O câncer, condição que afeta milhões de pessoas no mundo, na verdade, é um conjunto de mais de 100 doenças que causam o crescimento irregular de células que são capazes de invadir tecidos do corpo.

Alguns tipos da doença podem demorar para causar sintomas aos pacientes, sendo que, nesses casos, somente após o que os médicos chamam de metástase a doença é diagnosticada.

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Metástase, basicamente, é quando o câncer se espalha através da corrente sanguínea e dos vasos linfáticos para outras áreas além daquela onde começou, aumentando os riscos ao paciente.

Porém, um estudo pode ter descoberto uma nova droga para o tratamento, que pode diminuir as chances dos tumores invadirem outra parte do corpo.

Baseado nas células do corpo SIX1 / EYA, os cientistas revelaram que um composto, cujo ainda o nome não foi definido, é capaz de reduzir as chances de metástases.

O estudo consistiu em testes em camundongos com câncer de mama.

Efeitos do SIX1 / EYA

Segundo os autores do estudo, a forma como o composto age no organismo ainda não foi totalmente compreendida, mas ele desencadeia várias reações.

A metástase só acontece com a ajuda de uma processo biológico chamado de EMT, que basicamente é quando células se desprendem e interage com outras partes do corpo, como membranas.

A relação é bastante complexa, pois há vários fatores envolvidos e várias células participantes do processo de metástase.

Porém, o estudo apontou que os genes SIX1 / EYA participam da formação de tecidos saudáveis do corpo.

Erros do organismo podem fazer com que esses genes continuem produzindo células teciduais mesmo quando a estrutura já está completamente formada.

Em geral, essas células produzidas devem ficar presas ou aderidas ao tecido de onde fazem parte. Porém, quando há uma interação dos genes SIX1 com o EYA, ocorre o ativamento de mecanismos que desprendem as células.

Ou seja, elas caem na corrente sanguínea e se tornam capazes de metastizar. Acredita-se, então, que o papel d droga pesquisada seja exatamente frear esse processo de soltura das células dos tecidos de origem.

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Os resultados do estudo citados na notícia acima são apenas dados de mais um avanço na pesquisa contra o câncer.

Ainda são necessários mais estudos para que, com base nessas descobertas recentes, os cientistas consigam ajudar pacientes que sofrem com essa condição.

Fonte: Science Daily

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