grau seja mais elevado, pode ser que leve um tempo maior até que você se acostume com os óculos.

Se, por algum motivo, você sentir que sua visão não melhorou com o uso, peça para o seu oftalmologista reavaliar a sua receita.

Lentes de contato

Este é mais um recurso que visa auxiliar o processo de correção do astigmatismo. Caso o seu grau seja mais elevado, o recomendado é que você busque pelas lentes de contato rígidas e permeáveis a gases.

Porém, existem algumas contraindicações relacionadas ao uso das lentes, entre as quais podemos citar: presença de alergia, exposição intensa à fumaça ou ambientes muito secos e falta de lubrificação dos olhos (lágrimas).

As lentes de contato que atuam na correção do astigmatismo podem ser divididas em duas classes: as rígidas e as gelatinosas.

O uso e escolha depende do grau de astigmatismo. Enquanto as gelatinosas são ideais para, aproximadamente, 1 grau, as rígidas são indicadas para graus superiores.

Cirurgias oculares

Para muitas pessoas, não ter que usar óculos de grau ou lentes de contato parece impossível. Porém, atualmente existem técnicas super refinadas de cirurgia para correção oftalmológica. Entre os tipos de técnicas podemos citar:

Cirurgia a laser refrativa (Lasik)

Esta técnica visa remodelar a córnea para que ela foque melhor os raios de luz.

Para realizar o procedimento, o médico aplica um colírio que amortece os olhos e, logo depois, utiliza o laser para moldar a córnea na posição ideal.

Após o procedimento, o oftalmologista pode indicar o uso de um colírio anti-inflamatório e antibióticos.

O procedimento leva cerca de 20 minutos e permite, em geral, uma visão normal em menos de 24 horas.

PRK (Photorefractive Keratectomy)

Esta técnica tem como função retirar o epitélio da córnea e, na maioria dos casos, o paciente acaba dispensando o uso dos óculos de grau.

Porém, é preciso ficar atento a um fator: essa cirurgia só pode ser realizada por pessoas com astigmatismo menor que 4 graus.

O procedimento é rápido, durando em torno de 10 minutos para ser realizada nos dois olhos.

SMILE (pequena extração lenticular)

Este procedimento é usado em cirurgias oculares, a fim de tratar erros de refração. A técnica tem o mesmo princípio da Lasik, porém, é considerada menos invasiva e mais simples, podendo ser feita de uma só vez.

Além disso, essa técnica permite uma recuperação mais veloz.

Após o procedimento, o oftalmologista pode indicar o uso de um colírio anti-inflamatório e antibióticos para ser utilizado nos dias seguintes à cirurgia.

Lente intraocular

Esta cirurgia é realizada desde os anos 70 na Europa e, atualmente, tem sido a primeira opção de correção para graus mais altos.

O procedimento é realizado com anestesia local, sendo indolor e com tempo médio de duração entre 20 a 30 minutos.

A recuperação da vista é lenta, demorando em torno de 30 dias para estabilizar a cicatrização.

Em média, o implante corrige até 90% do grau e caso haja necessidade, é possível realizar a correção do grau residual.

Qual a melhor lente para quem tem astigmatismo?

Ao pesquisar modelos de lentes de contato, você verá que a gama de opções é grande. Isso porque cada uma tem sua própria durabilidade e fator de proteção, além do design, que visa melhorar a qualidade e a funcionalidade da lente.

Lentes tóricas

As lentes tóricas tem um formato específico e diferenciado das demais lentes de contato. Essa opção pode ser utilizada no astigmatismo e sua tolerância vai depender da sensibilidade do paciente.

Elas podem ser gelatinosas ou rígidas e a escolha depende do grau do paciente.

As gelatinosas, em geral, são indicadas para quem usa até 1 grau. Acima disso, a rígida é mais indicada.

Convivendo com alterações de visão

Após receber o resultado com a indicação de astigmatismo, algumas pessoas podem ficar incomodadas de ter que usar óculos ou lentes de contato. Porém, atualmente existem diversos tipos de armações e de materiais, que podem se encaixar com você.

Por isso, pesquise armações e teste as opções para saber o que se adequa melhor com as suas necessidades.

Algumas dicas para ajudar a conviver bem, seja com óculos ou lentes de contato, são:

Cuide das lentes de contato

A maioria das queixas relacionadas à lente de contato são coceiras e infecções decorrentes do mau uso e negligência com elas.

Para melhorar isso, é preciso lavar e enxaguar as lentes sempre após o uso e se lembrar de nunca dormir com as lentes nos olhos.

Consulte regularmente seu oftalmologista

A recomendação médica é de que as visitas ao oftalmologista ocorram anualmente, mesmo que nenhuma queixa nova seja apresentada.

É preciso estar atento ao surgimento de novas complicações e, em alguns casos, do agravamento das condições já existentes, como alterações de grau.

Não esqueça de usar colírio

Se você usa lente de contato, então é importante saber que os olhos precisam estar constantemente hidratados a fim de impedir atrito entre a pálpebra e a córnea.

Além disso, manter os olhos lubrificados auxilia na nutrição e proteção das estruturas oculares.

Usar os colírios recomendados pelo oftalmologista é fundamental.

Não saia sem óculos ou lentes

Deixar de usar óculos ou lentes não interfere na evolução do problema. Porém, estar sem óculos pode acarretar a incômodos cotidianos, como dificuldade para enxergar, vermelhidão nos olhos ou dor de cabeça.

Prognóstico

As técnicas voltadas para tratamento e aperfeiçoamento da visão são cada vez mais comuns. Os procedimentos têm baixo risco para o paciente e com rápida recuperação.

Porém, como toda cirurgia, por mais simples que seja, pode oferecer riscos de infecção.

Em geral, 98% dos pacientes que realizam o procedimento atingem uma visão boa o suficiente, a ponto de dispensar o uso óculos ou lentes.

Apesar de poder ocorrer alterações ao longo dos anos (mudança de grau), o astigmatismo é uma condição que corresponde bem ao tratamento, tanto com óculos e lentes como com cirurgias, sem causar futuras implicações.

Complicações

As pessoas que sofrem com essa condição e não buscam tratamento podem desenvolver outras doenças oftalmológicas, como:

Ambliopia

O astigmatismo pode evoluir para uma ambliopia (diminuição da visão em apenas um dos olhos). Essa condição pode acarretar o uso de tampões, colírios e, em casos mais extremos, pode ser necessário intervenção cirúrgica.

Leia mais: Alzheimer: perda de memória e problemas de visão são sintomas da doença

Como prevenir o astigmatismo?

Ainda não se conhece medidas preventivas que reduzam as chances de desenvolver astigmatismo. Porém, com um exame oftalmológico completo e de rotina, é possível detectar desvios de visão e tratá-los precocemente.

Perguntas frequentes

Quem tem astigmatismo tem sensibilidade à luz?

As pessoas que possuem astigmatismo têm uma tendência maior de desenvolver fotofobia (sensibilidade à luz). Isso ocorre devido ao formato da córnea, uma vez que a luz entra e se perda na retina, dificultando a visão e o foco.

Para evitar a piora dessa condição, o recomendado é utilizar o computador ou o celular com pouco brilho, a fim de não agredir a pupila.

Lentes e óculos curam astigmatismo?

Não. Porém, tanto os óculos de grau como as lentes de contato são usados para o tratamento dessa condição. A cirurgia é capaz, na maioria das vezes, de corrigir permanentemente a visão, dispensando o uso dos óculos e lentes.

O astigmatismo pode voltar depois da cirurgia?

Grande parte dos pacientes que realizam a cirurgia não precisam dos óculos após a operação. Caso fique alguma variação na visão, existe a opção de ser realizado um retoque cirúrgico após alguns meses. Ou seja, optar pela cirurgia é um passo para se livrar do uso de óculos ou lentes de contato.


O astigmatismo é uma condição que pode afetar pessoas de todas as idades, de crianças a adultos.

Pensando nisso, ressaltamos a importância de realizar exames com frequência, além de procurar um oftalmologista para tirar suas dúvidas.

Detectar a condição precocemente, previne que ela evolua para outras doenças oculares.

Por isso, se você conhece alguém que sofre com problemas de vista, compartilhe esse artigo para que possa buscar ajuda!

Publicado originalmente em: 30/06/2017 | Última atualização: 11/03/2019

Fontes consultadas

11/03/2019 09:40

Luiza (Minuto Saudável)

Redatora, é jornalista pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Produz matérias sobre saúde e beleza.

Ver comentários

  • Parabéns pelas explicações, desfiz muitas dúvidas,obrigada!

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