A vitamina D, conhecida popularmente como a “vitamina do sol” e essencial na formação óssea, pode ter seus níveis medidos pelo cabelo, segundo uma nova pesquisa publicada no periódico Nutrients.

O estudo é inovador, sendo o primeiro a apontar que as taxas vitamínicas pode ser medidas pelos fios. Atualmente, para fazer a medição da vitamina D é preciso realizar exames de sangue.

Esse procedimento padrão possui diferenças na hora do resultado. Isso porque, pelo exame de sangue só é possível verificar o nível de vitamina D na hora em que ele é feito.

E como os níveis dessa vitamina alteram com o passar do tempo, até mesmo com as estações do ano (verão, inverno), pelo cabelo os cientistas conseguem obter uma média anual da substância.

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Vitamina D no cabelo

Segundo o estudo, os pesquisadores coletaram amostras de cabelo e de barba, analisando a quantidade de vitamina D presente nos fios.

O segundo passo foi realizar exames de sangue nas mesmas pessoas. A partir daí, as duas amostras (sangue e cabelo) foram comparadas para ver se havia um índice de vitamina D semelhante.

Assim, os pesquisadores descobriram uma relação direta entre ambos, que pode ser mais eficaz para a mediação do que o exame de sangue.


Veja: o cabelo cresce cerca de 1 centímetro por mês (em média, mas pode variar de pessoa para pessoa) e conforme ele vai crescendo a substância vai sendo depositada no fio.

Por essa razão, a descoberta é considerada importante, pois quando o médico realizar o teste no cabelo para verificar a média do nível vitamínico, o resultado será mais amplo.

E com base nesse histórico da presença da vitamina D, é que os médicos podem se beneficiar na hora de diagnosticar uma deficiência ou alteração.

Mas ainda é necessário continuar os estudos para saber se fatores como tintura e outros produtos químicos podem interferir na hora de constatar esses índices.


A pesquisa sobre a vitamina D é importante para outros estudos relacionados à fisiologia e ao diagnóstico de pacientes que necessitam de um acompanhamento específico.

Fonte: Science Daily


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