Em todo o mundo, considerando a média, são as mulheres que têm vida mais longa, segundo dados apresentados no relatório anual do World Health Statistics  e pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Um dos fatores apontados para isso é o cuidado com a saúde: eles se cuidam menos do que elas.

Entre os dados que mais se destacaram no relatório, foi possível ver que a expectativa de vida nos anos 2000 era de 66 anos, já em 2016 ela aumentou cerca de 5,5 anos, indo para 72.

Porém, nos países em que a renda média da sociedade é menor, a expectativa de vida é de 18,1 anos a menos em comparação com os países mais ricos.

Além disso, como citamos acima, a diferença entre sexos também foi vista nos resultados.

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Elas se cuidam mais

Nos últimos 16 anos, os homens viveram em média 4,4 anos a menos que as mulheres. Segundo a OMS, em países desenvolvidos as diferenças podem ser ainda maiores.

Das 40 causas mais mortíferas no mundo, 33 atingem mais os homens do que as mulheres.


Entre os fatores que estão relacionados à menor expectativa de vida masculina estão o maior consumo de álcool, tabagismo e acidentes no trânsito.

Doenças cardiovasculares e cânceres também são responsáveis para que essa diferença entre os sexos seja maior. E nem sempre é porque a doença acomete mais os homens, e sim porque, em geral, são as mulheres que vão mais ao médico e dão mais atenção à saúde.

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Em 2016, as taxas de suicídio foram 75% mais altas para os homens, em comparação às mulheres.

Para elas, as causas de morte incluíam outros fatores também, como aqueles relacionados a problemas e complicações durante a gravidez, porém esse problema é mais predominante em países não desenvolvidos.

Em regiões de baixa renda e desenvolvimento precário, 1 mulher a cada 41 perde a vida por causas relacionadas à gestação. Em países de alta renda as taxas são de 1 a cada 3300.

Além disso, analisando a diferença da expectativa de vida entre países de alta e baixa renda, há uma diferença de cerca de 18 anos para ambos os sexos.

Mas há melhorias, pois o relatório apontou que, em todo o mundo, as pessoas estão adoecendo mais tardiamente, por volta dos 63. Apesar de ainda ser baixa, a média representa um aumento de 5,5 anos de saúde.


O relatório da Organização Mundial da Saúde é importante para fornecer dados para a cobertura universal de saúde, feito para atender toda a população mundial com cuidados primários para a preservação da vida.

Fontes: ONU


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