O que é Hemangioma (no fígado, coluna e mais), tratamento, tem cura?

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O que é Hemangioma?

O hemangioma é uma má-formação vascular, com caráter benigno, e que pode ocorrer em diferentes partes do corpo. Essa condição é caracterizada por um conjunto de vasos sanguíneos não prejudicial à saúde do indivíduo, porém pode causar um desconforto estético a ele.

Essa má-formação é mais comum de acontecer no pescoço, face, peito e costas de recém-nascidos e crianças, porém também pode surgir em outros lugares, como órgãos, músculos e ossos. Normalmente, o hemangioma possui um crescimento durante todo o primeiro ano de vida do indivíduo (o que não ultrapassa,  na maioria das vezes, 26 mm de diâmetro) e, conforme os anos passam, ele retrocede. Segundo o Mayo Clinic (instituto de pesquisa médica dos Estados Unidos), metade dos hemangiomas somem até os 5 anos de idade e quase todos até os 10.

Cerca de 10% a 12% dos bebês possuem a condição, sendo mais comum de acontecer nos que nasceram com menos de 1 kg (em torno de 30% dos nascimentos).

Índice neste artigo você irá encontrar as seguintes informações:

  1. O que é Hemangioma?
  2. Tipos de Hemangioma
  3. Causas e evolução do Hemangioma
  4. Fatores de risco
  5. Onde ocorrem os Hemangiomas?
  6. Sintomas do Hemangioma
  7. Como é feito o diagnóstico do Hemangioma
  8. Hemangioma tem cura? Qual o tratamento?
  9. Convivendo
  10. Complicações
  11. Como prevenir o Hemangioma?

Tipos de Hemangioma

Os hemangiomas podem ser classificados de duas maneiras diferentes: a primeira relacionada com a época em que apareceu e, a segunda, de acordo com a sua caracterização.

Na primeira classificação, esses tumores podem ser congênitos ou infantis. Entenda:

  • Hemangioma congênito: acontece quando o tumor se encontra logo no momento em que a criança nasce, já formado por completo. Seu diagnóstico pode acontecer antes mesmo do nascimento, através do ultrassom realizado na mãe.
  • Hemangioma infantil: o tumor é identificado nas primeiras semanas de vida da criança e apresenta certas características bem específicas, como o crescimento rápido.

Já com a segunda classificação, os hemangiomas podem ser divididos entre os seguintes tipos:

  • Hemangioma plano (capilar);
  • Hemangioma cavernoso;
  • Hemangioma fragiforme e tuberoso.

Hemangioma plano (capilar)

Tipo mais comum da condição, o hemangioma plano é composto por diversos vasos sanguíneos que são normais em seu tamanho e diâmetro, mas apresentam-se em uma quantidade muito elevada. Por conta de sua proximidade com a pele do indivíduo, esse tipo de hemangioma pode ser conhecido, também, como “manchas vinho do Porto”, já que sua cor varia entre o rosa e o vermelho escuro.

Classifica-se como um hemangioma congênito e, durante a infância, costuma ser uma mancha plana, sem relevo algum. Porém, na segunda década de vida, alguns desses tumores apresentam mudanças, como escurecimento da lesão, hipertrofia das estruturas afetadas e formação de nódulos superficiais.

Hemangioma cavernoso

Classificado também como um hemangioma congênito, o tipo cavernoso se caracteriza por vasos sanguíneos maiores e ampliados em seu diâmetro (dilatados). Os espaços (ou “cavernas”) que eventualmente ficam entre os diversos vasos são preenchidos com sangue, o que dá um certo aspecto de profundidade ao tumor. Normalmente surge primeiramente como um inchaço azulado sob a pele, isto é, são localizados mais profundamente.

Hemangioma fragiforme e tuberoso

Também conhecido como hemangioma proliferativo, esse tipo de hemangioma pode ser classificado como infantil, já que se desenvolve nas primeiras semanas de vida do bebê. Com a causa ainda indeterminada, o hemangioma fragiforme e tuberoso possui um rápido desenvolvimento até os 18 meses de idade e, ao final dessa fase de progressão, há a recessão do tumor, podendo sumir completamente até os 12 anos.

Alguns desses hemangiomas evoluem de uma forma tão rápida e brusca que pode afetar diretamente a saúde e a vida da criança. Por isso, é super importante que o diagnóstico da condição seja feito o quanto antes, para que o tratamento adequado seja realizado.

Causas e evolução do Hemangioma

As causas dessa condição ainda estão sendo investigadas pela comunidade científica, porém, o que se sabe até agora, é que ela se origina de um mau funcionamento de células que participam da formação vascular do bebê nas primeiras semanas de gestação. Uma divisão celular inesperada ocorre nesse período e faz com que os vasos sanguíneos se proliferem na parte superficial da pele.

Além disso, alguns hemangiomas podem se desenvolver após uma lesão entretanto, ainda não foi comprovado se uma lesão pode gerar, efetivamente, um hemangioma.

Atenção!
Hemangiomas que eventualmente tenham seu desenvolvimento no fígado podem estar relacionados com a sensibilidade ao estrogênio. Muitas vezes, mulheres na menopausa são aconselhadas a realizarem o tratamento de reposição hormonal, porém, com o uso em excesso dos hormônios, a estimulação do crescimento de um hemangioma hepático pode ocorrer.

Com relação à evolução do tumor, ela apresenta as seguintes características:

  • Progressão dos 0-4 meses, com pausa entre 4-6 meses, e uma nova fase de progressão entre os 6 e 12 meses.
  • Entre os 12 e 18 meses, algumas áreas do tumor começam a clarear, dando início à fase de involução do mesmo.
  • Quando a involução inicial se dá de maneira rápida, ela mantém esse ritmo e alcança a cura espontânea até os 5 anos.
  • Por sua vez, quando a involução é mais lenta no início, ela segue a regra de 50% de melhora até os 5 anos, 70% até os 7 e 90% até os 9.

Fatores de risco

Alguns fatores influenciam diretamente no desenvolvimento de um hemangioma. Portanto, as pessoas que se enquadram dentro desses fatores são mais suscetíveis a desenvolverem o tumor.

Etnia

Pessoas caucasianas (pele clara) possuem mais chances de desenvolverem a condição do que as que são negras ou asiáticas.

Sexo

A incidência do hemangioma é maior no sexo feminino (cerca de 3 para 1). A explicação para esse fato é das meninas terem maior quantidade de hormônio no corpo, o que favorece a falha na divisão celular.

Idade

Cerca de 30% dos hemangiomas são presentes logo no nascimento e os outros 70% se desenvolvem nas primeiras semanas de vida da criança. Outro fator que influencia bastante no desenvolvimento dessa condição é a prematuridade, já que as células da formação vascular ainda estão em atividade na criança prematura.

Onde ocorrem os Hemangiomas?

Os hemangiomas podem ser cutâneos (em sua maioria) ou extracutâneos. Frequentemente, os cutâneos aparecem nas seguintes regiões:

  • Cabeça e pescoço 60%;
  • Tronco 25%;
  • Extremidades (mãos e pés) 15%.

Com relação aos hemangiomas extracutâneos, eles podem estar presentes nestes lugares:

  • Fígado;
  • Trato gastrointestinal;
  • Laringe;
  • Sistema nervoso central;
  • Pâncreas;
  • Vesícula biliar;
  • Timo;
  • Baço;
  • Linfonodos;
  • Pulmão;
  • Bexiga;
  • Glândulas suprarrenais;
  • Ossos;
  • Músculos.

Dentre esses hemangiomas extracutâneos, há alguns que se destacam e merecem a devida atenção, mesmo não sendo tão comuns quanto os cutâneos. São eles:

Hemangioma intramuscular

Os hemangiomas que estão localizados no tecido muscular podem se desenvolver em qualquer idade, porém, na maioria das vezes, se dá em jovens adultos. Qualquer músculo pode ser afetado pela condição e, nesses casos, o hemangioma plano é o mais comum.

Hemangioma ósseo e vertebral

Esses hemangiomas normalmente acontecem no crânio ou na espinha vertebral. Comuns nas pessoas com idade entre 50 e 70 anos, os tipos plano e cavernoso são os hemangiomas com maior incidência em crescer na superfície ou mais profundamente em um osso.

Hemangioma hepático e em órgãos

Mesmo sendo incomum, o hemangioma em órgãos pode acontecer e, quando acontece, normalmente é no fígado ou no trato gastrointestinal. Normalmente, esse tipo de hemangioma é detectado em exames de rotina, já que não causam sintomas na maioria das vezes.

Sintomas do Hemangioma

Geralmente, os hemangiomas são indolores e possuem cor vermelho azulado. Na maioria das vezes, esses tumores são sensíveis aos toque e estão nivelados com a pele ou ligeiramente elevados. As lesões localizadas na superfície da pele podem sangrar, ou se transformar em feridas, por conta da possibilidade do toque constante.

Os hemangiomas que não estão presentes na pele, mas sim em algum órgão interno, músculo ou osso, podem apresentar, ainda, os seguintes sintomas:

  • Náusea;
  • Vômitos;
  • Desconforto abdominal;
  • Perda de apetite;
  • Perda de peso inexplicada;
  • Sensação de corpulência no abdômen;
  • Dor, no caso de hemangiomas profundos no músculo ou nos ossos;
  • Aumento do osso, no caso de hemangioma ósseo.

Como é feito o diagnóstico do Hemangioma

O especialista mais indicado para realizar o diagnóstico de um hemangioma é o dermatologista. Normalmente, quando a condição é cutânea, o médico pode realizar o diagnóstico instantaneamente, apenas com a observação do tumor. Porém, quando ele apresenta características muito parecidas com outros tipos de tumores ou, ainda, quando ele for extracutâneo, alguns exames podem ser solicitados.

Raios X ou Tomografia Computadorizada

Mesmo que esses exames sejam muito mais eficientes na criação de imagens dos ossos, eles podem apresentar um hemangioma cavernoso caso o mesmo tenha calcificações em sua estrutura.

Ressonância magnética

Capaz de criar imagens claras de estruturas moles, como é o caso do hemangioma, a ressonância magnética pode detectar a localização e a extensão do tumor, bem como diferenciá-lo de outros tipos de má-formações vasculares.

Angiograma

Na realização de um angiograma, um corante é injetado na corrente sanguínea do indivíduo, fazendo com que o hemangioma apareça em uma imagem de raios x, por exemplo.

Biópsia

Com uma amostra do tumor analisada ao microscópio, é possível distinguir o hemangioma de outros tumores e ter, assim, um diagnóstico mais preciso.

Exame de sangue

Caso o paciente possua diversos tumores ou seus sintomas forem extremamente preocupantes, o especialista poderá solicitar a realização de um exame de sangue, a fim de analisar a sua genética.

Hemangioma tem cura? Qual o tratamento?

Por mais que a maioria dos casos de hemangioma possua uma involução ao longo dos anos, podendo desaparecer praticamente por inteiro, e não necessite de um tratamento específico, a condição precisa de constante acompanhamento médico. Isso se deve ao fato de que, caso o tumor não possua cura espontânea, há diversos tipos de tratamento que podem controlá-lo, além de melhorar a qualidade de vida do paciente.

Os tratamentos para hemangioma são divididos em três vertentes e, abaixo, você poderá entender melhor cada uma delas:

Medicamentos

Há disponível no mercado alguns tratamentos farmacológicos para hemangioma, que são:

  • Betabloqueadores: quando o hemangioma é superficial e pequeno, um gel a base de timolol pode ser aplicado na área. Já em casos de hemangiomas mais graves, o tratamento deve consistir na solução oral de propanolol.
  • Corticosteroides: para aqueles que não respondem ao tratamento com os betabloqueadores ou não podem usá-los, há a opção do uso de corticosteroides via oral, aplicação na pele ou injeção no nódulo.
  • Injeções de bleomicina: é um tratamento super eficaz, com taxa de resposta em torno de 77%.
  • Becaplermin (Regranex): gel utilizado para tratar as úlceras que se formam na superfície do hemangioma porém, é importante salientar que ele não trata o tumor em si.

Atenção!

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas nesse site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

Cirurgia a laser

A opção do laser pode ser recorrida para remover um hemangioma ou encolher os vasos sanguíneos que possam, porventura, estar dilatados. Porém, não é todo tipo de tratamento a laser que irá produzir melhora no tumor, pois o uso de um equipamento inadequado, ou a aplicação incorreta, pode provocar danos e causar sequelas irreparáveis.

Por isso, o tratamento frequentemente recomendado é o Dye Laser, pois sua eficácia no clareamento dos hemangiomas é alta, além de ser mais seguro na preservação da pele. Esse tipo de tratamento normalmente é realizado a cada 4 ou 8 semanas o intervalo entre cada sessão será definido pelo especialista de acordo com as características da lesão do paciente.

Excisão cirúrgica

O processo cirúrgico pode ser o tratamento mais indicado caso o hemangioma seja do tipo cavernoso e que esteja destruindo os tecidos saudáveis que o rodeiam. Para isso, três opções são existentes:

  • Remoção do hemangioma;
  • Remoção do órgão ou área danificada;
  • Amarrar a artéria principal que fornece sangue ao tumor.

No procedimento cirúrgico em si, uma anestesia geral é aplicada e, após a realização da opção escolhida, alguns pontos são dados os quais serão removidos pelo médico algumas semanas depois.

A maior complicação desse tipo de tratamento é o risco de hemorragia. Além disso, há uma alta probabilidade do hemangioma retornar, dependendo do tipo e de sua localização original.

Convivendo

Como o hemangioma é uma lesão formada por diversos vasos sanguíneos, o cuidado no dia a dia deve ser essencial. Confira abaixo algumas dicas:

  • Mantenha as unhas curtas: qualquer arranhão em um hemangioma, pode fazê-lo sangrar. Em caso de sangramento do hemangioma, pressione um pano ou tecido limpo sobre ele.
  • Aplique uma fina camada de vaselina sobre a lesão: isso faz com que o hemangioma não seque.
  • Utilize protetor solar com alto FPS: os hemangiomas, quando expostos ao sol, podem inchar e parecer mais vermelhos. Por isso a proteção da região é extremamente importante.
  • Em caso de infecção, visite o seu médico: quando há o desenvolvimento de uma infecção no hemangioma, o tratamento com antibióticos poderá ser necessário.
  • Em caso de ulceração, mantenha a área limpa: lavar a lesão duas vezes ao dia e cobri-la inteiramente com um curativo não pegajoso pode ser o suficiente para curar a úlcera.

Complicações

A maioria dos casos de hemangioma não apresenta qualquer tipo de complicação. Porém, alguns deles podem quebrar na superfície da lesão, causando uma ulceração. Essa, por sua vez, pode ser dolorosa e trazer alguns problemas, como hemorragia significativa e infecção em raras ocasiões.

Além dessa questão, há também os problemas que podem aparecer devido a localização do tumor:

  • Hemangioma na laringe: a respiração pode ser comprometida;
  • Hemangioma próximo ao olho: pode gerar oclusão ou desvio do olho, podendo levar à ambliopia (imprecisão da visão);
  • Hemangioma ósseo: pode haver erosão do osso.

Problemas psicossociais

Grande parte das queixas feitas pelos pacientes é com relação a aparência e em como as pessoas de seu convívio social a encaram. Um hemangioma pode acarretar problemas com a autoestima de seu portador, ainda mais se estiver localizado no lábio ou nariz, já que são lugares mais difíceis de tratar cirurgicamente.

Diante desse quadro, é importante que o tratamento seja feito o quanto antes, para que a melhoria da condição se dê de forma espontânea e antes do período escolar começar potencial período para o início do desenvolvimento da lesão psicológica.

Síndromes hemangiomatosas

Alguns casos de hemangiomas fazem parte de algumas síndromes dismórficas, sendo as mais frequentes a Síndrome de Klippel-Trenaunay e a Síndrome de Sturge-Weber. Saiba mais:

  • Síndrome de Klippel-Trenaunay: síndrome rara e que está associada à má-formação congênita dos membros. A mancha característica do hemangioma varia em tamanho e se mostra logo ao nascimento. Já a hipertrofia do membro afetado se manifesta com um aumento no diâmetro e também no comprimento.
  • Síndrome de Sturge-Weber: síndrome caracterizada por mancha no rosto (hemangioma plano) associada à má-formação vascular intracraniana e alterações oculares.

Como prevenir o Hemangioma?

Como o hemangioma é uma má-formação vascular, não há como prever ou prevenir a condição. O ideal a se fazer é, caso o tumor se desenvolva, procurar ajuda médica o quanto antes para que, assim, ele seja monitorado e tratado da maneira correta.


O hemangioma é um dos tumores benignos infantis que mais ocorre na população. Por mais que as grandes complicações sejam raras, é preciso o diagnóstico precoce e tratamento adequado para que a cura seja alcançada.

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Referências

https://biosom.com.br/blog/saude/hemangioma/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Hemangioma
http://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/hemangioma/home/ovc-20202394
http://www.heloisacampos.com.br/website/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=43&Itemid=83
http://orthoinfo.aaos.org/topic.cfm?topic=A00630
http://bebe.abril.com.br/saude/hemangioma-entenda-o-que-e-esse-tumor-benigno-comum-na-infancia/
http://www.hemangioma.com.br/faq/
http://emedicine.medscape.com/article/1083849-overview
http://www.healthline.com/health/hemangioma
http://www.birthmarksupportgroup.org.uk/types-of-birthmark/haemangioma.aspx
https://en.wikipedia.org/wiki/Hemangioma

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3 Comentários

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  1. “porém pode causar um desconforto estético a ele.”

    Olá tenho hemangioma e acredito q essa frase na qual destaquei apresenta um erro… PODE CAUSAR DESCONFORTO ESTÉTICO PARA AS PESSOAS EM GERAL MENOS P NÓS MSM ATÉ PQ SE ESTAMOS C NOSSAS MANCHAS ATÉ HOJE N PRECISAMOS DE ORIENTAÇÕES TAIS COMO “tenho uma pomada ótima p sua alergia”,”nossa é queimadura?”, “e essas manchas? São de dengue?”, etc…

    • Sentimos muito pelo que você passa todos os dias, Marcela. Infelizmente, a falta de informação e o preconceito fazem com que as pessoas possam ser indelicadas ao abordar algo novo para elas. Esperamos que mais pessoas tomem conhecimento dessa condição para que esse tipo de situação seja evitado.

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